terça-feira, 3 de maio de 2016

2 temas.


Pensamento do dia 2 de maio de 2016

"Sempre que há fingimento, há perigo. Você não pode enganar a Deus. "
A Mãe.

Pois bem, vamos nos reportar a este pensamento, face a enorme relevância do assunto:
Esta situação é mais comum do que imaginamos.
Como estamos acostumados a manter as aparências para terceiros e para a sociedade que pertencemos, mascarmos posições, tendências e vontades, com o intuito de igualar-se a grupos ou pessoas que seguem esta ou aquela possibilidade.
Isto é terrível, pois a prática contumaz desta postura oscilante, faz com você perca a própria identidade, ou acabe acreditando nas “máscaras” que são usa em face dos contatos com grupos distintos. Poderá haver, inclusive, mudanças acentuadas na personalidade.
Este aspecto é muito comum em artistas de novelas e cinema, pelo fato de representarem personagens distintos e antagônicos entre si. É comum ver-se tais elementos com forte distorções de humor, de vontades, “caindo”  constantemente. Nesta situação, as drogas acabam por iludir ainda mais tais indivíduos que vão buscar o que não existe em substancias mortais.

O fingimento neste aspecto espiritual, corre-se o mesmo perigo, com um agravante que pode ser o assédio de forças involutivas que enfraquecem a fé e as convicções, até então conquistadas.
Não há nenhuma possibilidade de enganar a Deus, aos homens sim, mas a Deus isto é impossível, portanto, é importantíssimo que ao entrarmos na seara espiritual estejamos conscientes de que sempre haverá pessoas que podem exercer duras críticas e contrapor-se, continuamente, ao que você acredita.
Apostar no contrário é, além de tudo, uma falta de maturidade excepcional e pode nos colocar numa berlinda de jogos vorazes (como no seriado de hollywood), onde ficaremos à mercê de forças negativas, sempre muito inteligentes.

O caminho espiritual, exige do estudante muita determinação, muita força de vontade e uma luta árdua com as próprias dúvidas e os desafios externos, que são exercidos por forças involutivas nos aspectos internos e por pessoas que irão dispor de fortes argumentos nas suas mentiras e o no seu descaminho.
Vejam quantas doutrinas, as chamadas doutrinas financeiras, que exercem poderes hipnóticos para agregarem seguidores, extorquindo-os ao limite na “venda” da fé e do lugar no céu.

O estudante espiritual precisa, além de tudo, descobrir as fontes reais e verdadeiras para o que precisa aprender. Portanto, fingir e aceitar estas oscilações de fé baseada nos grupos diversos que pertence, torna-se um descaminho.  

Pensamento do dia 03.05.16

Se você não pode sentir-se uno com alguém, isso significa que não se aprofundou bastante em seu sentimento.
A Mãe.

Pois bem, esta é a base do amor, sentir-se uno com alguém.
Pais, em especial as mães, praticam esta base com mais facilidade e continuidade ao darem à luz aos seus filhos. No período da gestação, esta afinidade atinge seu age no momento do nascimento e acabam por permanecer por muito mais tempo.
De certa forma, assim deveríamos agir com todos em todos os nossos relacionamentos, sentir-se uno com estas pessoas.
Sentir-se uno não significa aceitar certas posturas e declinar de outras, mas abraçar continuamente este processo de ascenção de cada um.

Os pais se dedicam arduamente ao seu filho em todos os aspectos, na formação, nas definições, nas dificuldades, nos carinhos, no amor quase incondicional, mas se retém a ele e dificilmente extrapola para as demais pessoas que fazem parte da sua convivência cármica.
O pensamento nos alerta quanto a isto e observa nossa falta de aprofundamento nas relações sadias e honestas.
Ora, não podemos ter ao nosso lado, pelo menos neste momento e neste mundo de expiação, pessoas alinhadas num nível de consciência muito próximo, mas pelo contrário, convivemos com níveis muito diferenciados e de extrema oscilação, fazendo com que a vida seja sempre cheia de controversas e desacordos.
Isto não pode nos impedir de amarmos alguém, pois o caminho deveria ser o mesmo caminho daquele quando nos dedicamos a preencher corretamente a vida dos nossos filhos.
Amar alguém é ter extrema tolerância, ajuda-lo no que precisar, no que necessita, mas sabendo respeitar os limites destas decisões com muita parcimônia e prudência para evitar que supramos o que, carmicamente, ele precisa resolver.
Não criar diferenças, mas aceita-las e da mesma forma com muita parcimônia e prudência, não assumir o que cada um precisa resolver.

Sente-se uno com alguém, acontece quando amamos este alguém.
Amar não adocicar alguém.
Amar não é sentir dó ou pena de alguém.
Amar exige grande imparcialidade para saber ajudar e saber não interferir.
Amar é um “sentimento” completamente neutro, altruísta, de certa forma estranho ao que estamos acostumados a praticar.
Uma referência de um amor verdadeiro, foi de Maria para com seu filho Jesus, que ciente e completamente lúcida da sua Missão aqui na Terra, soube ama-lo sem interferir no foi anunciado e que precisa acontecer.

Sabemos que nem perto chegaremos, mas a vida compulsoriamente tem obrigado muitas pessoas a praticarem um nível mais próximo deste amor com muito sofrimento. Basta percorremos as cadeias, os hospitais, casas e veremos que pais sofrem caladamente a solução de pendencias cármicas de seus filhos pela vida, ou ao contrário, filhos acompanhando as soluções necessárias para seus pais.  

Quando nos conscientizamos destas necessidade, muda-se posturas, critérios, condições e daremos a pessoas que amamos muito mais chances de que as soluções cármicas sejam amenizadas ou espalhadas ao longo do tempo, pois carmas positivos contrabalançam carmas negativos.

Enfim precisamos nos aprofundar nos critérios do amor, ausente de contrapartidas, para que possamos compreende-lo melhor.
Assim será a nova Terra e assim será a nova humanidade.

Vamos refletir sobre os dois temas apresentados.
Hilton
 

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