quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um tesouro conquistado que poderemos deixar.

Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de junho de 2014

"O ser humano está renascendo em um estado de consciência mais próximo da Eternidade."
Trigueirinho.

Comentários.

Como uma bola mata?

Na realidade a pergunta é bem ampla.
O que mata uma pessoa são as frustrações. Estas são acumulativas e na medida do tempo e do potencial destas frustrações, vai se acentuando no indivíduo uma sucessão de desequilíbrios, enfraquecendo a mente, o corpo e o espírito, tornando-o suscetível a todos os gêneros de enfermidades físicas e mentais. O espirito não adoece, mas se afasta do corpo daquela pessoa, pois entende como uma rejeição à sua participação.
Uma alma pode se afastar da pessoa e inclusive antecipar uma desencarnação, se esta pessoa não consegue atender o mínimo necessário das escolhas que esta alma fez no ato daquela reencarnação.

Na competição o que vale é o vencedor, é o primeiro lugar, é aquele que ergue o troféu. Assim tem sido nossa vida, onde as vitorias, sob este ponto de vista, tem sido raras e às derrotas, sobre este mesmo ponto de vista, intensas e constantes.
No entanto, as frustrações tem sido uma constante, somatizando estados de desequilíbrios físicos, emocionais e mentais, tornando o indivíduo potencialmente propenso a ser doente.
Ele é doente porque é desequilibrado.
É desequilibrado pois tem atendido somente os aspectos materiais da vida e portanto age desconjuntado com seu conjunto corpo-alma.

Mantem os desequilíbrios porque a sociedade impõem que ele seja competitivo, vencedor, destruidor dos inimigos.
Um jovem que precisa competir em tudo, na escola, com os amigos, com os pais, com os irmãos, com os colegas de trabalho, com seu time de futebol, com suas diversões, vai acumulando ao longo do tempo estados de desequilíbrios crônicos. Num determinado momento, seu conjunto corpo-mente-espirito, não consegue mais repor estas perdas continuas e constantes de energias, tornando-o uma pessoa doente. Emocionalmente começa a ter dificuldades em se controlar e na sequencia o corpo físico começa a dar os sinais de alertas pelo enfraquecimento e pela exposição a vírus, bactérias, insalubridade, poluição, despertando assim pendencias cármicas acumuladas que podem eclodir em doenças graves, com possibilidade de acontecer várias ao mesmo tempo.

Porque há tanto revolta no torcedor, quando um time perde uma partida de futebol? Quando se deflagra uma greve ou um protesto? Quando um relacionamento passa por dificuldades? Quando enfrentamos as dificuldades naturais do aprendizado? Enfim podemos citar inúmeros processos que muitas vezes temos de passar, mas é notório nossa PERDA DA CAPACIDADE DE SUPORTAR.

Um torcedor que deixa o campo de futebol, frustrado pela perda do seu time, pode facilmente tornar-se violento. Um grevista ou que protesta em defesa de algo pode tornar-se violento. Uma pessoa com problemas de relacionamento pode ser violenta com os outros ou contra si próprio.
A violência e às vezes a fuga, passa a ser uma forma de extravasar as frustrações acumuladas pela competitividade da vida ao longo do tempo, adotando mudanças comportamentais incríveis e inesperadas.  
Nestas hipóteses, se ele não extravasar ele "explode".
Ele pode extravasar contra os outros ou contra si próprio.
Numa greve ou num protesto contra o governo, por exemplo, este é o inimigo e este passa a simbolizar o acumulo das frustrações. Sendo assim, a violência se dá contra aquilo que representa este algoz: ônibus, bancos, viaturas policiais, pois o que está em ato é um conjunto de frustrações acumuladas que precisam extravasar.

Realmente, somos pessoas doentes, desequilibradas, pois nos frustramos todos os dias.
Uns tem mais controle sobre isto e outros menos, mas no geral a raça humana da Terra é uma raça doente.

