Pensamento
do dia 05 de maio de 2016
O
amor Divino se dá e não pede nada.
A
Mãe.
Pois
bem, podemos dizer que temos usufruído muito pouco do amor Divino, quase
irreconhecível em nosso ser.
“Achamos”
que temos uma vida independente e solitária, como se fôssemos auto suficientes.
Mais
uma ilusão e esta é das “grandes”.
Não
existiríamos sem o amor Divino.
No
entanto isto não nos passa pela cabeça da imensa maioria, por isto nos
distanciamos de algo fundamental e imprescindível para o equilíbrio que
precisaríamos ter.
Esta
ilusória auto suficiência tem sido alimentado de forma radical e está implícita
em todos os contatos com a vida material.
Enfim,
fomos iludidos de forma tão eficiente que não sentimos mais esta dependência
positiva e essencial.
Desta
forma, nos sentimos solitários, rejeitados e facilmente culpamos aqueles que
nos cercam.
Esta
sensação tem se ampliado nestes finais do ciclo terreno, pois este estado de
solidão era previsível face a decisão (em caráter absolutamente pessoal) que
teremos de tomar nos próximos momentos.
No
entanto, esta solidão necessária deveria ser estar alinhada com o amor
Divino, que nos intuiria com os anseios da alma para que a decisão fosse tomada
no conjunto corpo-mente-alma.
Lembrando
a decisão a ser tomada: permanecer ou não no livre arbítrio.
Na
toada da vida que estamos vivendo, estamos interpretando tudo errado, ou seja,
a solidão necessária acaba por se transformar em ausência e a coligação
corpo-mente-alma não acontece. Com isto entramos em depressão, fuga, pânico,
manifestações de TOC´s, além de outras síndromes psicológicas, enfim,
acentuamos os medos, procuramos fugir, nos recolhemos ao invés de expandirmos,
temos a sensação de fim desprovido do sentimento de reinicio, ou seja,
manifestamos somente o revés da real situação que deveríamos viver se
tivéssemos um mínimo de lucidez mental e espiritual.
Esta
aparente sensação de separação do amor Divino, um fato ilusório, vem criando
estas sensações ruins e a maioria se sente impotente para reverter ou quebrar
estas ilusões.
Isto
decorre do nosso “afastamento” constante do processo evolutivo que deveríamos
estar trabalhando, da nossa desatualização mental para estes tempos, dos nossos
preconceitos que mantem-se ferrenhos e intensos e das inúmeras distrações que
as forças involutivas, ardilosamente, colocam como armadilhas mortais para os
fracos e desesperados.
Por
outro lado tem sido fácil perceber o marasmo que a maioria continua mantendo,
como se ficar parado no tempo fosse resolver.
Se
você se sente assim reveja sua vida, seu posicionamento em relação às
prioridades, seu foco e seus objetivos de curto e médio prazo, suas relações e
a que ponto você tem se envolvido de forma positiva ou negativa, enfim, faça
uma reengenharia e tenha coragem de mudar o que sente que tem de mudar.
Isto
deve ser em caráter pessoal, sem interferência de terceiros, sem opiniões ou
palpites, pois cada um se encontra num estado mental distinto e absoluto.
No
entanto, você poderá buscar informações, aprimorar seus conceitos, solicitar
conselhos que não envolvam aspectos pessoais, fortalecer o que ainda está
duvidoso e que isto seja feito de imediato, com muita dinâmica e concentração
para seu processo de reengenharia de vida.
Busque
ajuda, não fique parado. Cada minuto conta.
Busque e esta busca
lhe trará forças suficientes para o que o amor Divino volte a toca-la(o) e você
se sinta novamente amparada(o), independente das pessoas ao seu lado.
Lembre-se
que será você, com mais lucidez e conhecimentos que deverá amparar as pessoas
ao seu lado. Estas irão procura-lo(a), pois seu equilíbrio e lucidez será uma
referência em momentos de grande conturbação porque estamos passando e iremos
passar.
Jamais
se sinta incapacitado(a) para isto, pois em determinados momentos onde
situações estiverem acima das suas possiblidades, o amor Divino assume sua
manifestação e passa a conduzi-lo(a) corretamente e dentro do contexto do Plano
Maior.
Se
amamos, estes trabalhos preparatórios são fundamentais.
Temos
de deixar de ser mais um à procura de ajudas, como todos tem feito e como todos
farão.
Temos
de ajudar, assumir uma postura de colaboração, e para isto precisamos ter uma
ampla coligação com as imensas estruturas celestiais, angelicais,
intraterrenas, extraterrestres, hierárquicas que rodeiam a Terra para seus
momentos finais deste ciclo planetário.
Precisamos
ser esta extensão da vontade Divina, do amor Divino, que irá acolher os que
permitirem de serem acolhidos.
Poucos
tem esta lucidez e para que isto aconteça com muito mais seres humanos, temos
de ser esta extensão deste Trabalho final do ciclo atual.
Desta
forma, resumidamente temos duas opções:
Nos
envolvermos no amor Divino e Trabalharmos, ou sermos mais um a necessitar deste
amor Divino e destes Trabalhos.
Posicione-se!
Hilton
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