sábado, 27 de junho de 2015

A quem devo me submeter?

Pensamento do dia, sábado, 27 de junho de 2015

"Viver uma lei superior é ser expressão dela."
Trigueirinho.

Pois bem, na vida material somos obrigados a viver dentro das leis, sejam elas sensatas ou insanas, arbitrarias, partidárias, tendenciosas, licitas, ilícitas, confusas, justas, injustas, enfim não importa suas finalidades e objetivos, nem sempre corretos ou justos, mas se nos desviarmos somos punidos (nem todos, também).
As Leis superiores foram definidas dentro de critérios que condensam a evolução de uma raça inteira, de um planeta, de um sistema solar, de uma galáxia, de um universo.
Se aplica a tudo e a todos e os princípios básicos são os evolutivos.
Elas não são punitivas, mas exerce em nós a real necessidade de nos alinharmos a Elas, pois são provenientes de Consciências muito evoluídas e que já caminharam por todo o Universo material, portanto, com larga experiência que foram conquistando ao longo das suas vivencias.
Tem por base na sua estrutura a Lei do Amor.
Podemos desobedece-las? Sim, na fase atual do Livre Arbítrio, normalmente nos desenquadramos das Leis superiores, pois ainda matamos, roubamos, mentimos, etc..
Existe punição? Não.
Tais Leis não punem pois este conceito de punição existe somente na raça humana da Terra, ainda incipiente para adotar outras medidas mais evolutivas e eficazes.
Basicamente quando nos desenquadramos de uma Lei superior, cairemos na roda das repetições até às compreendermos em sua plenitude.
Uma Lei superior contém verdades e com amor nos ampara para não nos perdemos em quedas permanentes.
Por exemplo, um dia deixaremos de matar, seja um semelhante ou um indivíduo de outro reino (animal, por exemplo), mas até lá iremos repetir vidas e situações até compreendermos o que é uma Lei superior.
Em cada vida oportunidades vão surgindo para que possamos ampliar nossa inteligência e nosso nível de consciência para compreendermos porque não se deve matar, por exemplo. E assim, sucessivamente, iremos nos aprofundando no conteúdo de uma Lei superior.

Este tem sido o método que a maioria se utiliza: do erro e da repetição.

Não somos obrigados a isto, pois com discernimento e inteligência podemos compreende-Las e aplica-las corretamente.
A boa intenção é uma energia muito poderosa que nos trará fontes de energias esclarecedoras, ativando células no nosso organismo para que este estado de compreensão possa ser ampliado ao máximo em cada encarnação, trazendo a devida lucidez para percebemos uma Lei superior e nos submetermos a Ela, de forma espontânea e com absoluta liberdade.
Esta forma de aprendizado é o mais veloz, o mais econômico,  o mais coerente e nos coloca num ritmo evolutivo com a plena sintonia do pulsar universal.
Quando você se alinha com uma Lei superior, você se satisfaz, sente o acolhimento, percebe seu envolvimento com forças e energias superiores, tudo flui, certas barreiras se desarmam, pois a base destas Leis é o amor.
Teus sustos e teus medos diminuem sensivelmente, pois você se sentirá protegido e acolhido. Entra numa nova cadencia, num novo ritmo, despreocupa-se com você, sua atenção se expande, você se liberta das tuas mágoas, dos teus temores, da tua mesquinhez, da tua ganancia, pensará grande, além da atmosfera planetária, pois torna-se um “contatado”.
Cumprirá teus carmas sem os pesos que hoje temos carregado para cumpri-los e poderá transformá-los em atitudes úteis ao meio que vivemos.
Simplesmente é um outra sinfonia na tua vida com a regência de um maestro que é Pai, que tudo sabe e que sempre irá escolher o que de melhor você poderá assimilar.

Isto é muito simples e muito fácil de fazer, o difícil e doloroso será quebrarmos a forma errada que hoje temos vivido.

Vamos refletir, vamos reformular, vamos ter a coragem de reconhecer a que e a quem devemos nos submeter, pois uma Lei superior, também não irá desrespeitar uma lei humana, pois sempre haverá tolerância e compreensão do maior para com o menor.

 Hilton


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Como será seu futuro?

Pensamento do dia, sexta-feira, 26 de junho de 2015

"Hás de confirmar a tua entrega passo a passo."
Trigueirinho.

