terça-feira, 13 de março de 2018

Colaboradores - 7a Parte.



As multidões não veem as setas.
Estas existem para os que realmente as querem.

Um pêndulo regula a incursão nos mundos sublimes até que o fio se rompa; então, já não haverá oscilações.
Persistência. Esse é o mastro que sustenta as velas do barco ao longo do oceano. A obra não está concluída, falta ainda uma parte. É a tarefa dos colaboradores. É seu meio de libertação.
Os falsos profetas multiplicam-se, cumprem o papel de guardiães das trevas. Procuram afastar da realidade os puros. Mas o poder da necessidade é imenso e constrói o elo com a luz.
Quando o olho do discípulo permanece na luz, o sopro limpa-lhe os ouvidos e, como um cântico, a palavra lhe é revelada. Seus passos são então dados com plena aceitação da meta.
Lembra-te de que o verdadeiro vencedor não é o que se apossa. Brancas são as almas dos muitos que foram curvados pelo domínio. O que se diz senhor é escravo de forças perigosas. A matéria que se entregou ao mal não conheceu fidelidade. Também os que vigiavam descuidaram-se. Viram os homens colocar peso para afundar o barco e nada disseram. Na omissão e na complacência firmaram a traição. Mas agora retornam. Servem e ascendem.
De um resvalo, o segredo da pequena ilha é descoberto. As águas já não podem ser detidas. Pequenas causas não podem mudar grandes destinos. O silêncio dos vales o sabe, e tu podes com ele aprender.
Mas a plenitude do Sul só se revelará nos últimos instantes. Não são os seus homens que a farão majestosa. A realeza está em suas bases ocultas.
Figueira.

Pois bem, na fase atual, neste planeta de expiação, vivemos desequilibrados, ora oscilando para um lado ora para outro. Isto, evidentemente, tem a ver com nosso corpo emocional afetado, que não permite uma permanência no ponto de equilíbrio. Por isso somos tão inconstantes, voláteis e nos manifestamos de diversas formas em curtíssimos períodos de tempo.
Isto nos afeta terrivelmente, envolvendo a saúde mental e a física, nos tornando pessoas doentes.
Grande parte da energia gerada pelo nosso corpo, via alimentos e outras fontes, centraliza-se no sistema imunológico e com  intenso desperdício para as emoções.
Tais energias deveriam estar canalizadas para as atividades cerebrais, na mente, com predominância do lado direito do cérebro que coliga-se com os aspectos espirituais da vida, onde a intuição encontra campo vasto para sua manifestação.
Estes desvios energéticos, impede nosso crescimento como ser universal e nos mantem focados, pelo lado esquerdo do cérebro, nas atividades do plano material e no campo das emoções.
Nosso sistema imunológico é hiperativo pois vivemos num ambiente altamente infestado, “roubando” grande volume das energias geradas. Esta descompensação faz muita falta, em especial nestes tempos de grandes mudanças.

Esta situação terminará no processo da transformação, onde por bem, entregaremos o livre arbítrio uma vez que cessa a dualidade, cessa a necessidade da decisão por vários caminhos.
No entanto, temos possibilidades de minimizar esta situação na medida que nossa persistência se volte para as Tarefas necessárias. Como diz o texto, “É a tarefa dos colaboradores. É seu meio de libertação.”
A colaboração exige não só a persistência, mas a audácia, o estudo, a busca, a união, o empenho, enfim quando começarmos a vencer os preconceitos e o desconhecimento sobre as coisas do espírito, as “ajudas” empenham-se no processo evolutivo.
O equilíbrio emocional, mesmos nas condições adversas que vivemos é importantíssimo, pois as energias geradas precisam se concentrar nas atividades cerebrais. É premente que esforços para isto sejam feitos.
Sabemos que ser emocional tem sido uma forma de nos manifestarmos, muitas vezes confundindo estas manifestações com amor. Este erro crasso precisa ser desmistificado para nos  ajustarmos ao nosso ponto de equilíbrio.

A mentira e a desinformação são as armas potencialmente destrutivas dos falsos profetas e estas tem se multiplicado exponencialmente. Na medida em que as orientações focam-se na melhora substancial dos meios e poderes no plano físico, os falsos profetas estão se pronunciando. Estamos numa  fase ampla da reciclagem de todo o meio ambiente, o que não condiz com estas falsidades.

“Pequenas causas não podem mudar grandes destinos”. Entramos na fase em que o carma coletivo suplanta o individual; os grandes movimentos como as forças telúricas não escolherão só quem deve, pois não há meios de retê-las no seu efeito regenerador.
Mas, a plenitude virá e a Luz surgirá. De uma pequena ilha, inicialmente, o grande continente se formará novamente.
Hilton

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