quinta-feira, 2 de abril de 2015

Estarrecedor!

Pensamento do dia, terça-feira, 31 de março de 2015

"Para se chegar ao real, deve-se abrir mão do que é transitório."
Trigueirinho

Comentários:

Nossa reunião de Grupo, durante a meditação em oração, Maria nos orienta a programarmos a nossa próxima "Vigília em Oração".
Será dedicada exclusivamente para as crianças do Planeta.
Solicitou que levássemos fotos das nossas crianças e de crianças que tivemos contato, se assim seus pais deixarem, além de uma foto de uma criança que represente as raças aqui na Terra: vermelha (índia), branca, amarela, negra e a parda.
Nos orientou que a crueldade e o ódio vem se manifestando de forma intensa sobre estas almas recém encarnadas, gerando grandes atrocidades e descompaixão.
Irá convocar homens santos e mulheres santas, que já habitaram a Terra, dando claros sinais do seu amor elevado e da sua compaixão para com a humanidade, Sta. Rita, Sta. Catarina, São Francisco, São José, entre outros, onde percebi que a convocação será intensa e bastante numerosa, que atuarão com o amor materno e o amor paterno para com estas almas recém encarnadas ou desencarnadas na fase infantil e da adolescência, vítimas destas atrocidades.
Tais Santos e Santas terão a devida isenção e poderão atuar de forma pura e cristalina para com estas “pequenas” almas, o que não conseguiríamos fazer em face dos nossos envolvimentos no plano material
O quadro mostrado no plano astral foi arrasador e estarrecedor, fazendo com que eu tivesse dificuldades de me recompor para continuarmos nossa reunião.

Como nos preparamos na semana anterior, conhecendo e nos aprofundando no conhecimento dos códigos associativos e dissociativos que agem no planeta, conforma palestra do Trigueirinho, nos colocamos aptos a realizar esta Vigília especifica.
Lembrando o código dissociativo:
Código por si só, nos leva a uma simbologia oculta, que exige certas percepções para serem notados. Símbolos em formas geométricas, se destacam em todos os lugares
Dissociativo: dissocia, desagrega, separa, desune, ou seja, leva nesta dissociação a um controle individual e não coletivo, o que é uma forma mais fácil de controle e de domínio de pessoas fracas e afastadas do seu lado divino.

O código dissociativo tem sido utilizado pelas forças negras desde os primórdios da civilização, devido ao advento do livre arbítrio, naqueles que escolheram evoluir nesta forma de crescer espiritualmente, os seres humanos da Terra.
Utilizando conceitos cifrados e uma simbologia através de figuras geométricas (triangulo, quadrado, pentagrama, pirâmides, etc., figuras grotescas- gárgulas, e mesclando animais com homens) tem dissociado seitas, religiões, congregações, onde as forças negativas atuam influenciando indivíduos de mente e coração fraco, que se deixam levar por esta dissociação e comandos nefastos.
São antiguíssimas e sempre atuaram aqui na Terra, antes mesmo do seu resfriamento, influenciando todas as civilizações que por aqui passaram, desde a Lemuriana, a Atlântida e agora a Ariana. Vejam como no antigo Egito, em Roma e agora nas sociedades dos nossos países, inclusive nas religiões, o simbolismo é forte e presente, muitas vezes mesclando as forças negras com as forças brancas.
Como tínhamos sido orientados, em igrejas, templos religiosos, ou seja, em todos os lugares deste planeta, estas forças antagônicas estão presentes e convivem de forma neutra, pois é assim  que tudo funciona no livre arbítrio e no livre arbítrio de cada um, optamos por uma ou por outra.
Vimos um filme polêmico e a ideia foi dele ser polemico mesmo, que nos dá uma ideia de como esta simbologia dissociativa pode atuar.
Nestas seitas, congregações, etc., desde os primórdios da civilização, rituais de sangue, sacríficos humanos, de animais, com forte apelo na energia sexual (a mais forte na nossa contraparte material) se manifesta e continua se manifestando.
A pedofilia, entre outras formas de desvirtuamento do ser humano, sempre foi presente em tais rituais e continua presente e ainda com muita intensidade, pois incentiva o chacra do abdômen que contem a energia sexual.
Nos foi explicado que a pedofilia ocorre não só com a intenção de violar o corpo de uma criança, mas o foco principal e a extração da energia vital daquele pequeno corpo recém encarnado, onde a energia vital ainda é plena e virtuosa, ao passo que nos adultos, parte desta energia já se perdeu ao longo do tempo.
Portanto, há por trás disto tudo algo terrível e macabro, onde adultos fracos se deixam ser os instrumentos destas forças negras tão nefastas.
Por isso que minha recuperação para dar continuidade na reunião foi bem difícil.

