sexta-feira, 16 de março de 2018

Colaboradores - 8a Parte - Final.


As mulheres esquecidas; as mulheres fugitivas das zonas de guerra; as mulheres atordoadas; as mulheres submissas; as mulheres sacrificadas; as mulheres desprezadas; as mães; as mulheres que desviaram-se por forças das circunstancias; enfim para os indivíduos com a polaridade feminina que tem sofrido inúmeras privações e provações.

No final da Tarefa será realizada uma missa na Capela Sagrada Familia e Santa Paulina.
  • Endereço: Av. Nazaré, 470 - Vila São José, São Paulo - SP, 04262-000 ( em frente ao Museu de História Natural – Ipiranga)
  • Telefone: (11) 2271-0077

Estão todos convidados e estendam este convite a parentes e amigos.
A energia predominante será a “energia da misericórdia”
Obrigado.
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O vento é irmão  dos colaboradores e reforça as marcas por eles deixadas.

Nunca tantos degraus puderam ser vencidos pelos abnegados. As estrelas rirão com alegria e paz. Uma obra termina. Uma obra tem início.
Quando a consciência busca transcender o nível em que se encontra, o estado de conflito pode ser prenúncio da paz.
Por melindres afloram os lobos que cada um traz em si. Enquanto isso, as bases da vida se desmoronam. Benditos os que colhem o lixo sem sujar as mãos. Veem, calam e oram.
Irmãos olham-se nos olhos e já não percebem a distância que os separava. Anjos e deuses estendem as mãos, e os puros conseguem tocá-las.
Os colaboradores que amam transcenderam divisões. Sua voz soa mais alto que o retumbar de tambores chamando os homens à luta. Mas é uma voz silenciosa, a mesma que fala por intermédio dos simples.
Vários mundos convivem no mundo. Sua seleção transforma o pântano num lago cristalino, em que a luz do dia desenha as formas do futuro.
O novo é trazido pelas mãos suaves da Guardiã. Não tem pais. Nasceu do Desígnio, assim como nascerão todos os que estão por vir. Um corcel brilhante vem anunciar. Galga toda a Terra. A firmeza do seu trote é sentida como fúria. E há temor onde há pecado.
Os colaboradores se oferecerão para ajudar. Em si receberão as chagas para, com gotas de sangue, limpar a podridão. Não discutem. A tolerância e o silêncio são suas virtudes. O exemplo é sua palavra. Não se detêm. Sabem aonde chegar.
Figueira.

Pois bem, estamos vivendo um tempo completamente atípico, diferente e ousado. Nada mais do passado consegue se encaixar, pois os tempos atuais são tempos de renovação.
Estamos no final de uma intersecção de Leis: as Leis que vinham regendo um planeta de expiação, portanto, cármico, com as Leis que regerão um planeta de regeneração.
O livre arbítrio se vai, as condicionantes cármicas se equilibram, a evolução passa a ser um ato continuo e constante e a paz irá reinar.
Talvez seja difícil visualizarmos estas condições neste momento tão controverso, mas elas são reais, já existem e funcionam nos planos elevados da consciência, portanto bastará implantar-se assim que o meio ambiente estiver purificado e novamente equilibrado.
O grande perigo: indivíduos que não tem a devida fé para crer nesta nova condição, já em ato. Estes, ainda no livre arbítrio, podem abdicar deste “salto” e manterem-se no processo da expiação.
As novas Leis estão assumindo as novas funções e nada mais poderá impedir que isto aconteça.
Inevitavelmente a turbulência será extraordinária, pois há muita para ser refeito, reorganizado e reciclado  neste processo. Inevitavelmente será doloroso, mas a misericórdia e a compaixão divina manifestam-se e acolherá.

Estamos na fase da extrema atenção, da grande entrega, das grandes mudanças. Nada mais se encaixa.
Que assim seja.

“As palavras não devem ser muitas. O número de gotas do cálice está contado. Nenhuma delas se pode desperdiçar.”


Amigos: encerramos outra etapa das Instruções finais em curso, no tocante ao ato da colaboração.
Um colaborador, um ser-espelho, além da boa vontade em tornar-se útil, precisa instruir-se adequadamente para dar o apoio necessário aos impulsos que provem do Alto.
Nesta seara não há respostas retas e diretas, pois cada resposta proveniente das nossas perguntas e necessidades, respeita o nível de consciência do ser-espelho ou colaborador envolvido.
Portanto, quanto mais instruído e preparado o colaborador e ser-espelho estiver, maior será seu grau de abrangência e de utilidade no meio que se encontra. Maior também, será os níveis de “contatos” que terá, seja no plano material com os colaboradores externos ao planeta Terra, como nos planos internos da própria consciência, via Seres e Hierarquias.
Sendo assim, como nada mais se encaixa, ajuste seus esforços e seu tempo naquilo que poderá ser mais útil e mais produtivo, no ato de servir.
Gratidão.
Hilton



terça-feira, 13 de março de 2018

Colaboradores - 7a Parte.



