sábado, 7 de maio de 2016

Com muito pouco mudaríamos tudo.

Pensamento do dia 07 de maio de 2016.

Uma gota da consciência Divina que penetrasse na consciência da terra poderia mudar tudo aqui.
A Mãe.

Pois bem, este pensamento tenta de certa forma, mensurar um pouquinho a infinita capacidade da consciência Divina.
Para nós parece algo distante e inócua, pois a maioria nunca ou quase nunca deixou-se influenciar por Esta consciência.
Os grandes gênios, inventores, compositores, cientistas, santos e santas, enfim pessoas de destaque que de alguma forma colaboraram para a EVOLUÇÃO COLETIVA, usaram a consciência Divina.

Nos tempos da Terra, podemos dizer que até o advento de Jesus, realmente pouquíssimas pessoas acessaram esta possibilidade.
A partir da ressureição de Jesus, foi liberado para o cidadão comum, ou para indivíduos sem muita expressão, este acesso à consciência Divina.
Hoje todos podem ter este acesso.
Claro que mediante certos requisitos, tais como bom senso, responsabilidade, desenvolvimento evolutivo, coligações elevadas, foco no conceito do Serviço e da oferta, enfim preenchendo certas condições mínimas a consciência Divina nos acessa e por meio da intuição ou de insights específicos, nos permite vislumbrar “aquilo que não se vê”.
Infelizmente, continua sendo pouquíssimos, pois a maioria se perde no marasmo, na ignorância, na preguiça, na ganancia e assim por diante e continua vivendo iludido e limitado aos 5 sentidos, onde muitas vezes faz uso equivocado destes mesmos 5 sentidos.

Não se desdobra, não acolhe, não se presta ao Serviço, ao ato de servir, pois a soberba e as ilusões toma todo o seu tempo, claro que de propósito, para que se perca nesta penca de inutilidades da nossa vida cotidiana.
Atrapalha-se na vida, não se organiza e quando se organiza se limita aos aspectos materiais, as coisas da matéria somente, como se isto fosse a única coisa necessária.
Pessoas de mente pequena, infantil, ultrapassada, são as que estão decidindo o rumo da humanidade, geralmente manipuladas por forças involutivas que dominam facilmente esta mesquinhez que manifestamos.
O cidadão comum não fica atrás e acaba sendo cópia fiel dos seus governantes, manifestando as mesmas imperfeições e as mesmas tendências.

O pensamento cita que uma gota da consciência Divina poderia mudar tudo, ou seja, nos alerta e nos chama a atenção para prosseguirmos com pequenos esforços, esforços estes ao alcance de todos e que daria acesso a um manancial de energias curativas e transformadoras em todo o planeta.

É preciso interagir mais, crescer as convicções, focar nos objetivos elevados, não se distrair pois a urgência dos tempos não permite mais certas regalias que tínhamos no passado.
Cada minuto conta, cada momento é importante, cada movimento faz a diferença, cada ação tem repercussões.

Enfim, vamos refletir.

Hilton

sexta-feira, 6 de maio de 2016

O que precisamos vem de Deus.

Pensamento do dia 06 de maio de 2016.

Sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido.
A Mãe.

Pois bem, parece simples e muito lógico tal colocação, “sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido”.
Mas no mundo físico não agimos assim, não somos sinceros.
No mínimo ardilosos no que fazemos, quando muitas vezes falsos em nossas intenções.
Se desejamos algo, como por exemplo um cargo numa empresa, ardilosamente vamos criando situações que colocam potenciais adversários em desvantagem.
Se desejamos um objeto material vamos compondo situações favoráveis que muitas vezes pode ser desfavorável a alguém, para obtermos o que desejamos.
Usamos e abusamos das mentiras.
Tem pessoas que são incrivelmente convincentes em seus argumentos mentirosos, aja visto o campo político.
Por último, para completar, temos nossas ambições.
O desejo somatizado pela ambição, recheada com a mentira e embalada pela falsidade, cria um “sanduiche” sem igual, extremamente apetitoso para muitos que acabam nesta armadilha saborosa e com isto conquistamos coisas que muitas vezes não estávamos preparados para tê-las.
Claro que se não estávamos preparados para tê-la, é questão de tempo para a perdermos.
Sendo assim, não seguimos as regras naturais da vida, do destino, das Leis, da vida em comum, partindo em muitas pedaços o que poderia ser alo continuo e constante, recheado de adequações e trabalhos preparatórios que viriam da alma, para conquistarmos o que seria natural no processo evolutivo.

