segunda-feira, 29 de abril de 2019

Passos Atuais 63a Parte. - Estamos passando por transformações?



Sim, estamos mesmo passando por transformações e tais transformações estão mudando inúmeros fatores na Terra.
A energia magnética, atuante em todo o universo, vem mudando e sempre muda, mas não devido ao final do ciclo planetário, muda porque é uma constante de mudanças.
Nosso sistema solar está viajando rapidamente pelo universo e neste caminho mudanças acontecem, sempre aconteceu e sempre acontecerá.

O ser humano sim, encontra-se muito despreparado para viver estas mudanças,  as contínuas (no trajeto da Terra no Universo) e as ocasionais (viradas cíclicas) .
Estamos fora da época, estamos aquém da época, perdemos tempo precioso em cima de coisa inúteis e meramente passageiras.
Isto gera irritabilidade, descompensação, sensações de perdas e um certo  arrependimento.
Infelizmente não tem sido  suficiente para as pessoas prestarem atenção e se atualizarem no que seria o mínimo necessário para o momento atual.

O texto colocado é infantil e procura confundir, além de colocar as plêiades no lugar errado.
De certa forma sabemos o que virá e porque, mas não sabemos quando, aliás nunca saberemos,  da mesma forma que não sabemos quando iremos nascer e morrer.

Viver gerando oportunidades de ações positivas, viver intensamente na busca por inteligência, conhecimento e gratidão é a única postura necessária, pois as demais mudanças estão num patamar que não nos compete.
Trocar aquilo que é fútil, inútil, passageiro por ações positivas, fé e coragem é o que devemos fazer.
Não se prender ao que é passageiro, não trocar valores elevados e sutis por valores materiais, não desprezar nosso lado intuitivo pelo racional, não entregar-se na vida ao ostracismo, à perda de tempo, mas procurar aprender sempre e colocar em pratica, pois a teoria sem seu devido uso se perde no contexto da vida fútil.

Saber conviver com a irritabilidade, a descompensação e a sensação de perdas deveria ser uma arte a ser praticada por todos, pois estas variações de humores estão sendo uma constante em ascenção, na medida que formos nos aproximando do final do ciclo terrestre. Está intenso e será intensificado, portanto, aprender a controlá-los será essencial. Isto evitará algumas loucuras que podem ser praticadas com alto grau de arrependimento.

Cada vez mais precisaremos de menos e cada vez mais teremos menos, mas saber encarar isto com positivismo é uma arte que poucos conquistaram. Nunca é tarde para aprender, aliás se tomarmos esta iniciativa de ter menos e se readaptar ao que sobrou, sofreremos bem menos.

Estamos no tempo das grandes conquistas, do tipo velho oeste, onde precisamos nos aventurar por “terras desconhecidas”, no consciente, no coração, na alma, enfim naquilo que é sutil, não palpável, elevado e que ultrapassa as fronteiras da Terra para o espaço, portanto, perder tempo com mesquinharias, valores monetários, posses e propriedades é algo desatualizado e infantil.
A nossa sobrevivência está na sutilização que dermos aos valores que prezamos, aos valores do coração, aos sentimentos nobres e equilibrados, e principalmente ao novo e às novidades, pois no transcurso deste caminho final tão diferente e tão conturbado, nossa entrega ao que não é convencional será fundamental.

Enfim, estamos diante de uma nova postura de se viver, e de se manter em equilíbrio, sem descompensações por aquilo que deixaremos de ter ou de ser, pois as compensações por tais descompensações virão do coração.

As próximas etapas serão de perdas eminentes, no plano material. Acho que é fácil deduzir esta possibilidade pela absurda desorganização dos países no mundo, pelas variações climáticas, mas em compensação as oportunidades internas irão saltar ao olhos e aos ouvidos para quem tem “olhos para enxergar e ouvidos para ouvir”, portanto, prevalece sempre a Lei da Compensação.
Teremos de perceber que o material não está se perdendo, mas sim se sutilizando.
Para alguns isto irá parecer um desastre, para outros uma rara oportunidade. Veja como você se enquadra e lute para ter esta visão e sensibilidade.

O tempos são de oportunidades, aliás raras oportunidades, pois todas acontecerão num rápido intervalo de tempo. Em tempos normais, talvez levássemos algumas dezenas de vidas inteiras para perceber as coisas que irão ocorrer nesta única reencarnação, portanto, estar reencarnado nesta etapa, por si só é uma benção. Aproveita-la, decidiremos no livre arbítrio.

Tudo na devida decorre do nível de importância que damos para as coisas. Aprendemos e fomos doutrinados a mensurar valor para tudo que fazemos, para tudo que temos e para o que somos.
Não se mensura monetariamente um ato de fé, um ato de amor, uma gentiliza, um carinho, uma atenção, uma dedicação a quem precisa, e isto nos confunde pois sem mensurarmos valor não damos a devida importância e geralmente não fazemos de forma contumaz pois, a princípio não vem “nada em troca”.
Este tipo de ganancia, que todos tem, vem se acentuando ao longo das vidas e hoje se consolidou, se materializou em nosso coração, tornou-se uma capa de aço difícil de se romper. Somos aqueles cavaleiros medievais que lutam, só lutam, se cansam, vivem esgotados, passam mal com aquela carapaça de aço e conseguem dar poucos passos. Tem a visão limitada pelo capacete de aço, não alcançam o topo da colina, não sabem o que tem além e não se movimentam pois a armadura não deixa. Além de tudo, vivem com uma falsa sensação de proteção e invencibilidade. Assim vivemos com nosso dinheiro, com nossas posses, como nossos limites, com nossa pouca visão, com sensações grotescas e ilusórias sobre a vida.

É preciso romper com tudo isto e vem aí uma ajuda divina e maravilhosa que irá nos dar uma mãozinha para perdermos tudo isto que nos prende e nos consolidada na vida, não só quanto a estas sensações de proteção e invencibilidade, como estes limites e a monetização de tudo que fazemos.
Ora, se permitimos que isto aconteça, de forma espontânea com os fatos da vida, sofreremos menos, nos libertaremos mais rápidos e trocaremos valores materiais pelos sutis.
Quando uma grande tempestade tira posses e objetos materiais de pessoas, na realidade uma grande benção e oportunidades podem se abrir para aqueles que aceitam esta fato imprevisível da mãe natureza.  No entanto, outros só reclamam, culpam a sociedade, exigem indenizações e não percebem que aquele estilo de vida não lhes serve mais, pois veio a oportunidade de romper com o passado e o ultrapassado.

Precisamos rever valores, não monetizar sentimentos e exerce-los expontaneamente, tirar a velha armadura, libertar-se, subir a colina, olhar novos horizontes, saudar a vida, ver oportunidades onde muitos veem desgraça, estar disposto a trocar o previsível pelo imprevisível, solidarizar-se, não ficar “curtindo” sofrimentos, doar e não trocar, entregar-se, ter coragem, aventurar-se, sair da mesmice, romper os conceitos pois logo se tornam preconceitos, olhar a vida com bons olhos e finalmente “ter olhos para olhar e ouvidos para ouvir”.

Ser este novo ser humano nos colocará em alinhamento com as forças positivas, com as plêiades, com a nova Terra e em alinhamento com o Universo.
Hilton