sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Compense e não descompense.

Pensamento do dia 12 de agosto de 2016.

Por meio da oração descobrimos o que realmente sustém a vida.
Trigueirinho.

Pois bem, podemos dizer que a oração tem 1001 utilidades.
Orar, não necessariamente precisar ser uma repetição de frases. Isto ajuda muito na fase inicial do ser orante, quando este tem dificuldades em manter-se atento ou focado na entrega e na coligação que a oração exige.
Na medida que a oração torna-se uma pratica usual na vida do indivíduo, a coligação acontecerá de forma mais natural.
Ele poderá orar, ou estar em oração no seu cotidiano da vida, nas suas atividade, simplesmente, porque conseguiu imputar uma postura espiritual em tudo o que faz.
É assim que nossos protetores agem. Atuam em estado de oração, onde a compaixão, a tolerância, o amor, o respeito e a obediência plena às Leis é rigorosamente respeitado.
O sentimento de piedade, que é um sentimento “ultra-passado”, retrógado, infantil para o ser orante,  deixa de ter qualquer significado, até porque este sentimento nos desequilibra pois nos emociona.

O ser espiritualizado controla suas emoções e não as utiliza para comover ou comover-se o que, via de regra, está em ajustes com as Leis Divinas.
Pode ser interpretado como uma pessoa insensível quando na realidade está em equilíbrio, exercendo alta capacidade de Trabalho e de coligação com as “ajudas” possíveis.
Tais indivíduos equilibrados podem ficar plenamente ativos com o Plano e conscientemente entregues.
Além do Trabalho, precisam suprir a imensa confusão energética que os emocionalmente envolvidos tentam, de forma atabalhoada e improdutiva, fazer.
Estes mais atrapalham do que ajudam. Bloqueiam energias puras, oram cheios de intenções e de ordens, culpam, se sentem culpados, desconhecem as origens dos problemas mas palpitam como profundos conhecedores de situações que não tem a menor noção do que está acontecendo.
São cheios de justiça, mas completamente injustos com os desígnios de Deus.
Enfim prestam um enorme desserviço para todo o contexto.   

Muitos  identificam a oração como um apoio, quando na realidade é uma necessidade tão essencial quanto o ar que respiramos, a alimentação que ingerimos, a água que tomamos, pois coligar-se aos mundos suprafísicos é alimentar a alma e todos os demais corpos sutis, além do físico.
Usamos a oração no momento do sufoco, do aperto e sob pressão ficamos emocionalmente desequilibrados a ponto de usar um % mínimo da sua capacidade produtiva.

A oração acolhe, sustenta, coliga, enfim é um ato imprescindível para todas as criaturas do universo.
Obviamente cada reino, como o mineral, o vegetal e o animal possui uma forma de expressar-se na oração. Estes expressam-se através de certas reações naturais a estímulos provenientes da Mãe Natureza.
É preciso abandonarmos nossa prepotência e nossa soberania, ou sob outro aspecto, nossa ignorância, para começarmos a perceber que toda ser vivo ora.

Devido a uma instrução religiosa desastrosa, não assimilamos até agora o que uma oração representa e por isso a desprezamos no nosso dia a dia, usando-a quando nossas alternativas no plano material se esgotam. Isto é absolutamente incoerente e infantil em termos evolutivos.
É preciso sutilizar-se, desmaterializar-se (não virar um fantasminha), mas desapegar-se da parte grosseira dos nosso conceitos e preconceitos para compreender o que é um “estado de oração”.
Orar não é pedir, não é “orientar” Deus o que Ele precisa fazer, não é selecionar esta poderosa energia para este ou aquele individuo, face nossas preferencias ou simpatias, não é  interferir, não é classificar quem se enquadra ou não enquadra em nossos pedidos, mas é simplesmente posicionar-se perante o Criador num puro ato de entrega e compaixão.

