quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

É necessário muita lucidez para vivermos o presente.

Pensamento do dia, quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

"Nada haverá de ficar como está."
Trigueirinho.

Pois bem, o recado é claríssimo.
Vejam que o recado é explicito e totalmente abrangente.
Nada é nada mesmo.

Vejam que o recado não se refere exclusivamente aos aspectos externos da vida, que sempre tomamos como referência.
Externamente o planeta fará uma reviravolta, onde o que é seco ficará submerso e parte do que é molhado ficará seco. Isto é bem abrangente e resume os aspectos da nova era, da nova Terra e da nova superfície terrestre.
Basicamente a Terra terá duas estações no ano, primavera e outono, suficientes para controlar o que for necessário para a continuidade da nova vida que se fará presente no mais novo planeta sagrado do nosso sistema solar. Portanto não só sua geografia mudará, mas o clima, a fauna, o ar (com mais éter), além do magnetismo mais intenso e que regulará as energias incidentes sobre esta nova superfície.

Nesta transformação várias espécies de animais, de vegetais irão desaparecer para darem espaço para outras espécies ainda desconhecidas entre nós. Alguns minerais ficarão no subsolo e não irão mais aflorar na superfície.
As mudanças serão intensas, inclusive na rotação do planeta, tornando-o mais fácil e menos pesado no conceito gravitacional.
A nova raça humana, oriunda da atual, será aquela que terá o devido merecimento e evoluído o suficiente para habitar um planeta sagrado, pois irá se submeter a novas regras de conduta, de vivencia, de sobrevivência e de acesso aos segredos universais.
Será uma raça contatada, provida de acessos e informações que chegaram ao seu conhecimento, oriundos de vários outros mundos sagrados. A Terra, finalmente sairá da sua quarentena e poderá ver e abraçar a imensa quantidade de vida que existem em todos os mundos.
Será uma raça cordial, sem agressividade, onde a recepção a outros habitantes de outras esferas não serão mais bombas e sim flores.
A Terra terá uma raça humana invadida por amor, inteligência, conhecimento, compaixão e compartilhará sabedoria e conquistas de outros mundos.
Enfim, o novo panorama será incrivelmente melhor e infinitamente mais agradável que o atual. Temer isto é incoerente.

Nosso cinema adora retratar a Terra como terra arrasada, nas suas cenas de transformação planetária. Isto é bem conveniente e adequado para o sistema egoísta e cruel que estamos vivendo, onde as forças negras precisam alimentar o tempo todo, nossos medos e nossa retração às informações reais e corretas que irão suceder no planeta.
Fazem isto pois não querem que desejemos a realidade do que virá!
Retratam a transformação da raça humana, como zumbis à procura de sangue. Hora, fazemos isto hoje, pois necessitamos de sangue (apelidado de proteína) matando animais, além de roubarmos o leite dos bezerros, dos cabritinhos e os ovos na reprodução das galinhas, entre outros, portanto, hoje somos os zumbis que o cinema retrata no “amanhã planetário”.

Muito bem, voltando para o “agora” o recado do pensamento aponta para as transformações internas que estão ocorrendo em todos os seres humanos.
Estamos INSATISFEITOS e isto é ótimo sob este ponto de vista, pois esta insatisfação é a locomotiva para que novos padrões possam nos acessar e se dermos o consentimento, eclodir e frutificar para que certas transformações mínimas e necessárias ocorram naqueles que se autoconvocaram para a nova era.
Seremos classificados e escolhidos e sabem por quem, pela nossa alma que irá definir se seremos ou não, os componentes da continuidade evolutiva da nossa raça.
Portanto, estamos num momento muito delicado, de decisões, onde temos de ter um forte poder de convencimento para que a nossa alma possa nos classificar como autoconvocados.
Vejam, que mais uma vez, somos, no conjunto corpo-alma que tomamos as decisões sobre o caminho que iremos percorrer.
Deus nos dá a plena e absoluta liberdade, mas com responsabilidade, pois através dos nossos corpos (material – espiritual), um com menos, outro com mais lucidez espiritual, podemos crescer mudando de fase ou estacionar na fase que estamos.
Por isso que falamos tanto em equilíbrio, onde insistentemente, precisamos avançar não somente na vida material, mas na espiritual também, para termos uma visão clara e absoluta das oportunidades que o Pai oferece.

