sábado, 3 de setembro de 2016

Ausência.

Pensamento do dia 03 de setembro de 2016.

O Amor é a própria essência da existência, a base da vida e a harmonia de todas as esferas manifestadas.
Grupo X-7.

Pois bem, enquanto não incorporarmos o amor pleno em nossa vida, nos sentiremos distantes do universo que nos rodeia.

A regra básica da vida em todos os cantos dos universos é o amor.
Aqui na Terra amamos de uma forma estranha, pois selecionamos quem ou o que devemos ou não amar.
Desta forma praticamos um pseudo “amor” egoísta, separatista, personalista. Isto teve influencias tão grandes e complexas que fomos separados em países, línguas, religiões, conceitos, preconceitos, transformando a vida na Terra numa verdadeira Olimpíada cercada de muita competição e conquistas ilusórias.
Estes preconceitos estão tão arraigados que há não mais como revertê-los.

Na comunhão do amor, ocorrem trocas fundamentais, onde todos cedem e todos ganham ao mesmo tempo. É uma simbiose de movimentos, de energias, de conteúdo, de informações e conhecimentos que, por inercia, teremos o que precisamos no exato momento da necessidade.
Na Terra o trabalho é insano, desgastante, ilusório, gerando conquistas que são desprezíveis em todos os outros lugares, fora daqui.
Em outros lugares, tem-se como objetivo único e exclusivo, evoluir, progredir na consciência, na compreensão das Leis. Preocupar-se com a sobrevivência é algo inconcebível, enquanto que aqui só fazemos isto.  

Parece que não temos saída e não temos mesmo, pois nos enrolamos de tal forma, nesta confusão de valores e prioridades que nos sufocamos nas ilusões.
É como se estivéssemos todos, a população inteira da Terra, no oceano, lutando desesperadamente para sobreviver, à deriva, sem boias ou coletes salva-vidas, fazendo com que um se apoie no outro desordenadamente, numa luta trágica pela sobrevivência, pelo ar, e com isto afundamos nossos vizinhos ou somos afundados pelos mesmos.
Este salve-se quem puder está arraigado a esta imensa ignorância, onde poucos contém os valores materiais de muitos.  Uma redistribuição mais equilibrada poderia dar um certo equilíbrio para tomarmos um folego e nos redirecionarmos para terra firme.
O que vê são procedimentos ilusórios cada vez mais intensos e perturbadores, aumentando as ilusões e as falsas esperanças em nos agarrarmos a um mundo materialmente em fase de desmonte.

Temos de nos voltar para as bases corretas da criação, que é o amor incondicional, a harmonia, o dar de si, o equilíbrio e nos conformarmos com a desmaterialização em curso.
Os tempos finais, as últimas chances estão se expirando e ainda vemos uma ausência muito grande de muitos neste despertamento.
Temos de nos sentir incomodados quando “afundamos” nossos irmãos para nos mantermos na superfície deste mar de egoísmo.     
Ao se sentir incomodado, mude o que lhe incomoda, não mascare, não subestime, pois cada um prestará contas das suas atitudes.


Hilton

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

Não seja omisso, acomodado.

Pensamento do dia 02 de setembro de 2016

As qualidades da pura existência são inerentes à mente do homem.
Grupo X-7.

Pois bem, temos uma origem primordial, divina, pura e absolutamente completa.
Estamos no caminho da conquista desta plenitude.
A cada passo que dermos na escalada evolutiva, mais abrangentes nos tornamos.
Nos aspectos conhecidos, iniciamos nossa vida no universo material como um ser mineral, depois um vegetal, depois um animal e agora no reino hominal.
A maior conquista no reino hominal foi a individualidade da alma. Nos reinos anteriores tínhamos uma alma coletiva, desta forma as decisões por quem nos dirigia se aplicava à coletividade, mas agora não, agora somos senhores das nossas decisões.
Nos primórdios do planeta Terra, optamos por evoluir no livre arbítrio.
Deus em sua infinita misericórdia, nos concedeu esta opção.
Fracassamos.
Não usamos adequadamente esta opção, infringindo inúmeras Leis que regem o Universo e a Terra.
As demais civilizações em outros mundos, não usam o livre arbítrio pois se utilizam das Leis existentes.
Não conseguimos e atraímos com isto, as forças involutivas que tornaram a vida neste planeta o caos que estamos vivendo.
Sem as forças involutivas não teríamos como utilizar o livre arbítrio, mas todos viemos aptos a vence-las.
Sem a interferência de Samana (conhecido como Jesus Cristo em uma época), já estaríamos no depósito inicial para uma reconstituição no início do reino hominal, ou quem sabe mais atrás.

Hoje são poucos, talvez 6% da humanidade com certa lucidez para compreender estas informações, pois a maioria sequer cogita da sua existência universal.
Vemos a imensa maioria lutando pelo egoísmo e pela ganancia em tudo o que faz, projeta e utiliza.
É triste ver nosso planeta nestas condições, pois este se ofereceu em sacrifício para nosso sucesso evolutivo. O depredamos, assim como os demais reinos, imputando sofrimentos atrozes, inclusive para nossa diversão.
Estamos deixando um legado para nossas futuras gerações que se não fosse o final do ciclo e as interferências de Samana, um verdadeiro inferno para sobreviver.