Sabemos que situações terríveis estão acontecendo no mundo todo.
Situações onde a crueldade humana se manifesta, como situações onde a mão do homem não participa, mas são tão intensas como as demais.
Isto ocorre porque somos uma raça humana muito comprometida com nosso passado, onde contrariamos as Leis Regentes deste planeta e isto requer suas compensações.

Enfim reposicione-se na oração.
Seja neutro. Não se emocione, não se apegue, não tenha dó e nem piedade, mas tenha compaixão, amor e obedeça o que Plano definiu, pois este sabe das nossas reais necessidades em relação ao longo caminho evolutivo ainda a percorrer.
Compense e não descompense.
Não use uma energia pura na troca por complacências infantis.
Não interfira. Respeite as opções que foram tomadas por cada um ao nascer.
Ofereça-se silenciosamente, pois ninguém precisa saber das suas intenções como auto promoção.
Não seja cordial somente, mas seja proativo nas suas orações.
Toda oração tem a força de um vulcão. Basta sabermos isto, somente.


Ore.

Hilton

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Falamos e pensamos o certo e fazemos o errado

Pensamento do dia 11 de agosto de 2016.

Estar diante do sofrimento de forma positiva é viver com consciência o que ele nos traz.
Trigueirinho.

Pois bem, esta é uma postura que poucos percebem a necessidade de adotá-la.
Normalmente o sofrimento vem dentro do conceito da punição, quando na realidade é uma forma usada neste mundo como forma de reequilibrar o que foi desequilibrado.
O sofrimento nos ajuda a ajustarmos o que está em descompasso, o que foi desvirtuado, pois se assim não fosse, poderíamos entrar em queda livre numa sucessão de erros que poderiam ultrapassar vidas e mais vidas, sem limites, sem interrupções nos levando a uma condição cármica incomensurável.
De forma inteligente e amorosa (por incrível que pareça) o sofrimento interrompe esta queda livre, faz cessar o que está em desacordo com as Leis e nos poupa para um futuro melhor.
Contrabalança nossas atitudes erradas desta vida e das vidas passadas, nos trazendo novamente para o caminho ascensional.

A maioria não percebe este acolhimento, esta forma de ajuda e de amor que Deus criou, como forma de interromper erros gravíssimos e seu continuísmo, sem interferir no livre arbítrio.
O sofrimento tem sido inevitável.
Todas as pessoas se sujeitam a ele, no entanto, podemos amenizá-lo na medida que formos nos alinhando com as Leis. Obviamente para isto, precisamos conhece-Las, o que se torna imprescindível trabalhar a espiritualidade, o lado subjetivo e impalpável da vida, seja através de doutrinas religiosas ou filosofia espiritual.

Nos queixamos demais, não nos poupamos, somos intensamente controvertidos, ou seja, falamos e pensamos o certo e fazemos o errado.
Somo extremamente vaidosos, precisamos aparecer e para isto seguimos as tendências da sociedade, desprezando aspectos importantes que “teoricamente”, deveríamos ter assimilado para praticá-lo.

Outro aspecto importante é a possibilidade de nos tornarmos um mecanismo de alerta para pessoas em processos de desajustes, desde que sejamos  autênticos e fieis às verdades adquiridas, obviamente sem levar qualquer tipo de vantagem ou mérito sobre isto.
Esta postura, quando autentica, tem uma valor incrível, pois fará com que a pessoa em sofrimento possa entrar imediatamente em processo de recuperação do seu alinhamento e do saneamento das pendencias em aberto.

Normalmente as ajudas manifestadas pela sociedade e pelas pessoas descrentes, é outro grande desastre pois a maioria “ajuda” na perspectiva da auto promoção, divulgando para os 4 cantos o que vem fazendo e usando isto como barganha para posições, valores, comunicação, nesta auto promoção.

O sofrimento vem como uma benção.
É claro que o ideal é não sofrermos, mas isto tem sido impossível face às nossas decisões inconsequentes e inoportunas para o meio evolutivo.