Aliás é bom sabermos que os planos de cada um na vida material, mais arrojados e considerados menos oportunos, segundo os critérios da nossa alma, irão literalmente “dar água”, “não darão certo” e “não irão acontecer”. Isto é importante, pois senão corremos o risco de continuarmos na “doce” (mas amarguíssima) ilusão de que ainda temos futuro no plano da vida material terrena, nas condições que esta se encontra. Estas decepções podem fazer a diferença entre continuarmos focados na vida material ou termos a oportunidade de nos voltarmos para a vida espiritual e a devida lucidez para os tempos das transformações.
Isto pode ser duro por um lado, mas analisado sob a ótica das mudanças, é mais uma benção divina, pois para Estes que nos protegem somos considerados seres eternos e evolutivos.

Muita gente não liga para isto. Estão tão preocupados com suas tranqueiras que se desgastam e acabam tão rapidamente, que distraídos, não se voltam para o outro lado da vida, a espiritual, perdendo a lucidez do tempo e do espaço no continuísmo da vida como um todo.

Portanto, devemos prestar muita atenção a estes recados.
Refletir bastante e decidir se devemos ou não atuar fortemente e presentemente junto à nossa alma, para que esta delibere no nosso conjunto corpo-alma, como sendo indivíduos autoconvocados nesta nova oportunidade divina.
Excepcionalmente, estamos sendo agraciados (na graça divina, por Deus) com seu Filho, com Maria e tantas “Outros e Outras” que vem Trabalhando arduamente para que possamos compreender o importante momento que estamos vivendo.
Estamos sendo exaustivamente acompanhados nestes tempos de profundas mudanças para que possamos ter, no livre arbítrio, a devida lucidez para tais decisões.

Nossa imensa GRATIDÃO a estes “Outros e Outras” que tem amorosamente nos assistidos e orientados.

Hilton


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Ser impassível. Uma meta a ser alcançada.

Pensamento do dia, domingo, 15 de fevereiro de 2015

"É somente através do desapego que a impassibilidade, qualidade sublime, poderá emergir e impregnar cada plano."
Trigueirinho.

Pois bem, a impassibilidade é uma posição neutra, sem tendências nem para um lado, nem para o outro.
Esta postura nos deixa muito confortáveis para recebermos as informações e processa-las sem pender para as cargas emocionais que dominam nossa vida.
Na realidade o cidadão comum é ultra tendencioso e aceita somente as informações que de certa forma, já foram processadas pela sua personalidade em tempos anteriores, por isso que fica tão ligado ao passado e uma série infindáveis de preconceitos, rejeitando quase tudo que não fez parte das vivencias nas vidas anteriores.

É rígido nesta postura e com isto acaba rejeitando seu próprio processo evolutivo, ficando na maioria das vezes vivendo a roda das reencarnações com as mesmas coisas de sempre, confundindo estados emocionais fragilizados com amor.
Deixa o tempo passar, não aceita mudanças, torna-se retrogrado e assume infinitas desculpas para postergar aquilo que já vem borbulhando em seu coração.
São a maioria das pessoas e acabam ficando estagnadas, paradas, inertes, vendo a vida passar e as coisas não mudarem.
A maioria culpa os outros, a sociedade, a política, o sistema, a família, seus relacionamentos e não percebe que os erros estão em si próprio, em cima das vidas passadas e ultrapassadas que continua alimentando o seu coração, a sua mente, definindo uma personalidade doentia e medrosa.

Somos ultraconservadores nestes aspectos e vivemos em função das únicas e exclusivas necessidades para si próprio ou quanto muito e com muito esforço para o âmbito familiar ou da "comunidade", do partido político, do time de futebol, da religião especifica, do mundinho aristocrático ou favelado que habitamos. O egoísmo é intenso, mesmo que mascarado por pseudas ações humanitárias e de doação, do tipo "desencargo de consciência", que evolutivamente não representam nada.

Não percebem o momento presente, pois vivem do passado, do saudosismo, dos bons tempos, daquilo que pode ter sido bom e útil para uma época, mas agora não representa absolutamente nada.
Tais pessoas não percebe a necessidade do continuísmo na evolução e não na estagnação, dos movimentos temporais, das mudanças que ocorrem independente da nossa vontade, do novo, do vir a ser, da evolução em todos os universos, dimensões, tempos, mundos e estruturas espirituais.
De certa forma vivem como se fossem verdadeiros museus ambulantes, perambulando com forças ultrapassadas, retrogradas, cujo potencial se esvaiu a muito tempo.
Estes retém e são retidos. Não somam nada para a humanidade e desalinham o pouco que tenta se alinhar.
Pensam em si próprio. Possuem um egoísmo enérgico e rígido, disfarçado de saudosistas e conservadores.