É preciso reatar nossos elos com a parte elevada do nosso ser.
O recado do pensamento é claro, mas podemos nos aproximar desta parte elevada na medida que formos ponderando nossos pensamentos, nossas atitudes, nosso posicionamento.
Sabemos que em algum momento, todos irão reverter suas posições atuais, mas poderá ser através de novas eras de muita dor e sofrimento.
Aproveitar o momento impar que já entramos e está em execução, sem dúvida, é a única coisa necessária a ser feita.
Rever posturas, procedimentos, conceitos, alinhar-se com as verdades do nosso coração é o que importa.
Recoloque-se.
Dispense o que não serve mais.
Filtre sua postura.
Se socialize com seu elo espiritual, pois nada mais será tão importante quanto isto.
Não seja omisso, acomodado.
O fim desta era negra está em curso.

Hilton

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Nossas crianças já sabem disto.

Pensamento do dia 31 de agosto de 2016.

Uma flor não é bela por vaidade ou outros motivos egoístas, mas em louvor à vida.
Trigueirinho.

Pois bem, os reinos infra humanos, em especial o reino vegetal, vive em louvor ao Criador e à Criação.
Oferta-se sempre e quando o utilizamos para nossa manutenção, sabe intrinsicamente que está servindo aos objetivos de Deus.

O reino humano tem vivido, se servido e destruído em benefício próprio somente.
Usa e abusa do egoísmo, da ganancia e da vaidade, mas o pior de tudo e sua estagnação evolutiva espiritual, pois esta o mantem num deplorável estado de ignorância, aprisionando-o a níveis de consciência muito baixos para os momentos atuais.

Se observássemos melhor o reino vegetal, veríamos coisas incríveis nesta oferta e idolatria à Criação.
O reino animal, por outro lado, sem um corpo emocional como o nosso, mantem o bom humor, mantem a fidelidade, não exercita a vingança, enfim, se bem tratado e se preservado com seus instintos naturais de sobrevivência, adequa-se totalmente ao seu reino superior imediato que é o reino humano.

Temos pouco tempo para mudanças significativas em nossa índole e nosso caráter, pois se temos a pretensão de darmos continuidade em nossa evolução precisamos mudar.
O que somos e o que fomos não serve mais.
Temos de estar dispostos a mudar. Mudar o que for preciso, abandonar o que for necessário, não se prender a conceitos e preconceitos da cartilha que a humanidade vem seguindo a milênios.
Esta cartilha foi útil na nossa fase mais grosseira, nos primórdios da civilização, portanto, mantê-la e vive-la com seus preconceitos é essencialmente viver no passado.
Vivemos hoje outra dinâmica, outros momentos, outros conceitos, outros níveis de consciência e temos obrigação de nos adaptarmos a estes novos tempos.

Estávamos ontem conversando sobre nosso arcaico sistema educacional, cujo objetivo básico é anular a criatividade das nossas crianças e incitá-las à competição predatória e destruidora.
Poucos percebem que nossas crianças estão nascendo com acesso à sabedoria universal. Estão prontas e se não as atrapalhássemos com este sistema educacional do século X, despontariam de forma natural.
Na nova era, na nova Terra não haverá mais escolas, universidades, MBA´s e outra bobagens do gênero, cuja finalidade tem sido somente de doutrinar e reter o aluno a seguir os interesses obscuros do lado negro da vida.

No futuro as crianças poderão expandir naturalmente a imensa bagagem da qual serão providas ao nascer e os adultos irão, somente, colaborar com este  potencial latente em todas elas.
Hoje temos um mundo de interesses mesquinhos e oportunistas que retém e mantem nossos jovens para o desenvolvimento de mecanismos obscuros, adotando normas escravagistas para que  uns poucos possam exercer o domínio de toda  a humanidade.
Vivemos a ilusão da “liberdade” da qual somos prisioneiros. Somos manipulados em cima das vaidades e da ganancia, servindo a certos “senhores”, em nosso próprio processo de autodestruição.

Temos de aprender a louvar a Vida como um todo.  Não somente a vida física, mas a vida universal em todos os mundos, em todos os reinos, em todas as dimensões.
Nossas crianças já sabem disto.

Vamos aprender com elas.
Hilton

terça-feira, 30 de agosto de 2016

A paz é uma conquista.

Pensamento do dia 30 de agosto de 2016

A paz é um estado interior no qual o indivíduo se coloca em perfeita sintonia com a realidade espiritual.
Trigueirinho.

Pois bem, já estudamos este assunto.
Bom lembrar que a verdadeira paz independe dos movimentos externos, da vida cotidiana, pois a paz é interior.
Quando você está bem com sua alma, convicto de estar fazendo a coisa certa, a paz acontece.

Creio que alguns e vocês ou quase todos, já passaram por momentos de paz em meio ao caos da vida material.
Tais relances ou insights, trazem a oportunidade de vislumbrarmos a paz no seu contexto mais elevado.
Quando estamos no caminho evolutivo, no processo da espiritualização, somos assediados por estes insights de paz.
São relances ou pequenos momentos, pois rapidamente nossa personalidade nos faz “cair” nas ilusões da vida material.

