segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Derrota e vitória. Eis os principais argumentos para o involuido se manifestar.

Pensamento do dia 08 de agosto de 2016.

Essência e forma devem unificar-se, sendo o homem o elo para essa unificação.
Trigueirinho.

Pois bem, na data de hoje iniciamos um novo ciclo anual do Planeta Terra, que vai de 08 de agosto de 2016 a 08 de agosto de 2017.
Como podemos perceber, estamos inseridos em inúmeros ciclos menores e ciclos maiores.
O ciclo maior, definitivo em termos planetários, finda-se em período próximo e colocará a Terra na condição de planeta sagrado. Esta sequência é natural e ocorre nos planetas que evoluem sob as mesmas condições da Terra. Abriga primeiro raças primitivas e depois evolui para raças desenvolvidas.
No livre arbítrio das raças envolvidas, ficará a critério de cada um acompanhar esta sequência natural e inexorável.

A Terra vive hoje seus momentos finais em termos “primitivos”. O novo horizonte, em nada poderá ser comparado com o atual.
Como desconhecemos como serão estes novos horizontes, ainda nos apoiamos nos aspectos involutivos e grotescos, naquilo que a atual humanidade ainda consegue admirar.
A arena dos gladiadores ainda continua em alta, recheada de “novidades” e agora arrasamos os “adversários” sob novas condições, quem sabe, mais educadamente nos precários termos éticos que consideramos aceitáveis.
Como são poucos aqueles que anseiam “de verdade” os novos tempos, somos admiradores das nossas velhas conquistas, repetindo o que se fez no passado com outras roupagens, figurinos, modelos, maquiagens, orgulhando-se dos “novos” métodos destrutivos, pois temos de vencer os “adversários” a que custo for.

Como se diz, o “espírito olímpico” consagrado pelos deuses do Olimpo, ainda exalta a confusão mental e espiritual que temos mantido ao longo das eras, onde nossos verdadeiros passos não passaram de pequenos pulinhos, mantendo a mesma forma de eliminar mais discretamente. Foi mais explícito e mais sangrento no passado, mas o espírito destrutivo continua exatamente igual.

Então, como podemos notar, nossa essência intelectual e nossos principais sentimentos ainda deixam muito a desejar, pois continuamos a ressaltar nossos piores desejos, quebrando a harmonia, o acolhimento, a igualdade, o amor, em troca dos louros e das medalhas que exibiremos com orgulho.
Antes eram as cabeças dos adversários, hoje pelo menos refinamos um pouco mais nosso espirito olímpico exibindo as medalhas.
No frigir dos ovos trocamos 6 por meia dúzia, pois internamente somos as mesmas pessoas, competitivas, prontas para o combate, para as conquistas, para as disputas, tentando provar que evoluímos.
Fisicamente evolui-se da criança para a velhice e sabemos que ao nascer começamos imediatamente a envelhecer. O que prevalece e o que levaremos serão nossas conquistas espirituais que não exige disputas, contendas, cabeças, medalhas, mas experiências, conhecimento, inteligência e muito amor pelo próximo e pelos reinos.

Quando anexamos nossa Essência  pois até agora estamos distante Dela, à nossa forma (mente-intelecto) nossos corpos unem-se a uma meta única (evolução espiritual), pois esta alavanca, projeta, exterioriza o que de real e verdadeiro possuímos na nossa Origem.

Alguns podem dizer, mas hoje fazemos nosso melhor, precisamos nos divertir, admirar algo, exaltar alguma coisa.
Sim, é verdade, mas com inteligência podemos deduzir que não é desta forma.
Chega de ressaltar o grotesco, as guerras, o combate, o mau exemplo para nossos filhos.
A criatividade precisa vir de dentro para fora, ou seja, precisamos começar a pensar diferente do que sempre pensamos.
Claro que não haverá termos de comparação, pois o que comparamos hoje é só passado. De nada adianta temos trocado as cabeças dos adversários pelas medalhas. Continuamos destruindo no espírito olímpico.
Vejam que falta de criatividade, pois praticamente não mudamos nada. Hoje destruímos alguém por assédio moral  e antes pela espada, mas continuamos destruindo.
Burramente, somos guerreiros.
Isto seria ótimo se estivéssemos combatendo a ignorância (disparidade, desigualdade, ódio, disputas).

O indivíduo criativo extrapola o conhecido, se deixa levar pela sua intuição, ultrapassa as fronteiras, não aceita o velho e o conhecido, luta pela originalidade, acolhe, não exclui nada e ninguém pois percebeu que a união é a meta final do universo, usa a energia do amor como força motriz e entrega-se.

Nós, homens, somos o elo de ligação entre a forma e a Essência, portanto, não podemos pensar somente na forma, mas sim na Essência, pois esta unirá à forma.

Enfim, cada vez mais os homens serão separados dos meninos, ou seja, cada vez mais o indivíduo evoluído irá se separar do indivíduo involuido, tosco, bruto, aquele que se satisfaz com a vitória e sofre com a derrota. Aliás estes conceitos, derrota e vitória, são os principais argumentos do involuido.

Pense como você se sente a este respeito. Não mascare seus sentimentos, pois se acha que está na hora de mudar, mude.


Hilton

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