sábado, 3 de junho de 2017

Estamos aquém da época e do tempo em questão.



Pensamento do dia 03 de junho de 2...

Através dos séculos viemos acumulando hábitos e costumes, o que densificou nosso pensamento. E serão necessárias modificações até físicas, para que haja alterações em conceitos estratificados existentes na humanidade.
São necessárias portanto mudanças drásticas em nossa vida física e mudanças ainda mais drásticas na realidade física da superfície do planeta.
Nossos contatos internos são prejudicados pela instabilidade de ânimo e fraqueza de concentração. As ocupações pessoais predominam, e nem todos criam o tempo necessário para as comunicações com os planos internos da vida e do próprio ser.
A busca do conhecimento direto, que nos leva à espiritualidade maior, pede aspiração a alcança-la e prioridade para essa meta.
Sem a espiritualidade maior ser a meta, pouco se consegue alcançar no caminho ascendente.
Sabe-se que só os melhores e os mais simples se tem dedicado a cultivar tal aspiração. Mas quem vive na mediana consciência, sem inquietações, acaba tomado pelos preconceitos, e a vida cotidiana e convencional mata os impulsos delicados da alma e do espirito.

Uma chave importante dentro da espiritualidade é não dedicarmos apenas as horas ociosas para a busca de sintonia com o mais Alto, mas realmente imbuirmos toda  a nossa vida dessa aspiração.

Pois bem, de forma clara e explicita, estamos sendo informados de que as mudanças prevista serão radicais, adaptando o novo ser humano da Terra para que se qualifique no seu continuísmo evolutivo em um solo sagrado.
Temos como premissa básica neste contexto humano, a troca do DNA pelo GNA, terminando a hereditariedade e abrindo condições para que os impulsos sejam efetivamente utilizados e não desprezados como ocorre no livre arbítrio.
No entanto, pede-se para que certas mudanças ocorram em cada individuo que aspira a espiritualidade, nas condições atuais.
São pedidos simples, cabíveis e depende basicamente de uma reorganização de procedimentos, onde estaremos trocando a postura errada pela certa.

Temos nos deixado levar pela postura pessoal, onde o egoísmo e a competitividade predominam as aspirações humanas. Rever certas atitudes pode ser um passo importante e simples de ser feito.

A busca do conhecimento direto, aquele que se ganha pela intuição, pela aspiração, pelo vislumbramento, já ocorre com todos, mas são desprezados pois não vemos nada de “pratico” nestes ganhos, exatamente porque não pertencem a este mundo, mas a todos os mundos em todos os tempos.
Temos de perceber este sexto sentido e para isto basta somente observarmos. Observamos os detalhes, as pequenas coisas, os movimentos, ver o sagrado em tudo o que acontece, aquietar-se continuamente, não exacerbar nenhum movimento, atitude, pensamento. Com isto mudaremos.

Uma questão de simples postura, de ausência de julgamentos, irá muda-lo e permitirá que você se aprofunde onde antes bastava analisar a superficialidade do que acontecia e radicalizar atitudes.

Só os melhores e mais simples se tem dedicado a cultivar tal aspiração. Melhores porque prestam a atenção, observam, não radicalizam, não criticam, não interferem, pois sabem que tudo o que acontece tem um motivo especifico para acontecer, e que envolve inúmeras Leis as quais nos submetemos.
Mais simples pois aprenderam que a simplicidade é a forma com que o universo foi constituído, sendo assim os que ainda não compreendem sabem que estão aquém da  época e do tempo em questão. Portanto, é preciso dedicar-se com afinco para recuperar o “tempo perdido”.

Vejam que mudanças simples de postura e de pensamento farão a diferença entre sermos o que somos e sermos o que deveríamos ser. 
Hilton

quinta-feira, 1 de junho de 2017

A beleza e a amplitude da vida espiritual.



Pensamento do dia 01 de junho de 2...

Uma das razões pelas quais a Terra está doente se deve ao fato de a luz e o s raios energéticos de certos planetas não poderem ingressar em sua aura.
” A que será reduzido o homem”, pergunta Morya, um mestre do grande Yoga, “ se ele cessar comunhão com a consciência superior e mergulhar na ignorância baixa? Perdendo a compreensão dos mundos superiores, as pessoas afastam-se da consciência do aperfeiçoamento.”

A estrutura do Estado e as religiões organizadas não levam as criaturas para essa visão. Pelo contrario substituem continuamente o sobrenatural pelo que há de mais concreto, tirando a beleza e a amplitude da vida espiritual, que deveria ser levada à pratica no dia a dia.
Mas mesmo assim, cresce uma nova consciência – que , apesar de inexperiente, é ousada e vai dissolvendo o velho pensamento. Os que ainda se apoiam em pessoas e formas mentais do passado encontram-se sem saída, e seus corpos sutis, durante o sono ou em movimento de contato interno, deixam de experimentar voos espaciais e de mergulhar na consciência interna dos planetas.