A competitividade mata de forma silenciosa, dolorosa e a longo prazo.
Perdemos oportunidades incríveis de supera-la e não entendemos os recados que nos foram passados, inúmeras vezes, por todos Aqueles que nos assistem e nos ajudam.
Não soubemos pensar, raciocinar, intuir e perceber que este estilo de vida que levamos é retrogrado, ultrapassado, incomum, pois perdemos as referências em todos os contatos que tivemos com Seres e com mundos adiantados.
O que deveria ser utilizado somente no início da civilização terrena, mantem-se até agora, independente do seu progresso material, pois nos destacamos na matéria e não nos aprofundamos no espírito.
Estamos descompassados.
Não há mais volta.
Não há mais conserto.
É preciso recomeçar e isto irá acontecer. Muitos terão de recomeçar.

Enfim, nós do Grupo H&F em Jesus, temos grande responsabilidade de nos posicionarmos o mais corretamente que pudermos, pois de certa forma, poderemos representar uma parcela da raça humana que pode e terá a oportunidade de continuar.
Isto é muito importante, pois ficará uma referência para aqueles que não escolheram e não optaram por esta oportunidade.
Isto foi decidido a 2000 anos atrás pela Família Sagrada: a “oportunidade de continuar”.
Felizmente na Terra, vários Grupos estão intuindo e consagrando esta “oportunidade” e graças a Deus isto vem ocorrendo. Aqueles que não entenderam e não optaram pela “oportunidade”, um dia terão acesso a estas referências e poderão refazer o mesmo caminho do aprendizado.

Portanto, peço a todos que se sensibilizam com isto e façam todos os esforços necessários, pois temos na gratidão a “oportunidade” de deixarmos uma herança positiva para os que aqui se recusam a considera-la.
Considero isto o maior tesouro que podemos alcançar e que poderemos deixar: compreender e aceitar esta “oportunidade”.
Esta forma de reconhecimento, do imenso e descomunal esforço da Família Sagrada aportando aqui na Terra, será sacramentado com a “oportunidade” de compreendermos esta nossa responsabilidade.

Por isso que o pensamento de hoje, cita algo tão nobre, tão elevado, tão abrangente.
Vamos renascer!

Gratidão a esta Família da qual podemos nos considerar como seus descendentes.

Hilton   



Temos destruído, estamos destruindo e seremos destruídos pela competitividade.

Pensamento do dia 17 de junho de 2014

A alegria sadia e plena de paz que emerge do toque do espírito sobre nós não deve ser ocultada.
Trigueirinho.

Aviso:

As pessoas que irão para a Vigília precisam confirmar para ajustarmos a logística do evento.
É preciso saber quem vai para a Vigília e quem ficará para a festa junina. Neste caso peço que contatem a Rose.
Local: Aldeia da Serra – Sitio Robortella
Horário de início: 22:00 Jhs do dia 20 com término previsto para 9:00 Jhs do dia 21. (apareceu uma carinha, não sei porque, mas ficou simpático)
Grato e aguardo.

Comentários.

Há uma certa insatisfação quando abordamos o tema da competitividade.
Veja, a competitividade é um sentimento, um anseio que provem diretamente da Lei do Egoísmo, consequentemente da ganancia.
Na competitividade, preciso me sobressair, preciso me impor, preciso ser superior, preciso me destacar, enfim preciso de alguma forma superar um ou muitos pois só assim serei um indivíduo competitivo e consequentemente admirado.
Isto é histórico e provem das origens do ser humano.
A competitividade entre os indivíduos foi muito importante para que a raça humana descobrisse o mundo das formas, o mundo material e evoluísse na matéria.
Disparamos neste quesito, pois tornamos a competitividade algo desejável em todas as circunstancias da vida física. Este erro foi fatal, pois nada mais se fez se não fosse gerado e arbitrado pela competitividade entre os indivíduos.
Seu lado negativo foi muito cruel, pois pela competividade criamos jogos, guerras, destruições, extermínio e inúmeras falsas sensações de superioridade e soberania.
Nosso mecanismo de sobrevivência tornou-se essencialmente competitivo, onde arrasar o adversário é a forma de se posicionar perante a vida e perante todos.
Isto nos levou, repito, nos levou à ruina, pois ficamos tão competitivos e nos especializamos tanto neste sentimento e nestes anseios que não fazemos mais nada que não seja competir.
Um casal compete entre si, filhos competem, amigos competem, inimigos competem, vizinhos competem, pais competem com seus filhos e filhos com seus pais, empresas competem entre si, países competem e no esporte, na diversão e na distração, se não houver competitividade, simplesmente não acontece.
A competição é algo tão incrustrado, tão acirrado na mente e no coração do homem que tornou-se algo simplesmente inaceitável não competir.
Temos destruído, estamos destruindo e seremos destruídos pela competitividade.

