Pensamento
do dia 30 de maio de 2...
Sabemos
que os planos da Nova Terra e da Nova Humanidade agradam quase que exclusivamente
as almas simples. O Ensinamento salienta que “ às vésperas de uma catástrofe, tentou-se
levar as pessoas para fora de uma arena de diversões. As pessoas não somente
não saíram, como multidões ainda tentaram entrar”.
Essa
é a realidade normal, e diante dela se encontram os que se dedicam à educação
ou que se incluem na tarefa de resgatar as almas. Mas diz-se, com conhecimento
de causa, que é o espirito solitário que produzirá as formas de vida futuras.
Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós. E porque tantos evitam o
desconhecido, o inusitado? Não será por serem estimulados nas escolas a viver
como a maioria?
HPB.
Pois bem, o ensinamento mostra de forma clara, que a maioria da população
terrena “age” e “reage” de acordo com a multidão.
Não é confortável saber disto, pois grande parte do Trabalho que
vem sendo dedicado a instruir inúmeras pessoas, pode num momento intenso, de
forte pressão, não ser considerado.
Estamos às portas de viver momentos intensos, profundamente
conturbados e temos de saber que a maioria irá reagir de acordo com os
movimentos das multidões.
Isto será uma tendência e quem sabe colocar em dúvida o que levamos
anos e anos para aprender e assimilar.
Será um momento de grande prova, de grande amor e de enorme fé, ao
desconhecido. Caminhos se formarão, portas se abrirão, mas poucos irão percorre-los
ou cruza-las, pois a maioria se apegará aos movimentos das multidões.
Segundo HPB, vencer estas etapas em meio a movimentos intensos, se
dará em espíritos solitários, onde poucos ousarão a fazer o novo caminho formado
ou cruzar a porta que se abriu. O medo será relevante e dominante, e a
novidade, o novo, poderá ser trocado pelos velhos e carcomidos hábitos que
sempre tivemos ao percorrermos os velhos caminhos que sempre fizemos.
Poucos sentirão esta sensação de fim. Fim de uma era, de uma velha
Terra, de velhos hábitos, pois o novo quer se implantar e assim fará.
Poucos verão as mudanças em curso como oportunidades, pois serão
assistidas como desastres, punições, carmas.
Exigirá grande discernimento destes espíritos solitários, pois a
solidão os abraçara e na entrega serão conduzidos. “Não estranhemos, portanto, se nos encontrarmos sós.”
Fomos e somos instruídos no modelo da sociedade atual para fazer o
que todos fazem, pensar da forma que todos pensam, expressar-se de acordo com a
maioria e assim temos feito. Quem sabe é mais fácil do que ser criativo, pensar
mais discernir mais, ser diferenciado, ou popularizando, mais esquisito.
Percebem como estes avisos são importantes?
Como estamos sendo alertados sobre nosso provável comportamento e tendências?
Este recado é uma palavra de fé
e devemos mantê-la sempre presente, pois na conturbação, lembranças este
tipo, quando assimiladas, virão à tona e fará a grande diferença na decisão das
nossas atitudes.
Gratidão.
Fomos convidados a realizar um passeio solitário pela Lua, nas
imagens que constam no link abaixo, onde reflexões sobre o tema de hoje podem consolidar-se
e manifestarem-se nos momentos que virão.
Sugiro que mantenham por um certo tempo, durante este passeio
na Lua, a atenção no recado de hoje.
Hilton
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