Pois bem, entrega, algo que todos temem em fazer.
O medo da entrega tem sido surpreendente. Não sabemos entregar.
Sabemos conquistar, nem sempre de forma lícita, sabemos possuir, sabemos guardar, muitas vezes de forma absurdamente excessiva, mas entregar é algo ainda doloroso para muitos.
Quaisquer que sejam os objetos, os sentimentos, ou de forma geral o desapego a ser feito, aí o bicho pega.

Mesmo sabendo que um dia iremos morrer, na hora da morte, a luta e o apego ao corpo físico é algo descomunal. Porque?
Pela farta e abundante ignorância sobre a Vida, sobre seu continuísmo, sobre o conjunto de corpos que possuímos, sobre os conceitos da evolução, sobre a pluralidade dos mundos e dos seres vivos, sobre os níveis de consciência, enfim sobre a espiritualidade em geral.
Enquanto não lutarmos arduamente para sairmos desta ignorância, continuaremos com grandes dificuldades para a entrega e o desapego.

No geral, estes desapegos e as entregas que temos feito, são compulsórias, ou seja, nos vemos sempre em situações que não resta outra opção. Ou entrega e desapega, ou entrega e sofre. Sempre incomoda.

No entanto, há certas pessoas que vem preparadas para isto. São pessoas de um nível de consciência um pouco mais elevado, que encarnam preparadas para que em algum momento possam ceder o corpo em vida para outra alma, liberando importante Tarefa a ser cumprida em prol da humanidade.
Então, uma alma nova, superior, muito consciente do que irá fazer e assumir, reencarna naquele corpo em vida, para realizar o que for preciso.
Esta passagem é tranquila, ocorre em uma noite, não há sobressaltos ou interferências e a nova alma, além da Tarefa que irá realizar, assume as condicionantes cármicas daquele ser que cedeu seu corpo.
Esta é uma prova incrível e fantástica, pois o nível de desapego chegou ao seu grau mais elevado aqui na Terra, ou seja, a entrega do corpo vivo encarnado.
Portanto, temos entre nós, almas muito elevadas, capacitadas e evoluídas, que discretamente irão Trabalhar no que for definido pelo Plano Maior.
Da mesma forma, isto ocorre com Seres de outros mundos que podem assumir postos chaves para que o processo cíclico da Terra ocorra sem grandes interferências da ignorância humana. Aliás isto vem ocorrendo em momentos críticos como aqueles em que a humanidade se viu às voltas com uma guerra nuclear.

Em todas as circunstância, não haverá nenhuma interferência no destino definido para aqueles corpos transmutados.
Este tipo de sacrifício vem ocorrendo em todas as eras do planeta, pois em todos os momentos, tivemos a necessidade de que vibrações elevadas e consciências lúcidas pudessem agir corretamente no processo evolutivo do planeta e de seus reinos.

Um dos exemplos mais clássicos, foi a cessão do corpo fisico, mental e espiritual entre Jesus e Jesus o Cristo Cósmico.

O momento atual é ímpar, pois temos entre nós, um número bem razoável de almas reincorporadas para a transição planetária, numa fase já considerada de emergência.
O Plano se utiliza até os “últimos minutos” para que respostas positivas acontecem pela humanidade, antes de tais providencias, mas infelizmente, nossa omissão tem sido gigantesca, pois o egoísmo ainda domina a maioria dos corações humanos.

A entrega é absolutamente necessária na evolução da vida em todos seus aspectos, pois você precisa entregar o que não mais lhe condiz com o novo momento evolutivo que virá. Primeiro entregamos, depois recebemos e pulamos de nível mental.
No entanto, a luta da humanidade tem sido exatamente o contrário, pois ser, ter, possuir e acumular é o que tem acontecido, portanto, pouquíssimos percebem a necessidade da expansão da sua mente e da sua consciência.

