quinta-feira, 31 de março de 2016

A insanidade nas nossas decisões.

Pensamento do dia, quinta-feira, 31 de março de 2016

"Não ter ouvido a voz de Deus e de Seus anjos é a ideia que o mundo tem de sanidade."
Sri Aurobindo.

Comentários:
Vigília – Serras de Ibitipoca:
Teremos uma oportunidade nos dias 21, 22, 23, 24 de abril, feriado de Tiradentes.
Peço retorno urgente definindo se tem interesse e possibilidade de ir ou outra sugestão, para avaliarmos as possibilidades.
Como é um feriado prolongado teremos que consultar a disponibilidade das pousadas
Vamos aguardar até amanhã, uma vez que o assunto já foi apresentado a 15 dias atrás.
Os que não se manifestarem entendo que não há interesse.
Fico no aguardo.
Hilton

Pensamento:

Pois bem, Sri nos alerta para a insanidade que vivemos, pois, uma vez que declinamos das orientações divinas ou do nosso Criador, ficamos à mercê da própria sorte!
O que temos visto hoje e sempre, são interpretações esdrúxulas ou até maldosas, onde a maioria dos interpretadores busca condicionar estas interpretações a interesses pessoais ou coletivos com foco no domínio e condução da população ouvinte.
Raros são os casos em que manifestações autenticas aconteceram, mas graças a Deus aconteceram, para que a Luz pudesse abarcar todos os seres humanos.
Não podemos desprezar as pessoas de boa vontade, mas raramente se preparam adequadamente para serem as portadoras da lucidez necessário que precisamos.
Os livros santos, foram ao longo do tempo manipulados com o mesmo objetivo, de resguardarem interesses escusos, mesquinhos, políticos, gerando fantasmas aonde não existiam, deturpando ensinamentos autênticos e fieis aos fatos destacados.
Temos, desta forma, um grande imbróglio e uma confusão generalizada do certo sobre o errado e do autentico sobre o duvidoso.

Nesta etapa da vida e neste final de ciclo, nos resta somente um apelo que é a voz do coração aliada à busca incessante, além de um entrega real e verdadeira que poderemos oferecer ao nosso eu interno, das nossas duvidas e das nossas indecisões.
Com tem sido dito, confia e ouça a voz do teu coração.
Isto nos remete a um trabalho intenso de reflexão, onde apelamos para a misericórdia divina e seus atos de compaixão.
Ninguém ficará sem resposta. Basta ter a devida paciência e trabalhar intensamente o aprofundamento para o eu interno, onde na fé, de alguma forma teremos as respostas que estamos preparados para conhecer.

Fazer o que temos feito, ou seja, nos conduzirmos pelas aparências da vida é sofrer o que estamos sofrendo, pois, nossa falta de visão, capacidades, sensibilidades, somada a grande ignorância que temos nos mantido para os tempos atuais é caminhar já fadado ao fracasso.

Em mundos elevados, o contato com as divindades, hierarquias, seres, anjos é uma constante, pois quem os governa conhece muito além das fronteiras planetárias daqueles mundos, podendo assim decidir para que o caminho a ser percorrido atenda a todos os requisitos do processo de ascenção daqueles mundos e de seus usuários.

Vivemos absolutamente desalinhado de tudo isto, fazendo com que nossa governabilidade seja conduzida através de atos cruéis, desumanos, descontrolados e completamente contrários aos desígnios do Pai.
Coletivamente não tem mais conserto, ou seja, caminharemos assim até o final, acelerando as quedas e os fracassos.
Individualmente, cada um poderá tentar reaver sua Luz interior, a lucidez espiritual e assim dar sua contribuição para que a fase de transição possa acontecer de forma que caminhos de luz possam surgir, além das autoestradas da escuridão.


Vamos refletir e nos disponibilizar, pois esta contribuição na fase atual é essencial.

quarta-feira, 30 de março de 2016

O ser humano é muito fiel às aparências, mesmo que isto o contradiga internamente.

Pensamento do dia 30.03.2016

Ama e serve os homens, mas cuida que não desejes sua aprovação. Obedece muito mais a Deus dentro de ti.
Sri Aurobindo.

