segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Os Reinos - 1a Parte.

Pois bem, considerando que alguns mantem interesse em continuar instruindo-se para o Trabalho de “ser – espelho”, passaremos a comentar sobre os Reinos e a vida planetária da Terra. Para isto, de forma resumida, seguiremos o opúsculo dos livros A Criação e Glossário Esotérico ( ambos de Trigueirinho) – Editora Pensamento.
Cada parte abordará aspectos resumidos dos Reinos em um nível que possamos compreender.
O gráfico constante desta 1ª parte descreve a sequência evolutiva que um ser percorre ao longo da sua trajetória evolutiva. Cabe ressaltar que o livre arbítrio é uma experiência especifica para alguns seres humanos, entre os quais os habitantes da superfície terrestre na 3ª dimensão.
Outro aspecto de destaque vai para os pássaros, pois uma das inúmeras funções da sua espécie é a interface entre o Reino Espiritual – Dévico – Humano.
No momento, estas frágeis criaturas ajudam a manter o pouco equilíbrio que nos resta no campo psíquico, para que possamos ter um mínimo da razão para sobreviver. Estamos no limite desta razão, correndo sério perigo da autodestruição.
No geral, o ser humano por desconhecer coisas tão elementares, não consegue posicionar-se adequadamente, exigindo maciça interferência de civilizações extraterrestres para que possamos, pelo menos, cumprir etapas mínimas desta fase evolutiva.
Especificamente, o Reino Dévico não segue nossa linhagem evolutiva, pertencendo a outros sistemas evolutivos, diferente da humana.
Os seres elementais, da mesma forma que os dévicos, acompanham a base inicial da vida projetada, em que um  ser passando pelo Reino Mineral alcance o Reino Espiritual.

Nesta trajetória, a partir do Reino Humano, onde a alma foi individualizada, a ascenção fica a critério de cada um. Destaca-se com isto a intenção de afirmar que evoluir torna-se um desejo individual, e não sofre interferências como a que se procura resumir numa frase que muitos gostam de pronunciar: “se Deus quiser!”
Hilton

Os Reinos - 1a Parte

      Os Reinos são setores da Vida Universal, campos de evolução para os seres que a compõem. São expressões dela e manifestam-se em diferentes planetas ou mundos, sejam eles físicos ou sutis. Estão disseminados pelo cosmos e assumem as mais variadas formas, em distintos níveis de existência.
No decorrer de sua escalada evolutiva, os seres transferem-se de um Reino a outro. Em cada um deles, desenvolvem qualidades e passam por aprendizagens específicas.
      O Reino humano desempenha uma função determinada na corrente evolutiva: por ter intelecto, corresponde ao nível consciente do planeta. Os Reinos infra-humanos (o animal, o vegetal e o mineral) correspondem ao subconsciente da Terra, e os reinos supra-humanos o espiritual e outros mais elevados), ao seu supra consciente. Interagindo com todos esses Reinos estão o elemental e dévico: o elemental provê a substância para os demais viverem suas experiências, enquanto o dévico cria os meios para isso.
      Cada Reino tem funções e metas precisas e inter-relaciona-se com os demais, complementando-os. É regido por uma Entidade que lhe transmite os padrões a atingir. Ela o abarca por inteiro, é a sua consciência. E as regências de todos os Reinos, reunidas, por sua vez formam uma Entidade mais abrangente.
São possíveis transmigrações de seres do mesmo Reino de um universo para outro. Na etapa atual, todos estão tendo oportunidade de dar um passo mais largo no caminho evolutivo, rumo à sutilização. O Reino mineral aperfeiçoará a capacidade de atração magnética; o vegetal aprimorará a capacidade de doação e irradiação, que deverá ser cada vez mais pura, e desenvolverá um princípio de pensamento, porém de forma inconcebível para nós; quanto ao Reino animal, passará do instinto gregário de hoje a um sentido social com base na energia da alma nele nascente.

Eis parte da trajetória da essência de vida conforme as leis evolutivas deste sistema solar:
                            















À medida que a percepção interna dos membros do Reino humano se intensifica, seu relacionamento com os outros Reinos torna-se mais criativo e pauta-se mais fielmente pela Lei da Harmonia. Eles sabem então que existe uma só meta, geral e não fragmentada, para todos os seres.
Figueira.
      

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