sexta-feira, 6 de maio de 2016

O que precisamos vem de Deus.

Pensamento do dia 06 de maio de 2016.

Sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido.
A Mãe.

Pois bem, parece simples e muito lógico tal colocação, “sinceridade na aspiração sempre traz o socorro requerido”.
Mas no mundo físico não agimos assim, não somos sinceros.
No mínimo ardilosos no que fazemos, quando muitas vezes falsos em nossas intenções.
Se desejamos algo, como por exemplo um cargo numa empresa, ardilosamente vamos criando situações que colocam potenciais adversários em desvantagem.
Se desejamos um objeto material vamos compondo situações favoráveis que muitas vezes pode ser desfavorável a alguém, para obtermos o que desejamos.
Usamos e abusamos das mentiras.
Tem pessoas que são incrivelmente convincentes em seus argumentos mentirosos, aja visto o campo político.
Por último, para completar, temos nossas ambições.
O desejo somatizado pela ambição, recheada com a mentira e embalada pela falsidade, cria um “sanduiche” sem igual, extremamente apetitoso para muitos que acabam nesta armadilha saborosa e com isto conquistamos coisas que muitas vezes não estávamos preparados para tê-las.
Claro que se não estávamos preparados para tê-la, é questão de tempo para a perdermos.
Sendo assim, não seguimos as regras naturais da vida, do destino, das Leis, da vida em comum, partindo em muitas pedaços o que poderia ser alo continuo e constante, recheado de adequações e trabalhos preparatórios que viriam da alma, para conquistarmos o que seria natural no processo evolutivo.

Ainda não temos esta consciência de que o que precisamos vem de Deus.
Só admitimos que o que precisamos precisa ser conquistado, disputado, concorrido, competido e seu ganho pode ou não representar enormes carmas a serem saneados na vida atual ou nas futuras.
Esta distância da realidade chama-se ILUSÃO e tem sido nesta ilusão que vivemos.
Criamos assim o planeta da competição e vejam que tem muita gente feliz e ansiosa para os “Jogos VORAZES Olímpicos”, onde destruir o competidor é a regra do jogo.
Nestes “Jogos Vorazes”, teremos um vencedor, o primeiro lugar que é o que importa e um monte de gente frustrada, mas todos, sem exceção, estarão desgastados fisicamente e espiritualmente, retendo imensos processos evolutivos, além de um carma muito especifico e com sequelas nas vidas futuras com os corpos físicos a serem adquiridos.
Por outro lado, nós espectadores, torcedores, estaremos carmicamente ligados a estes “Jogos Vorazes”, pois incentivamos o processo de destruição moral, mental, espiritual e físico dos “nossos” atletas, colaborando para que o processo de “queda” se acentue em todos – atletas, competidores, espectadores, organizadores, países envolvidos e o país sede que detem a voracidade da competição mundial.
Recomendo, enfaticamente, que assistam esta série – Jogos Vorazes – que vem passando nos canais pagos, pois os filmes retratam exatamente nosso comportamento numa escala mais intensa e agressiva, ressaltando supérfluo e a indiferença com a vida humana.

Desta forma, o que tem sido solicitado, nesta fase final das advertências e recomendações, são mudanças bem acentuadas de posições, de desejos, de satisfações, de posturas, onde o que cada um considerar como correto e adequado, empregue em si o que vem sendo recomendado.

Não há mais tempo para delongas para sutilezas, para recomendações leves e suaves pois temos de estar alinhados com esta imensa estrutura de “ajuda cósmica” que já encontra-se entre nós.

Recomenda-se que redobremos nossos esforços, filtremos nossos desejos e vontades, selecionando aqueles que tem algum caráter evolutivo e substancialmente espiritualizado.
Recomenda-se que abandonemos aspectos grosseiros da nossa vida, ambições mais relevantes, desejos sofisticados, posturas agressivas, acreditando mais que seremos providos nos momentos oportunos, mas nunca com excessos e sim com o suficiente.

Reflitam.
Não percam tempos preciosos com coisa inúteis e supérfluas.
Não se distraiam. Não há mais necessidade disto.

Hilton

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