quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Os Reinos - 5a Parte - Reino Animal.

O Reino Animal

Estágio intermediário entre o Reino vegetal e o humano, o Reino animal diferencia-se do primeiro pela capacidade de locomover-se, e do segundo pelo predomínio da expressão instintiva,
Os animais em geral desenvolvem a energia da vontade e são sensíveis aos estímulos à atividade. Sobre eles age também a energia da devoção, expressa como domesticidade e estima a seus benfeitores.
Os animais têm o estado humano como meta à qual, em algum lugar do cosmos, deverão chegar. Deveríamos ser para eles os intermediários das emanações do Reino espiritual. De certo modo representamos para os animais o que Deus representa para nós. Portanto, maus-tratos e indiferença de nossa parte frustram a natural devoção que esse Reino está pronto a dedicar-nos, o que retarda o seu progresso.
A agressividade do Reino humano seus pensamentos de ódio e destruição, sua prática de massacre de milhões de animais — repercute negativamente sobre os núcleos internos das espécies. Graves são os efeitos dessas condutas, embora sejam parte do pagamento das dívidas cármicas que o Reino animal acumulou em eras primitivas, quando seus espécimes gigantescos dizimavam os homens de então.
Para colaborarmos na evolução dos animais, precisaríamos evitar palavras e pensamentos negativos e densos, co-responsáveis pela perpetuação da selvageria e por muitos desequilíbrios na Natureza.
Ajudamos a evolução de um animal ao fortalecer suas condutas mais próximas à humana. Quando uma chispa em seu interior se torna sensível às características humanas, ela começa a destacar-se da consciência grupal, e assim surge uma alma individualizada.
É nossa tarefa ajudar nessa individualização. A alma começa a ser formada com estímulos nos níveis internos da consciência animal, e com o despertar dos seres humanos para o nível espiritual.
Há espécies que facilitam o surgimento de um embrião de alma: os cães, os gatos, os cavalos e os elefantes, por exemplo. Quando estão desenvolvendo a alma, os animais requerem tratamento distinto dos demais. Necessitam maior contato com o ser humano para deixarem-se imbuir do estado de consciência que será o seu próximo patamar evolutivo.
Nosso convívio com um animal pode ajudá-lo não apenas a transcender o instinto gregário que lhe é peculiar, mas a domesticar-se ou, em certos casos, a interagir telepaticamente conosco.
A formação da alma e o despertar de maior capacidade mental nos animais são facilitados em ambientes onde impulsos instintivos não prevalecem entre os seres humanos, onde há ordem e onde o amor incondicional é o condutor da vida. Se a alma é desenvolvida no animal numa atmosfera de amor, isenta de agressividade e de estímulos sexuais, ele vai transformando suas sensações, vai passando de gregário a social vai estabelecendo relação pacífica com os demais seres. A alma que assim se forma pode sintonizar com esferas de vida elevadas, mundos onde no futuro iniciará sua experiência como indivíduo.
Figueira.

Pois bem, um número alarmante foi publicado recentemente: 56 BILHÕES de animais são mortos por ANO, para nossa alimentação, fora a destruição predatória na caça e na extração de partes que saciam algum tipo de interesse comercial. Se levarmos em conta a destruição de florestas, mananciais, oceanos, entre outras coisas, percebe-se que a maioria dos seres humanos não tem consciência sobre a importância da vida e sua relação com o Criador.
A  ONG que concluiu estes estudos, propõem que cada um poderia, ao menos, deixar de alimentar-se de carne por um ou dois dias da semana, o que poderia diminuir esta quantidade extraordinária de assassinatos.
Nossa alimentação produz as energias que nos movimenta. Se assimilamos energias de baixa vibração, como no caso da alimentação sacrificada, nos tornamos seres de alta densidade material, ao invés de nos sutilizarmos.
Desta forma, fica cada vez mais difícil intuirmos, sermos inspirados, nos coligarmos e ascendermos para o Reino Espiritual.
A proteína animal, assim como a nicotina foram considerados essenciais. Sobre a nicotina este mito vem se desfazendo, sobre a proteína animal ainda não.

Como bem retrata o texto, o Reino animal prepara suas espécies para seu salto ao Reino humano. Esta estrutura de Reinos, em que todo ser vivo passa, vai agregando experiências importantes sobre a conceituação da Vida.
O homem da Terra é completamente mal instruído sobre estas considerações e sobre a sucessão das vidas, o que o torna um deus hipócrita e sangrento na sua relação com os Reinos inferiores. A adesão ao livre arbítrio levou sua arbitrariedade para o negativo e oposto ao caminho do Bem.
O próximo ciclo terrestre pertencerá ao homem desprovido do seu livre arbítrio, com sua adesão incondicional à evolução espiritual.

