sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Os Reinos - 3a Parte - Reino Mineral.

Os Reinos – 3ª Parte – Reino Mineral

O Reino Mineral
Os Integrantes do Reino mineral exercem ação invisível e profundamente dinâmica ao selecionar os átomos e moléculas com os quais interagem. Essa forma de atuação reflete-se na beleza de pedras preciosas, de lagos cristalinos e de atmosferas límpidas, e é impulsionada de modo predominante pela energia da síntese e da ordem.
Preparamo-nos para um bom convívio com esse Reino se percebemos que em cada partícula mineral está presente, materializada, a força do espírito. Certas jazidas de minérios são verdadeiros centros de transformação de forças espúrias dispersas na atmosfera da Terra; e quando a humanidade tiver conhecimento dessa realidade a extração de minérios será mais controlada e haverá mais respeito pela sua integridade.
Esse respeito favorece o trabalho de grandes devas que mantêm o Reino mineral magneticamente coligado a regiões do cosmos além do sistema solar. Determinados espécimes minerais poderão chegar, então, a um grau supremo de aperfeiçoamento.
Quando a humanidade for mais sutil e receptiva às energias interiores, não ocorrerão as distorções hoje existentes no uso dos cristais, pedras e metais. Ela será capaz de cooperar com o Reino mineral em bases espirituais e verdadeiramente científicas, e os minerais, libertos de exploração excessiva, terão possibilidades magnéticas inimagináveis.
Tal avanço, viável dada a nova constituição do nível etérico planetário, que será mais sensível à energia enviada à Terra pelo Sol, ajudará os seres humanos na aproximação  a civilizações evoluídas do cosmos.
Figueira.

Pois bem, hoje fazemos uso de um parcela ínfima das propriedades dos minerais extraídos ou expostos na natureza, pelo simples fato de usarmos a energia errada ao manipulá-los. Fazemos uso da energia da ganancia e do egoísmo e isto por si só contamina o que tocamos.
Quando o ser humano terrestre conseguir tocar algo, isento de interesses pessoais e egoísticos, poderá ter acesso inúmeras propriedades ainda ocultas dos elementos naturais que convivemos.
Certos minerais com gigantesco potencial energético, por terem sido utilizados para fins destrutivos, perdeu-se a capacidade de seu uso para fins pacíficos, não sendo permitido que extraíssemos energia limpa. Isto bloqueou nossa ascenção evolutiva e nosso acesso a outros mundos. Ninguém gosta de receber na sua “casa” alguém que não está devidamente asseado para entrar.
As poucas conquistas conseguidas foram amplamente monitoradas com o intuito de mostrar que temos potencial para irmos aonde quisermos, desde que as Leis Universais sejam obedecidas.
Nossa incoerência, pois de um lado procuramos salvar vidas e de outro lado destruí-las, limitou inúmeras possibilidades de convívio harmônico com o Reino Mineral.  
Na nova era a humanidade irá usufruir de um convívio harmônico e saudável com este Reino, que se desdobrará em mostrar suas capacidades ilimitadas de alavancagem para a vida evolutiva do novo ser humano.
É preciso, mesmo neste caos que vivemos, respeitar este Reino e tentar um convívio pacifico e harmonioso, pois este dará sua reciprocidade na medida que formos disponibilizando nossa sintonia com as Leis.
O ouro é um elemento catalizador de energias solares, mas é preciso ampla sintonia e profunda intenção com este minério e não se concentrar no seu valor monetário.
Os cristais canalizam aprofundamentos mentais para o corpo físico, libertando-o de certas características egoísticas e liberando as intuitivas, mas da mesma forma, não se pode ater somente na sua beleza física  e valor monetário, exige-se ampla interatividade para que isto possa acontecer.

Do granito à esmeralda, do ferro ao ouro, vivemos cercados de elementos de amplo espectro positivo, de inúmeras qualidades que podem se manifestar na medida das nossas intenções.


Assim que formos dominando nossas intenções e purificando-as, poderemos compartilhar com aquilo que a natureza tem de mais puro, belo e útil. 

Hilton

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Elo da corrente evolutiva.

Elo da Corrente Evolutiva. 