Ainda não temos esta consciência de que o que precisamos vem de Deus.
Só admitimos que o que precisamos precisa ser conquistado, disputado, concorrido, competido e seu ganho pode ou não representar enormes carmas a serem saneados na vida atual ou nas futuras.
Esta distância da realidade chama-se ILUSÃO e tem sido nesta ilusão que vivemos.
Criamos assim o planeta da competição e vejam que tem muita gente feliz e ansiosa para os “Jogos VORAZES Olímpicos”, onde destruir o competidor é a regra do jogo.
Nestes “Jogos Vorazes”, teremos um vencedor, o primeiro lugar que é o que importa e um monte de gente frustrada, mas todos, sem exceção, estarão desgastados fisicamente e espiritualmente, retendo imensos processos evolutivos, além de um carma muito especifico e com sequelas nas vidas futuras com os corpos físicos a serem adquiridos.
Por outro lado, nós espectadores, torcedores, estaremos carmicamente ligados a estes “Jogos Vorazes”, pois incentivamos o processo de destruição moral, mental, espiritual e físico dos “nossos” atletas, colaborando para que o processo de “queda” se acentue em todos – atletas, competidores, espectadores, organizadores, países envolvidos e o país sede que detem a voracidade da competição mundial.
Recomendo, enfaticamente, que assistam esta série – Jogos Vorazes – que vem passando nos canais pagos, pois os filmes retratam exatamente nosso comportamento numa escala mais intensa e agressiva, ressaltando supérfluo e a indiferença com a vida humana.

Desta forma, o que tem sido solicitado, nesta fase final das advertências e recomendações, são mudanças bem acentuadas de posições, de desejos, de satisfações, de posturas, onde o que cada um considerar como correto e adequado, empregue em si o que vem sendo recomendado.

Não há mais tempo para delongas para sutilezas, para recomendações leves e suaves pois temos de estar alinhados com esta imensa estrutura de “ajuda cósmica” que já encontra-se entre nós.

Recomenda-se que redobremos nossos esforços, filtremos nossos desejos e vontades, selecionando aqueles que tem algum caráter evolutivo e substancialmente espiritualizado.
Recomenda-se que abandonemos aspectos grosseiros da nossa vida, ambições mais relevantes, desejos sofisticados, posturas agressivas, acreditando mais que seremos providos nos momentos oportunos, mas nunca com excessos e sim com o suficiente.

Reflitam.
Não percam tempos preciosos com coisa inúteis e supérfluas.
Não se distraiam. Não há mais necessidade disto.

Hilton

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Posicione-se!

Pensamento do dia 05 de maio de 2016

O amor Divino se dá e não pede nada.
A Mãe.

Pois bem, podemos dizer que temos usufruído muito pouco do amor Divino, quase irreconhecível em nosso ser.
“Achamos” que temos uma vida independente e solitária, como se fôssemos auto suficientes.
Mais uma ilusão e esta é das “grandes”.

Não existiríamos sem o amor Divino.
No entanto isto não nos passa pela cabeça da imensa maioria, por isto nos distanciamos de algo fundamental e imprescindível para o equilíbrio que precisaríamos ter.
Esta ilusória auto suficiência tem sido alimentado de forma radical e está implícita em todos os contatos com a vida material.
Enfim, fomos iludidos de forma tão eficiente que não sentimos mais esta dependência positiva e essencial.

Desta forma, nos sentimos solitários, rejeitados e facilmente culpamos aqueles que nos cercam.
Esta sensação tem se ampliado nestes finais do ciclo terreno, pois este estado de solidão era previsível face a decisão (em caráter absolutamente pessoal) que teremos de tomar nos próximos momentos.
No entanto, esta solidão necessária deveria ser estar alinhada com o amor Divino, que nos intuiria com os anseios da alma para que a decisão fosse tomada no conjunto corpo-mente-alma.
Lembrando a decisão a ser tomada: permanecer ou não no livre arbítrio.