Não é à toa que a situação dos países, em sua maioria, tem caminhado para ao default, para a quebra, para as privações, pois de alguma forma, temos de entregar e de parar de acumular.
Se não for por bem, será compulsório.
Crise financeira, crise política, crise em geral, sim isto é real, mas decorrente do egoísmo que impera no coração de todos, onde compulsoriamente você terá de mudar.
Quanto mais alto for o grau de importância, no plano material e egoísta, maior será sua queda, portanto, países dominantes, ricos e excessivamente ricos, ciclicamente entrarão em queda e tudo será muito acentuado. O nível de queda será proporcional ao que eles deixaram de fazer pelo planeta e seus reinos ou pelo que eles fizeram de errado com o planeta e seus reinos (incluindo o hominal) (a historia da humanidade é repleta de exemplos).
Assim vale para todas as Instituições e Países ou para um único ser humano.

Portanto, repense sobre como você vem se posicionado sobre isto, pois em decorrência deste seu posicionamento você poderá deduzir se seu futuro será de dor ou de libertação.

Hilton





quinta-feira, 25 de junho de 2015

Fé: primeiro crer para depois compreender!

Pensamento do dia 25 de junho de 2015.

A fé será sempre a tua estrela, lembra-te disso.
Trigueirinho.

Pois bem, porque?
Como temos dito, temos limitações mentais muito acima das que deveríamos ter, na etapa atual, portanto, nosso poder de dedução, de compreensão e de bom senso, ainda está muito aquém do que deveríamos ter para tomar decisões com lucidez.
A fé é um instrumento dos sentimentos, eterna, pois sempre precisaremos primeiro crer para depois compreender certas etapas de todas as vidas que estamos vivendo e viveremos, mas excepcionalmente nesta fase planetária, nossas barreiras são incrivelmente poderosas por termos estacionado em cima de conceitos e preconceitos que já deveriam ter sido superados.

Desta forma, aceitarmos as ajudas externas ao Planeta torna-se fundamental, face às nossas incapacidades mentais e evolutivas.
Tais ajudas tem crescido substancialmente, mas de forma discreta, invisível e silenciosa, tem mantido a vida na superfície terrestre, através de providencias diárias e continuas.
Os oceanos, em especial o Pacifico, deveria ser um oceano morto, com pouquíssima vida sob suas águas, o Mediterrâneo estaria sob mantos poluídos que a  simples navegação poderia nos matar devido a gases venenosos que seriam exalados, o Atlântico, em situações bem parecidas teria o aparecimento de micro organismos que em contato conosco poderia gerar uma gama de canceres sem controle.
Nosso ar, continua respirável mas não é sadio, mas tem mantido certos aspectos em que vida de forma geral ainda consegue extrair os gases necessários para sua sobrevivência.
Estamos sobrevivendo na Natureza graças a ação de naves imensas que sobrevoam e mergulham continuamente, mantendo a situação das águas e do ar em níveis toleráveis.
Uma energia em especial chamada Ono Zone, vem contribuindo para que os poluentes possam ser transmutados ou transformados, amenizando a gravidade da situação no planeta.
O homem continua poluindo e contribuindo para que a cada dia esta emissão de poluentes aumente consideravelmente.
É uma luta insana, por um lado a raça humana poluindo irresponsavelmente e por outro lado, a vida planetária sendo sustentado por aqueles que se o víssemos com clareza, seriam rejeitados e combatidos.

Tem sido a fé de alguns poucos, de pessoas conscientes e lúcidas que tem feito com que “eles” se mantenham entre nós, vários cidadãos de outras civilizações extraterrestres, que simplesmente poderiam nos deixar à própria sorte, mas todos eles imbuídos do amor universal, consideram de fato o conceito da “irmandade e do acolhimento”.

Claro, se olharmos para o céu, poucos verão, se mergulhamos, poucos perceberão, pois nossas preocupações tem sido com os lucros, a concorrência, a luta de um para se sobrepor ao outro.
Os acordos antipoluição, os marcos regulatórios e outros papeis inúteis que são assinados, numa clara demonstração das mentiras e da absoluta falta de interesse na sobrevivência humana, pois de pratico nada acontece, mantem o envenenamento diário do local que habitamos.

É preciso receber estas “estruturas externas” com amor, com carinho, com gratidão, pois sem elas seriamos um planeta morto, criando situações complexas para o nosso sistema solar. Dificilmente alguém consegue mensurar nossas responsabilidades fora daqui, pois nem aqui somos responsáveis.