Associativo: associa, reúne, concentra, interioriza, agrega, ou seja, são códigos também, usados por forças brancas, divinas, elevadas, que indica caminhos e opções para a elevação, para a evolução, para a divinização.
Códigos associativos são utilizados, pois são necessários também, uma vez que, na medida que as pessoas vão elevando seu nível de consciência, sua inteligência e sua compaixão, passam a ter acesso e a utilizar corretamente outros instrumentos de Serviço e de Trabalho evolutivo ao bem comum. Para cada nível alcançado, mais códigos associativos vão se revelando para aquele indivíduo que cada vez mais vai exercendo capacidades mais elevadas e aptas a se aproximar e a se envolver com as energias destas forças brancas.

Desta forma, os códigos, as simbologias, atingem indivíduos que vem desenvolvendo aptidões, sejam para o lado positivo ou negativo. A escolha é livre.

Desta forma nossa Vigília irá gerar forças positivas que atuarão não só na proteção das crianças encarnadas, como na recuperação de crianças que desencarnaram de forma trágica e muito traumática e que não conseguem se desvencilhar destes traumas, permanecendo no mundo astral e interrompendo a sequência de novos processos reencarnatório.

Pensamento:

Pois bem, temos nos focado quase que essencialmente no que é transitório, perecível, que morre, que termina, ou seja, na vida material, onde nos iludimos achando que ela supre tudo o que precisamos.
Esta postura tem sido a que a maioria das pessoas tem adotado em quase todo o transcurso da sua vida.
Ao envelhecermos, alguns se dão conta de que o "fim" se aproxima e tenta algumas opções que normalmente não conseguem atender os anseios internos da vida espiritual, nossa contraparte da vida material.
Isto tem acontecido porque a educação dada pelos pais e responsáveis, bem como o sistema educacional, desde os primeiros anos da vida infantil, distancia a criança do conhecimento da sua espiritualidade, daquilo que alimenta a vida do seu corpo.
O foco sempre tem sido o transitório, a vida finita, a ilusão e isto ocasiona o emburrecimento da criança, do jovem, do adolescente e do adulto que acaba administrando sua vida no foco de tudo aquilo que é transitório, esquecendo-se da sua contraparte espiritual, que terá sequência, pois é eterna.

O pensamento expressa uma verdade: Para se chegar ao real, deve-se abrir mão do que é transitório.
Ora, temos medo disto, ainda não nos convencemos que é exatamente o contrário que acontece. Tudo primeiro acontece no espiritual para depois materializar-se.
Neste descompasso que temos vivido, ficamos incomodados, carentes, desmotivados e não nos sentimos inseguros.
Esta insegurança é porque de certa forma, temos "pressentido" o que vem acontecendo na contraparte espiritual.
Por outro lado, a vida material vem se desenrolando em cima de efeitos negativos pelas ações humanas desencontradas das regras básicas e naturais da Lei do Amor, a Lei que regula a vida no Universo.

Precisamos focar em cima das nossas aspirações elevadas, precisamos compreender o processo do continuísmo, de que a vida continua, seja em outro plano ou seja na reencarnação. Isto poderia mudar certos pensamentos e certas atitudes, se fosse valorizado como deveria ser, pois é assim que funciona.
Ora, a criança não recebe tais estímulos e tampouco tais ensinamentos, mas ao contrário, é completamente envolvida em procedimentos de lutas, de competições, de desumanidades, onde o egoísmo, o ser, o ter e o poder é o que importa.
Portanto, sem mudanças radicais na forma que vivemos, são nulas as chances de mudarmos o rumo que a vida vem tomando, num processo de queda profunda e que será muito amarga no seu final.
Poucos acreditam neste final, mas ele existe e já aconteceu na contraparte espiritual da vida material. Aliás isto é cíclico e vem ocorrendo sistematicamente aqui na Terra, nas "trocas" de civilizações, como a Lemuriana, Atlântida e outras mais antigas que desconhecemos.
Por outro lado, em cada "troca" de civilizações, ganhamos algo a mais, como na Atlântida, onde ganhamos o corpo emocional.
Prevê-se que na próxima “troca”, que já aconteceu no espiritual, sairemos da Lei do Egoísmo e do Livre Arbítrio, para permitir que várias outras sensibilidades aconteçam na raça humana seguinte.
Como dizia um grande filosofo e humanista, Pietro Ubaldi, a vida é um eterno vir a ser.

Hilton





Minhas responsabilidades.

Pensamento do dia, terça-feira, 24 de março de 2015

"É preciso aliviar-se de tudo, do que se é e do que se pensa ser."
Trigueirinho.