Não podemos dizer que um cão domesticado e carinhoso será um ser humano na futura reencarnação, pois há inúmeros estágios intermediários que ele passará até que seja consagrado como ser humano. Ciclos em mundos distintos irá prepara-lo para ter uma alma individualizada. No entanto experiências positivas ao lado dos humanos o encaminhará para estes estágios.

O texto exemplifica que parte destes maus tratos que o Reino animal sofre, provem de condicionantes cármicas acumuladas na “era dos dinossauros”. Aqui cabe lembrar que o Reino animal contempla uma alma coletiva, portanto carmicamente isto se distribui ao longo das espécies deste Reino. No entanto, o homem também acumula carma com suas ações predatórias com os Reinos animal, vegetal e mineral, devendo sanar com muita intensidade neste final de ciclo terrestre, onde para a Natureza será atribuída esta solução.
Os animais domésticos tem as melhores chances de desenvolver a “alma embrionária”, no entanto, não podemos trata-los como da espécie humana,  o que muitos fazem por frustrações e carências que não conseguem resolver, desvirtuando procedimentos e ações que só confundem e nada beneficiam estes animais domesticados.
O desconhecimento sobre estes assuntos fundamentais faz com que nossos procedimentos sejam desconcertantes e confusos, para nós e para eles, acentuando a ilusão e o erros se acumulam interferindo em todos os Reinos.

É interessante a abordagem sobre a ausência da sexualidade, tendo em vista a força poderosíssima que esta manifestação energética manifesta. A ausência da vontade sexual no animal (via castração), o acalma e faz com que certas ações instintivas poderosas sejam amenizadas dando chance para que ele perceba outros sentimentos que precisam ser desenvolvidos na sua escalada de ascenção evolutiva.
Enfim o acolhimento é uma manifestação que precisa ser acentuada e praticada por todos e com todos, pois é  caminho básico para ascender.
A recomendação da ONG pode ser uma forma de, aos poucos, conquistarmos uma consciência mais clara, mas límpida, desanuviando a atual, pois na medida que purificamos o ingresso de energias pelo alimento, nos libertamos de muitos “fantasmas”.

Estudar, pesquisar, ser proativo, buscar informação é o objetivo primordial da vida. Quando ganhamos conhecimento ganhamos Vida, sequencias oportunas, oportunidades de novas convivências, de novos contatos, de aprimoramentos e com isto iremos entender melhor nosso papel no Universo. Precisamos quebrar este conceito esdrúxulo de que nosso objetivo ao estar vivo é “ter”, “ser” e “poder”.
Hilton

Imagem: https://www.mundodosanimais.pt/gatos/gatos-melhores-amigos-homem/

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Os Reinos - 4a Parte - Reino Vegetal - continuação.

Continuação da 4ª Parte – Reino Vegetal:

O Reino vegetal presta serviço ao transmutar vibrações negativas desde o nível físico denso até o emocional mais sutil. Essa ação se aprofundará, e certos vegetais terão aumentada a sua sensibilidade às vibrações do pensamento, possibilitando maior colaboração com o Reino humano.
Há vegetais cuja essência provém de regiões além desta galáxia. Tais transmigrações foram realizadas num passado remoto e serão repetidas de forma mais avançada. E que uma classe mais sutil de devas extraplanetários está influindo sobre o Reino vegetal e trará ao mundo das formas terrestres novos espécimes de rara beleza.
A comunicação entre homens, devas e vegetais se intensificará, e a atividade agrícola, que ora visa apenas ao sustento do próprio homem e de animais, terá como base maior colaboração recíproca e puramente criativa.
No ciclo planetário vindouro, a energia espiritual da “vontade poder” será desenvolvida em maior grau pelas plantas; todavia, elas continuarão a manifestar cada vez mais amplamente doação, harmonia e devoção
Por ter cumprido sua parte no Plano Evolutivo, o Reino vegetal construiu na Terra um canal de interação entre a matéria e os níveis internos da existência a ser utilizado pelos demais Reinos. Com esse trabalho sublime e oculto, facilitou neste universo o alinhamento entre forma e essência.
Figueira.

Pois bem, o reino vegetal continuará sendo a base da cadeia alimentar- energética do ser humano, na nova era, nova Terra, mas desta vez amplamente potencializada, sendo inspirativa para elevações de consciências.
O trigo, o milho, o girassol, a soja e outros vegetais essenciais não são oriundos da Terra, mas já vieram preparados para ajudar a atual civilização. Assim acontecerá novamente, onde novos vegetais irão colaborar mais intensamente com as possiblidades evolutivas dos seres humanos e demais reinos da Terra.
O belo, a beleza, atrai ondas de energias impulsionadoras de novos fatores a serem agregados à consciência humana. Este aspecto virá com muita intensidade e dará seu toque harmônico nas expansões de consciência prevista para o novo homem.
A Terra, assim como outros planetas como Júpiter, Plutão, Urano, mostrará características singulares no aspecto do belo, e esta beleza irá inspirar terrestres que darão saltos imensos na evolução das espécies, em colaboração com o Reino Dévico.
Como cita o texto, se dará destaque neste novo processo evolutivo o alinhamento entre forma e essência. Hoje damos importância à forma, mas no futuro forma e essência serão igualmente considerados, pois o novo homem estará apto a comunicar-se mais amplamente com o universo que o cerca.