Pois bem, o que fazemos, em todos os aspectos em todas as áreas, temos sempre nos reportado a aprovações no plano material da vida.
As opiniões, pareceres, julgamentos se dão por terceiros, que podem de certa forma, deturpar algo correto que você vinha fazendo.
Isto se deve ao fato de que cada um se encontra com um nível de consciência bem distinto de todos os demais.
Não há ninguém igual, ou seja, ninguém nas mesmas circunstancias que me encontro, portanto, sempre haverá divergências sobre o que faço.
Desta forma, vivemos muito confusos, pois as opiniões divergem em escalas muito variáveis.
Isto nos tornou inseguros e temerosos, sendo que às vezes nos tornamos furiosos.
Outro aspecto importante é o fato de que o que faço, realizo na ânsia de atender a lógica e a racionalidade do meu nível mental, sem levar em conta aspectos elevados, Leis maiores, intuições, conhecimento de referências consagradas, meu coração, enfim temos nos mantido num jogo aberto de acertos e fracassos.
Somado a isto, desperto outro  fator preponderantemente negativo, as aparências, de meus atos e postura sobre o que foi pedido.
Quando percebo que o que faço contraria as aparências aceitas, mesmo que convicto da sua necessidade, recuo pois tenho medo de ser classificado.

Esta postura que a maioria adota, é altamente nefasta, cansativa e frustrante, pois me torno submisso aos outros e não ao meus sentimentos reais e profundos, que podem inclusive ter vindo de orientações do alto para uma necessidade de muitos.
O ser humano é muito fiel às aparências, mesmo que isto o contradiga internamente.
Nesta hipótese a vida passa a ser uma somatória de frustrações que vão se acumulando e num determinado momento, se manifesta através de doenças físicas, mentais e emocionais, com poucas chances de cura.
A aprovação ou desaprovação humana é algo menor se compararmos com a obediência a Deus, pois sem sombra de dúvida, um impulso divino procede no momento certo, para a coisa certa e nas ações que colocaram este impulso naquilo que precisa ser feito.

Poucas vezes isto irá se referir a grandes feitos, pois na maioria das vezes estes impulsos divinos entram no cotidiano da vida simples, na rotina do dia a dia.
Mesmo assim a maioria renega e por vergonha, medo, não atende.

Para aqueles mais engajados num contexto mais próximo aos desígnios divinos são pedidos manifestações mais expressivas, mais envolventes, onde certos sacrifícios podem fazer parte deste atendimento. Neste caso, as atitudes são avaliadas por quem nos acompanha do Alto, para saber se estamos aptos para salto maiores ou menores ou estancar de vez futuras ações.
Estas atitudes que nos referimos, por não serem de origem cármica, precisa contar totalmente com nossa boa vontade, nossas convicções e a fé adquirida, pois passam a ser uma expressão da manifestação divina aqui na Terra.
Guardadas as proporções , nossas Vigílias mantem estes conceitos, onde nos ofertamos sem questionamentos, superando se for o caso, situações contraditórias, compromissos sociais, divergências de opiniões, pelo simples ato de servir e ofertar-se ao que foi solicitado.
Não temos como mensurar os desdobramentos destes nossos esforços, mas acreditamos que jamais serão em vão.


Para refletirmos.
Hilton

Nossa piedade interfere.

Pensamento do dia, terça-feira, 29 de março de 2016

"Desenvolve antes a compaixão Divina de Deus do que a piedade humana."
Sri Aurobindo.

Pois bem, de certa forma, podemos dizer que “necessitamos” da piedade humana.
Esta ilusão ocorre com quase todos os seres humanos, onde a piedade humana de certa forma vem suprir nossas carências.
Esta sensação de coitadinho funciona como se fosse um acolhimento, que evidentemente não temos como manifestar entre todos nós (ser acolhido).
Não nos acolhemos.
Repelimos o acolhimento em troca da competição.
Competimos tanto para viver que estendemos esta competição para tudo, então sempre vejo alguém como meu competidor e saio à luta, ou me retraio tanto, que desapareço.
Isto nos deixou isolados, carentes, pois apesar de vivermos numa aglomeração, nos sentimos só.
Esta solidão não é inútil, pois de certa forma, cada um de nós irá percorrer seu próprio e exclusivo caminho de ascenção, de evolução, portanto, está dentro das regras da vida.
Então o que nos falta é a sensação, que temos bloqueado continuamente, da compaixão de Deus.
Poucos sentem esta compaixão e assim poucos desenvolvem a mesma compaixão para com os demais, para com seus semelhantes, para com os reinos, enfim para com as criaturas de Deus.
Isto nos isolou de aspectos importantes da vida e deu origem a esta sensação negativa do conceito da solidão.

Nossa ascenção é e será solitária, mas não significa que nos isolaremos, muito pelo contrário, iremos conviver pacificamente com milhares de criaturas no mesmo processo de ascenção (sem competição), prevalecendo para todas a compaixão divina.
Ao desenvolvermos e aceitarmos a compaixão divina, a piedade não fará mais sentido, não terá vez, será uma etapa superada, pois nesta compaixão estaremos sempre fortalecidos em todas as nossas reais necessidades, inclusive de suprir a solidão do caminho ascensional.

