Sim, estamos mesmo passando
por transformações e tais transformações estão mudando inúmeros fatores na
Terra.
A energia magnética, atuante em todo o universo,
vem mudando e sempre muda, mas não devido ao final do ciclo planetário, muda
porque é uma constante de mudanças.
Nosso sistema solar está viajando rapidamente pelo
universo e neste caminho mudanças acontecem, sempre aconteceu e sempre
acontecerá.
O ser humano sim, encontra-se muito despreparado
para viver estas mudanças, as contínuas (no trajeto da Terra no Universo)
e as ocasionais (viradas cíclicas) .
Estamos fora da época, estamos aquém da época,
perdemos tempo precioso em cima de coisa inúteis e meramente passageiras.
Isto gera irritabilidade, descompensação, sensações
de perdas e um certo arrependimento.
Infelizmente não tem sido suficiente para as
pessoas prestarem atenção e se atualizarem no que seria o mínimo
necessário para o momento atual.
O texto colocado é infantil e procura confundir,
além de colocar as plêiades no lugar errado.
De certa forma sabemos o que virá e porque, mas não
sabemos quando, aliás nunca saberemos, da mesma forma que não sabemos
quando iremos nascer e morrer.
Viver gerando oportunidades de ações positivas,
viver intensamente na busca por inteligência, conhecimento e gratidão é a única
postura necessária, pois as demais mudanças estão num patamar que não nos
compete.
Trocar aquilo que é fútil, inútil, passageiro por
ações positivas, fé e coragem é o que devemos fazer.
Não se prender ao que é passageiro, não trocar
valores elevados e sutis por valores materiais, não desprezar nosso lado
intuitivo pelo racional, não entregar-se na vida ao ostracismo, à perda de
tempo, mas procurar aprender sempre e colocar em pratica, pois a
teoria sem seu devido uso se perde no contexto da vida fútil.
Saber conviver com a irritabilidade, a
descompensação e a sensação de perdas deveria ser uma arte a ser praticada por
todos, pois estas variações de humores estão sendo uma constante em ascenção,
na medida que formos nos aproximando do final do ciclo terrestre. Está intenso e
será intensificado, portanto, aprender a controlá-los será essencial. Isto
evitará algumas loucuras que podem ser praticadas com alto grau de
arrependimento.
Cada vez mais precisaremos de menos e cada vez mais teremos menos, mas saber encarar isto com positivismo é
uma arte que poucos conquistaram. Nunca é tarde para aprender, aliás se
tomarmos esta iniciativa de ter menos e se readaptar ao que sobrou, sofreremos
bem menos.
Estamos no tempo das grandes conquistas, do tipo
velho oeste, onde precisamos nos aventurar por “terras desconhecidas”, no
consciente, no coração, na alma, enfim naquilo que é sutil, não palpável,
elevado e que ultrapassa as fronteiras da Terra para o espaço, portanto, perder
tempo com mesquinharias, valores monetários, posses e propriedades é algo
desatualizado e infantil.
A nossa sobrevivência está na sutilização que
dermos aos valores que prezamos, aos valores do coração, aos sentimentos nobres
e equilibrados, e principalmente ao novo e às novidades, pois no transcurso
deste caminho final tão diferente e tão conturbado, nossa entrega ao que não
é convencional será fundamental.
Enfim, estamos diante de uma nova postura de se
viver, e de se manter em equilíbrio, sem descompensações por aquilo que
deixaremos de ter ou de ser, pois as compensações por tais descompensações
virão do coração.
As próximas etapas serão de perdas eminentes, no
plano material. Acho que é fácil deduzir esta possibilidade pela absurda
desorganização dos países no mundo, pelas variações climáticas, mas em
compensação as oportunidades internas irão saltar ao olhos e aos ouvidos para
quem tem “olhos para enxergar e ouvidos para ouvir”, portanto, prevalece sempre
a Lei da Compensação.
Teremos de perceber que o material não está se
perdendo, mas sim se sutilizando.
Para alguns isto irá parecer um desastre, para
outros uma rara oportunidade. Veja como você se enquadra e lute para ter esta
visão e sensibilidade.
O tempos são de oportunidades, aliás raras oportunidades,
pois todas acontecerão num rápido intervalo de tempo. Em tempos normais, talvez
levássemos algumas dezenas de vidas inteiras para perceber as coisas que irão
ocorrer nesta única reencarnação, portanto, estar reencarnado nesta etapa, por
si só é uma benção. Aproveita-la, decidiremos no livre arbítrio.
Tudo na devida decorre do nível de importância que
damos para as coisas. Aprendemos e fomos doutrinados a mensurar valor
para tudo que fazemos, para tudo que temos e para o que somos.
Não se mensura monetariamente um ato de fé, um ato
de amor, uma gentiliza, um carinho, uma atenção, uma dedicação a quem precisa,
e isto nos confunde pois sem mensurarmos valor não damos a devida importância e
geralmente não fazemos de forma contumaz pois, a princípio não vem “nada em
troca”.
Este tipo de ganancia, que todos tem, vem se
acentuando ao longo das vidas e hoje se consolidou, se materializou em nosso
coração, tornou-se uma capa de aço difícil de se romper. Somos aqueles
cavaleiros medievais que lutam, só lutam, se cansam, vivem esgotados, passam
mal com aquela carapaça de aço e conseguem dar poucos passos. Tem a visão
limitada pelo capacete de aço, não alcançam o topo da colina, não sabem o que
tem além e não se movimentam pois a armadura não deixa. Além de tudo, vivem com
uma falsa sensação de proteção e invencibilidade. Assim vivemos com nosso
dinheiro, com nossas posses, como nossos limites, com nossa pouca visão, com
sensações grotescas e ilusórias sobre a vida.
É preciso romper com tudo isto e vem aí uma ajuda
divina e maravilhosa que irá nos dar uma mãozinha para perdermos tudo isto que
nos prende e nos consolidada na vida, não só quanto a estas sensações de
proteção e invencibilidade, como estes limites e a monetização de tudo que
fazemos.
Ora, se permitimos que isto aconteça, de forma
espontânea com os fatos da vida, sofreremos menos, nos libertaremos mais
rápidos e trocaremos valores materiais pelos sutis.
Quando uma grande tempestade tira posses e objetos
materiais de pessoas, na realidade uma grande benção e oportunidades podem se
abrir para aqueles que aceitam esta fato imprevisível da mãe natureza. No
entanto, outros só reclamam, culpam a sociedade, exigem indenizações e não
percebem que aquele estilo de vida não lhes serve mais, pois veio a oportunidade
de romper com o passado e o ultrapassado.
Precisamos rever valores, não monetizar sentimentos
e exerce-los expontaneamente, tirar a velha armadura, libertar-se, subir a
colina, olhar novos horizontes, saudar a vida, ver oportunidades onde muitos
veem desgraça, estar disposto a trocar o previsível pelo imprevisível,
solidarizar-se, não ficar “curtindo” sofrimentos, doar e não trocar,
entregar-se, ter coragem, aventurar-se, sair da mesmice, romper os conceitos
pois logo se tornam preconceitos, olhar a vida com bons olhos e finalmente “ter
olhos para olhar e ouvidos para ouvir”.
Ser este novo ser humano nos colocará em
alinhamento com as forças positivas, com as plêiades, com a nova Terra e em
alinhamento com o Universo.
Hilton