Como tem sido aqui amplamente divulgado, é fundamental sermos autênticos, sermos pessoas alinhadas com os nossos mais elevados conceitos assimilados, enfim dentro de uma postura ética e amorosa fazer o que seu coração mandar.

Olhe-se no espelho. Veja se está alinhado com isto, senão realinhe-se pois prestaremos contas de todas nossas atitudes.


Hilton

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Perder para ganhar.

Pensamento do dia 10 de agosto de 2016.

Uma sintonia com a espiritualidade abre caminho para a saúde.
Trigueirinho.

Pois bem, ontem na reunião abordamos de certa forma este aspecto.
Evolução, no sentido pleno desta palavra significa desmaterialização.

Por exemplo, Hierarquias são grupos de Consciências que atingiram um grau elevadíssimo de desempenho espiritual.
Estas Consciências, em momentos passados, ocuparam corpos materializados e viveram infinitas experiências que As alavancaram para atingiram o grau evolutivo que hoje se encontram.
Continuam em evolução, mas usam desta larga experiência para controlar sistemas solares, galáxias e seus mundos no processo da criatividade divina.
Em cada etapa evolutiva, ou ciclo evolutivo, deixavam de usar o corpo correspondente, ou seja, em termos comparativos e ainda grosseiros, tomando nossa estrutura como exemplo, primeiro foi o físico, depois o astral, depois o corpo anímico, depois o de luz e assim sucessivamente, até que estas Consciências  juntaram-se formando uma Hierarquia.
Esta é a nossa meta, ou seja, estamos literalmente nos desmaterializando.
Tem ainda muito chão até o momento de abandonarmos o físico, mas é o caminho.

A Terra, por outro lado, segue as mesmas diretrizes, pois tem o conceito de alma também, sob outras circunstancias. Neste ciclo que se finda para o mundo terreno, abandonará a situação de expiação para tornar-se solo sagrado, ou seja, passa por mais um ciclo no próprio processo evolutivo.

Desta forma, todo indivíduo que tem como meta definida evoluir e ter a plena consciência desta necessidade, entra no estágio da desmaterialização.
Obviamente começaremos pelos conceitos mais rústicos, onde nossa mente começa a assimilar uma série de critérios mais refinados, mais equilibrados, menos competitivo, mais cordial com a vida universal.
Muda os conceitos, os paradigmas, as referências, coloca-se sob o domínio da intuição e não da personalidade, pois evoluir é ser impessoal, além de trabalhar num conjunto de mudanças que o tornam mais autêntico e menos fantasioso.
Preocupa-se com seus novos conceitos, afasta-se da ilusão e pondera sensivelmente suas atitudes.
Esforça-se muito para galgar, todos os dias, este novo compasso da nova vida que se apresenta.
Interfere menos, forma sua própria ideologia baseado nas verdades do seu coração e torna-se íntegro com elas, não corrompendo-as com atitudes do seu passado.
Podemos dizer que tornou-se um novo indivíduo. Mais coerente, torna-se também abrangente e oferta-se nas Tarefas intuídas.
Ganha nova responsabilidade, pois saberá identificar que suas ações podem comprometer de forma positiva ou negativa aqueles que o seguem ou que o tomam como referência.
Adquire um sentimento grupal, ou seja, tudo que faz, que pensa, avalia suas repercussões antes de faze-lo pois já percebeu que somos uma unidade, um corpo único chamado humanidade.
Não teme responsabilidades e prepara-se sempre para assumir os desígnios de Deus.
Acredita nas “ajudas que pairam no ar” e sente amor no seu coração.
Tais indivíduos tornaram seus desejos muito mais leves do que os demais.
Não são ambiciosos, hoje considerado uma qualidade aqui na Terra, pois tem absoluta certeza que está perdendo para ganhar.
Este indivíduo está sendo desmaterializado, sob certos aspectos, com grandes chances de se universalizar.

