quinta-feira, 30 de maio de 2019

Passos Atuais - 72a Parte. A arte da cura.


No atual momento planetário, o uso de grandes quantidades de medicamentos acarreta um desgaste acentuado, pois o relacionamento puro, como teria sido necessário, não pôde estabelecer-se entre curador e paciente; na realidade, é preciso uma interação interna, acima de fatores materiais, entre a consciência do curador e o ser interno do paciente. De fato, quando esse relacionamento não é observado, os medicamentos podem causar desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Todo um grupo de futuros curadores já está sendo preparado pela Hierarquia, para que o correto Serviço se instale na próxima etapa da vida de superfície terrestre.
Figueira.

Pois bem, é notório como somos fãs de medicamentos.
Quanto maiores forem as reações, temos a ilusão de que melhores são.
Na realidade as reações estão causando, com ampla possibilidade, os desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Também de nada adianta não tomar remédios e achar que a natureza por si só irá nos curar. É preciso que movimentos internos, que a luz interna, produzam os efeitos necessários para que o corpo volte-se para sua harmonia.
O mental e o emocional, altamente influenciáveis pelas circunstancias do nosso meio ambiente deplorável, não tem conseguido organizar-se para que esta luz interna, também chamada de fogo interno, manifeste-se, reagindo contra os fatores do desequilíbrio em nosso corpo físico.
O curador no futuro terá amplas facilidades para exercer o ato de curar, mas a situação atual é critica e desfavorável, pois o paciente recebe o tempo todo informações contraditórias.

A doença é a manifestação física do desequilíbrio. Um carma em exercício, manifestado por uma doença, realiza as compensações necessárias, no processo da purificação. Nem sempre poderá ser compensado ou curado, na fase atual que vivemos, pois não há tempo para que a encarnação em andamento possa realizar novas compensações, desta forma, a doença precisa prosseguir e concluir.
A cura exercida pelo curador, nem sempre visa a doença em desenvolvimento no paciente, mas visa seu equilíbrio interno, via manifestações de luz que irão ocorrer no processo de saneamento que a doença vem exercendo.
O curador não cura, mas acende a centelha, gera a faísca que irá acender o fogo interno de cada paciente para que o que foi previsto pelo destino se realize da melhor forma possível.
De certa forma e em linhas gerais, o paciente precisa buscar a harmonia e a paz interna, possivelmente através do curador. Este por sua vez tenta canalizar ações que possam amenizar, aliviar ou quem sabe sanear de vez a desarmonia em evidencia.
É uma luta titânica, pois nos encontramos num planeta cármico, onde a desarmonia é o objetivo básico das forças involutivas.

Nossas deficiências físicas, mentais e espirituais, estão sendo colocadas em evidencia. Não exsite o conceito do castigo ou da punição, mas estas manifestações nada mais são do que uma forma de percebermos nossas deficiências para que possamos ter a chance de supri-las.
Nada nos acontece sem nosso consentimento, concordância e sem que a mereçamos, portanto extrair aspectos positivos do que se está passando é importantíssimo. O curador tem esta função,  no intuito de ajudar para que esta percepção ocorra.
No grupo desenvolvemos a figura do tutor, ou seja, aquele que tutela alguém que consentiu seu “tratamento”, a um grupo de cura.
O tutor é a presença física do curador e das energias curativas que poderá envolver o paciente em questão. Sua função é essencial e primordial, pois ajudara duplamente: as energias manifestadas, bem como deverá acentuar a capacidade de compreensão do paciente que se submete ao “tratamento”.
Curador e tutor em vários momentos tornam-se um só, tornam-se o canal que conduz à “Fonte” para que a fogo interno se manifeste e atue sobre o paciente.
A responsabilidade do curador e do tutor são grandes. Ambos precisam ter muita compreensão, conhecer os assuntos sobre cura e a arte de curar, além manterem-se em constante equilíbrio.

Enfim este assunto é bem extenso. Aos poucos iremos conhece-lo para melhor “trabalharmos”.
Caso tenham perguntas especificas, estamos à disposição.
Hilton

segunda-feira, 27 de maio de 2019

Passos Atuais- 71a Parte. Posicione-se sobre o ato de curar.