Nosso sistema educacional, seja em casa e na escola e fundamentalmente competitiva. Portanto, criamos indivíduos que aprendem que se não competirem serão excluídos da sociedade e consequentemente não irão sobreviver, portanto incutimos na sua consciência e desenvolvemos sua inteligência para uma única forma de ser perante os outros: competitivo.

Uma criança em tenra idade, não é competitiva, sabe compartilhar, mas por um tempo extremamente limitado, pois sofre fortíssimas influencias dos pais e educadores para seguirem o que todo munda faz, ser competitivo.
Desta forma, educamos nossos filhos e a nossa geração a usar, usufruir e admitir somente a vitória na competitividade da vida.

Isto chegou a proporções tão incrivelmente poderosas que esquecemos que somos matéria e espírito. Nos tornamos essencialmente materiais, nos materializamos tanto, que acabamos por desconhecer a nossa contraparte espiritual, que na realidade é o que somos realmente e eternamente.
A matéria são vestes, são revestimentos provisórios, limitados, precários, do que somos na realidade da Vida. No entanto, invertemos uma situação real para uma situação ilusória, restrita e passageira, além de ser curtíssima em termos de durabilidade.

A vida se limitou a alguns poucos anos, onde o essencial é ser competitivo, mesmo que após este período não temos como levar absolutamente nada do plano material. É absurdamente incoerente e de uma desinteligência enorme.
A competitividade é um desserviço ao ser humano completo (matéria e espírito), pois afirma e confirma que esta é a única forma de se viver.
Os indivíduos enfraqueceram, entristeceram, tornaram-se temporais (escravos do tempo) e lutam por conquistas ridiculamente pequenas, limitadas e perecíveis.

Nos mundos adiantados, isto não existe. A competitividade não tem vez, não tem chance de se manifestar, pois não há esta intenção nos seus indivíduos. Claro que lá uns são mais habilidosos que os outros, uns possuem um nível de consciência mais elevado que outros, mas há uma convivência tão pacifica e tão cordial que o que tem mais se dedica ao que tem menos. O que tem menos recebe e agradece e assim cria-se um processo evolutivo em que as circunstancias materiais e as espirituais caminham em perfeita e profunda sintonia, onde o Serviço é algo feito com absoluta gratidão, satisfação e muita alegria. Nestes mundos não há livre arbítrio pois não há necessidade, não há egoísmo, não há ganancia, não há frustrações, pois a competitividade não acontece.

O Brasil, terra prometida que irá abrigar indivíduos do mundo todo nos grandes eventos deste final de ciclo, não vem se preparando adequadamente e pelo contrário quando promove estas lutas acirradas pela conquista de um troféu, neste grande evento tão competitivo, animando e alimentando o que já foi, o que não deveria ser mais, o que está ultrapassado, o que denigre e massacra semelhantes, tal qual uma guerra onde o instrumento deixa de ser a bola e passa a ser uma arma.
Falando assim, parece que a bola é mais inocente que a arma, mas não é. Tem o mesmo poder e a mesma forma de destruição.
A arma mata o corpo físico do indivíduo, enquanto que a bola causa o mesmo estrago no corpo mental, emocional e espiritual. São objetos semelhantes, pois usam o mesmo artificio para destruir os adversários, a competição.
Aparentemente ainda não sabemos avaliar com profundidade o que temos causado com os instrumentos competitivos que temos criado.
Nossas gerações, nossas crianças estão se transformando em pessoas inúteis para uma sociedade que deveria estar em outro nível, em outro estagio, em outra época em relação ao  comportamento que se espera de uma sociedade correta, cordial e evoluída. Portanto, não há esperanças de que novas guerras, além das que estão em andamento e parece que são muitas, continuem acontecendo até o final do ciclo, pois as alimentamos com armas, bolas, carros, brinquedos, estudos, produtos, pensamentos, totalmente competitivos, gananciosos e egoístas.

