Deves aprender a reconhecer, na escuridão, a presença da luz.
Figueira.
Pois bem, temos de ser uma fênix (ave mitológica que renascia a cada nova circunstancia e oportunidade). A vida vai nos moldando na medida que formos conquistando novos aprendizados.
A oportunidade do aprendizado vem sempre em primeiro e em seguida
a prova que confirmará ou não, o que foi aprendido.
Confirmado o aprendizado e concluída a prova, imediatamente
devemos renascer para outra chance. Por isso de nos compararmos com a fênix, renascemos
em cada nova etapa do continuo aprendizado infinito.
Se falharmos na prova significa que o aprendizado não foi adequado e o empenho dado a ele não foi suficiente. A fênix se mantem viva, mais desgastada, mas suficientemente forte para a próxima que virá com características semelhantes da anterior. A vida, então, segue em círculos que se reptem ou ciclos que se encerram. É uma escolha e temos a opção desta escolha.
A população da Terra tem rodado em círculos e não está encerrando ciclos. Estamos repetindo os mesmos erros por mais variadas e singulares que tenham sido as provas para a confirmação do aprendizado. Isto tem feito com que os mesmos problemas aconteçam com pequenas variações. Podem se tornar acumulativos e aumentam a expressão das suas manifestações. A 1ª guerra deu partida para a 2ª guerra e pode seguir adiante. Um simples contágio entre duas pessoas vira uma epidemia e depois torna-se uma pandemia. É interessante saber que o medo é o grande veículo de circulação destas manifestações.
Podemos aplicar este conceito dado para a coletividade, para um único individuo, numa sequencia semelhante de fatos e acontecimentos desagradáveis. Seguir uma direção errada tem uma sequencia de acontecimentos que se somam e se tornam cada vez mais intensos.
Então, é preciso passar nas provas. Portanto buscar e aprender
precisa ser uma constantemente na vida
O conhecimento ocorre em todas as épocas, em todos os tempos e
para todos, mas dadas as peculiaridades de cada um, ocorre sob circunstancias
diversas. Sendo assim há necessidade de busca-lo de fontes seguras e precisas, pois
as provas, inevitavelmente, virão. Ou as tornamos acumulativas e dolorosas ou
simples e fáceis de serem vencidas.
A alma não aceita desculpas e não tolera adiamentos, dos quais somos mestres em faze-los, portanto ela pressiona e acumula até o limite do tolerável. Como não sabemos qual é este limite, geralmente tornam-se insuportáveis.
Convencidos e confiantes destas observações, seremos mais persistentes nesta busca continua, além de usa-la a nosso favor tornando-a prazerosa à medida que o equilíbrio vá se restabelecendo e os medos controlados. Veremos os acontecimentos com mais naturalidade, seremos menos críticos e mais tolerantes, firmes e decididos no que queremos e usaremos o conhecimento adquirido para o bem comum. Assim caminharemos para a verdadeira fênix, renascendo em cada nova fase de um ciclo encerrado.
A fênix não pensa no passado, não se desgasta tentando prever o
futuro, mas vive intensamente o presente no argumento da fé.
A fênix é transformadora pois transforma o impossível no possível,
o ruim no bom, o feio no bonito, o insuportável no suportado. Isto nos torna fortes e sadios para tolerarmos as
provas e aumentarmos, consideravelmente, a capacidade de receber e utilizar o
conhecimento enviado.
A transformação é um ato divino e dele provem a evolução do universo. Nada será permanente e nada a ti pertencerá. (mensagem de Yuru para este texto)
