sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Espiritualizar-se é necessário.

Pensamento do dia, quinta-feira, 25 de agosto de 2016

"É inegável a necessidade de a consciência abrir-se para o Espírito. "
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento coloca de forma clara  a real necessidade de nos espiritualizarmos, de nos alinharmos com a evolução imaterial, afim de que alcancemos um nível de sabedoria que nos faça  mudar de plano e do status da vida atual,  com o intuito de evoluirmos para além do mundo cármico.
O continuísmo daquilo que se conhece é a pior situação, pois quando estacionamos o sofrimento tende a aumentar.
É incrível como a insatisfação é tão presente em todos e mesmo assim não fazemos nada ou quase nada para supera-la.
Temos nos mantido estáticos, pré-ocupados com o que é passageiro, fútil e ilusório.
A "vida" e a natureza está tomando providencias que se referem à transição da Terra. Tais providencias, inegavelmente, nos envolverá, mas mesmos assim continuamos estáticos e submissos.
Conselhos sempre vem aos montes, mas de fato poucos se ligam a estes conselhos.
Em algum momento iremos usa-los e serão momentos de grande tribulação.
Enfim que  Deus nos ajude.

A neutralidade na observação de nós mesmos é indispensável para a transcendência.
Trigueirinho 
Pois bem,  este pensamento tem uma conotação muito importante, pois no geral somos muito rigorosos conosco.
Este rigor tem sido além da conta, pois fomos ensinados a nos desprezarmos como seres universais.
Valorizamos o supérfluo, as ilusões, o perecível e subestimamos nossa real capacidade.

Sermos neutros, conosco, nos coloca numa condição para que forças e energias externas possam nos conduzir para caminhos desconhecidos, mas sabiamente necessários.
Não nos entregamos, não permitimos que nos conduzam e sempre achamos que tudo depende das nossas próprias iniciativas.
Ora, com um cérebro em que uma parte ínfima da sua capacidade é utilizada, com uma personalidade que só compara com o passado, com a infinidade de preconceitos que alimentamos, com uma deseducação intensa sobre os valores reais da vida, nos tornamos seres muito limitados, por isso da real necessidade de nos abrirmos para possibilidades além das conhecidas.
Isto efetivamente é um ato de entrega.
Poucos conseguem fazer isto, pois não confiam, não tem fé e limitam-se a observarem somente o lado material da vida.

Enfim, estamos no tempo das grandes mudanças, da ousadia, da fé.
Largar o conhecido e entregar-se ao desconhecido,  é o que deve ser feito.


Hilton

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Os conduzidos, conduzirão.

Pensamento do dia 24 de agosto de 2016

"Quem se empenha em evoluir deve aprender a ter paciência e a aprofundar seu sentido de observação. "
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento nos remete a uma rica experiência que tivemos, ontem, na reunião do Grupo, onde o sentido de observação e o aprofundamento intuitivo se torna crucial para interpretamos a simbologia do quadro apresentado.

Quadro que se formou após os mantras:
Aparece 3 cálices na mesa da sala. Um todo em ouro com muitos detalhes dignos de uma obra de arte. Outro em cerâmica sem detalhes, simples, mas no formato de um cálice. O terceiro em madeira, semi-pronto, com vários detalhes de acabamento por fazer.
São José aproxima-se e recolhe o de ouro.
Maria aproxima-se e recolhe o de cerâmica.
O de madeira não é recolhido e fica exposto na mesa.

Pois bem vamos para a interpretação:

O cálice de ouro representa aquelas pessoas super arraigadas ao plano material, onde o poder, o domínio, o valor monetário, a competição, a ganancia, o egoísmo e a riqueza material é o que importa.
Neste caso o mineral ouro é considerado pelo seu valor monetário, pelo seu grau de poder e riqueza que ele é representado em nossa sociedade desarticulada. Os desenhos na taça simbolizam o poder, a ganancia e o foco exclusivo nos aspectos materiais da vida como um todo, onde a contraparte espiritual tem pouquíssimo ou nenhum significado. São poucas pessoas, mas que comandam multidões, não tem escrúpulos e usam de todos os meios ilícitos para tornarem-se poderosos. Senhores das guerras, apoiam-se no sangue derramado.