Enfim, sei que o que se comenta aqui vai contra tudo o que parece que conhecemos, mas reflitam sobre isto, pois o que conhecemos é infinitamente pequeno perto do que temos para conhecer.

Hilton

    


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Porque Judas na vida de Jesus?

Pensamento do dia, domingo, 15 de junho de 2014

"A alma irradia fé, entrega e serenidade."
Trigueirinho.

"Quando alguém se volta para a Luz é ajudado a vencer a si mesmo."
Trigueirinho.

Pois bem, o ambiente atual não é nada propicio para gastarmos muita energia boa, pois nos encontramos no auge da competitividade mundial, nesta disputa pelo futebol. As arenas que já foram palco no passado de muitas atrocidades, voltam ao cenário mundial e quem sabe poderão retornar com as mesmas atrocidades de que já foram palco, pois falta muito pouco para soltarmos os leões novamente.
O Brasil que mantem o "espetáculo", adquire um pouco mais das condicionantes cármicas mundiais.
Desta forma, vou repassar os pensamentos, pois nem todos recebem.
É conveniente que cada um deles possa ser refletido e absorvido.

No entanto, ontem fomos informados sobre este texto, que deveria seguir adiante.
Trata-se de um texto que abrange a figura de Judas ao lado de Jesus. Como sabemos tudo tem uma importância, um fundamento e um porque de ter acontecido.
Jesus, no advento do Cristo, não poderia estar entre nós sem respeitar as Leis Vigentes no planeta, o livre arbítrio no bem e no mal. Mesmo assim, nesta forma simbólica que Ele atuou, procurou nos dar todas as indicações possíveis para administrarmos corretamente de como nos posicionarmos perante as adversidades da vida.
Como fomos muito omissos e incompetentes nestes aspectos, a intuição vinha e a rejeitávamos, tornando-nos refém das forças involutivas que hoje dominam todos os aspectos do "homem moderno".

Segue o texto:

Título: Porque Judas na vida de Jesus?

Porque tivemos Judas com Jesus?

Pois bem, Judas como apóstolo de Jesus, teve um papel importantíssimo no equilíbrio das forças e energias envolvidas.
Lembrando, estamos num mundo de expiação, cármico, onde o livre arbítrio deve predominar sobe as decisões humanas. Sendo assim, forças negativas e positivas precisam estar presentes, serem influentes e manifestarem-se para que, na dualidade, os homens possam decidir-se sobre o bem e o mal, o certo e o errado, o positivo e o negativo, portanto não poderia ser diferente a ação destas forças e energias, mesmo que estivesse ocorrendo um advento tão importante como a presença entre nós, do Cristo Cósmico.

Judas, como apóstolo e muito próximo de Jesus, permitiu que as forças positivas, que as energias cósmicas pudessem se manifestar. Esta ação só pode ocorrer uma vez que Judas reteve as forças do caos, as forças involutivas com ele, permitindo que a energia crística agisse no período que deveria ter agido.
Portanto, em níveis elevados ocorreu um grande e importantíssimo serviço de Judas para que a humanidade pudesse receber o que havia sido designado a ela, pelo Plano Maior.
Desta forma, o indivíduo Jesus ancorava a energia crística e o indivíduo Judas as forças involutivas. Uma permitiu que à outra atuasse, criando assim a dualidade e a possibilidade dos seres humanos decidirem a que forças deveriam seguir

Pois bem, isto é comum e ocorre com todos nós.  Todos nós temos um “Judas” atuando contrariamente às nossas ações positivas e evolutivas. Todos nós temos oponentes, opostos, interferências, enfim pessoas e situações que de alguma forma se opõem às nossas opções positivas e evolutivas.
Tudo que fazemos, sejam em que circunstâncias forem, haverá oponentes e interferências para que possamos decidir e persistir em realizar ou não.
Tudo que fazemos necessita de confirmação, de convicção, de muito esforço para que se realize pois a atuação do “Judas” em nós, confirmará o que decidimos fazer e se o que estamos fazendo tem necessidade de ser feito.