Na toada da vida que estamos vivendo, estamos interpretando tudo errado, ou seja, a solidão necessária acaba por se transformar em ausência e a coligação corpo-mente-alma não acontece. Com isto entramos em depressão, fuga, pânico, manifestações de TOC´s, além de outras síndromes psicológicas, enfim, acentuamos os medos, procuramos fugir, nos recolhemos ao invés de expandirmos, temos a sensação de fim desprovido do sentimento de reinicio, ou seja, manifestamos somente o revés da real situação que deveríamos viver se tivéssemos um mínimo de lucidez mental e espiritual.

Esta aparente sensação de separação do amor Divino, um fato ilusório, vem criando estas sensações ruins e a maioria se sente impotente para reverter ou quebrar estas ilusões.
Isto decorre do nosso “afastamento” constante do processo evolutivo que deveríamos estar trabalhando, da nossa desatualização mental para estes tempos, dos nossos preconceitos que mantem-se ferrenhos e intensos e das inúmeras distrações que as forças involutivas, ardilosamente, colocam como armadilhas mortais para os fracos e desesperados.
Por outro lado tem sido fácil perceber o marasmo que a maioria continua mantendo, como se ficar parado no tempo fosse resolver.

Se você se sente assim reveja sua vida, seu posicionamento em relação às prioridades, seu foco e seus objetivos de curto e médio prazo, suas relações e a que ponto você tem se envolvido de forma positiva ou negativa, enfim, faça uma reengenharia e tenha  coragem de mudar o que sente que tem de mudar.
Isto deve ser em caráter pessoal, sem interferência de terceiros, sem opiniões ou palpites, pois cada um se encontra num estado mental distinto e absoluto.
No entanto, você poderá buscar informações, aprimorar seus conceitos, solicitar conselhos que não envolvam aspectos pessoais, fortalecer o que ainda está duvidoso e que isto seja feito de imediato, com muita dinâmica e concentração para seu processo de reengenharia de vida.
Busque ajuda, não fique parado. Cada minuto conta.

Busque e esta busca lhe trará forças suficientes para o que o amor Divino volte a toca-la(o) e você se sinta novamente amparada(o), independente das pessoas ao seu lado.

Lembre-se que será você, com mais lucidez e conhecimentos que deverá amparar as pessoas ao seu lado. Estas irão procura-lo(a), pois seu equilíbrio e lucidez será uma referência em momentos de grande conturbação porque estamos passando e iremos passar.
Jamais se sinta incapacitado(a) para isto, pois em determinados momentos onde situações estiverem acima das suas possiblidades, o amor Divino assume sua manifestação e passa a conduzi-lo(a) corretamente e dentro do contexto do Plano Maior.

Se amamos, estes trabalhos preparatórios são fundamentais.
Temos de deixar de ser mais um à procura de ajudas, como todos tem feito e como todos farão.
Temos de ajudar, assumir uma postura de colaboração, e para isto precisamos ter uma ampla coligação com as imensas estruturas celestiais, angelicais, intraterrenas, extraterrestres, hierárquicas que rodeiam a Terra para seus momentos finais deste ciclo planetário.
Precisamos ser esta extensão da vontade Divina, do amor Divino, que irá acolher os que permitirem de serem acolhidos.
Poucos tem esta lucidez e para que isto aconteça com muito mais seres humanos, temos de ser esta extensão deste Trabalho final do ciclo atual.

Desta forma, resumidamente temos duas opções:
Nos envolvermos no amor Divino e Trabalharmos, ou sermos mais um a necessitar deste amor Divino e destes Trabalhos.

Posicione-se!

Hilton

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Morrer também não é uma boa opção

Pensamento do dia 04.05.16

Trabalhar, agir com devoção e com uma consagração interior também é disciplina espiritual.
A Mãe.