A compaixão divina também é algo a ser conquistado, assim como o amor.
Exige esforços, conhecimento, dedicação, busca incessante, pois como toda conquista, exigirá atos preparatórios para aalcançarmos.

Hoje muitos são por demais piedosos e isto tem atrapalhado constantemente a evolução cármica de muitos.
Nossa piedade interfere, nossa piedade assume o que não deveríamos assumir, nossa piedade nos bloqueia em níveis muito baixos, pois acobertamos impulsos que vem para impulsionar alguém a sair do estágio em que se encontra.
Quando acobertamos pessoas, as aprisionamos no estágio em que já deveriam ter superado, mantendo-as refém de situações que reptem-se continuamente fazendo-as com que cometam os mesmos erros várias vezes.
Isto é cruel sob o ponto de vista cármico, mas amoroso sob o ponto de vista humano.

Enfim, é precioso coragem, muita reflexão para assumir a postura correta, mesmo que esta postura aos olhos humanos possa parecer um ato negativo.


Vamos refletir.
Hilton

segunda-feira, 28 de março de 2016

MEDO.

Pensamento do dia 28 de março de 2016.

O amor perfeito expulsa o medo.
Sri Aurobindo.


Pois bem, a história do medo provem da época dos dinossauros, onde a luta pela sobrevivência foi intensa e constante, definindo assim o nosso DNA com este sentimento. Portanto, carregamos o medo em nosso DNA, mas ao contrário de outros povos em outros mundos, não o superamos até hoje pelo desvirtuamento do caminho e a ascenção das nossas fraquezas. Este DNA encerra neste ciclo, sua etapa.

O medo é um sentimento que ressalta nossas desconfianças na criação e no Criador.
É uma crença de que surgimos do nada e para o nada iremos.
É uma descrença sobre a vida, na sua origem, meio e fim.
É um fechar de olhos para os milagres que a Natureza realiza ao eclodir uma semente, ao nascimento de um filho, ao movimento dos ventos, das marés, da organização do planetas, sois e sistemas, da nossa progressão material e espiritual, enfim, o medo é o mesmo que uma ausência daquilo que a vida nos mostra e realiza.
Talvez seja mais difícil imaginar e aceitar textos mais complexos que define situações mais abstratas, mas quando não reconhecemos os milagres diários da vida é porque estamos encobertos por este manto tão espesso e pegajoso chamado medo.
Quem ama não teme.
Grande ditado popular que ressalta uma importante verdade. Não há nenhuma sintonia ou similaridade entre ter medo e amar.
Quem tem medo não ama.
Quem tem medo não sabe amar.
Quem tem medo não se sente amado.

O amor é um “sentimento”, se assim podemos definir, por falta de palavras mais completas e melhores, que abarca o Criador e todas as suas criaturas, portanto, inibe de cara um dos mais fortes desdobramentos do medo, a solidão.
A solidão, ou seja, o ato de sentir-se sozinho é um aspecto do medo que identifica a falta de amor ou melhor dizendo, de amar.
O medo faz recuar sempre.
Quem tem medo procura apoios que não existem, pois a Criação é perfeita e auto suficiente, que se sustenta e evolui por si próprio, então apoios são desnecessários.
Podemos confundir a necessidade de termos ou sermos apoiados, face a ignorância ou desconhecimento, mas neste caso é uma fase de insegurança que teremos de superar. Ao buscar o conhecimento teremos acesso à sabedoria e com isto iremos suplantar a necessidade destes apoios ilusórios, que imaginamos ser preciso ter.
Necessidades: sempre confundimos que nossas necessidades são essencialmente materiais, quando na realidade estas podem ser completamente supridas pelo nosso engajamento no processo evolutivo. Veremos, após este processo, que tais necessidades seriam absolutamente desnecessárias, podendo inclusive nos reter no caminho escolhido.

Enfim, como cita Sri, o amor perfeito expulsa o medo.
Estamos caminhando para este estado de perfeição e com certeza iremos atingi-lo, portanto, temos de busca-lo assiduamente, fortalecendo nossas bases mais fracas, mas inconstantes e mais pontuais.
Trabalhar o amor interno, o amor a si próprio, o amor ao próximo, o amor incondicional a Deus, acreditar que a vida sempre terá uma solução para nossos ilusórios problemas, desapegar-se e suportar as perdas, são critérios que nos alavanca nesta busca intensa pelo amor e consequentemente pela ausência do medo.

