Pensamento
do dia, terça-feira, 23 de junho de 2015
"Acolhe
teus semelhantes com amor e alegria."
Trigueirinho.
Pois
bem, meio óbvio, exceto pela palavra "semelhantes".
Esta
palavra, de grande abrangência, inclui a natureza, nossos irmãos da raça humana
e nossos irmãos de outras raças humanas.
Digamos
que a vida é tão exuberante, que o que conhecemos ainda é muito incipiente e
grande esforço deve ser feito para que este conceito de “semelhança” inclua
outras formas de vida e outras fontes de vida.
Conceitualmente,
o pensamento nos indica que esta forma de nos manifestarmos com nossos
semelhantes é o caminho da boa convivência e das aproximações.
De
forma muito rudimentar, se acolho com amor e alegria meu vizinho, com certeza
irei conviver com ele com harmonia, serenidade e contrapartidas positivas podem
acontecer. Por outro lado, se rejeito meu vizinho por antipatias,
discrepâncias, inveja, seleção de classes sociais, cor, raça ou credo, a
desarmonia e a rejeição mútua acontecerão, gerando intrigas, ódios e outros
sentimentos negativos.
Acolher
é algo que deveríamos fazer com todos, seja com os reinos da natureza, com os
nossos do nosso reino ou outras formas e fontes de vida.
A
ignorância tem nos impedidos de nos comunicarmos de forma aberta, franca, com
indivíduos de outros planetas, de outros sistemas solares, que aqui
comparecerem para nos ajudar nas nossas dificuldades.
Desde
os primórdios das civilizações, foi incutido que “aquele que vem de fora”, vem
para invadir, tomar, roubar e destruir.
Antigamente,
os de “fora”, eram os vizinhos de outras aldeias, depois de outras cidades e
agora de outros países. Nada mudou, ou seja o credo, a raça, a cor, os
costumes, ainda nos tornam inimigos.
Isto
cresceu entre nós e com isto quebrou-se o conceito da irmandade, mantendo-se a
separatividade, onde o credo, a raça e a cor, tinham de manter-se separadas.
O
pior é que até hoje isto é presente, real e mantem-se forte entre todos, dando
origem às desarmonias, as guerras, aos sacrifícios, enfim a todo tipo de
aberração que os seres humanos vem praticando.
Temos
imensa dificuldade em nos comunicarmos, pois se o fazemos, temos feito com
tanta desconfiança e tanta retração, que “mascaramos” nossas reais e sublimes
intenções. Parece que a comunicação sadia, aberta e espontânea, é proibida de
se fazer.
Com
isto, perdemos tempo precioso e bloqueamos consideravelmente outras fontes de
informações, de conhecimento, desconhecendo outras culturas, outras formas de
vida, outras fontes da manifestação de Deus.
Desde
então fomos perdendo as poucas possibilidades desta convivência real e
verdadeira e nos enfronhamos somente naquilo que interessava às forças
negativas para nos conduzir e manter os conflitos, as disputas, a concorrência,
as lutas, pois nossa desarmonia é a fonte de energia que elas
necessitam.
Tenho
mencionado constantemente a palavra extraterrestre. Os filmes no cinema, em 2D,
3D, 4D, mostram sempre como nossos inimigos, invasores, destruidores, que com
avançada tecnologia vem roubar o que temos nesse planeta, aliás um dos menores,
de um pequeno sistema solar, de uma das menores galáxias, com uma tecnologia infantil,
o que não faz nenhum sentido, a não ser manter em nossos pensamentos a ideia
dos alienígenas invasores.
Este
efeito foi cruel, pois quebramos formas e fontes de comunicação que poderiam
nos ajudar a vencermos nossas dificuldades e nossas carências no conhecimento,
na disciplina, na tecnologia, conhecendo inclusive outras formas de nos
socializarmos melhor.
Hoje
tais comunicações são muito restritas, tímidas e com isto nossas perdas são
imensas.
É
preciso quebrar este preconceito.
Quando
se fala em vida além da Terra, precisamos deixar de “torcer o nariz”, pois isto
mostra um nível de ignorância descomunal para uma raça humana que deveria ter
atingido um nível de convivência extraterrestre aberta, transparente,
providencial, ainda mais neste momento onde as grandes manifestações da
natureza serão implacáveis, em toda a superfície da Terra.
Mais
do que nunca, precisamos quebrar estes preconceitos burros, esta prepotência de
que Deus teve a vontade de somente “criar” um pequeno grupo de seres de almas
individualizadas para habitar um pequeno planeta numa das infinitas galáxias
que existe. Isto por si só, já é uma vergonha de concebermos.
Precisamos
urgentemente destes níveis de comunicação, desta rápida e veloz aproximação e
os “aparelhos” (as glândulas) que temos no cérebro são suficientes, nada
eletrônico será preciso, mas a permissão sim, pois como em tudo, estamos
no livre arbítrio.
Abrir
seu coração, quebrar estas ideias e preconceitos, ser socialmente
receptivo, ter paciência, são fatores fundamentais.
Não
seremos nós, mas serão eles que avaliarão se estamos prontos ou não para sermos
comunicados. Nossa obrigação será de nos prepararmos, só isto.
Mas,
e sempre tem um “mas”, uma das primeiras batalhas a vencermos para isto, será a
forma que nos comportamos como nossos irmãos da nossa raça humana. Não posso
ser dúbio, ter uma postura aqui e outra ali. Preciso ser único, preciso ter a
mesma postura em tudo que faço, pois, o equilíbrio consiste neste aspecto, numa
única ideologia, numa única postura, num único bom senso, numa única forma de
amar.
Vamos
refletir.
As
informações deverão ter ênfase nestes temas extraterrestres, portanto, quem tem
preconceitos com isto, é recomendável que se desligue destas leituras diárias.
Hilton
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