Pois bem, nossos procedimentos do dia a dia, no cotidiano da vida, nas atividade comuns e corriqueiras é o que, efetivamente, nos consagra ao divino.
Excepcionalmente poderemos ter certas Tarefas mais abrangentes, especiais, atípicas, onde esforços e valores serão canalizados para uma situação especifica, mas isto é excepcionalidade e pode ou não ocorrer.
De certa forma, para o cidadão comum, alheio e indiferente com seu processo evolutivo, Tarefas desta natureza podem ocorrer em 1 ou 2 vidas de 10 vidas vividas, portanto, é raro, pois tais Tarefas exigem inúmeros trabalhos preparatórios, dedicação e foco nas atividades evolutivas.
O indivíduo bonzinho, pacato, cordato, neutro, não agressivo, eventualmente religioso, simplesmente cumpre as obrigações naturais que a natureza humana prevê, mas não significa que tais requisitos sejam evolutivos.
Evoluir é fazer algo a mais, fazer a diferença e nunca será para si próprio ou algo que possa trazer alguma vantagem pessoal, mas pelo contrário, exigirá desgastes pessoais em detrimento de si próprio para auxiliar os demais.
Só iremos evoluir se nos esquecermos.
Esta regra básica, de cara subtrai a imensa maioria de pessoas bem intencionadas, mas que de uma forma ou de outra mantem intenções pessoais no que faz ou pretende fazer.
Esta regra básica “enxuga” substancialmente, a possibilidade da realização de Tarefas, Serviços ou a canalização de atividades evolutivas do Plano, pois somos por demais egocêntricos para expandirmos atividades e doações sem interesse, por menor que seja.
Desta forma, grandes estruturas de ajuda humanitária e para os reinos, tem de vir de fora do planeta, dos Planos elevados, de anjos, arcanjos, devas, hierarquias, extraterrestres, intraterrenos, forças solares, pois aqui na Terra não há nenhuma sustentação de solidariedade entre os habitantes, entre os reinos e entre os habitantes e reinos.

Temos ficado isolados, pois insistimos em permanecermos isolados.

No livre arbítrio não damos abertura para compartilharmos.
Nosso coração está enrijecido, escuro, hermético a energias de amor, solidariedade, misericórdia, compaixão, mas mesmo assim estas circulam entre todos nós, todos os momentos da nossa vida.

Ontem na reunião do Grupo falamos um pouco sobre o plano astral, que vive situações muito semelhantes às que vivemos aqui no plano físico, onde a balburdia, a confusão, o egoísmo, a raiva, as lutas, as guerras, a destruição vem consumindo de forma desenfreada corpos astrais como ocorre aqui na superfície terrestre.
Lá, assim como aqui, grandes ajudas externas precisam se manifestar para dar certo controle ao que ocorre nas inúmeras colônias de abrigos neste Plano Astral.
As influencias nefastas e contagiosas das forças involutivas, ocorre nos dois planos, o físico e o astral, em igualdade de condições.
O Armagedon, etapa que já entramos, ocorre também nos dois planos, com lutas gigantescas, não por territórios, mas por almas que serão aprisionadas e levadas para mundos semelhantes à Terra, ou seja cármicos, assim que este ciclo terreno terminar.

Confesso a vocês, que morrer também não é uma boa opção.

Talvez este tem sido o desejo de muitas pessoas que não conseguem mais ver mínimas possibilidades de restruturação do planeta, mas da mesma forma, finda-se o ciclo do plano astral nas condições às quais se encontra, muito parecidas com a da superfície terrestre.

Creio que a melhor opção é nos mantermos nas condições ambientais atuais, mesmo que às portas das condições finais de seu processo, optando pela neutralidade, pela abertura do coração, pela realização das Tarefas em pauta, pela doação, pelo amor, pela oferta de si próprio, pela estabilidade do equilíbrio emocional, pela tolerância nas perdas inegociáveis e irrefutáveis que estão acontecendo e irão acelerar, pela aceitação do  desmoronamento das instituições e fazendo a única coisa plausível e absolutamente necessária neste e nos momentos seguintes, a oração.

Portanto, a disciplina espiritual congrega um conjunto de ações e movimentos que alinham-se com os anseios da alma, nosso bom senso e nossas intenções mais elevadas, tendo por regra básica a entrega e o desinteresse de si próprio.

 Hilton

terça-feira, 3 de maio de 2016

2 temas.


Pensamento do dia 2 de maio de 2016

"Sempre que há fingimento, há perigo. Você não pode enganar a Deus. "
A Mãe.

Pois bem, vamos nos reportar a este pensamento, face a enorme relevância do assunto:
Esta situação é mais comum do que imaginamos.
Como estamos acostumados a manter as aparências para terceiros e para a sociedade que pertencemos, mascarmos posições, tendências e vontades, com o intuito de igualar-se a grupos ou pessoas que seguem esta ou aquela possibilidade.
Isto é terrível, pois a prática contumaz desta postura oscilante, faz com você perca a própria identidade, ou acabe acreditando nas “máscaras” que são usa em face dos contatos com grupos distintos. Poderá haver, inclusive, mudanças acentuadas na personalidade.
Este aspecto é muito comum em artistas de novelas e cinema, pelo fato de representarem personagens distintos e antagônicos entre si. É comum ver-se tais elementos com forte distorções de humor, de vontades, “caindo”  constantemente. Nesta situação, as drogas acabam por iludir ainda mais tais indivíduos que vão buscar o que não existe em substancias mortais.