Vamos “coloca-los” em nossas orações, agradecendo e de alguma forma nos oferecendo para o que vem sendo feito. Provavelmente será muito pouco, mas somente esta demonstração de gratidão será uma alento para este imenso esforço que vem sendo feito para sobrevivermos.

Nossa próxima Vigília em Oração será dedicado a estes Trabalhos enormes, por estes seres humanos de outros orbes planetários, que resolveram atender os apelos de Jesus, de José e de Maria, a Família Sagrada, para amparar a raça humana da Terra, nestes momentos de urgência e de emergência.

Que assim seja.

Hilton



quarta-feira, 24 de junho de 2015

A verdade é um dom. A mentira uma ilusão.

Pensamento do dia, quarta-feira, 24 de junho de 2015

"Almeja a verdade acima de tudo e serás capaz de discernir se as vozes que ouves são falsas ou reais."
Trigueirinho.

Pois bem, a verdade é a energia padrão que nos eleva ao “mundo real”.
Temos vivido, em todas as encarnações até o presente, o mundo da ilusão, consequentemente, da mentira.
Desta forma, nos distanciamos da sinceridade, da verdade e do mundo real.
Na mentira, podemos criar a fantasia que quisermos, nos iludirmos, nos enganarmos, enganar, ser ardiloso, aproveitar, concorrer, enfim podemos ser o que quisermos, menos o “eu mesmo”.
Desta forma, temos nos iludido, sempre.
Vozes se manifestam, sonhos proféticos acontecem, visões do além aparecem, tudo manipulado e muito bem trabalhado ou por forças involutivas ou pela própria mente que de tanto sofrer pressões do nosso ego e da personalidade, cede aos interesses “escusos” das nossas vontades.

É preciso ser autêntico, fiel a princípios que consideramos corretos e elevados, como também, é preciso reformularmos assiduamente estes princípios e esta autenticidade, pois na medida que formos evoluindo, eles também vão mudando.

Percebem como a vida tem uma dinâmica continua e constante e se encontra em eterna mutação?
Não tem nada de monótono e a cada dia uma coisa nova poderá ser agregada aos meus princípios, aos meus conceitos, à minha fé.

Quando manifesto este tipo de disposição, de continuísmo, de evolução, fico almejando continuamente a verdade. Neste ritmo, poucas são as chances de ouvir ou receber falsas vozes, mas ainda terei de contar com o meu discernimento e ter paciência para compreender o que “elas nos falam”.
Em certas ocasiões ou situações, poderei até compreender erroneamente o que ouvi, mas minha boa intenção e minha fé, fará com que o rumo, a direção e a correta compreensão aconteça. 
Vejam, sempre deveremos contar com o amparo do Plano Divino, que na ocasião irá saber se nossas intenções são falsas ou são verdadeiras. Se verdadeiras, ampla ajuda se manifestará e nossa atenção será desviada para o caminho correto.

Portanto, o pensamento, de forma explicita e oportuna, nos indica o verdadeiro caminho que o processo intuitivo se utiliza para nos guiar.
Vamos ser fieis a estes princípios, à verdade, abandonar a mentira, mas isto não significa sermos agressivos ou inoportunos.
Lembro que na fase difícil da vida de Jesus, onde foi muito questionado pelos religiosos judaicos e por Pôncio Pilatos, sobre suas reais intenções como “Messias”, Este simplesmente calou-se, pois seria incompreensível Jesus explicar suas reais intenções para com a raça humana, a mando do Pai, para estas pessoas, portanto, certas verdades às vezes se omitidas podem fazer um bem melhor.

Enfim com discernimento, bom senso e conhecimento, poderemos decidir sempre pelo melhor caminho.

Hilton


terça-feira, 23 de junho de 2015

Semelhança: o que isto abrange?

Pensamento do dia, terça-feira, 23 de junho de 2015

"Acolhe teus semelhantes com amor e alegria."
Trigueirinho.

Pois bem, meio óbvio, exceto pela palavra "semelhantes".
Esta palavra, de grande abrangência, inclui a natureza, nossos irmãos da raça humana e nossos irmãos de outras raças humanas.
Digamos que a vida é tão exuberante, que o que conhecemos ainda é muito incipiente e grande esforço deve ser feito para que este conceito de “semelhança” inclua outras formas de vida e outras fontes de vida.

