quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Quem me guia?

Pensamento do dia, terça-feira, 27 de outubro de 2015

"Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito. Assim, cumpre o que te está destinado"
Trigueirinho.

Pois bem, para que as coisas do espirito possam fluir temos que considera-lo como parte integrante, ativa e presente em nosso ser.
Nos geral, temos nos identificado somente com o corpo material (leia-se físico, emocional e mental). O restante dos corpos, evidentemente os mais importantes, porque não cessam de atuar na desencarnação, desconsideramos.
Esta matéria tem sido amplamente debatida e rebatida nas informações, mas são Instruções como estas do título, identificando o “espirito como teu guia”, que nos indica os objetivos reais da vida material.
Ao pensarmos sobre isto, sentimos a falta que nos faz esta relação completa corpo-mente-espírito.
Temos divagado, adivinhado, pesquisado, mas a falta desta relação do visível (mente) com o invisível (espírito) nos deixa completamente confusos.
Os parâmetros que conhecemos estão se deteriorando e detonando.
As informações, no geral, tem sido interpretadas como confusas ou difíceis. Distorções das informações, então nem se fala, pois os palpites ganham força sobre os estudos e os aprofundamentos.
A confusão tem sido muito grande.
Com isto vem o desanimo e a angustia.
A sensação de solidão se aprofunda e se mantem mais relevante.
Isto acaba por “embaçar” o pouco que temos conquistado.

É importante ressaltar que o caminho evolutivo é individual.
O tema é claro: “Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito”.
Mas, o que fazemos para que isto aconteça?
Muito pouco, pois somos pessoas absurdamente ocupadas.
Alguns ficam bravos quanto falo sobre isto, mas poucos percebem a real necessidade deste aprofundamento. Não percebem que as coisas materiais ainda ocupam um tempo precioso, que não necessariamente precisaria ser utilizado para elas, mas poderia ser utilizado para nosso aprofundamento na nossa relação mente-alma.
Entendo que pequenos ajustes, se realizados na nossa vida material, teríamos tempo de sobra para estas “outras” circunstancias.
Vejam como nos tornamos focados quando algo na vida material nos interessa. Torna-se premente, ganhando boa parte da nossa dedicação.
Desta forma podemos concluir que a vida espiritual ainda não é considerada premente. Não nos focamos e estamos sempre justificando outras ações, outros interesses, outros caminhos, outros objetivos.
Com isto, perdemos o contexto de “cumprir o que nos foi destinado”.
Com isto, fracassamos nas conquistas e no destino a ser realizado, onde metas evolutivas, além das metas cármicas, foram traçadas.

Desta forma é preciso repensar, se reposicionar para saciar a sede interna da alma que clama pela “água” da sabedoria e da evolução.
Um indivíduo que pensa em si próprio, na realidade não pensa, age somente, automatizando ações que podem ser éticas e morais para a sociedade, mas antiéticas e imorais para o seu espírito.

Enfim, vamos refletir e acolher tais avisos, pois quem nos dá, nos ama.

Hilton

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