sexta-feira, 19 de junho de 2020

Passos Atuais 185a Parte. Transcender.


O fraco teme a morte.
O forte a enfrenta.
O sábio a transcende.
Figueira.

Pois bem, o termo morte é bem extenso e se aplica também, a todas as etapas da vida física.

A morte do corpo físico, em si,  é uma passagem de um local para outro, ou de uma dimensão para outra. Na morte física mantemos todas as impressões cerebrais, por isso se fala tanto do suicídio que, ao contrário do que muitos pensam, nada cessa ou termina com a perda antecipada da vida física. Estas impressões ficam e só serão modificadas, extintas ou compreendidas quando o prazo previsto para a desencarnação acontecer, portanto um suicídio com a antecipação de 20 anos, por exemplo, manterá as impressões do que vinha ocorrendo e dos momentos finais, pelos mesmos 20 anos.

Outra forma de morrer, ocorre quando entramos numa nova fase da vida material, por exemplo da criança para a adolescência, da adolescência para a fase adulta e da adulta para a velhice.
Nestas mudanças ocorre redirecionamentos de experiencias, de aprendizados, com a consolidação dos conhecimentos adquiridos anteriormente, por isso que mudamos de forma significativa entre uma fase e outra.
Em cada fase da vida material somos direcionados para o destino atribuído e escolhido antes da reencarnação. É único mas aprofunda experiencias em cada etapa da vida, seguindo uma cronologia baseada nas vidas passadas e não necessariamente no tempo de existência.
Há pessoas que terão num ciclo experiencias intensas, que podem ocorrer na adolescência ou na fase adulta, ou em ambas,  por exemplo. Envolve as condicionantes cármicas, um novo aprendizado e a confirmação de experiencias anteriores, tudo junto.

Outro tipo de morte ocorre com relação a sentimentos. Podemos reencarnar com uma série de sentimentos que precisam ser transcendidos. O mais persistente é a mágoa. Este vem forte, se mantem sempre presente e exerce seu poder de aprisionamento com muito poder e domínio. O individuo magoado sofre e faz sofrer. Exerce grande poder sobre os mais fracos e ao mesmo tempo aprisiona. Dificilmente encontra a felicidade, e a alegria ocorre entre os intervalos de uma mágoa maior com uma menor. Dificilmente consegue cumprir as Tarefas que se comprometeu a realizar com sua alma, pois tem muita dificuldade em raciocinar sem isenções.
A vingança é outro sentimento forte, mas vem derivado da mágoa, pois aí se cultiva ressentimentos que martelam a cabeça dos magoados.
O ódio é o avesso do amor. É um sentimento que vai e vem. Como não conhecemos o amor, mas resquícios dele, este também vai e vem.

Os demais sentimentos seguem a mesma sazonalidade, alternando-se conforme nosso mau humor ou bom humor. Podemos dizer que somos muito voláteis e a morte física fica muito associada a esta imensa variação de sentimentos, ora positivos, ora negativos, que desgastam o corpo físico. Quando desencarnamos magoados, ou com outros sentimentos negativos, estes persistem no plano astral e isto nos faz permanecer por longos períodos adormecidos onde tais sentimentos são trabalhados lentamente.

Enfrentar estes sentimentos é uma luta inglória, pois não se resolve enfrentando-os. A transcendência é o único caminho e exige um aperfeiçoamento do conhecimento, que se ganha com experiencias positivas e negativas. Transcender é um “estado de ser” em que variações dos sentimentos não altera os nobres objetivos definidos pela alma.  
O sábio usa sua inteligência, sua razoabilidade e bom senso para não interromper ou prejudicar uma Tarefa em curso, bem como sua disponibilidade para que o Plano Maior continue a assisti-lo no que for necessário para o meio que se encontra.

Podemos dizer que morremos várias vezes numa mesma vida. Em cada ciclo que se encerra, dos vários ciclos que temos de realizar. Morremos quando superamos uma etapa. Morremos quando superamos um sentimento negativo. Morremos numa mudança de fase considerando as 3 fases básicas (criança- adulto -velho). Morremos quando mudamos um nível de consciência. Morremos quando cumprimos uma Tarefa, enfim a morte ocorre de forma continua e constante.

Transcender os vários tipos de mortes é uma das grandes conquistas do ser humano no seu caminho evolutivo. É a boa informação na prática das experiencias que consolidam o aprendizado e o conhecimento, tudo regado a boa vontade e fé.












segunda-feira, 15 de junho de 2020

Passos Atuais 184a Parte. Temos de ser úteis. Este é o momento.

