Pensamento
do dia, terça-feira, 27 de outubro de 2015
"Não
é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito. Assim, cumpre o que te
está destinado"
Trigueirinho.
Pois
bem, para que as coisas do espirito possam fluir temos que considera-lo como
parte integrante, ativa e presente em nosso ser.
Nos
geral, temos nos identificado somente com o corpo material (leia-se físico,
emocional e mental). O restante dos corpos, evidentemente os mais importantes,
porque não cessam de atuar na desencarnação, desconsideramos.
Esta
matéria tem sido amplamente debatida e rebatida nas informações, mas são
Instruções como estas do título, identificando o “espirito como teu guia”, que
nos indica os objetivos reais da vida material.
Ao
pensarmos sobre isto, sentimos a falta que nos faz esta relação completa
corpo-mente-espírito.
Temos
divagado, adivinhado, pesquisado, mas a falta desta relação do visível (mente)
com o invisível (espírito) nos deixa completamente confusos.
Os
parâmetros que conhecemos estão se deteriorando e detonando.
As
informações, no geral, tem sido interpretadas como confusas ou difíceis.
Distorções das informações, então nem se fala, pois os palpites ganham força
sobre os estudos e os aprofundamentos.
A
confusão tem sido muito grande.
Com
isto vem o desanimo e a angustia.
A
sensação de solidão se aprofunda e se mantem mais relevante.
Isto
acaba por “embaçar” o pouco que temos conquistado.
É
importante ressaltar que o caminho evolutivo é individual.
O
tema é claro: “Não é o teu ser consciente que te guia, mas teu espírito”.
Mas,
o que fazemos para que isto aconteça?
Muito
pouco, pois somos pessoas absurdamente ocupadas.
Alguns
ficam bravos quanto falo sobre isto, mas poucos percebem a real necessidade
deste aprofundamento. Não percebem que as coisas materiais ainda ocupam um
tempo precioso, que não necessariamente precisaria ser utilizado para elas, mas
poderia ser utilizado para nosso aprofundamento na nossa relação mente-alma.
Entendo
que pequenos ajustes, se realizados na nossa vida material, teríamos tempo de
sobra para estas “outras” circunstancias.
Vejam
como nos tornamos focados quando algo na vida material nos interessa. Torna-se
premente, ganhando boa parte da nossa dedicação.
Desta
forma podemos concluir que a vida espiritual ainda não é considerada premente.
Não nos focamos e estamos sempre justificando outras ações, outros interesses,
outros caminhos, outros objetivos.
Com
isto, perdemos o contexto de “cumprir o que nos foi destinado”.
Com
isto, fracassamos nas conquistas e no destino a ser realizado, onde metas
evolutivas, além das metas cármicas, foram traçadas.
Desta
forma é preciso repensar, se reposicionar para saciar a sede interna da alma
que clama pela “água” da sabedoria e da evolução.
Um
indivíduo que pensa em si próprio, na realidade não pensa, age somente,
automatizando ações que podem ser éticas e morais para a sociedade, mas
antiéticas e imorais para o seu espírito.
Enfim,
vamos refletir e acolher tais avisos, pois quem nos dá, nos ama.
Hilton
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