Cada ser é um elo da corrente evolutiva: recebe dos que estão à sua frente o impulso para prosseguir, e transmite-o aos que o sucedem. Essa interconexão é uma realidade, ainda que não se tenha consciência dela. Portanto, as decisões de um indivíduo não dizem respeito só à sua vida pessoal, mas repercutem em todo um conjunto: tanto podem acelerar o avanço dos demais, quanto retardá-lo.
A responsabilidade torna-se maior quando o homem se conscientiza desse fato; porém, também maiores são as ajudas que obtém.
A transcendência não depende apenas do poder incomensurável das esferas imateriais, mas da firmeza e da prontidão dos que o acolhem.
O caminho da paz é o da união com “0“ que conhece o destino do universo e reúne as miríades de facetas da Criação em um só movimento ascensional.
Disparidades, pontos de vista, aspirações, expectativas e buscas de realização desface quando os homens se entregam realmente ao serviço em prol da evolução, pois esta é impessoal.
Nessa sintonia eles se tomam prolongamentos efetivos da Hierarquia, elos superiores da corrente evolutiva.
Glossário Esotérico – Trigueirinho.


Hilton

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Os Reinos - 2a Parte - Reino Elemental.

O Reino Elemental.

Na base da corrente e evolutiva da Terra está o Reino elemental, sustentáculo da expressão da Vida. Ele trabalha em colaboração com o Reino dévico e preenche com a própria substância os moldes sutis de tudo o que é tangível. O trabalho conjunto desses dois Reinos prepara as formas para absorverem a força-de-vida da consciência que as habitará.
Entre os elementais existentes na Terra há os gnomos (elementais da terra), as ondinas (elementais da água), as salamandras (elementais do fogo) e as sílfides (elementais do ar). São corporificações das forças dos elementos, que, estimuladas para o cumprimento de tarefas, tomam a forma de seres.
Os elementais desempenham papel no equilíbrio da vida da matéria. Criados para cumprir determinada tarefa, após concluí-la são dissolvidos em sua sutil substância de origem. Mas alguns subsistem por um período e perambulam pelo mundo etérico.
Há também elementais que surgem artificialmente, a partir da força do pensamento ou do desejo humano, e interferem no trabalho dos devas. Mas, como tudo no universo é guiado por energias inteligentes, essas criações do psiquismo humano acabam por desaparecer nos éteres, passando a ser regidas por leis de harmonia.
Invocações que costumam ser feitas às forças e aos entes elementais não são adequadas aos dias de hoje, pois dizem respeito a etapas pregressas da espécie humana, No futuro a humanidade terá contato consciente com os elementais, mas por intermédio do Reino dévico que conhece o Plano Evolutivo, e não diretamente.
Figueira.

Pois bem, no gráfico enviado, temos os elementais como base da 1ª etapa da “projeção da essência de vida em universos materiais”.
Desenvolvem um Trabalho bem especifico, ao fornecerem os moldes sutis com a própria substancia, o que está se materializando. São atuantes e presentes em todos os momentos, pois a vida em formação é continua e constante.
A maior parte dos seres elementais, que o homem se relacionou, foram com os seres do ar e da água – gnomos e ondinas (sereias). Estes respondem a estímulos do plano astral – plano inferior ao da alma. Os do ar e do fogo – salamandras e sílfides tem maior sintonia com a energia mental elétrica..
Como os seres elementais são corporificações dos mundos das formas (matéria), estão sujeitos a impulsos involutivos devido às forças caóticas profundamente enraizadas aqui na Terra.

 Figura representativa, aos olhos humanos, dos seres elementais.











No passado, em épocas remotas fizeram parte de vários rituais negativos influenciando pessoas e ambientes.
Hoje ainda predomina, em certos rituais, esta característica negativa, onde o homem intercede negativamente comprometendo-se ainda mais.
Este Reino tem atividade própria e não deveríamos invoca-los, por mais “bonitinhos” que os transformamos,  pois podem seguir estruturas de comando das forças involutivas.
Há também elementais que surgem artificialmente, a partir da força do pensamento ou do desejo humano, e interferem no trabalho dos devas: ou seja, podem desarticular a manutenção das estruturas criadas e em desenvolvimento, no entanto ressalta-se que em cada nascimento dão sua contribuição  na formação da nossa prole e dos demais reinos.
Muitas vezes trazemos forças obscuras e de difícil controle para nossa casa, considerando a aparência gentil que os transformamos, sem se dar conta dos poderes negativos ali existentes.
O homem desconhece a maioria das forças existentes e pouco se instrui a respeito. A ignorância tem sido o palco de grandes sofrimentos que poderiam ser evitados, se fizéssemos o que viemos aqui para fazer, aprender a se conhecer e evoluir.
Parece que ainda não temos tempo para isto.
É interessante salientar que temos várias estruturas de apoio, de ajuda, de formação, de desenvolvimento, de sustentação, de elevação, que sequer imaginamos, mas nosso foco tem sido essencialmente nas atividades da matéria, somente, e com isto temos perdido inúmeras oportunidades de perceber e coligar-se com tantas ajudas disponíveis.
Somos compostos de vários “corpos”, físico, mental, emocional, etérico, de luz, anímico, monádico, entre outros e para cada um deles super estruturas de ajuda se manifestam. Nossa desatenção tem nos privado de darmos saltos incríveis na escala evolutiva.