Conceitualmente, o pensamento nos indica que esta forma de nos manifestarmos com nossos semelhantes é o caminho da boa convivência e das aproximações.
De forma muito rudimentar, se acolho com amor e alegria meu vizinho, com certeza irei conviver com ele com harmonia, serenidade e contrapartidas positivas podem acontecer. Por outro lado, se rejeito meu vizinho por antipatias, discrepâncias, inveja, seleção de classes sociais, cor, raça ou credo, a desarmonia e a rejeição mútua acontecerão, gerando intrigas, ódios e outros sentimentos negativos.

Acolher é algo que deveríamos fazer com todos, seja com os reinos da natureza, com os nossos do nosso reino ou outras formas e fontes de vida.
A ignorância tem nos impedidos de nos comunicarmos de forma aberta, franca, com indivíduos de outros planetas, de outros sistemas solares, que aqui comparecerem para nos ajudar nas nossas dificuldades.
Desde os primórdios das civilizações, foi incutido que “aquele que vem de fora”, vem para invadir, tomar, roubar e destruir.
Antigamente, os de “fora”, eram os vizinhos de outras aldeias, depois de outras cidades e agora de outros países. Nada mudou, ou seja o credo, a raça, a cor, os costumes, ainda nos tornam inimigos.
Isto cresceu entre nós e com isto quebrou-se o conceito da irmandade, mantendo-se a separatividade, onde o credo, a raça e a cor, tinham de manter-se separadas.
O pior é que até hoje isto é presente, real e mantem-se forte entre todos, dando origem às desarmonias, as guerras, aos sacrifícios, enfim a todo tipo de aberração que os seres humanos vem praticando.

Temos imensa dificuldade em nos comunicarmos, pois se o fazemos, temos feito com tanta desconfiança e tanta retração, que “mascaramos” nossas reais e sublimes intenções. Parece que a comunicação sadia, aberta e espontânea, é proibida de se fazer.
Com isto, perdemos tempo precioso e bloqueamos consideravelmente outras fontes de informações, de conhecimento, desconhecendo outras culturas, outras formas de vida, outras fontes da manifestação de Deus.
Desde então fomos perdendo as poucas possibilidades desta convivência real e verdadeira e nos enfronhamos somente naquilo que interessava às forças negativas para nos conduzir e manter os conflitos, as disputas, a concorrência, as lutas, pois nossa desarmonia é a fonte de energia que elas necessitam.

Tenho mencionado constantemente a palavra extraterrestre. Os filmes no cinema, em 2D, 3D, 4D, mostram sempre como nossos inimigos, invasores, destruidores, que com avançada tecnologia vem roubar o que temos nesse planeta, aliás um dos menores, de um pequeno sistema solar, de uma das menores galáxias, com uma tecnologia infantil, o que não faz nenhum sentido, a não ser manter em nossos pensamentos a ideia dos alienígenas invasores.
Este efeito foi cruel, pois quebramos formas e fontes de comunicação que poderiam nos ajudar a vencermos nossas dificuldades e nossas carências no conhecimento, na disciplina, na tecnologia, conhecendo inclusive outras formas de nos socializarmos melhor.
Hoje tais comunicações são muito restritas, tímidas e com isto nossas perdas são imensas.

É preciso quebrar este preconceito.
Quando se fala em vida além da Terra, precisamos deixar de “torcer o nariz”, pois isto mostra um nível de ignorância descomunal para uma raça humana que deveria ter atingido um nível de convivência extraterrestre aberta, transparente, providencial, ainda mais neste momento onde as grandes manifestações da natureza serão implacáveis, em toda a superfície da Terra.
Mais do que nunca, precisamos quebrar estes preconceitos burros, esta prepotência de que Deus teve a vontade de somente “criar” um pequeno grupo de seres de almas individualizadas para habitar um pequeno planeta numa das infinitas galáxias que existe. Isto por si só, já é uma vergonha de concebermos.

Precisamos urgentemente destes níveis de comunicação, desta rápida e veloz aproximação e os “aparelhos” (as glândulas) que temos no cérebro são suficientes, nada eletrônico será preciso, mas a permissão sim, pois como em tudo, estamos no livre arbítrio.
Abrir seu coração, quebrar estas ideias e preconceitos, ser socialmente receptivo, ter paciência, são fatores fundamentais.
Não seremos nós, mas serão eles que avaliarão se estamos prontos ou não para sermos comunicados. Nossa obrigação será de nos prepararmos, só isto.