O cálice de cerâmica representa aquelas pessoas já voltadas a conceitos básicos da vida espiritual, mas tímidos neste aspecto. Vivem indecisos, ora migrando para o lado material, ora migrando para o lado espiritual, geralmente sob pressão em que percebem que o material não tem condições de atender. Representam a maioria da população da Terra, seja no plano físico como no plano astral.
Desconhecem as Leis ou possuem conhecimentos muito básicos. São bem intencionados, religiosos às vezes, mas muito indecisos sobre seus aspectos evolutivos e sobre o conceito da vida eterna. Vivem confusos, são inseguros, sofrem com a maioria das doenças da personalidade (pânico, medo, fuga, depressão, etc.).
   
O cálice de madeira, não recolhido, representa aquelas pessoas que perceberam a intensidade da vida espiritual, vacilam também, mas poucas vezes, procuram ser autênticos com suas verdades e estão relativamente alinhados com as informações que o Plano envia. Aceitam a vida espiritual, pois perceberam a necessidade e a urgência dos tempos finais deste ciclo e dedicam-se ao Trabalho e a Oferta.
São menos inseguros, superam as doenças da personalidade com certa facilidade e procuram adotar uma vida mais voltada ao Serviço, do que propriamente a vantagens pessoais.

São José pela sua característica de Vida monástica, Ser que vive em estado de oração, incumbe-se da saga dos indivíduos mais arredios ao Plano Espiritual. Pouca coisa há de se fazer para tais indivíduos, a não ser orar e aguardar que a vida lhes coloque em situações que o despertar possa acontecer.  

Maria pela característica de Mãe Universal, acolhe a maioria da população da Terra, seja no astral como no físico, onde o Trabalho se desdobra em determinadas ações, pensamentos (oração) e situações que serão criadas na fase dos grandes movimentos telúricos do planeta, onde os indecisos poderão decidir pelo seu continuísmo evolutivo.

Os indivíduos na situação do cálice de madeira possuem características em que seu desenvolvimento e desdobramento na espiritualidade, ganhará "ajudas" não especificas, mas de diversas Fontes na medida da necessidade. Prevê-se que são indivíduos decididos, neste aspecto, com firme propósito da sua evolução espiritual e consequentemente da sua desmaterialização em muitos preconceitos, pensamentos e ações que não mais se alinham com as informações recebidas e as verdades definidas em seu coração.
Caracterizam-se assim como fieis Trabalhadores do Plano para a Terra. Serão conduzidos e conduzirão.
São indivíduos em que o processo de lapidação e dos entalhes do cálice de madeira, poderão ser feitos por cada um, onde cada lasca removida representará um desalinhamento a menos e um melhor alinhamento com as ideias de Deus.

Vejam que a simbologia foi perfeita, muito clara e muito profunda, face ao momento que estamos vivendo.
Os indivíduos do cálice de madeira, o menos valioso, sob os aspectos monetários, utiliza-se do reino vegetal, acima do reino mineral, onde o ouro e o barro representam ainda estágios mais inferiores em termos de reinos.
Tais indivíduos são considerados aptos a seguirem um caminho com mais liberdade e ao mesmo tempo com menos uso desta liberdade. São humanitários, compreenderam que a raça humana é um corpo único e todas as ações tem seus reflexos.

Bem amigos, situem-se nesta analogia.
Procurem ser autênticos com suas verdades.
Sintam a premência dos tempos e da imensa necessidade que temos num momento tão decisivo para cada um e para o planeta.
Somos aptos a isto senão não receberíamos tais informações.

Hilton 

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Precisaremos desencarnar com dignidade.

Pensamento do dia 23 de agosto de 2016.

"Pelo sofrimento, o homem deixa para trás o que não tem mais valia para ele. "
Trigueirinho.

Pois bem, o pensamento nos remete a algo que poucos pensam, ou seja, os verdadeiros motivos do sofrimento.
Já tínhamos mencionado dias atrás sobre outro motivo do sofrimento, aquele nos impede de continuarmos errando indefinidamente, pela falta de percepção dos nossos erros, face ao desconhecimento da nossa contraparte espiritual e das Leis Maiores.
Esta outra possibilidade nos liberta do que não tem mais valia.
Por exemplo, quando começo modificar os atuais procedimentos, vontades e objetivos, pela dor , pelo sofrimento, uma nova disciplina começa a implantar-se em meu ser que me eleva, me purifica, mudando o nível de consciência que me encontrava e que não me serve mais.
É duro sofrer, é duro sentir dor, mas tem sido esta a única linguagem que a maioria das pessoas compreende e compulsoriamente precisa aplicar.