As multidões não veem as setas.
Estas existem para os que realmente as querem.

Um pêndulo regula a incursão nos mundos sublimes até que o fio se rompa; então, já não haverá oscilações.
Persistência. Esse é o mastro que sustenta as velas do barco ao longo do oceano. A obra não está concluída, falta ainda uma parte. É a tarefa dos colaboradores. É seu meio de libertação.
Os falsos profetas multiplicam-se, cumprem o papel de guardiães das trevas. Procuram afastar da realidade os puros. Mas o poder da necessidade é imenso e constrói o elo com a luz.
Quando o olho do discípulo permanece na luz, o sopro limpa-lhe os ouvidos e, como um cântico, a palavra lhe é revelada. Seus passos são então dados com plena aceitação da meta.
Lembra-te de que o verdadeiro vencedor não é o que se apossa. Brancas são as almas dos muitos que foram curvados pelo domínio. O que se diz senhor é escravo de forças perigosas. A matéria que se entregou ao mal não conheceu fidelidade. Também os que vigiavam descuidaram-se. Viram os homens colocar peso para afundar o barco e nada disseram. Na omissão e na complacência firmaram a traição. Mas agora retornam. Servem e ascendem.
De um resvalo, o segredo da pequena ilha é descoberto. As águas já não podem ser detidas. Pequenas causas não podem mudar grandes destinos. O silêncio dos vales o sabe, e tu podes com ele aprender.
Mas a plenitude do Sul só se revelará nos últimos instantes. Não são os seus homens que a farão majestosa. A realeza está em suas bases ocultas.
Figueira.

Pois bem, na fase atual, neste planeta de expiação, vivemos desequilibrados, ora oscilando para um lado ora para outro. Isto, evidentemente, tem a ver com nosso corpo emocional afetado, que não permite uma permanência no ponto de equilíbrio. Por isso somos tão inconstantes, voláteis e nos manifestamos de diversas formas em curtíssimos períodos de tempo.
Isto nos afeta terrivelmente, envolvendo a saúde mental e a física, nos tornando pessoas doentes.
Grande parte da energia gerada pelo nosso corpo, via alimentos e outras fontes, centraliza-se no sistema imunológico e com  intenso desperdício para as emoções.
Tais energias deveriam estar canalizadas para as atividades cerebrais, na mente, com predominância do lado direito do cérebro que coliga-se com os aspectos espirituais da vida, onde a intuição encontra campo vasto para sua manifestação.
Estes desvios energéticos, impede nosso crescimento como ser universal e nos mantem focados, pelo lado esquerdo do cérebro, nas atividades do plano material e no campo das emoções.
Nosso sistema imunológico é hiperativo pois vivemos num ambiente altamente infestado, “roubando” grande volume das energias geradas. Esta descompensação faz muita falta, em especial nestes tempos de grandes mudanças.

Esta situação terminará no processo da transformação, onde por bem, entregaremos o livre arbítrio uma vez que cessa a dualidade, cessa a necessidade da decisão por vários caminhos.
No entanto, temos possibilidades de minimizar esta situação na medida que nossa persistência se volte para as Tarefas necessárias. Como diz o texto, “É a tarefa dos colaboradores. É seu meio de libertação.”
A colaboração exige não só a persistência, mas a audácia, o estudo, a busca, a união, o empenho, enfim quando começarmos a vencer os preconceitos e o desconhecimento sobre as coisas do espírito, as “ajudas” empenham-se no processo evolutivo.
O equilíbrio emocional, mesmos nas condições adversas que vivemos é importantíssimo, pois as energias geradas precisam se concentrar nas atividades cerebrais. É premente que esforços para isto sejam feitos.
Sabemos que ser emocional tem sido uma forma de nos manifestarmos, muitas vezes confundindo estas manifestações com amor. Este erro crasso precisa ser desmistificado para nos  ajustarmos ao nosso ponto de equilíbrio.

A mentira e a desinformação são as armas potencialmente destrutivas dos falsos profetas e estas tem se multiplicado exponencialmente. Na medida em que as orientações focam-se na melhora substancial dos meios e poderes no plano físico, os falsos profetas estão se pronunciando. Estamos numa  fase ampla da reciclagem de todo o meio ambiente, o que não condiz com estas falsidades.

“Pequenas causas não podem mudar grandes destinos”. Entramos na fase em que o carma coletivo suplanta o individual; os grandes movimentos como as forças telúricas não escolherão só quem deve, pois não há meios de retê-las no seu efeito regenerador.
Mas, a plenitude virá e a Luz surgirá. De uma pequena ilha, inicialmente, o grande continente se formará novamente.
Hilton

segunda-feira, 12 de março de 2018

Colaboradores - 6a Parte.