O fingimento neste aspecto espiritual, corre-se o mesmo perigo, com um agravante que pode ser o assédio de forças involutivas que enfraquecem a fé e as convicções, até então conquistadas.
Não há nenhuma possibilidade de enganar a Deus, aos homens sim, mas a Deus isto é impossível, portanto, é importantíssimo que ao entrarmos na seara espiritual estejamos conscientes de que sempre haverá pessoas que podem exercer duras críticas e contrapor-se, continuamente, ao que você acredita.
Apostar no contrário é, além de tudo, uma falta de maturidade excepcional e pode nos colocar numa berlinda de jogos vorazes (como no seriado de hollywood), onde ficaremos à mercê de forças negativas, sempre muito inteligentes.

O caminho espiritual, exige do estudante muita determinação, muita força de vontade e uma luta árdua com as próprias dúvidas e os desafios externos, que são exercidos por forças involutivas nos aspectos internos e por pessoas que irão dispor de fortes argumentos nas suas mentiras e o no seu descaminho.
Vejam quantas doutrinas, as chamadas doutrinas financeiras, que exercem poderes hipnóticos para agregarem seguidores, extorquindo-os ao limite na “venda” da fé e do lugar no céu.

O estudante espiritual precisa, além de tudo, descobrir as fontes reais e verdadeiras para o que precisa aprender. Portanto, fingir e aceitar estas oscilações de fé baseada nos grupos diversos que pertence, torna-se um descaminho.  

Pensamento do dia 03.05.16

Se você não pode sentir-se uno com alguém, isso significa que não se aprofundou bastante em seu sentimento.
A Mãe.

Pois bem, esta é a base do amor, sentir-se uno com alguém.
Pais, em especial as mães, praticam esta base com mais facilidade e continuidade ao darem à luz aos seus filhos. No período da gestação, esta afinidade atinge seu age no momento do nascimento e acabam por permanecer por muito mais tempo.
De certa forma, assim deveríamos agir com todos em todos os nossos relacionamentos, sentir-se uno com estas pessoas.
Sentir-se uno não significa aceitar certas posturas e declinar de outras, mas abraçar continuamente este processo de ascenção de cada um.

Os pais se dedicam arduamente ao seu filho em todos os aspectos, na formação, nas definições, nas dificuldades, nos carinhos, no amor quase incondicional, mas se retém a ele e dificilmente extrapola para as demais pessoas que fazem parte da sua convivência cármica.
O pensamento nos alerta quanto a isto e observa nossa falta de aprofundamento nas relações sadias e honestas.
Ora, não podemos ter ao nosso lado, pelo menos neste momento e neste mundo de expiação, pessoas alinhadas num nível de consciência muito próximo, mas pelo contrário, convivemos com níveis muito diferenciados e de extrema oscilação, fazendo com que a vida seja sempre cheia de controversas e desacordos.
Isto não pode nos impedir de amarmos alguém, pois o caminho deveria ser o mesmo caminho daquele quando nos dedicamos a preencher corretamente a vida dos nossos filhos.
Amar alguém é ter extrema tolerância, ajuda-lo no que precisar, no que necessita, mas sabendo respeitar os limites destas decisões com muita parcimônia e prudência para evitar que supramos o que, carmicamente, ele precisa resolver.
Não criar diferenças, mas aceita-las e da mesma forma com muita parcimônia e prudência, não assumir o que cada um precisa resolver.

Sente-se uno com alguém, acontece quando amamos este alguém.
Amar não adocicar alguém.
Amar não é sentir dó ou pena de alguém.
Amar exige grande imparcialidade para saber ajudar e saber não interferir.
Amar é um “sentimento” completamente neutro, altruísta, de certa forma estranho ao que estamos acostumados a praticar.
Uma referência de um amor verdadeiro, foi de Maria para com seu filho Jesus, que ciente e completamente lúcida da sua Missão aqui na Terra, soube ama-lo sem interferir no foi anunciado e que precisa acontecer.

