quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Como posso me tornar cruel.

Pensamento do dia 03 de agosto de 2016.

A doação é a forma mais livre de se lidar com dinheiro ou com qualquer bem, desde que feita com atitude correta.
Trigueirinho

Pois bem, a doação consciente, sem que se atrele alguma espécie de reconhecimento ou contrapartida, como diz o pensamento, é a forma mais livre de lidar com dinheiro ou qualquer bem.
Diferente de outras possibilidades, os fracos usam a doação para se  autopromoverem, com foco na exposição e na exploração de uma atitude que o destacará dos demais.
Isto ocorre significativamente nos meios políticos, onde os bens públicos, inclusive o dinheiro vira plataforma de autopromoção e reeleição.

A competição onde os méritos de vencer são “compensados” se assemelha a doação com autopromoção, portanto, como conceito evolutivo é ineficaz e não atende as regras, as Leis e as energias do sistema evolutivo espiritual.

Entramos na fase das olimpíadas, onde o foco se concentra na mais pura e insana competição.
Isto será algo, aqui no Brasil, como ocorre nos demais países sede, que estimulará nossa juventude e nosso povo a manter, erroneamente, um espirito “esportivo” competitivo.
Atletas que vão ao limite de seus corpos físico, mental e emocional, geram intensos carmas que deverão ser saneados nas reencarnações futuras, colhendo os frutos dos excessos que é a vida na competição, na vaidade e no foco único de vencer o semelhante.
Esta vaidade tem um preço muito elevado e a sociedade compartilha com tudo isto, pois incentiva, financia, motiva, enfim delibera os estímulos da competição nas suas crianças, nos seus jovens, criando idealismo falsos e perecíveis, alimentando um dos grandes erros da humanidade.

É assim que deixamos de viver, na raça humana, como corpo único, como corpo humanidade (humanidade única que habita um planeta em transição), na harmonia, no consenso, no compartilhamento, pois tudo se volta para a competição, onde nos tornamos concorrentes como seres humanos.
A competição e a concorrência está destruindo o planeta, pois o consumo é absurdamente incentivado, extraindo a matéria prima que é esgotável e em um momento irá terminar.
Em função disto, criamos as fronteiras, as bandeiras e obviamente as guerras.
Assim se formou as inúmeras religiões, o terrorismo, enfim a brutalidade toma corpo, encarna nas pessoas e nos torna violentos e insensíveis
Hoje guerreamos em arenas, em estádio, nas olimpíadas, mantendo a chama do guerreiro e da estupidez no coração dos nossos jovens.

Veja que estas são atitudes, contrarias ao espirito da doação, do acolhimento, da harmonia, nos mantem guerreando uns contra os outros, onde nos momentos de  “paz” competimos em diversas modalidades, para “não perdermos o espírito guerreiro e a ignorância”  movimentando  muito dinheiro e muitos interesses que atendem a ganancia e o egoísmo do homem fraco.

Enfim para aqueles que se sentem mais lúcidos, mais realistas em relação às metas da evolução, analisem e revejam suas posturas com relação a isto e não enfatizem o que já passou da hora de ser negado.


Hilton

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Autopiedade.

Pensamento do dia 01 de agosto de 16.

A autopiedade é um sentimento que fecha nosso coração.
Trigueirinho.

Dicionário:
Autopiedade: Sentimento de piedade, de compaixão em relação a si mesmo, principalmente tendo em conta seus próprios problemas, desgostos, decepções: via seus problemas sob a ótima da autopiedade.
[Por Extensão] Vitimismo; tendência para se fazer de vítima das circunstâncias: não consigo lidar com sua autopiedade.

Pois bem, é comum nos colocarmos nesta situação, a de nos transformarmos em coitadinhos aos olhos dos outros.
É comum pois como não conseguimos viver com autenticidade o que efetivamente somos, mascarando expressões, sensações, manifestações, gestos, palavras, a autopiedade faz parte do mundo ilusório, ou do teatro da vida.
É um gesto perigoso, pois poderemos nos convencer das carências que interpretamos e torná-las parte real dos nossos problemas.

A autopiedade pode ser bem cruel, pois quando nos autopiedamos (não se existe esta palavra) com as crianças, estaremos abusando de sentimentos puros, reais, inocentes, ingressando-as no campo das mentiras, pois elas irão associar que mascarar uma situação pode ser vantajoso no curto prazo.
Isto começa a aparecer quando a criança começa a ser mais tinhosa, manhosa, de forma mais acentuada. Provavelmente a relação com adultos envolvidos nestas ilusões tem influenciado de forma mais acentuada e irá se tornar mais nefasto para aquele pequeno ser.

A autopiedade, como diz o tema, fecha o coração.
O coração é puro, autentico, real e só manifesta os desejos da alma. Quando usamos da autopiedade, este se aparta desta ilusão, mas sofre, pois se sente oprimido. No aspecto físico, por ser um músculo que expande e contrai, começa a ser influenciado por esforços além dos normais, gerando inúmeras consequências negativas como arritmia, expansão, excesso de cargas elétricas, profundas contrações, enfim desalinha-se com seu ritmo normal e com o tempo entra num desgaste excessivo, ficando exposto a um colapso.
Pra variar, nunca medimos as consequências dos nossos atos adversos à realidade e não mensuramos como nos desgastamos e como adoecemos ao submeter nosso corpo físico a esforços além da sua capacidade natural.

Os prejuízos com condutas erradas, imprecisas, ilusórias, onde sentimentos negativos e arredios aos desejos da alma se  manifestam continuamente, produzem desgastes acentuados, enfraquecimentos, exposições a ataques de vírus, bactérias e demais elementos que comprometem terrivelmente nossa saúde.
Um câncer adormecido, em processo de ajuste e alinhamento, pode se tornar ativo se nosso comportamento se tornar desregrado da nossa linha evolutiva.
Esta situação é muito mais comum do que parece e tem sido nefasta, sob o ponto de vista físico, mas complacente sob o ponto de vista espiritual, pois tira a pessoa de novos compromissos cármicos.

Muitas pessoas retroagem nos aspectos físicos e psicológicos devido a estas manifestações desalinhadas nos sentimentos e na postura, entre elas a autopiedade, pois sentir-se ruim para cativar alguém poderá ser um desejo que em algum momento será atendido e se tornara real.

Vivemos no mundo das fantasias, subjugamos as profecias, superestimamos nossa vaidade e nossas possibilidades, desconhecemos nossa fragilidade, não nos submetemos às forças da vida, mas cedemos ás ilusões mortais.
Enfim o homem de bem precisa se reinventar, pois pouco tempo nos resta para que certas alterações de conduta, de pensamento e de fé possam atrair novamente a permissão de sermos ajudados.

Não há mais o que fazer para mudar o ambiente que vivemos. A tendência é sempre de piorar cada vez mais, com mais detalhes e mais pessoas envolvidas.

Você, que tem lido estas informações, se sensibilizado quanto as energias contidas no texto e quanto a coerência das informações, reinvente-se.
Faça isso com muita rapidez, pois quanto menos se espera algo impactante poderá mudar completamente a vida atual.