quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 248a Parte. Reclamar não é preciso.

 A reclamação é própria de quem não assumiu por inteiro a decisão de seguir o caminho evolutivo.

Figueira.

 Pois bem, todas as reclamações são infundadas.

Podemos ter razão em certas situações das quais somos envolvidos por inercia e  sem saber como e por que ocorreu. Especificamente, nestes casos, provas estão acontecendo para a confirmação do grau evolutivo pretendido. Isto ocorre para que, na prática, possamos usar as informações colhidas e aceitas.

As informações viram conhecimento a partir do momento que as utilizo com sucesso. Portanto, nem sempre carmas estão ocorrendo, mas sim oportunidades para confirmação e ascenção.

Reclamar é o mesmo que “trabalhar” contra uma oportunidade. Como vivemos e arbitramos nas ilusões de uma vida superficial, a reclamação tem sido uma constante opositora.

Quando as ocorrências derivam dos carmas pendentes, estes ocorrem para serem sanados. Pode estar envolvido nestes carmas, dividas para serem quitadas com o próximo, com a sociedade, com a Natureza ou com os reinos. A reclamação é infundada.

Temos, nesta sequência, o surgimento dos carmas com o corpo físico desta vida ou das reencarnações anteriores. Digamos que na reencarnação passada abusei dos limites do corpo e os pulmões foram prejudicados. Constitui, assim, um carma na região pulmonar. Isto será compensado em algum momento através de problemas pulmonares. O  câncer é uma doença tem entre suas várias finalidades, este aspecto também.

Da mesma forma, a pratica de esportes radicais que podem ultrapassar os limites do corpo geram carmas e sequelas. A vida posterior virá com limites que podem ser drásticos. Sem generalizar, mas eventualmente a vida de um cadeirante ou com outros problemas que traz limitações, podem ser advindos de abusos com o corpo físico em encarnações anteriores. Portanto, o comportamento atual definirá as circunstancias das reencarnações futuras.

Um individuo que reencarna com limites físicos que o impede de uma vida mais rotineira, precisa ver, neste processo, outras oportunidades para o seu desenvolvimento. Deve utilizar os limites físicos para expandir os da consciência.

Fica então evidente, que as reclamações não procedem.

Deveríamos ter uma vida bem disciplinada, em consonância com as leis espirituais, as leis materiais, o bom senso e a natureza, para manter o equilíbrio e eliminar compromisso futuros que podem ser bem desagradáveis.

 Uma das regras que pode ajudar a limitar reclamações é prestar muita atenção em tudo ao redor.  A observação irá tirar a atenção da superficialidade, da periferia das situações, para que possa se focar, com certa precisão, os motivos de algo que esteja acontecendo. Percebendo, intuições e argumentos podem surgir para compreender com mais clareza o que ocorreu.

Reclamar é uma perda de tempo, é inócuo, ineficaz e não altera o que está previsto para acontecer. O que tiver de acontecer, acontecerá.

Temos de ficar muito atentos, ser menos egocêntricos, olhar os acontecimentos e analisa-los antes de julgá-los. Na maioria das vezes julgamos primeiro baseado em informações imprecisas, para depois perceber porque ocorreu.

Quando reclamamos estamos indo contra um dos principais aspectos do destino. O destino foi traçado pelo próprio espirito e aceito pela alma para que fosse realizado, portanto a reclamação torna-se uma oposição a si próprio, à própria alma e ao destino definido, por isso de ser inócua, ineficaz e inalterável.

Perde-se tanto tempo com tantas reclamações, que se utilizados com eficiência ganharíamos em evolução.

Evoluir é inteirar-se destes aspectos, percebe-los, utiliza-los e daí sentir paz e leveza para focar no que é importante.

A vida é rápida, é curta, as oportunidades são velozes, passam e raramente repetem-se, por isso não devemos concentrar a atenção nas aparências e ilusões. Aprofunde-se e reflita com equilíbrio.

Mantenha-se focado no que seu coração pede e não no que o seu emocional julga. Do coração provem a razão e da razão a evolução.  


 







segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 247a Parte. Diversidade de mundos.

Afinidades além da Terra. 

 Pois bem, vivemos num eterno aprendizado e ontem mais uma importante informação foi consolidada, que compartilho.

Há uma correlação entre povos, entre mundos, entre povos de outros mundos com a Terra e da Terra com povos em outros mundos.