É preciso ater-se ao importante recado deste pensamento.
O desapego é básico. Não só de objetos, posições, posturas, cargos, mas de pessoas, de relacionamentos, de manias, de ORGULHOS.
Quando você se desapega, você torna-se acessível, cordato, não destrói mas procura construir, respeita, não se desalinha, não se desequilibra, pois compreende melhor, aceita e aguarda a solução dos problemas, pois inevitavelmente estas soluções viram.  
Torna-se um indivíduo de fé, pois sabe que as mudanças são frutos do conhecimento e não da ignorância. Portanto, saberá aguardar e ajudar na instrução, pois esta é uma forma sadia de amar alguém.

Tornar-nos-emos assim, impassíveis, não indiferentes, mas respeitosos das dificuldades dos outros e oportunamente seremos intuídos para ajudarmos.

Hilton



O "peregrino" não vê necessidade de nenhuma contrapartida, pois este sabe que o Universo o proverá sempre das suas reais necessidades.

Pensamento do dia, terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

"Cultivai o que de melhor houver em vós."
Trigueirinho.

Pois bem, eis algo que temos nos esquecido de fazer.
Ficamos tanto tempo tensos e em guarda, que esquecemos que temos coisas muito boas dentro de nós.
No geral, estas exposições positivas que poderíamos demonstrar não acontecem, pois podem para alguns demonstrar fraqueza.

Estamos tão acostumados a inibir nossos mais puros e elevados sentimentos que estes acabam ficando adormecidos e esquecidos, em algum canto da mente e não são utilizados.
No entanto, é disto que a humanidade mais necessita, da pureza de intenções, da troca de sentimentos puros, honestos e elevados, da verdade, da boa intenção, da entrega, do contato real e verdadeiro, da forma honesta de se comunicar, mesmo que certas imperfeições não possam ser separadas a boa intenção supera e pode acolher certas deficiências de quem as tem.
Este passo poderia superar milhares de problemas que enfrentamos, além de promover a verdadeira desburocratização do sistema arcaico e corrompido que vivemos.

Coletivamente não há mais esperanças. As sociedades estão completamente consolidadas na ausência da verdade e da intensa burocracia, onde nivela-se o cidadão sempre na pior hipótese, pois é exatamente assim que ela tem agido com todos.

No entanto, individualmente, podemos agir assim. Podemos expressar o que de melhor existe em mim e veremos que haverá contrapartidas muito positivas.
O termo cultivar significa cuidar, crescer, florescer, elevar, ou seja aspectos positivos tendem a ser melhores e mais positivos se os colocamos em uso no dia a dia.
Quando algo positivo e elevado é compartilhado, imediatamente uma sensação de paz, alegria e de satisfação acontece, proveniente do seu coração para todo o seu ser.
Quanto menos contrapartidas necessitarmos, melhores serão estas agradáveis sensações.

O "peregrino" não vê necessidade de nenhuma contrapartida, pois este sabe que o Universo o proverá sempre das suas reais necessidades.
Precisamos ter esta tendência, de ceder o que de melhor provem do nosso coração, pois o universo se incumbirá de suprir o que foi cedido e o mais interessante é que, o que virá será sempre mais elevado e mais sutil do que foi cedido, portanto temos nesta postura uma reposição incrivelmente mais rica e mais completa do que foi cedido.

O conceito de irmandade nos traz inúmeros atributos e esta sucessão de ajudas acontece de forma continua e permanentemente constante. O irmão maior, mais culto, mais elevado, mais evoluído cedendo ao irmão menor, numa fase mais inicial do seu aprendizado.
Na realidade o que tem nos impedidos de receber sempre é o fato de que não queremos ceder quase nada.
Estamos tão convencidos (iludidos) de que temos alguma coisa (propriedades, veículos, objetos, riquezas, vida, etc.) que "lotamos" nossas possibilidades de armazenamento, deixando empoeirado o que foi útil mas tornou-se inútil.
A reposição vem sempre na sucessão de "espaços vazios".

Vivemos na terra dos segredos, sejam eles comerciais, medicinais, tecnológicos, culturais, onde o mais evoluído (materialmente) não cede ao menos evoluído (materialmente) explorando estas "riquezas" como se fossem suas e não do planeta, criando uma vida irregular, descontinua e absurdamente sofrível.

Reveja sua posição em relação a isto.
Creio que muitos de nós tem feito isto dentro de casa, na convivência familiar, inclusive.
Se desapegue.
Não tenha medo de ceder.
Contribua sempre que for possível.
Separe sempre o que julgar mais importante a fazer do menos importante.
Pense coletivamente.
Seja abrangente e estenda suas qualidades a todos.
Não classifique ninguém e acolha sempre for possível.

Sua vida poderá sofrer grandes transformações positivas, muitas vezes através de um simples reposicionamento de sua parte.

Hilton