Pois bem, vejam que quando decidimos ativar nossa contraparte espiritual, pois sabemos que somos metade matéria e metade espirito, precisamos aliviar todas nossas tendências egocêntricas que temos desenvolvido e carregado ao longo das vidas. Sem isto não há equilíbrio.
A neutralidade, o equilíbrio, a isenção, não ser tendencioso, ser pacifico, são posturas essenciais para que possamos entrar no mérito de sermos agraciados com as informações e as energias necessárias, pelo Plano Maior, no processo da evolução.  
O pensamento aborda um aspecto que temos tido imensa dificuldade em praticar: aliviar-se de tudo, do que se é e do que se pensa ser.
A soberba e a exaltação da personalidade e do ego tem sido, predominante na maioria das pessoas, pois o equilíbrio, a humildade e a isenção, são considerados fraquezas no seres humanos.
Ser, ter e poder concentram a meta da maioria das pessoas, pois temos grande tendência para a energia do egoísmo.
No entanto, pela providencia divina, sempre intercalamos nas vidas posteriores, estados de pobreza, de perda de poder, de desatenção pelos demais, de estagnação, quando na vida passada, usamos a tendência do ser, do ter e do poder de forma descontrolada e egoísta.
Isto tem ocorrido com todos, de forma sistemática e constante, no que chamamos da roda das reencarnações, pois giramos e não saímos do lugar.
O indivíduo, numa determinada encarnação precisará, no seu livre arbítrio, decidir-se por uma postura, a indicada no pensamento, onde de forma espontânea, esquecesse de si próprio.
Sem isto não sai da roda das reencarnações e muito menos do nível de consciência e do nível evolutivo que se encontra.
Agua parada estraga.
Quando permanecemos por muito tempo num mesmo nível de consciência, criamos um ranço cada vez mais espesso, mais pesado, cujo movimento para romper se torna mais exaustivo e perturbador.
Vejam que muitos vivem em situações desesperadoras, em países de grandes conflitos, em zonas de guerra, em locais de grande agressividade, pois são estes ambientes que estas pessoas terão que conviver e superar para romperem as "duras capas" que foram constituídas em reencarnações passadas, pois não deram nenhuma atenção para sua contraparte espiritual, sua metade sutil.
Podemos dizer que o mundo hoje tem muito mais zonas de conflito do que zonas de paz, pois a maior parte da população mundial encontra-se com grandes débitos cármicos em seu "portfólio".

É preciso aliviar-se de tudo, do que se é e do que se pensa ser.
Esta frase deveria ser um dogma para reconquistarmos, nesta neutralidade, o equilíbrio das duas partes, a material e a espiritual.
Não se fala aqui em ser pobre, eremita, isolado, esquisito, mas agir, pensar, viver, como se tudo que temos nos foi cedido por empréstimo, da qual temos grande responsabilidade em cuidar adequadamente e usarmos com muita sabedoria e muita cautela.
O corpo que usamos é emprestado pelo planeta e quando morremos temos de devolve-lo.
Será que fizemos bom uso dele? Usamos drogas, corrompemos, judiamos, exaurimos, nos alimentamos inadequadamente, exageramos em muitas coisas, o colocamos em penitencia desnecessária, enfim como usamos o nosso corpo será a forma que o devolveremos e responderemos por isto.
Como temos usado nossa mente? De forma perversa, egoísta, ardilosa, sorrateira, conjugando e compartilhando ideias tenebrosas, predadoras, egoístas? Responderemos por isto.
Como temos usado nossas emoções? Só vendo sofrimentos, fazendo pessoas sofrerem, desequilibrando e nos tornando desequilibrados, vivendo cheios de medo, de pânico, de agressividade, de rancores, de ódios, de vinganças? Responderemos por isto.

Atitudes negativas impregnam nosso corpo astral e na desencarnação iremos habitar este corpo astral também contaminado pelos reflexos positivos ou negativos provenientes de uma vida física positiva ou negativa, aos olhos da alma.
Por isso temos imensa responsabilidade de vivermos corretamente, segundo o ponto de vista de cada um, pois as consequências se estendem no pós-morte. Além do que iremos prestar contas de tudo aquilo que nos foi concedido por empréstimo (e foi quase tudo).

Se olharmos para as Instituições das sociedades e a forma egoísta como que elas vem sendo conduzidas, onde milhões de pessoas são iludidas com inúmeras mentiras, acho que fica até inimaginável o grau de compromisso que hoje existe na maioria destas Instituições.

Portanto devemos ponderar o aspecto individual, onde cada um, na medida das suas boas intenções e do seu desapego, se empenhe e faça o melhor de si.

Hilton