quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 43a Parte.


Poucos estão preparados para caminhar com um pouco mais de independência; colocam-se em posição de estar pedindo ajuda, quase sempre sem o notar. Não assumem que estão no mundo para ajudar e não para receber apoio.
Passa-se hoje por um momento delicado; simbolicamente, pode ser comparado ao corte de um imaginário cordão umbilical, que representa esses pedidos de ajuda ao Alto. Melhor seria se essa liberação pudesse acontecer sem traumatismos, o que só será possível se houver abertura para que ela se realize sem oposições às mudanças por ela trazidas.
A dificuldade em liberar-se das dependências e entrar definitivamente no novo, na realização interior, bloqueia a absorção dessas energias fundamentais para a evolução da Terra, como a da Vontade-Poder ou Vontade superior.
Figueira.

Pois bem, o homem finalmente vem se libertando de inúmeras dependências do passado, no entanto, nos  encontramos despreparados para esta liberdade.
O livre arbítrio foi definido para que no final do tempo para absorve-lo, não seja mais necessário. A transição planetária é o final do tempo neste aspecto.
Para isto é necessário que o ser humano incorpore definitivamente as Leis de Deus. Estas, neste momento, ainda continuam compulsórias mas há inúmeras aberturas para que as pratiquemos com livre e  espontânea vontade.

Temos nos manifestado perante Deus, como pedintes.
Não devemos ser assim, pois os critérios da Vida e do viver foram estipulados por Ele no Ato da Criação.
Devemos ver Deus como um Observador sobre os nossos comportamentos e desenvolvimento no aspecto evolutivo da vida. Ele criou inúmeras Leis como a compaixão, o acolhimento, a harmonia, a caridade,  assim como o carma, e os limites que se ampliam a cada passo dado, para que alcancemos o ponto de equilíbrio perfeito entre a vida física e a espiritual.
Fomos feitos para ajudar e não receber apoio. Quem não consegue absorver esta concepção se distancia do objetivo da evolução.

A transição planetária em curso deu origens a inúmeros novos padrões, energias, parâmetros que passaram a nos guiar no novo contexto da nova Terra, na nova era, mas sua aceitação é agora, pois isto faz parte da nossa autorização para seguir o curso pré estabelecido pelo Plano Maior.
A recusa é possível, assim como mantermo-nos na ignorância também, no entanto há de se manter nas condições atuais em outros mundos.

Submeter-se à Vontade-Poder ou Vontade superior, num primeiro momento é praticar o exercício da fé. Num segundo momento a compreensão virá e tudo será confortavelmente esclarecido.
Hilton

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 42a Parte - Palavras e expressões.


Certas palavras e expressões, encerram em si estruturas energéticas contrários aos estados sublimes de consciência e às leis superiores do cosmos. São vibrações típicas de ego acomodados ao estado no qual se encontram. Alguns exemplos: impossível, não posso, não me deixam fazer, estou cansado, etc. Também os pronomes possessivos, tais como: meu, minha, teu, tua, seu, sua, etc., sem os quais o homem da superfície não consegue exprimir-se, são vibrações retrogradas do ponto de vista da vida interior.
Figueira.

Pois bem, o texto pede uma mudança de postura naquilo que é básico na vida cotidiana.
De certa maneira, expressa o que temos conversado nas reuniões sobre não ser automático, mas “pensar sempre” antes de agir, de expressar-se, de se manifestar.
Temos virado o botão para o  automático e vivido com estas limitações de expressões comuns, usuais, mas completamente retrogradas sob o ponto de vista evolutivo.
O homem se acomoda e ali fica. De vez enquanto muda algo face a “opinião pública”, ou seja, mantem-se sob a hipnose coletiva da grande ilusão, do grande Maya.

Quando há lucidez, reflexões continuas manifestaram-se com uma tendência de encaixarmos estas manifestações dentro dos novos conceitos que foram absorvidos no decorrer dos ensinamentos ministrados. Por isso que a Busca tem de ser contínua, constante, onde não se pode esmorecer e nunca mais abaixar a guarda com relação ao ego.

Neste processo que se, contínuo e constante, a mente acaba se acostumando a exercer este novo esforço, tornando-o parte do processo mental. A margem de erros diminui, a paz fica mais próxima.
Alcançado certo equilíbrio mental e isto se dá no alinhamento com a alma, as manifestações tendem a ser sempre adequadas e elevadas, melhorando o nível do ambiente em que se encontra.
No entanto, o reverso é verdadeiro, pois o desequilíbrio mental, ou seja, o desalinhamento com a alma, torna o ambiente nefasto, agressivo e perigoso.

O texto cita os pronomes possessivos, tais como meu, minha, teu tua, seu, sua, etc., que são expressões incoerentes com a realidade maior, pois tudo o que temos usado, inclusive nosso corpo pertence neste momento à Terra, mas num momento seguinte poderá pertencer a Júpiter, a Vênus, ao Sol ou planetas de outros sistemas solares neste vasto universo.
De fato, não temos nada, pois somos uma centelha divina, no universo imaterial.

É preciso ser mais coerente com os ensinamentos adquiridos. Temos tido uma vida dupla, com comportamentos inadequados, mas em sintonia com a “opinião pública”, o que é um desastre. Temos medo de ser diferentes, mesmo que esta diferença seja essencial para mudanças necessárias na vida de todos no planeta.
Tem se mantido uma ordem, uma postura e uma educação completamente destrambelhada com os novos tempos e a nova Terra.
Somos capazes de atender uma ideia desvairada e recusar um pedido de Deus.

Enfim, o individuo que quer entrar em Serviço, alinhar-se com a vida infinita e dar continuidade ao seu real e verdadeiro caminho, precisa definitivamente, pensar com o lado direito do cérebro antes de manifestar-se.
Não deve se alinhar com a “opinião pública”
Deve ter ciência que normalmente será incompreendido, mas deverá seguir seus impulsos internos.
Hilton