Vejam que este perfil é raro. É um perfil de poucos, pois a maioria ainda se sente atraída pelas conquistas do poder e do ter. Lutam arduamente pelas migalhas e quando dominam algumas, possuem aquela sensação de bem estar que passará em um minuto.
Em grupos voltados ao Trabalho, também ocorre esta mistura, onde certos indivíduos compensam e outros descompensam. Não há ainda uma consciência plena e cordata sobre vários conceitos, pois somos ainda pessoas muito rebeldes que iludem-se ao menor sinal de certas facilidades e ilusões.

Enfim cada um de nós precisa auto avaliar-se, pois com certeza todos terão a necessidade corrigir seus rumos.
Nossa saúde, na medida que formos nos alinhando com nossas metas elevadas, melhora pois o indivíduo-Tarefa precisa estar à altura do que lhe foi designado.
Faça isto.
Não despreze estas informações, pois os alertas servem como uma ajuda para corrigirmos o que aos olhos do Plano, precisa ser corrigido.
Você só se tornará melhor quando isto for sua meta prioritária e estiver disposto a abandonar o que você não precisa mais.


Hilton

terça-feira, 9 de agosto de 2016

Que Deus tenha piedade de nós.

Pensamento do dia 09 de agosto de 2016.

O espírito, a intenção, é o que traz unidade.
Trigueirinho.

Pois bem, hoje não somos uma unidade, não temos uma unidade e estamos na eminencia dos grandes movimentos.

Temos falado sobre as olimpíadas. Creio que muita gente não está gostando.
Vamos então aborrecer alguns um pouquinho mais, não com este intuito, mas de esclarecer sobre pontos que talvez muitos ainda não pensaram.

Vamos falar sobre algumas das consequências para os atletas:
Vamos separar uma criança com 10, 12 anos de idade, que mostrou seu espirito guerreiro e separa-la do aprendizado da vida, isolando-a num quarto bem decorado, com certas regalias e durante 25 anos ela terá de girar uma manivela ora pra frente, ora pra trás, dentro deste quarto.
Terá de fazer isto todos os dias, aprimorando sua musculatura dos braços, coordenando seus movimentos, ora pra frente, ora pra trás, enrijecendo os ombros, as pernas, o equilíbrio físico e o principalmente o condicionamento mental.
A cada 4 anos, ela será exposta para um grupo de juízes e para o público em geral que irá avalia-la quanto ao desempenho em girar de forma precisa e no menor tempo possível, uma quantidade de voltas daquela manivela, ora pra frente, ora pra trás.

Vejam que condicionamos esta criança, que depois será uma jovem, depois um adulto para realizar precisamente os mesmos movimentos.
Escondemos e separamos esta criança das atividades da vida, da sua origem, das experiências importantes que seu destino lhe reservou, da comunicabilidade de forma variada, da convivência natural e imprevisível com os demais, das oportunidades do chamado “acaso”, das dificuldades naturais sem a ausência da superproteção, separando-a neste isolamento físico e mental da possibilidade dela se questionar com relação a todos os outros valores; da sua leveza, da sua espontaneidade, do seu carisma, do seu desenvolvimento natural segundo as circunstancias dos movimentos e dos contornos que a vida imprevisível lhe reservou, enfim a isolamos de tudo e de todos criando um ser humano artificial, inócuo, despreparado e inoportuno a não ser para nos agradar na arena da morte.
Sim, arena da morte, pois matamos um cidadão normal cujos atributos conquistados deveriam acontecer naturalmente e não conquistados com formas maciças de desempenhos condicionados.

Provavelmente esta jovem irá envelhecer com sequelas imensas, seja no físico como no mental, além do pior de todos, o espiritual, pois perdeu seu tempo para nos agradar em nossos anseios doentios.
A vida normal, as dificuldades naturais, o destino livre, a imprevisibilidade é o que nos traz as principais experiências que fortalecerá nossa possibilidade de evolução.
Seja no plano mental como no espiritual, será através das quedas e da superação da vida natural que iremos moldar cada vez mais e com mais detalhes o retorno ao nosso arquétipo original.
Estes jovens atletas, olímpicos, artificiais no desenvolvimento das suas capacidades físicas, perderam esta encarnação e esta perda, todos nós, toda a sociedade que incentiva e admira estes jogos cruéis, irá absorver na mesma proporção da falta que isto lhes fará, pois somos a massa humana que tolera, que admira, que exalta, que incentiva a desproporcionalidade destes condicionamentos.