Urge elevar a Terra e o momento é agora.
Figueira.

Pois bem, nosso planeta vem passando por altos e baixos desde a sua criação, que aliás foi intensa e magnificamente explosiva.
Em seguida tornou-se um planeta de expiação ou cármico, onde recebeu indivíduos de vários cantos do Universo, que comprovadamente, tiveram experiencias mal sucedidas em seus mundos de origem, e por fim dá sequencia a outro conjunto de indivíduos que originou-se  neste planeta para um ciclo de experiencias dentro das condições bem tumultuadas que é um mundo cármico.
Parece que os indivíduos originários da Terra representam um número pequeno, relativamente aos extraterrestres. Mas todos vieram para um processo de saneamento necessário, numa escalada evolutiva de ciclos intensos com altos e baixos em relação às Leis em curso.
Indivíduos extraterrestres, em sua maioria, tiveram de deixar de lado grande parte do arcabouço de conhecimento adquirido em seus mundos, pois não poderiam usufruir na Terra sem que tumultuassem ainda mais, aqui, os ciclos intensos, mesmo assim, como no caso da energia nuclear, certos conhecimentos foram liberados na expectativa que déssemos conta do recado e a utilizássemos para fins pacíficos.
Neste ponto, onde a liberdade no livre arbítrio permitiu maior desenvoltura, também fracassamos e usamos grande parte da tecnologia disponibilizada para fins de confrontos e domínios.
Os indivíduos foram aglomerados em raças, constituindo civilizações, onde uns com maior conhecimento e outros com menores possibilidades, deveriam unir-se e usufruir de todo o potencial disponibilizado pela Engenharia Universal, mesmo assim, também não houve consenso e fracassamos na hipótese de um cuidar do outro.

Enfim foram milênios de sucessivas oportunidades, além de muita pressão interna, como externa originária de indivíduos de outros mundos que para cá vieram com a finalidade de estudar e explorar a raça humana, pois ela possui um grande tesouro, seu código genético.

Os reinos inferiores, mineral, vegetal e animal, de certa forma, deram-se melhor do que a raça hominal, com exceção do reino animal que devido sua proximidade com o reino humano, convergiu excessivamente para  as tendências negativas da vida conjunta.

O planeta agora parte para outro grande ciclo, um ciclo em que estas interferências que ocorrem com certa regularidade no mundo cármico, deixam de acontecer. Será um grande ciclo de evolução em que o planeta terá uma vida mais pacifica em termos de movimentos, situações climáticas, influencias externas, podendo assim abrigar os mesmos reinos após uma grande seleção de indivíduos e espécies.
A Terra passará a ser um porto seguro, constará das rotas de circulação de indivíduos de vários mundos, sistemas solares e constelações, que poderão aproximar-se e compartilhar com os terráqueos da vasta experiencia adquirida por seres de extraordinária sabedoria.

Termina a era do livre arbítrio, consequentemente do egoísmo e de todos os malefícios causados por um grau de liberdade sem responsabilidade. Na realidade não se perde o livre arbítrio, mas entra-se num tempo e numa conjuntura em que não será necessário seu uso.

Temos, portanto, uma rara oportunidade de participar de um momento de mudanças tão incríveis e sensacionais em um planeta que vem mudando sua personalidade, tornando-se mais anímico (alma). Sendo assim deverá abrigar uma raça humana guiada pela alma e não pela personalidade.

Este é o momento, esta é a grande chance, pois estamos próximos da grande decisão: continuar no processo evolutivo ou continuar no processo cármico.
A maioria das pessoas encarnadas ou não, desconhecem a importância do momento que estamos vivendo. Todas, sem exceção, terão de optar, terão de decidir sobre esta escolha, portanto é imperativo que as representemos neste momento que se aproxima velozmente.

Um grupo de indivíduos no planeta teve que caracterizar este conhecimento de forma lúcida e plena, os demais farão suas escolhas por tendências positivas ou negativas que afloram constantemente em suas índoles e comportamentos.

É um momento ímpar, pois de certa forma representamos uma das duas opções. Sabe-se que será a minoria que optará pela processo evolutivo.
Creio que não existe responsabilidade maior que esta, portanto, aos que se sentem incluídos façam o possível e o impossível para tornarem-se merecedores desta rara oportunidade.
Que assim seja!