Pois bem, o texto define claramente o momento que nos encontramos, limitados pelos preconceitos religiosos e pela sociedade que impôs regras rígidas (mesmo que estapafúrdias), para conceituar o que é normal e aceitável.
A maioria para se enquadrar nas condições impostas, abdica da exploração da consciência, da busca, dos estudos, da curiosidade sadia que alavanca e aprimora novos conhecimentos.
De certa forma, temos uma civilização perdendo a compreensão dos mundos superiores, mantendo um “status quo” horizontal, continuo, onde não há aperfeiçoamentos e impulsos que a remeta para um “status quo” vertical, ascendente, onde os horizontes mudam a cada instante.
Permitir que outros pensam pela gente é entregar-se para as forças dominantes que oprimem a civilização humana, com foco nos seus interesses escusos e gananciosos.

O sobrenatural é o novo, a novidade, pois o que é natural é passado, e´ conhecido, mesmo que nem sempre compreendido, mas onde impulsos já passaram e tiveram seus efeitos.
No entanto, a maioria preserva  e prefere o natural, pois não assusta e não estimula inúmeros medos criados por crenças mentirosas e interessadas em nos manter no mesmo nível, no mesmo plano, no mesmo lugar.

Segundo  HPB, Mas mesmo assim, cresce uma nova consciência – que , apesar de inexperiente, é ousada e vai dissolvendo o velho pensamento., onde indivíduos dispostos a ousar, permitem que estas mudanças comecem a acontecer.
Por incrível que pareça, estas transformações ocorrem nos momentos dos conflitos.
Quando nos encontramos em conflito, teremos as melhores chances de mergulharmos numa nova consciência.
Sem os conflitos o indivíduo não sai do lugar, pois a ele agrada manter-se inerte e parado.
No conflito temos a chance de ir buscar, de tentar mudar, de sair do incomodo, da mesmice.

Enfim são tempos das grandes mudanças. Ou vemos nestes tempos a oportunidade ou corremos o risco de recomeçar sob as mesmas bases.
Hilton

terça-feira, 30 de maio de 2017

Convite para certas reflexões na paisagem lunar.



Pensamento do dia 30 de maio de 2...

Sabemos que os planos da Nova Terra e da Nova Humanidade agradam quase que exclusivamente as almas simples. O Ensinamento salienta que “ às vésperas de uma catástrofe, tentou-se levar as pessoas para fora de uma arena de diversões. As pessoas não somente não saíram, como multidões ainda tentaram entrar”.

Essa é a realidade normal, e diante dela se encontram os que se dedicam à educação ou que se incluem na tarefa de resgatar as almas. Mas diz-se, com conhecimento de causa, que é o espirito solitário que produzirá as formas de vida futuras. Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós. E porque tantos evitam o desconhecido, o inusitado? Não será por serem estimulados nas escolas a viver como a maioria?
HPB.

Pois bem, o ensinamento mostra de forma clara, que a maioria da população terrena “age” e “reage” de acordo com a multidão.
Não é confortável saber disto, pois grande parte do Trabalho que vem sendo dedicado a instruir inúmeras pessoas, pode num momento intenso, de forte pressão, não ser considerado.
Estamos às portas de viver momentos intensos, profundamente conturbados e temos de saber que a maioria irá reagir de acordo com os movimentos das multidões.
Isto será uma tendência e quem sabe colocar em dúvida o que levamos anos e anos para aprender e assimilar.
Será um momento de grande prova, de grande amor e de enorme fé, ao desconhecido. Caminhos se formarão, portas se abrirão, mas poucos irão percorre-los ou cruza-las, pois a maioria se apegará aos movimentos das multidões.

Segundo HPB, vencer estas etapas em meio a movimentos intensos, se dará em espíritos solitários, onde poucos ousarão a fazer o novo caminho formado ou cruzar a porta que se abriu. O medo será relevante e dominante, e a novidade, o novo, poderá ser trocado pelos velhos e carcomidos hábitos que sempre tivemos ao percorrermos os velhos caminhos que sempre fizemos.
Poucos sentirão esta sensação de fim. Fim de uma era, de uma velha Terra, de velhos hábitos, pois o novo quer se implantar e assim fará.
Poucos verão as mudanças em curso como oportunidades, pois serão assistidas como desastres, punições, carmas.
Exigirá grande discernimento destes espíritos solitários, pois a solidão os abraçara e na entrega serão conduzidos. “Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós.”

Fomos e somos instruídos no modelo da sociedade atual para fazer o que todos fazem, pensar da forma que todos pensam, expressar-se de acordo com a maioria e assim temos feito. Quem sabe é mais fácil do que ser criativo, pensar mais discernir mais, ser diferenciado, ou popularizando, mais esquisito.

Percebem como estes avisos são importantes?
Como estamos sendo alertados sobre nosso provável comportamento e tendências?
Este recado é uma palavra de fé  e devemos mantê-la sempre presente, pois na conturbação, lembranças este tipo, quando assimiladas, virão à tona e fará a grande diferença na decisão das nossas atitudes.
Gratidão.

Fomos convidados a realizar um passeio solitário pela Lua, nas imagens que constam no link abaixo, onde reflexões sobre o tema de hoje podem consolidar-se e manifestarem-se nos momentos que virão.

Sugiro que mantenham por um certo tempo, durante este passeio na Lua, a atenção no recado de hoje.
Hilton