Ainda não conseguimos sair desta metodologia retrograda e ultrapassada de sofrer e sentir dor para mudarmos de postura.
Continuamos “presos” na ignorância do passado, do que fomos e não mais deveríamos ser, das leis do toma lá dá cá, do mais forte, usando a força bruta como principal elemento das nossas conquistas, das nossas guerras e medalhas olímpicas.
Aqueles que se arriscam a mudar no nível intelectual, o fazem considerando o egoísmo e a ganancia, apoiados na personalidade retrograda das ações passadas e repassadas ao longo das vidas realizadas.
Nossa contraparte espiritual, divina, lúcida tem sido deixado de lado, pois não apresenta resultados práticos e concretos, não atendendo nossas ânsias do ser, ter e poder.

O homem deveria valorizar o sofrimento e entende-lo como uma nova oportunidade de mudanças daquilo que não lhe serve mais.
Obvio que se compreendêssemos sem sofrer, seríamos mais inteligentes e lúcidos, pois isto iria partir da nossa vontade, da nossa índole, dos nossos esforços que são sempre valorizados pelo Plano Maior.

Estamos numa etapa da vida cíclica planetária, onde a maioria do que conhecemos e temos aplicado não serve mais, é retrogrado, é inútil, não tem mais sentido para tudo o que virá.
Estamos na fase em que teremos de abandonar inúmeros conceitos, preconceitos, manias, procedimentos, posturas, pensamentos, posições, soluções, demandas, etc.,  pois esta etapa da vida, considerada cármica, não irá “virar” para o ciclo futuro deste planeta.
Isto exige coragem, muita coragem. Primeiro em admitir as mudanças, segundo em mudar o que não irá servir mais e terceiro em adotar a postura da entrega.
Esta entrega deverá ser plena, envolvendo, inclusive, aquelas escolhas tendenciosas, pois temos de admitir que não sabemos escolher. Até agora temos escolhido o que é errado e ultrapassado. 
Estamos nas “vias de fato”, portanto pouco tempo nos resta para mudanças de posturas tão significativas.
Precisaremos desencarnar com dignidade, com consciência destas mudanças e com a esperança do novo em fase da sua derradeira implantação.

Revejam todos seus valores.
Reavaliem suas posturas.

Sejam autênticos com as verdades do seu coração.

Hilton

domingo, 21 de agosto de 2016

Deixe o mundo desabar mas fique sereno.

Pensamento do dia 19 de agosto de 2016.

A espera serena e a atenção permanente abrem a mente do homem à intuição.
Trigueirinho.

Pois bem, pouco há de se comentar sobre este pensamento.
É muito claro e bem objetivo.
Sem serenidade e atenção não há coligação.
Isto reforça a necessidade de utilizarmos nossos momentos calmos e tranquilos para uma coligação, ao invés de fazer o que a maioria faz, apelando a Deus somente nos momentos conturbados.
A intuição é o caminho. Não é um dos caminhos, mas o único nesta fase do ciclo planetário.

Somos por demais afoitos, imediatistas, emergenciais, justamente pela acirrada competitividade que vivemos.
Em tudo se compete, em tudo se disputa, em tudo, pouquíssimo ou nada se compartilha.
Escolhemos um caminho tortuoso, difícil, cheio de armadilhas e por demais confuso. Esta confusão mental que vivemos tem transformado as coisas simples de Deus em coisas inalcançáveis.
Não são as coisas de Deus que são inalcançáveis, mas somos nós que complicamos quando só pensamos na matéria, deixando de lado a nossa contraparte mais importante, a espiritual. Quando isto acontece o que é subjetivo torna-se incompreensível, pois a intuição não flui.

Enfim, deixe o mundo desabar mas fique sereno, tranquilo, mantendo sua atenção no que seu coração mandar fazer.
Não se iluda que pode fazer alguma coisa, pois o que está no caminho foi programado para acontecer e acontecerá, independente da tua tentativa de interferência (portanto é um esforço inútil).
Não seja omisso, mas se necessário só assista pois o plano material  está em fase de prestar contas de tudo o que fez e assim será.

Reposicione-se em relação às suas interferências.
Sentimento de culpa desta natureza, são estados emocionais provenientes do desequilíbrio do não uso das “informações” que lhe são dirigidas.
Enfim cresça aos olhos da sua alma e não do vizinho.

Liberte-se!

 Hilton