Mas, e sempre tem um “mas”, uma das primeiras batalhas a vencermos para isto, será a forma que nos comportamos como nossos irmãos da nossa raça humana. Não posso ser dúbio, ter uma postura aqui e outra ali. Preciso ser único, preciso ter a mesma postura em tudo que faço, pois, o equilíbrio consiste neste aspecto, numa única ideologia, numa única postura, num único bom senso, numa única forma de amar.

Vamos refletir.

As informações deverão ter ênfase nestes temas extraterrestres, portanto, quem tem preconceitos com isto, é recomendável que se desligue destas leituras diárias.


Hilton

segunda-feira, 22 de junho de 2015

De alguma forma, entrarei em sofrimento para compartilhar com que está sofrendo. Isto é Lei.

Pensamento do dia, segunda-feira, 22 de junho de 2015

"Se vês algo a ser purificado, entrega-te à oração."
Trigueirinho.

Pois bem, temos de ser grande observadores. Observar atentamente o que se passa à nossa volta.
Sabemos que sempre estaremos em locais e situações de que de alguma forma iremos poder contribuir.
Nem sempre seremos envolvidos numa situação por força das condicionantes cármicas pessoais, mas algumas vezes seremos envolvidos como parte das experiências que temos de realizar, considerando a aplicação das informações recebidas.

É impossível nos livrarmos dos problemas!

Esta possibilidade não existe, pois perante o Plano Maior a humanidade é encarada como um “corpo único”.
De certa forma, quando algo no meu corpo humano vem funcionando irregularmente, todo o conjunto é afetado e no conjunto posso sofrer ou até morrer.
Por isso que não nos livramos de problemas, pois mesmo que estejamos distantes de certos problemas que afetam outros locais, outros países, outras comunidades, no conjunto estes acabam por nos envolver. De alguma forma, entrarei em sofrimento para compartilhar com que está sofrendo.
Daí dá para imaginar que jamais teremos sossego na vida, pois enquanto alguém sofre, iremos compartilhar este sofrimento.

Esta ausência de “conjunto” que a maioria não tem, faz com que nossa indiferença seja acentuada, explicita e muitos sequer querem tomar conhecimento.

O problema não é meu, é dele.
Esta colocação mostra o nível de ignorância que ainda vivemos no nosso mundo e retrata com clareza a impossibilidade de “consertamos o planeta”.

Quero ser feliz e não posso, quero viver bem e não consigo, quero ter paz e não alcanço, quero concentrar-me nas minhas necessidades e me distraio, quero amar mais mas continuo sentindo ódio, quero ser sadio mas me sinto doente, quero compartilhar mas caio sempre no egocentrismo, enfim temos imensas dificuldades em nos alinharmos com nossas virtudes. Isto decorre do imenso estado de sofrimento que a maioria da população vem vivendo.

A humanidade, como “corpo único”, contendo partes de seu corpo vivendo em situações críticas, sob domínio, sob pressão, sob opressão, contamina e expande suas dores para todo o corpo que se vê envolvido, sem possibilidades de separação.
Por isso que não existe uma única pessoa feliz neste mundo, pois enquanto alguém estiver sofrendo a felicidade não acontece.

Recentemente na Vigília às crianças, onde contribuímos para amenizar seus estados de sofrimentos e despertá-las para o continuísmo da vida, podemos dizer que o conjunto corpo humanidade (mesclando os encarnados e desencarnados), tiverem um certo alivio, pequeno mas produtivo, útil e eficaz.
Foi um alivio pequeno se comparado com as necessidades de tantos, mas agimos, fizemos, participamos, nos envolvemos. Dentro das nossas possibilidades fizemos o que foi possível.
A intenção na ação, tem um reflexo fantástico e potencialmente elevado.
Estivemos em 16 pessoas, imagine se isto pudesse ser multiplicado, mas a maioria não teve tempo.
Não me cabe aqui julgar ninguém, mas alertar sobre o que estamos vivendo e como somos envolvidos neste conceito “corpo humanidade”.