Sabemos que nem perto chegaremos, mas a vida compulsoriamente tem obrigado muitas pessoas a praticarem um nível mais próximo deste amor com muito sofrimento. Basta percorremos as cadeias, os hospitais, casas e veremos que pais sofrem caladamente a solução de pendencias cármicas de seus filhos pela vida, ou ao contrário, filhos acompanhando as soluções necessárias para seus pais.  

Quando nos conscientizamos destas necessidade, muda-se posturas, critérios, condições e daremos a pessoas que amamos muito mais chances de que as soluções cármicas sejam amenizadas ou espalhadas ao longo do tempo, pois carmas positivos contrabalançam carmas negativos.

Enfim precisamos nos aprofundar nos critérios do amor, ausente de contrapartidas, para que possamos compreende-lo melhor.
Assim será a nova Terra e assim será a nova humanidade.

Vamos refletir sobre os dois temas apresentados.
Hilton
 

domingo, 1 de maio de 2016

O Divino.

Pensamento do dia 01.05.16

Esta é a primeira coisa necessária: aspiração pelo Divino.
A Mãe.

Pois bem, aspirar o Divino, podemos dizer que a grosso modo são uma série de procedimentos que nos leva a esta busca.
Isto ainda não é natural na gente. Perdemos ao longo das eras esta possibilidade que encontra-se no âmago do nosso ser, pois ao nos depararmos com tanta ilusão e tantos sentimentos negativos, isto foi encoberto e hoje está desaparecido.
Imaginamos o Divino lá em cima e nós aqui em embaixo, quando na realidade esta relação de “cima e embaixo”, não existe, portanto é mais uma das armadilhas da ilusão.
O Divino está intrinsicamente dentro de nós.
A busca não precisa ser externa e muito menos material, pois quando nós voltarmos para dentro, ele se anuncia, aparece e exalta as coisas mais elevadas que possuímos.
No entanto, hoje buscamos o Divino  nos templos, nas igrejas, nas doutrinas e “barganhamos” sua presença.
Ainda assim é lícita estas alternativas, mas aos poucos o homem precisa se desvincular destas rotinas e buscar em si próprio, aquilo que sempre esteve em si mesmo.
Obvio que ao mantermos as estruturas ilusórias da vida, não sobra espaço mental para absorvemos novas possibilidades.
A ilusão da vida, onde nos envolvemos com estados de sofrimento e euforias passageiras, tem nos acorrentado ao longo das vidas, numa luta insana, completamente repetitiva e sempre para as mesmas coisas, ou seja, a mordomia material.
A aspiração acontece quando começamos a promover, por iniciativa própria, estes rompimentos com a ilusão, das “necessidades materiais”.
Este primeiro passo é o mais difícil e o mais desgastante, pois iremos nesta empreitada, contra nossos princípios que por eras, vidas, assimilamos, incorporamos e lutamos para mantê-los. Esta luta foi cruel, pois matamos, dilaceramos, trucidamos pessoas, estruturas, reinos para conquistar e manter o que sempre “escorreu pelos nossos dedos” como água.

No entanto, já nos primeiros lampejos do Divino, sentiremos a nova e única realidade que existe e as ilusões começam a se dissolver e desaparecer como fumaça.
Infelizmente poucos creem nisso e pouquíssimos estão dispostos a mudar certas regras, posturas, procedimentos, posições para pelo menos tentar este outro lado da vida, a vida real.
O medo aprisiona, detona e tolhe as poucas iniciativas que com alguns “insights”, somos estimulados.
Em seguida vem a soberba, o orgulho e o egoísmo que acabam por detonar tais iniciativas, no entanto, quem consegue resistir e insistir jamais se arrependerá e será amplamente estimulado a seguir em frente.
Como temos dito, a partir da nossa pequena e envergonhada iniciativa, forças poderosas, licitas e recheadas de amor, acercam-se de nós, pois sabem que nossa resistência é muito pequena e muito frágil para suportar grandes embates e desafios, então somos incentivados a continuarmos e se dermos a mínima correspondência, somos reforçados em nossa defesas.

É preciso, nestes tempos finais do ciclo planetário, posturas completamente diferentes das que temos manifestado nesta e  nas anteriores, pois os tempos  e os movimentos são anormais.

Vamos refletir e se nos interessarmos pois esta sugestão, abraça-la com muita força e muita boa vontade. A partir do primeiro, passo para os demais tudo ficará simples.
Hilton