Na sua fase atual, a humanidade já deveria ter reconhecido as linhagens hierárquicas e ter sua vida externa estruturada segundo padrões  por elas emanados.
Os curadores, por exemplo, constituem hoje uma linhagem fundamental no processo de elevação do ser humano. A cura na superfície da Terra não deveria ter-se transformado num trabalho comercializado e, na maioria das vezes, realizado com pouco critério.
Cada grupo, cada ser, cada nuance da expressão de um indivíduo, é manifestação de uma energia específica; como tal, o ser humano deveria ser tratado por aqueles que pretendem dedicar-se à cura.
Figueira.

Pois bem, há pouco obediência da humanidade em geral para com a voz da sua consciência.
De forma geral, os ouvidos e as ilusões que determinam as tomadas de decisões que temos feito. Sendo assim temos errado, temos errado feio e continuadamente.
Queremos coisas que sequer sabemos para que, e temos feito coisas sem avaliar as consequências,
Pelos erros cometidos percebe-se que a voz interna, a voz das Hierarquias, tem sido desprezada. A consciência vive uma fase de total apatia e com isto, a personalidade carregada de seus artifícios escusos e tendenciosos manifesta-se numa total regressão ao que se praticou no passado.
O homem está carente de curas.
Estamos vivendo uma fase doentia, pois temos experimentado todas as práticas da distorção moral, social, humanitária e mesmo assim estas praticas continuam dominando as ações da maioria.
Tanto as grandes ações como as pequenas ações praticadas, distorcidas e contrarias às Leis hierárquicas, prejudicam e atrasam a evolução das espécies. De forma geral o pecado é o mesmo e o carma gerado entra na soma.
Precisamos de cura.
Cura física, cura moral, cura emocional, cura religiosa, cura social, cura cultural, cura da ignorância, precisamos de doses concentradas da energia curativa para manter o pouquíssimo equilíbrio que nos resta.
A cura em si é um conjunto de ações e providencias que trabalham vários aspectos do ser humano.
O paciente precisa desejar a cura, compreender o que precisa ser curado, mudar seu comportamento, seu entendimento sobre a vida, sobre as coisas, disciplinar-se, agir, movimentar-se, sair da ociosidade que tem permanecido por vidas sem alterar o que está apodrecido e fedendo dentro de si.

Como tem sido dito, temos de irradiar energia, luz, impulsos, vibrações, mas como fazemos se estamos doentes?
Não podemos irradiar uma energia distorcida, contaminada, por isso da grande ajuda externa, nesta fase da transição planetária, para que possamos ter uma condição saudável que possa expressar uma certa luz, uma certa irradiação, um certo impulso, sem comprometer mais ainda o que já está comprometido.

As pessoas não tem vontade, não tem paciência, não tem educação, reclamam de tudo, vivem se lamentando.
Estamos num planeta cármico. Tudo que fazemos terá algo contra. Tudo nosso esforço positivo irá gerar um esforço negativo e contrario com a mesma intensidade, por isso desta luta intensa de sobrevivência. Isto só termina quando sairmos desta submissão à lei Cármica.
Quem não aguentar esta etapa final e muitos não irão, irá permanecer em planetas cármicos espalhados pelo universo, por mais um ciclo. É assim que funciona, temos de superar, temos de vencer, temos de mostrar que aprendemos e estamos aptos a prosseguir.
Deus não dá moleza pois Ele não tem pressa. Cabe a nós mostrarmos nossa capacidade de superação a Ele.

O Grupo na fase atual foi incentivado para atuar com as atividades da cura.
Não temos nenhuma pretensão de sermos curandeiros, mágicos ou sarar ferimentos, simplesmente, mas temos a pretensão de transformar pessoas, de atualiza-las perante o ciclo que se percorre nesta fase final da transição planetária.
Uma transformação decorre somente de motivações internas que cada um terá de ir buscar. Podemos, como curadores, ser a faísca mas não o fogo da transformação. Isto é interno.
No entanto a faísca está escassa pois a maioria dos curadores perdeu-se ao longo do tempo com energias contrárias e outros interesses.
A faísca alicerça as bases do amor, da vida interior, do continuísmo e da superação.
Cada indivíduo que se coloca como parte do Grupo tem de refletir sobre isto, se posicionar, submeter-se ao que for necessário para dar a contribuição, caso contrario será um peso morto para o Grupo carregar.
Hilton