A aura de um ser vegetal expõem uma diversidade de cores, formas, brilho e luz. Por termos atrofiado este acesso no mau uso da mente e dos pensamentos, as leituras e percepções que fazemos ao olhar para um ser mineral, vegetal, animal e inclusive hominal são extremamente falhas, mas isto voltará a ser o que foi e se ampliará.
Há portanto, um mundo de conhecimentos que fará com o que sabemos hoje seja infantil, mas cabe a cada um decidir quando será: neste final de ciclo ou no seguinte. 

Reflitam.
Hilton

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Os Reinos - 4a Parte - Reino Vegetal

O Reino Vegetal

Os seres do Reino vegetal aprimoram sua doação e irradiação de amor em nível sensorial, porém de forma pura e imaculada: nutrem, sustentam e curam os membros de outros Reinos, exalam aromas harmonizadores, buscam incessantemente a luz e expressam elevados padrões de beleza.
O bom relacionamento entre os homens e as plantas expande os dons tanto do Reino humano quanto do vegetal. Neste começam a despertar núcleos que se ativarão quando entrarem na escala de evolução seguinte, a animal. Se a atitude dos homens diante das plantas estiver livre de vibrações grosseiras, estimulará essa consciência futura e ajudará na formação de instinto impregnado do sagrado, sem os traços agressivos existentes no Reino animal de hoje. Sob essa estimulação sutil, a vida vegetal passará à animal manifestando docilidade e nobreza maiores do que as até agora vistas.
Atualmente a expressão do Reino vegetal é uma das mais puras encontradas na superfície da Terra. E o Reino que mais cumpre o propósito de sua existência neste planeta, e só não chegou a maior plenitude por causa da densidade do psiquismo terrestre.
Todavia, no Reino vegetal há espécies que se afastaram da meta evolutiva, tais como o tabaco e a papoula, entre outras que propiciam a corrupção de seres humanos. Tais espécies deixarão de existir, por não corresponderem ao propósito do planeta. Essa seleção de espécies é feita ciclicamente em todos os Reinos, para que estes possam desenvolver qualidades superiores.
Figueira.

Pois bem, a interatividade entre os Reinos é amplo, imprescindível e inexorável.
O reino humano são os deuses dos demais reinos, face sua posição superior nesta escala evolutiva, de onde deveria vir o exemplo e a colaboração para a expansão destes reinos. Infelizmente não é assim, temos sido os principais predadores que destroem espécies e esperanças no continuísmo que estes reinos deveriam ter no seu processo evolutivo.

A interatividade do homem com o reino vegetal, reino que se oferta expontaneamente para suprir nossas necessidades básicas de reposição energética, tem sido alvo de muita destruição ao longo do tempo. Depreciamos nosso próprio meio ambiente e nossa subsistência.
A manipulação genética que tem ocorrido, sem a devida contrapartida espiritual, vem transformando nossos alimentos em nossas principais doenças. O foco se concentra na exploração comercial, somente, pois deixamos de lado fatores prioritários para esta expansão, que deveriam conjugar-se com conceitos divinos e as Leis da Criação.
Não atingimos nem 10% do potencial que o reino vegetal poderia nos proporcionar. A contrapartida tem sido o grande desconforto e a sucessão de doenças que vem se desenvolvendo entre nós.
O ser humano está enfrentando e irá enfrentar grandes epidemias de doenças que estão retornando com outro status, muito mais fortes e agressivas, face ao desequilíbrio gerado no meio ambiente. As grandes epidemias do passado, que dizimaram milhares de pessoas, deverá dizimar numa escala muito mais ampla, atingindo a escala do bilhão. O panorama não é nada bom e ficará pior.
Na física, toda ação gera uma reação contraria com a mesma intensidade. Dá para deduzir o que nos espera.

Desta forma, aqueles que acreditam e possuem certa sensibilidade a respeito devem mudar. Devem ter uma vida mais alinhada e mais suscetível a estas informações, colaborando de alguma forma com a harmonia necessária.
Rever os conceitos, a postura, os procedimentos, a forma de ser e de interagir faz parte do processo da evolução. Podemos até ter este impulso mas se não praticarmos este se esvai e só retornará em outra vida. As oportunidades são infinitas, mas vem para uma vida. Se repetirá na seguinte, pois não existe escala de tempo no infinito, portanto caberá a cada um decidir o que fará com o impulso no momento da sua manifestação.

Fiquem atentos. Tais impulsos são sutis e exigem atenção.
Hilton

Imagem: Nova Acrópole - Portugal - Coimbra