Na minha jornada inicial, na seara espiritual, morri de medo durante a forte vidência que tive do plano astral, mas sem isto não teria alcançado esta etapa que me encontro hoje, com vários medo superados e a conquista de boa dose de confiança na vida e nas circunstancias ao meu redor.
Como tudo é cíclico, novas etapas já vem acontecendo e outras circunstâncias vem surgindo, pois de superação em superação vamos caminhando na trilha da evolução e do conhecimento.


Hilton

domingo, 27 de março de 2016

Algo mudou?

Pensamento do dia, domingo, 27 de março de 2016

"O servo de Deus é alguma coisa, o escravo de Deus é maior."
Sri Aurobindo.

Pois bem, queremos ser servos ou escravos?
Se analisarmos esta conotação de servo ou escravo, no âmbito terreno, isto muda, pois aqui escravo serve com humilhação.
O servo, de certa forma questiona certos atos de seu patrão, pois usa seu nível de consciência, analiticamente, portanto, julga.
No Plano Maior, podemos dizer que as consciências ali existentes, como as hierarquias, são “escravas” de Deus, obviamente, sem esta conotação de humilhação, pois servem ao Onisciente, Onipresente e Onipotente.

Aqui na Terra não queremos ser servos e muito menos escravos, pois subestimamos os níveis elevados com os níveis da consciência terrena.
Parece que em todo lugar do universo, o que predomina são os parâmetros que conhecemos. Santa ignorância.

Parágrafo 1: Extraterrestres são invasores, intraterrenos esquisitos cheios de terra que moram entre as pedras, a maldade predomina, os interesses acima do bem comum, morrer é o “fim”, viver é sacrifício, doar só se tiver a reciproca, religião define guerras, competir é a meta do aprendizado, plano astral é o plano dos fantasmas para nos assustar, o corpo físico é único, o espirito é para alguns doidos, o que vale sempre é ter mais e ser mais, quem tem manda, quem não tem obedece.
Enfim, a maioria vive em cima de conceitos e preconceitos que são os mesmos após séculos da nossa existência e do nosso desenvolvimento material, onde pouca coisa mudou e o que mudou piorou.

Quando nos conscientizarmos da magnitude de Deus, talvez possamos mudar algumas coisas, mas por enquanto, Deus é algo estranho que criou tudo o que sei e conheço, mas tá sempre distante e se aparecer vou morrer de medo.
Nesta visão tão distante e tão retrograda, para os tempos atuais, da “imagem” de Deus, temos nos distanciado justamente no momento que deveríamos nos aproximar, pois o incompreensível vem batendo à nossa porta, para se apresentar e o conhecermos, mas ainda temos receio de “abrir as portas”.
Com isto temos nos mantido nos tempos medievais, onde muitos viravam bruxos no momento em que contrariavam “certos postulados”, definidos por pessoas com interesses escusos e mesquinhos.

Isto mudou? Pouca coisa.
Estamos no limiar das grandes mudanças na Terra e muitos ainda se focam essencialmente no seu quintal.
Ah!, mas muitos podem alegar que não sentem isto. Claro, ficaram tão distantes por tanto tempo que se convenceram das definições do parágrafo 1, como forma de compararmos o baixo nível espiritual que nos encontramos.
No entanto, não será pela raça humana que a Terra deixará de manter a sequência do seu padrão evolutivo, pois como sabemos os mundos seguem níveis evolutivos na sua linhagem de evolução, coordenados pelos Logos Planetário (espécie de alma do planeta).
A raça humana tem pela sua definição, um ser superior. Com alma individualizada possui a oportunidade de aproveitar ou não este momento importante da virada evolucionária da Terra, mas como tem sido, será no livre arbítrio que cada um decidirá pelo seu continuísmo ou saltará para o novo formato de se viver.

Mães, pais, famílias, sempre desejam o melhor para seus filhos, mas poucas mães, poucos pais e poucas famílias chegam a este nível de informação e prosseguem exercendo os preparatórios de seus filhos, fazendo-os integrarem o corpo com a alma.
Deixá-los bonitinhos e sadios, fisicamente, além do limite das burras instruções escolares, tem sido o limite das preocupações.
Temos perdido inúmeras gerações que ficam no âmbito da baixíssima consciência no planeta, sem conseguirem perceber, num simples olhar para o céu, da grandiosidade que vivemos.

Hoje falamos em sofrimento, mas o maior dos sofrimentos é a ignorância e este sofrimento tem sido uma constante no planeta, onde formamos pessoas inconsequentes e distantes daquilo que são, na realidade.


Que Deus nos ajude.  
Hilton