Tais jovens perderam tempo precioso de suas vidas no despreparo da única coisa necessária, evoluir no conjunto (corpo-mente-alma).
Poderíamos admirar certas qualidades naturais de indivíduos que nasceram com circunstancias diferenciadas, desde que estas fossem somar no processo evolutivo, como forma de incentivar ou de ser referência aos objetivos elevados, mas não formata-los como seres humanos atípicos e condicionados a “lutar” no combate artificial da vida guerreira e ignorante da competitividade.

Dizem que 4 bilhões de pessoas estão ligadas nas olimpíadas. Veja quanta deseducação se alastra para nossas crianças, que na tenra idade são incentivadas a se tornarem indivíduos artificias e alheias às causas naturais da vida aqui na Terra.
Vejam quantos indivíduos de baixa maturidade e alta ignorância espiritual vão se deixar levar pelo espirito guerreiro e poderoso das “qualidades físicas” em detrimento da mental e espiritual.
Vejam quanto incentivo medíocre para o mundo das guerras, das conquistas, da destruição do mais fraco, como se isto fosse alinhado com as regras de Deus.
Muitos até se emocionam com isto, choram no hino nacional, orgulham-se de serem americanos, chineses, brasileiros, etc., como se pudéssemos viver eternamente na separatividade das fronteiras e da força física.
Isto tem um preço e é alto, pois nos distancia, ou seja ao invés de ascendermos, descemos para os níveis mais baixos da espiritualidade,  onde nos isolamos da vida comunitária universal, da comunhão com os mundos adiantados, da convivência pacifica entre nós mesmos e da convivência universal com todos os outros povos do universo.

Não adiantamos um único passo para frente. Estagnamos no tempo, vivemos as mesmas euforias da guerra, da luta, do combate, da disputa, trocando acolhimento, harmonia, equilíbrio pela ferocidade das disputas.
No passado, os Incas, os Maias, os Egípcios e todos os demais povos que tiveram oportunidades de ouro no início das suas civilizações, pois foram ordenados por Seres de fora da Terra, assim que entraram no processo de queda, os jogos olímpicos, as disputas e finalmente as guerras, tomaram o  lugar da paz, da harmonia, da inteligência, cedendo para a destruição, os assassinatos e a competividade, exatamente como estamos hoje no mundo inteiro.

Que Deus tenha piedade de nós.

 Hilton

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Derrota e vitória. Eis os principais argumentos para o involuido se manifestar.

Pensamento do dia 08 de agosto de 2016.

Essência e forma devem unificar-se, sendo o homem o elo para essa unificação.
Trigueirinho.

Pois bem, na data de hoje iniciamos um novo ciclo anual do Planeta Terra, que vai de 08 de agosto de 2016 a 08 de agosto de 2017.
Como podemos perceber, estamos inseridos em inúmeros ciclos menores e ciclos maiores.
O ciclo maior, definitivo em termos planetários, finda-se em período próximo e colocará a Terra na condição de planeta sagrado. Esta sequência é natural e ocorre nos planetas que evoluem sob as mesmas condições da Terra. Abriga primeiro raças primitivas e depois evolui para raças desenvolvidas.
No livre arbítrio das raças envolvidas, ficará a critério de cada um acompanhar esta sequência natural e inexorável.

