Na
sua fase atual, a humanidade já deveria ter reconhecido as linhagens hierárquicas
e ter sua vida externa estruturada segundo padrões por elas emanados.
Os
curadores, por exemplo, constituem hoje uma linhagem fundamental no processo de
elevação do ser humano. A cura na superfície da Terra não deveria ter-se
transformado num trabalho comercializado e, na maioria das vezes, realizado com
pouco critério.
Cada
grupo, cada ser, cada nuance da expressão de um indivíduo, é manifestação de
uma energia específica; como tal, o ser humano deveria ser tratado por aqueles
que pretendem dedicar-se à cura.
Figueira.
Pois bem, há pouco obediência da humanidade em geral para com a
voz da sua consciência.
De forma geral, os ouvidos e as ilusões que determinam as tomadas
de decisões que temos feito. Sendo assim temos errado, temos errado feio e
continuadamente.
Queremos coisas que sequer sabemos para que, e temos feito coisas
sem avaliar as consequências,
Pelos erros cometidos percebe-se que a voz interna, a voz das
Hierarquias, tem sido desprezada. A consciência vive uma fase de total apatia e
com isto, a personalidade carregada de seus artifícios escusos e tendenciosos
manifesta-se numa total regressão ao que se praticou no passado.
O homem está carente de curas.
Estamos vivendo uma fase doentia, pois temos experimentado todas
as práticas da distorção moral, social, humanitária e mesmo assim estas
praticas continuam dominando as ações da maioria.
Tanto as grandes ações como as pequenas ações praticadas,
distorcidas e contrarias às Leis hierárquicas, prejudicam e atrasam a evolução
das espécies. De forma geral o pecado é o mesmo e o carma gerado entra na soma.
Precisamos de cura.
Cura física, cura moral, cura emocional, cura religiosa, cura
social, cura cultural, cura da ignorância, precisamos de doses concentradas da
energia curativa para manter o pouquíssimo equilíbrio que nos resta.
A cura em si é um conjunto de ações e providencias que trabalham
vários aspectos do ser humano.
O paciente precisa desejar a cura, compreender o que precisa ser
curado, mudar seu comportamento, seu entendimento sobre a vida, sobre as
coisas, disciplinar-se, agir, movimentar-se, sair da ociosidade que tem permanecido
por vidas sem alterar o que está apodrecido e fedendo dentro de si.
Como tem sido dito, temos de irradiar energia, luz, impulsos,
vibrações, mas como fazemos se estamos doentes?
Não podemos irradiar uma energia distorcida, contaminada, por isso
da grande ajuda externa, nesta fase da transição planetária, para que possamos
ter uma condição saudável que possa expressar uma certa luz, uma certa
irradiação, um certo impulso, sem comprometer mais ainda o que já está comprometido.
As pessoas não tem vontade, não tem paciência, não tem educação,
reclamam de tudo, vivem se lamentando.
Estamos num planeta cármico. Tudo que fazemos terá algo contra.
Tudo nosso esforço positivo irá gerar um esforço negativo e contrario com a
mesma intensidade, por isso desta luta intensa de sobrevivência. Isto só
termina quando sairmos desta submissão à lei Cármica.
Quem não aguentar esta etapa final e muitos não irão, irá permanecer
em planetas cármicos espalhados pelo universo, por mais um ciclo. É assim que
funciona, temos de superar, temos de vencer, temos de mostrar que aprendemos e
estamos aptos a prosseguir.
Deus não dá moleza pois Ele não tem pressa. Cabe a nós mostrarmos
nossa capacidade de superação a Ele.
O Grupo na fase atual foi incentivado para atuar com as atividades
da cura.
Não temos nenhuma pretensão de sermos curandeiros, mágicos ou
sarar ferimentos, simplesmente, mas temos a pretensão de transformar pessoas,
de atualiza-las perante o ciclo que se percorre nesta fase final da transição planetária.
Uma transformação decorre somente de motivações internas que cada
um terá de ir buscar. Podemos, como curadores, ser a faísca mas não o fogo da transformação.
Isto é interno.
No entanto a faísca está escassa pois a maioria dos curadores
perdeu-se ao longo do tempo com energias contrárias e outros interesses.
A faísca alicerça as bases do amor, da vida interior, do continuísmo
e da superação.
Cada indivíduo que se coloca como parte do Grupo tem de refletir
sobre isto, se posicionar, submeter-se ao que for necessário para dar a
contribuição, caso contrario será um peso morto para o Grupo carregar.
Hilton
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