Temos, sempre, dado importância para os acontecimentos materiais, para os resultados práticos, sem levar em conta que a ilusão não tem a menor chance de nos remeter para esta paz tão almejada e desejada.
A ilusão no máximo amplia certas sensações, incrivelmente passageiras, de ordem e organização. Na realidade não existe ordem e organização no mundo material da 3ª dimensão, pois não há disciplina e não há convicção (fé).
Por isso que vivemos uma vida tão desassossegada e incoerente com nossos principais valores internos.
No geral vemos pessoas oportunistas que aproveitam “brechas” da distração dos outros para obter certas vantagens. Isto é comum no mundo religioso, onde muitas pessoas são enganadas com promessas falsas, com ilusões poderosas que as hipnotizam e as faz crer que algo diferente aconteceu.
Esta forma de tirar vantagens é cruel, pois em algum momento futuro, a realidade vira à tona e a decepção poderá ser grande.

Enfim, cada vez mais temos de nos espiritualizar, pois cada vez mais precisaremos viver menos ilusões para sermos mais precisos em nossas ações.
Precisamos nos alinhar com o Plano elevado, com as coisas de Deus.

Diminuir a ilusão  é sair da ignorância, é ganhar conhecimento, é alinhar-se com a alma.

Hilton

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Prender-se ao próprios problemas é uma forma irracional de, além de não resolve-los, negar as mudanças em curso.

Pensamento do dia 29 de agosto de 2016.

É a fé que nos proporciona a coragem de penetrar algo inédito.
Trigueirinho.

Pois bem, estamos vivendo um tempo das coisas inéditas.
Aqueles que ainda não perceberam são aqueles que estão muito presos às suas pequenas necessidades.
Temos uma tendência muito forte em olhar pra baixo, para a ponta do sapato e esquecer o mundo ao nosso redor.
O novo homem precisa ser mais esclarecido, atualizar-se continuamente com as inúmeras informações sobre o mundo, a natureza, os valores, os movimentos, os acontecimentos.
Prender-se ao próprios problemas é uma forma irracional de, além de não resolve-los, negar as mudanças em curso.

Em casa somos muito assediados por inúmeros problemas de vários pessoas que nos procuram. Curiosamente isto nos faz focar em como poderemos, de alguma forma, ajuda-las.
A ajuda ocorre através de conselhos, alertas, onde certos ângulos e certas situações ainda não percebidas ou vistas pelos mesmos, pode significar novos movimentos ou postura.
Sabemos que não poderemos mudar nada para os outros, mas sabemos também que há possibilidade de ampliarmos a visão e os sentidos destas pessoas que procuram ajuda.
Com isto, estas poderão aclarar ideias, perceber certos impulsos, ampliar a visão sobre o assunto, permitir e receber certas “ajudas” que podem se manifestar mas não tinham permissão, enfim, as perspectivas podem mudar através de uma postura mais equilibrada e disposta a receber.
Claro que tem de haver, por quem necessita ajuda, uma postura positiva, de fé e de aceitação.
Muitas vezes estamos na eminencia de uma solução e esta solução pode ser muito simples, banal até, mas não percebemos pois estamos pré-ocupados em nos queixar, em nos colocar como indivíduos sem sorte, iludidos em preconceitos idiotas, soltos no mundo, isolados, sem que, por mais que a providência divina tente nos alcançar, não permitimos. Enfim temos adotado a postura do coitadinho. Isto não resolve mas conforta, segundo as ilusões que nos envolvemos.

Muito bem, está oportunidade que temos tido em casa, tem feito com que deixemos de nos preocupar, tão intensamente. com nossos problemas e nossas aflições, fazendo com que certas situações, simplesmente, se resolvam sem nenhuma participação da nossa parte.
É incrível o que acontece quando você se ocupa em prestar um Serviço ao invés de querer recebe-Lo.
A natureza age de forma simples sobre situações que o ocupava ou o preocupava, pois ao você tornar-se útil, certos entraves que poderiam impedi-lo nesta postura,  pela Lei do Amor, tendem a desaparecer.
Seria tão bom e tão mais útil se nos ocupássemos em Trabalhar mais, Doar mais e usarmos menos.

Quando você adquire este perfil de colaborador, a fé introduz-se na tua vida e a coragem se instala em teu ser vencendo inúmeras barreiras que tem sido fatídicas para os temerosos e preconceituosos.
Servir ou colocar-se a Serviço será a característica comum dos indivíduos da nova era.
Pratique esta postura, experimente e verá como é gratificante saber que você está sendo útil no sentido mais elevado desta palavra.
A gratidão virá de dentro, se instalará em você e uma grande satisfação “incendiará” seu coração.
Não seja omisso, não seja ocioso e jamais se apoie no que você avalia como suas limitações. Estas, na realidade, não existem. São as ilusões das quais você se acostumou e tem preguiça de sair.
Experimente.
Não perca as poucas oportunidades que nos restam, como raça humana, no final do ciclo terreno.


Hilton