A Terra vive hoje seus momentos finais em termos “primitivos”. O novo horizonte, em nada poderá ser comparado com o atual.
Como desconhecemos como serão estes novos horizontes, ainda nos apoiamos nos aspectos involutivos e grotescos, naquilo que a atual humanidade ainda consegue admirar.
A arena dos gladiadores ainda continua em alta, recheada de “novidades” e agora arrasamos os “adversários” sob novas condições, quem sabe, mais educadamente nos precários termos éticos que consideramos aceitáveis.
Como são poucos aqueles que anseiam “de verdade” os novos tempos, somos admiradores das nossas velhas conquistas, repetindo o que se fez no passado com outras roupagens, figurinos, modelos, maquiagens, orgulhando-se dos “novos” métodos destrutivos, pois temos de vencer os “adversários” a que custo for.

Como se diz, o “espírito olímpico” consagrado pelos deuses do Olimpo, ainda exalta a confusão mental e espiritual que temos mantido ao longo das eras, onde nossos verdadeiros passos não passaram de pequenos pulinhos, mantendo a mesma forma de eliminar mais discretamente. Foi mais explícito e mais sangrento no passado, mas o espírito destrutivo continua exatamente igual.

Então, como podemos notar, nossa essência intelectual e nossos principais sentimentos ainda deixam muito a desejar, pois continuamos a ressaltar nossos piores desejos, quebrando a harmonia, o acolhimento, a igualdade, o amor, em troca dos louros e das medalhas que exibiremos com orgulho.
Antes eram as cabeças dos adversários, hoje pelo menos refinamos um pouco mais nosso espirito olímpico exibindo as medalhas.
No frigir dos ovos trocamos 6 por meia dúzia, pois internamente somos as mesmas pessoas, competitivas, prontas para o combate, para as conquistas, para as disputas, tentando provar que evoluímos.
Fisicamente evolui-se da criança para a velhice e sabemos que ao nascer começamos imediatamente a envelhecer. O que prevalece e o que levaremos serão nossas conquistas espirituais que não exige disputas, contendas, cabeças, medalhas, mas experiências, conhecimento, inteligência e muito amor pelo próximo e pelos reinos.

Quando anexamos nossa Essência  pois até agora estamos distante Dela, à nossa forma (mente-intelecto) nossos corpos unem-se a uma meta única (evolução espiritual), pois esta alavanca, projeta, exterioriza o que de real e verdadeiro possuímos na nossa Origem.

Alguns podem dizer, mas hoje fazemos nosso melhor, precisamos nos divertir, admirar algo, exaltar alguma coisa.
Sim, é verdade, mas com inteligência podemos deduzir que não é desta forma.
Chega de ressaltar o grotesco, as guerras, o combate, o mau exemplo para nossos filhos.
A criatividade precisa vir de dentro para fora, ou seja, precisamos começar a pensar diferente do que sempre pensamos.
Claro que não haverá termos de comparação, pois o que comparamos hoje é só passado. De nada adianta temos trocado as cabeças dos adversários pelas medalhas. Continuamos destruindo no espírito olímpico.
Vejam que falta de criatividade, pois praticamente não mudamos nada. Hoje destruímos alguém por assédio moral  e antes pela espada, mas continuamos destruindo.
Burramente, somos guerreiros.
Isto seria ótimo se estivéssemos combatendo a ignorância (disparidade, desigualdade, ódio, disputas).

O indivíduo criativo extrapola o conhecido, se deixa levar pela sua intuição, ultrapassa as fronteiras, não aceita o velho e o conhecido, luta pela originalidade, acolhe, não exclui nada e ninguém pois percebeu que a união é a meta final do universo, usa a energia do amor como força motriz e entrega-se.

Nós, homens, somos o elo de ligação entre a forma e a Essência, portanto, não podemos pensar somente na forma, mas sim na Essência, pois esta unirá à forma.

Enfim, cada vez mais os homens serão separados dos meninos, ou seja, cada vez mais o indivíduo evoluído irá se separar do indivíduo involuido, tosco, bruto, aquele que se satisfaz com a vitória e sofre com a derrota. Aliás estes conceitos, derrota e vitória, são os principais argumentos do involuido.

Pense como você se sente a este respeito. Não mascare seus sentimentos, pois se acha que está na hora de mudar, mude.


Hilton