Precisamos mudar!
Hilton

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Os Reinos - 1a Parte.

Pois bem, considerando que alguns mantem interesse em continuar instruindo-se para o Trabalho de “ser – espelho”, passaremos a comentar sobre os Reinos e a vida planetária da Terra. Para isto, de forma resumida, seguiremos o opúsculo dos livros A Criação e Glossário Esotérico ( ambos de Trigueirinho) – Editora Pensamento.
Cada parte abordará aspectos resumidos dos Reinos em um nível que possamos compreender.
O gráfico constante desta 1ª parte descreve a sequência evolutiva que um ser percorre ao longo da sua trajetória evolutiva. Cabe ressaltar que o livre arbítrio é uma experiência especifica para alguns seres humanos, entre os quais os habitantes da superfície terrestre na 3ª dimensão.
Outro aspecto de destaque vai para os pássaros, pois uma das inúmeras funções da sua espécie é a interface entre o Reino Espiritual – Dévico – Humano.
No momento, estas frágeis criaturas ajudam a manter o pouco equilíbrio que nos resta no campo psíquico, para que possamos ter um mínimo da razão para sobreviver. Estamos no limite desta razão, correndo sério perigo da autodestruição.
No geral, o ser humano por desconhecer coisas tão elementares, não consegue posicionar-se adequadamente, exigindo maciça interferência de civilizações extraterrestres para que possamos, pelo menos, cumprir etapas mínimas desta fase evolutiva.
Especificamente, o Reino Dévico não segue nossa linhagem evolutiva, pertencendo a outros sistemas evolutivos, diferente da humana.
Os seres elementais, da mesma forma que os dévicos, acompanham a base inicial da vida projetada, em que um  ser passando pelo Reino Mineral alcance o Reino Espiritual.

Nesta trajetória, a partir do Reino Humano, onde a alma foi individualizada, a ascenção fica a critério de cada um. Destaca-se com isto a intenção de afirmar que evoluir torna-se um desejo individual, e não sofre interferências como a que se procura resumir numa frase que muitos gostam de pronunciar: “se Deus quiser!”
Hilton

Os Reinos - 1a Parte

      Os Reinos são setores da Vida Universal, campos de evolução para os seres que a compõem. São expressões dela e manifestam-se em diferentes planetas ou mundos, sejam eles físicos ou sutis. Estão disseminados pelo cosmos e assumem as mais variadas formas, em distintos níveis de existência.
No decorrer de sua escalada evolutiva, os seres transferem-se de um Reino a outro. Em cada um deles, desenvolvem qualidades e passam por aprendizagens específicas.
      O Reino humano desempenha uma função determinada na corrente evolutiva: por ter intelecto, corresponde ao nível consciente do planeta. Os Reinos infra-humanos (o animal, o vegetal e o mineral) correspondem ao subconsciente da Terra, e os reinos supra-humanos o espiritual e outros mais elevados), ao seu supra consciente. Interagindo com todos esses Reinos estão o elemental e dévico: o elemental provê a substância para os demais viverem suas experiências, enquanto o dévico cria os meios para isso.
      Cada Reino tem funções e metas precisas e inter-relaciona-se com os demais, complementando-os. É regido por uma Entidade que lhe transmite os padrões a atingir. Ela o abarca por inteiro, é a sua consciência. E as regências de todos os Reinos, reunidas, por sua vez formam uma Entidade mais abrangente.
São possíveis transmigrações de seres do mesmo Reino de um universo para outro. Na etapa atual, todos estão tendo oportunidade de dar um passo mais largo no caminho evolutivo, rumo à sutilização. O Reino mineral aperfeiçoará a capacidade de atração magnética; o vegetal aprimorará a capacidade de doação e irradiação, que deverá ser cada vez mais pura, e desenvolverá um princípio de pensamento, porém de forma inconcebível para nós; quanto ao Reino animal, passará do instinto gregário de hoje a um sentido social com base na energia da alma nele nascente.

Eis parte da trajetória da essência de vida conforme as leis evolutivas deste sistema solar:
                            















À medida que a percepção interna dos membros do Reino humano se intensifica, seu relacionamento com os outros Reinos torna-se mais criativo e pauta-se mais fielmente pela Lei da Harmonia. Eles sabem então que existe uma só meta, geral e não fragmentada, para todos os seres.
Figueira.