Portanto, nos foi recomendado que entremos em oração quando sentirmos aquele aperto no coração, seja aonde for, com quem estiverem, qualquer que seja a circunstância, para que fontes de Luz sejam para ali dirigidas.

Enfim vamos refletir sobre estas indicações e melhorarmos nosso empenho e nossa participação, pois é a única coisa que nos resta fazer, além de ser a única coisa que poderemos levar em nossa bagagem espiritual.


Hilton

Precisarei recomeçar?

Pensamento do dia 21 de junho de 2015

Simplifica tua vida e teus pensamentos.
Trigueirinho.

Pois bem, a simplicidade é a principal característica do mundo espiritual.
A vida é muito simples, mas nossa falta de compreensão e de dedicação na expansão da consciência, nos torna reféns da ignorância e na ignorância deixamos de compreender.
A expansão da vida e do conhecimento é continuo e constante, além de seguir um ritmo que é o ritmo solar e não do ser humano.
Nosso regente é o Sol. Ele dita as regras para todos os astros e planetas do seu sistema.
Pouco compreendemos como é o Sol, como ele atua sobre nós e muitos só se interessam no eventual bronzeado da pele que Ele pode fornecer.

Devida a esta defasagem profunda, deixamos passar várias informações e várias possibilidades de aprender e conhecer o real e verdadeiro sistema da vida, neste sistema solar.
Nosso desleixo é tão grande, que quase sempre trocamos o útil e necessário, pelo inútil e supérfluo.

Entre nós, que temos acesso e tantas informações fantásticas, tenho recebido perguntas sobre informações que foram enviadas a  meses atrás, ou seja, nem “tempo” temos tido de nos atualizarmos no que é essencial para estes momentos finais de um ciclo.
Um imensa tempestade se aproxima sobre todos, já podemos sentir os ventos da sua aproximação, mas continuamos preocupados com coisas que serão absolutamente inúteis para os momentos que virão.
Assim foi na Lemuria, assim foi na Atlântida, assim foi no Egito, em Roma, assim foi com os Maias e assim será com a humanidade do tempo atual, a maioria prefere desconhecer ou procurar não saber da gravidade da vida planetária atual.

Muitos não creem nisto, mas independente desta falta de credibilidade, o que estamos recebendo de informações, no mínimo é um fator complementar às necessidades do crescimento evolutivo, mas nem para isto alguns se convencem e deixam isto de lado para “outras atividades” mais “imediatas e mais praticas”.

Difícil para mim entender esta postura, pois a oportunidade de aprender, nunca deveria ser desperdiçada, mas esta nossa “falta de tempo” nos toma um tempo que provavelmente iremos recuperá-lo nos séculos seguintes na mesma estrutura da vida atual, nas mesmas Leis, com o mesmo egoísmo, num processo de repetições constantes. Isto sim é monotonia.

É preciso despertar, simplificar, aprender a dar prioridade ao conhecimento, pois a ignorância te prende aos mesmos conceitos, às mesmas ações, aos mesmos problemas, às mesmas situações, tornando-o refém da roda das reencarnações.

Ontem me perguntaram se eu vejo com os olhos os tais seres extraterrestres.
Não com os olhos físicos, pois o que eu vejo todos veem.
Vejo com os olhos do coração, dos pensamentos, digamos que dentro do cérebro, pois em sinal de profundo respeito com todos nós, Eles se manifestam de forma discreta, silenciosa e jamais nos assustariam, pois nos amam com a expressão máxima deste amor.
Obvio se eu exigisse vê-los com os olhos físicos, estes se recolheriam e me aguardariam que eu “crescesse um pouco mais”.

Assim tem sido com tudo. Enquanto você não se expandir, não se convencer da real necessidade de se esforçar, de lutar, de galgar os degraus da evolução, tua vida não muda.
A mesmice, a mediocridade, a  hipocrisia, a mentira, te mantem forçando-o a sorrir quando na realidade deveria estar chorando ao perceber o buraco imenso que a humanidade se encontra, no seu descaminho.

O tempo vem passando velozmente. Isto é real, já percebemos, mas infelizmente não nos conscientizamos.
Os ventos irão ficar cada vez mais fortes, pois a tempestade que se aproxima é fatal, inimaginável, jamais vivida e irá arrasar o que precisa recomeçar.

Precisarei recomeçar?


Hilton