Tínhamos uma noção mais aproximada destas afinidades entre os encarnados com os desencarnados. Na união familiar constituída, apesar de ser totalmente cármica, em que um deve algo para o outro, na passagem de alguém para o mundo astral, o vínculo se mantem e se desdobra face aos apegos ou ódios que foram constituídos na vivencia no mundo material.

É comum o apego manter-se e a saudades acabava por reforçar este vinculo.

Digamos que o mundo astral fica bem perto do mundo material, não em distância, mas em sentimentos.

Dado os vínculos cármicos e os desenvolvimentos evolutivos, esta relação entre vivos e mortos pode se tornar amena ou intensa, positivamente ou negativamente. A condição de ser amena é a melhor de todas para manter-se o grau de liberdade que cada um precisa para se desenvolver.

É comum a reencarnação de pessoas que já se relacionaram uma vez ou até muitas vezes, para consolidar vínculos de amor e não de ódio. Isto tem motivado o reaparecimento de cada um em diversas formas de relacionamento, ora como pai, como mãe, como irmãos, como parentes, como sócios, como vizinhos e assim vai se distanciando, enfim vínculos formados, sejam quais forem, precisam consolidar uma relação de amor e superação do ódio.

No entanto percebeu-se que esta relação é muito mais abrangente, ultrapassando o mundo astral e entrando por mundos diversos por todo o universo material.

Parece ser relativamente comum um ser humano da Terra manter uma relação espiritual com um ser de outro mundo, em outro sistema, em outra galáxia. É possível uma familia terrena manter inúmeras afinidades com outra família de outro mundo.

Para esta escala de aproximação imagina-se que os níveis espirituais de ambos precisam ser relativamente próximos, mesmo que intelectualmente haja disparidades. Sendo assim digamos que a partir do corpo etérico pra frente, no que envolve a alma e a mônada estas afinidades fiquem próximas e com isto o vinculo acaba por estimular e aumentar a capacidade de ambos na intuição, nos sentimentos, nas sensações e na solução de conflitos.

Digamos que um irmão do planeta A (planeta em evolução), mantem uma afinidade com uma irmã na Terra (planeta cármico). A irmã terá mais dificuldades que o irmão, mas juntos adquirem novas capacidades de desenvolvimento. Esta simbiose passa a ser favorável aos dois.

Enquanto criança, esta possibilidade é muito mais intensa, próxima e acontece com regularidade, entre a irmã e o irmão, em nosso exemplo, mantendo vínculos espirituais com reflexos intelectuais e assim um ajuda o outro.

Quando adultos, cristalizamos e afastamos, na maioria da vezes, esta possibilidade, dada a fraca educação que recebemos, onde a dúvida sobre mundos habitados, vida além da Terra, espiritualidade e amor são afastados ou ridicularizados e, taxativamente, elimina-se estes aspectos das nossas crianças. Procura-se compensar esta postura torta e desvirtuada com bens materiais reforçando a posse, o domínio e a ilusão sobre as conquistas materiais, tornando irrelevante  a evolução espiritual. Separa-se assim o que deveria ser acentuado.

Os mundos externos são cheios de vida, alguns possuem certa semelhança com a vida na Terra, outros possuem condições de sobrevivência muito melhor e outros muito pior (são os planetas de expiação em fase mais preliminar) e outros são quase imateriais, em dimensões acima da 5ª, cujo desenvolvimento é muito elevado e sutil, onde o material serve totalmente o espiritual.

Certos humanos da Terra mantem vínculos com seres destes planetas elevados e sutis e daí surgem as possibilidades para o desenvolvimento da raça humana, seja no plano material como no espiritual. Na contrapartida  outros humanos mantem vínculos com seres de baixo nível espiritual, acentuando as distorções das Leis em curso. Infelizmente o predomínio tem sido do 2º caso, onde a ganancia e egoísmo alinham-se com as forças involutivas presentes.

 Enfim é importante saber que nossos relacionamentos vão muito além do mundo astral, vão muito além dos mortos, e em cada etapa do processo evolutivo isto se sutiliza e passa para mundos incorpóreos.

Manter um estilo abrangente de educação em nossas crianças, onde a diversidade de mundos e a espiritualidade recebam sua atenção, irá permitir que estas não percam as oportunidades que se oferecem.

 Temos de ser abrangentes e incluir no rol de possibilidades, o que está além da Terra. Mesmo que não seja visto com os olhos físicos, o coração percebe e recebe as emanações de outro “irmão” que mantem certa afinidade. Não há limites, não há barreiras, não há espaço e tempo, o que existe são somente preconceitos que precisam ser superados.