Este entrave deu ao homem à possibilidade dele pensar, dele refletir, dele buscar, dele raciocinar antes de realizar uma ação. 
Muitos cederam, muitos têm cedido, muitos continuam cedendo às forças negativas e incorporando ações negativas, erradas, consciente e inconscientemente, pois não buscam e só querem receber. Estes tem transformado à vida do planeta no caos que se encontra. De certa forma podemos dizer que “Judas”, simbolicamente falando, está à solta e livre entre nós, para decidir o que devemos fazer e como agir, nos interesses do caos, transformando a vida neste planeta no grande tumulto, nesta confusão, gerando imensas frustrações.

A nova era, na nova Terra, não necessitará mais da presença de “Judas” entre os seres humanos, pois cairá o livre arbítrio, o planeta será sagrado e o homem buscará o melhor de si antes de agir.
Será um novo tempo, numa nova era, com outros conceitos de vida e da forma de se viver.
Hoje não tem como, pois a presença de “Judas” está incorporado às nossas ações, às nossas diretrizes, às nossas escolhas.
É preciso ter isto em mente.
Não podemos esquecer que estamos num mundo em que somos, o tempo todo, tentados a agir na forma errada, para mostrarmos nossa convicção sobre as coisas certas.

Muitos de nós, quem sabe à maioria, fala de um jeito e age do outro. Pensa certo é faz o errado, pois as aparências tornaram-se mais importantes que tudo.
As 30 moedas ainda têm forte influência e forte presença entre nós. Vendemos o certo, mas mantemos as aparências. Ser religioso é brega.
Certos setores da sociedade, como tem se faz na política, prova isto de uma maneira impressionante e claríssima, agindo essencialmente nos interesses próprios, doa à quem doer.
Enfim, precisamos ter isto presente.
Agir com fé e com convicção no que acreditamos.
Tomar como referência nossos mais elevados princípios, pois “Judas” é um vizinho, parceiro, ou seja, um agregado em tudo que fazemos e com todos que puderem, para nós testar em todas as nossas decisões.
A vigilância, a oração, a fé são os instrumentos que nos colocam ao lado destas forças positivas, deste elo de proteção que nos dá os estímulos positivos e necessários para nos mantermos íntegros e conscientes das ações que temos de desencadear, sem contrariar os princípios elevados que já conquistamos.

Enfim, meus amigos fiquem atentos e saibam que “Judas” continua atuante e muito presente. Não temos como, neste ciclo na Terra, nos livrarmos dos empecilhos que tem interferido tanto em nossas ações.
Será necessária uma mudança sem precedentes como a que está em ato, para solucionar problemas crônicos que incorporamos ao meio ambiente terreno.
O momento é de muita coragem, muita firmeza e muito determinação, pois sem usarmos todos o potencial positivo que conquistamos ao longo dos tempos, não sairemos destas poderosas amarras das forças involutivas, pois aqui demos para elas o campo fértil para progredirem.

Obs.: Judas vive hoje totalmente amparado por Hierarquias, pois na época, teve a dificílima missão de ser o algoz que levou à crucificação. Esta atitude teria de ocorrer pois fazia parte das ações do amor Cristico para com o reino humano. Não tenho dúvidas que este apóstolo fez o grande sacrifício para esta grande missão que a ele foi designado. É injusto acusa-lo como tem sido feito, pois ninguém atenta para o fato de que nada ocorre por acaso. Tudo tem sempre um motivo.
Portanto, devemos ter em relação a Judas um grande amor pela sua valiosíssima missão.

Hilton