A
limitação da consciência dissipa—se ante a clareza da eternidade.
Enquanto
teus pés tocarem o solo, haverá luta e perigo. Deixa-te erguer aos ares.
Tudo
passará. Depois de todo o movimento não se encontrarão mais nem o norte
nem o sul, nem o leste nem o oeste. A consciência da unidade ditará
novos padrões.
O
véu de lágrimas que cobre a face da Mãe se romperá, e suas pérolas azuladas
se revelarão a todos. Onde há ódio, Ela verá união. Onde há malícia,
encontrará candura. Onde há avareza, deparará com doação. É a nova Terra!
Ditosos
os que se deixam ser como crianças. As crianças sabem do caminho. De
jardins invisíveis colhem as mais belas flores. Com sua pureza, buscam
auxiliar os atordoados. Vão ao encontro da luz. Não temem dizer
sim. Estão na eternidade. Permanecem acima do solo, mesmo que correntes
tentem atá-las. Reconhecem sua origem.
Sempre
brota fortaleza na consciência que confirma a Lei.
Ao
entardecer, alguns saem à procura do silêncio da noite. Sobre eles paira o Anjo
da Paz. Não deixam de ter o encontro, mas é-lhes pedido silêncio.
Ao
lado da dor, certa mão sempre vem em auxílio. O desespero torna-se escola de
esquecimento. As folhas mais frágeis secam e caem. E os frutos não são
suficientes para todos os que deles necessitam, como já sabes.
Figueira.
Pois
bem, o texto reporta a dimensão da transformação planetária. Todas as
referências atuais se extinguem, pois novas, completamente novas, surgirão.
A
consciência, animada pela alma, ditará os novos padrões. Hoje temos a
personalidade ditando os antigos padrões e nos mantendo no passado, no
ultrapassado, mesmo numa fase de transição. Por isso que homens e mulheres
ainda não se deram conta das mudanças em curso.
A nova
Terra será nova em todos os aspectos, dando ao novo ser humano, além de um novo
código genético, condições de habitabilidade simples e adequada para esta nova
consciência – a consciência anímica (alma).
Poucos
compreendem, poucos aceitam e poucos agem como deveriam agir, recepcionando as
novas diretrizes que a misericórdia divina permite que se manifestem.
As
crianças. Um capítulo a parte da nossa história neste momento tão importante,
são as porta vozes que trazem de forma clara as boas novas. Mas, condicionadas
e completamente atarefas para o inicio de currículos (inúteis para o novo
contexto), são “sufocadas” em suas expressões infantis, das quais damos pouca
atenção.
“E
os frutos não são suficientes para todos os que deles necessitam, como já
sabes.” Sim,
poucos são os autoconvocados e poucos se preparam para a nova Terra. Ainda
fortemente iludidos lutam pelo ter e pelo poder, sem ter consciência das
manifestações em curso.
É tempo
de grandes mudanças e devemos estar, no mínimo, despertos para as ajudas que
vem se manifestando.