A busca do gozo estimula a inconstância.
O nada querer para si edifica a paz dos sentidos.

Trabalho encontra-se em qualquer lugar e pode ser feito de qualquer modo, o serviço,  porém, exige disposição para estar com braços estendidos, corpo nu, sem nada opor à Lei.
No vazio está a disponibilidade para o preenchimento. Na entrega às energias sublimes, a aproximação ao encontro.
Ora e serve.
Para a mente o tempo torna-se mais complexo. Mas a eternidade é simples.
A luz que te arrebatará jamais se deixa confundir com os raios da destruição. Permanece sereno. O que quer que suceda não atinge o teu âmago, que é intocável.
O sofrimento une pelo coração os puros. Transcendem-se rostos, ideias, hábitos e vícios. A disposição para servir impulsiona os compassivos. As dores do parto despertam uma face sublime do amor.
A curiosidade promete mais recompensas do que a obediência; os que buscam facilidades afogam-se nos seus mares enganosos.
Podam-se as árvores cujas raízes vão até veios profundos, mas ninguém as consegue derrubar.
Sim, as sementes! Nelas está a indicação para ti. Voam com o vento. Não projetam seu destino. Sabem que ele existe e confiam. Deixaram sua origem, mas trazem dela a essência no interior. Sua única bagagem é a promessa. Por essa promessa partem, por ela vivem, por ela morrem e por ela fazem surgir novas árvores.
Figueira.


Pois bem, o individuo que sente a necessidade de servir, de tornar-se útil, de suprir as necessidades do mundo, deve além da oferta, manifestar esta intenção e buscar o que considera apto a realizar.
A entrega é uma das etapas, talvez a mais importante, mas é o primeiro passo, os demais o levará na busca por algo que poderá preencher o grande vazio, em si próprio e nos outros.
Diferentemente das condicionantes cármicas que nos empurra continuamente para o confronto, pois dividas precisam ser sanadas, a oferta e a busca em realiza-la nos torna um dos braços de uma Hierarquia, que irá agir seguindo as Leis que regulam o destino e o livre arbítrio da humanidade.
A intenção é uma das etapas, as demais seguem determinados padrões como a vontade, a preparação, a informação e finalmente a ação.

Como cita o texto, “A luz que te arrebatará jamais se deixa confundir com os raios da destruição.  Permanece sereno. O que quer que suceda não atinge o teu âmago, que é intocável.” ; ou seja, teu Serviço, sincero e puro seguirá as orientações da Hierarquia. Neste momento teu ser-espelho refletirá esta Luz transformadora, transmutadora que ativará naqueles que a absorverem, as oportunidades permitidas.

“Transcendem-se rostos, ideias, hábitos e vícios. A disposição para servir impulsiona os compassivos.” Este trecho do texto esclarece com clareza as transformações que ocorrem nos que decidiram Servir, ser-espelho da Luz transcendente, iniciar-se nas atividades do Serviço. Como diz, “ a disposição para servir impulsiona os compassivos, ou, de outra forma, aflora a compaixão.

A curiosidade para o idealista ao Serviço, promete mais recompensas do que a obediência passiva e omissa, outra informação clara da necessidade de manifestar a iniciativa de algo que poderá ser feito.
A imaginação neste momento, no individuo decidido para o Serviço, atuará com vigor, podendo revelar atividades de serviço adormecidas por vidas a fio que não se manifestaram em oportunidades anteriores.
   
“Podam-se as árvores cujas raízes vão até veios profundos, mas ninguém as consegue derrubar.” O indivíduo que dá ênfase ao ato de servir, necessariamente passará por períodos de purificação, onde ajustes importantes serão feitos com o objetivo de torna-lo cada vez mais próximo das fontes de Luz em ato sobre a Terra.

“Sim, as sementes! Nelas está a indicação para ti. Voam com o vento. Não projetam seu destino. Sabem que ele existe e confiam. Deixaram sua origem, mas trazem dela a essência no interior. Sua única bagagem é a promessa. Por essa promessa partem, por ela vivem, por ela morrem e por ela fazem surgir novas árvores.” Esta frase explica que o Serviço é uma intenção disponibilizada para quem necessita. O livre arbítrio irá determinar se a oferta será ou não utilizada pelo individuo. No entanto, uma semente para eclodir precisa de campo fértil, mas não se perderá, e esta semente aguardará até que o individuo recluso possa tornar-se este campo fértil.
Certas vezes uma informação poderá ser utilizada após várias vidas, pois este individuo não a validou nas oportunidades que teve, por isso que a roda das reencarnações é tão longa e monótona. Isto se aplica ao servidor e ao servido.

Enfim, aquele que Serve justificará sua existência, sua importância, seu conteúdo, e com certeza estará retornando para o caminho da evolução, pois evoluir nada mais é que Servir.
Hilton