sábado, 20 de fevereiro de 2016

Sabemos renunciar quando necessário?

Pensamento do dia, sábado, 20 de fevereiro de 2016

"Não podemos avançar se não renunciamos ao ponto que já alcançamos. "
Trigueirinho.

Pois bem, eis outro posicionamento que a maioria não aceita, luta contra e alimenta fartamente seu egoísmo.
Entregar o que alcançou é algo absolutamente normal e natural em mundos adiantados.
Aqui na Terra, quando tem que acontecer com alguém, na maioria das vezes é compulsório, ou seja a pessoa “perde” algo sem a opção de querer ou não querer.
Geralmente as perdas materiais e emocionais são as mais comuns, para termos a oportunidade de aprendermos que se entregássemos de forma pacifica e ordeira, tudo seria mais fácil.
As perdas emocionais se dão nos relacionamentos, nos casamentos, nas amizades, na família, etc.
As perda materiais se dão na perda de bens, objetos, valores, que esvaiam-se sem possibilidade de retermos.
Só que as pessoas não conseguem pensar e aceitar que a perda de “algo” acontece porque este “algo” já cumpriu sua parte e precisa de renovação. Sempre imaginam que a perda é punitiva, cruel, injusta, desnecessária, azar, e vai por ai afora.
Esta renovação compulsória que temos de fazer todas as vidas que reencarnamos torna-se algo pesado e ruim, pois não aceitamos perder nada.
Adquirir, ter, possuir, somar, elevar, dominar são as ações que temos praticado em todas as vidas, baseada na lei do consumo, da competividade e do egoísmo que adotamos aqui na Terra como sendo soberanas e sagradas.
Esta forma de se viver tem arrebentado com nosso humor, nossa saúde, nosso futuro, nossa paz, nossos relacionamentos, pois criou-se uma base de falsidades, além de uma ideologia que arrebenta com nosso processo evolutivo espiritual.
Evoluir passou a você “ter, ser e poder”, quando na realidade evoluir é ser menos, ter menos e poder menos em termos materiais.
Hoje não conseguimos compartilhar. Foi preciso criar-se leis, regulamentos, decretos, prisões, punições, para que algo possa ser compartilhado, pois a sensação é que “o que é meu é meu”.

Na realidade não temos nada, nem o corpo que habitamos é nosso. Usamos por empréstimo um corpo que pertence ao reservatório atómico deste planeta e ao sairmos daqui não poderemos levar sequer um único átomo deste corpo. Levaremos somente nossas experiências, a evolução que ocorreu nesta superfície planetária e o nível de consciência alcançado, mais nada.
Assim é e assim sempre será em todo o circuito evolutivo que faremos em inúmeros planetas deste nosso universo.

Então porque tanta preocupação, tanta mesquinharia, tanto egoísmo, tanta posse, se entregamos tudo sempre que morremos?
A posição contraria que a maioria adota só confunde e nos torna escravos das nossas posses, objetos e domínios, mesmo que saibamos que a entrega será inevitável.
Nos gabamos de ser inteligentes mas temos nos comportado como “portas”, nestes aspectos.
A competitividade tem sido a grande alavanca da ignorância profunda que nos encontramos. Isto só vai passar se for radical e acontecerá quando perdermos tudo que “imaginamos” possuir.
É preciso começar a pensar diferente. Precisamos estar  mais alinhados com a nova era, com as novas Leis.
Precisamos superar, pois este final de ciclo conterá uma perda compulsória e absoluta de tudo, com todos.

Nestes momentos, o apego será igual a você carregar uma pedra de 100 kg, num momento em que a velocidade e o novo objetivo poderá estar ao seu alcance, desde que você esteja desprovido de tudo.

Teríamos de viver conscientes de que tudo que usamos, inclusive nosso corpo físico acontece por empréstimo.
Se nos emprestaram, cabe  a nós conservá-lo e usá-lo da melhor forma possível.
Para isto teríamos de viver sob a forma mais elevada possível, vibrando em níveis elevados, com paz, com amor, enfim com as regras básicas que se aplica em todo o universo.
Podemos dizer que deveria ser quase o inverso de como temos vivido.
Pedir isto a todos, sem chances, mas aqueles que se conscientizaram desta necessidade, que o pratique

Sei que poucos irão admitir esta possibilidade, então só resta aguardar e conferir.


Para nossa reflexão.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Sou dono de algo ou de alguem?

Pensamento do dia, sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

"A renúncia é algo que nossos corpos materiais devem aprender a cultivar. "
Trigueirinho.

Pois bem, estamos num período onde as renuncias serão compulsórias.
Viveremos situações e pressões que nos darão a oportunidade de renunciar a uma série de confortos e excessos que hoje nos rodeiam, pois foram anteriormente cultivados com a ganancia e as lutas pela posse.
Vejam, desistir da  renúncia pode se transformar rapidamente em procedimentos compulsórios e impositivos. Obvio que isto será muito mais doloroso e frustrante, mas será assim que acontecerá.
É fundamental que tenhamos extremo bom senso, um processo rápido de readaptação, pois o que sobrará dos excessos que temos será quase nada.
Este critério de excessos, confortos, mordomias, excedentes, etc., será de cada um em relação às suas reais necessidades para concluir o destino em pauta, portanto, não há como um definir para o outro o que caracteriza o excesso, ou usarmos meios de comparação entre nós.

A renúncia ou a readaptação por livre inciativa, nos tornará mais flexíveis e mais confiantes, além da possibilidade de sermos guiados e conduzidos para nos adaptarmos mais rapidamente às necessidades prementes de um final de ciclo planetário.
O lutar contra será profundamente desgastante e muitas pessoas não suportaram o fato de terem de abandonar o que levaram anos para conquistar.
Não somos proprietários nem do nosso corpo físico e há de convir que se fossemos viveríamos muito mais infelizes do que somos, pois a forma que cuidamos dele é deplorável.
Somos, de fato, um espirito livre e desimpedido para circular por mundos em troca de experiências, aprendizado, conhecimento e Trabalho.
Estes estágios prolongados em mundos de expiação, como a Terra nos dias de hoje, a princípio nos iludiu como sendo algo eterno e nos esquecemos da nossa real e verdadeira origem.
Ora, como espírito não tenho nada, não possuo nada, não tenho como carregar nada e é justamente este desimpedimento que me faz circular pelo universo para aprender.

Chego ao ponto de classificar outro ser humano, ou algum objeto, como meu; meu filho, minha filha, meu marido, minha casa, meu terreno, etc.. Este sentido de posse e de propriedade foi amplamente reforçado pelas condições que vivemos na Terra, ao acharmos que somos donos de alguma coisa, gerando títulos, posses, propriedades, escrituras,  de pedaços da superfície de um planeta que estou de passagem e quem sabe não mais irei retornar.
Quando estes sentimentos de posse e propriedade são muito presentes nos meus conceitos, o desapego compulsório que terei de fazer será extremamente doloroso e drástico, transformando sentimentos neutros em sentimentos violentos.

É preciso que todos repensem estes conceitos, pois isto irá pegar de forma descomunal para alguns que com certeza perderão as maravilhosas oportunidades de encerrar neste ciclo planetário, seus ciclos cármicos de aprendizado.

Serão estes estados de posse, sejam de pessoas, objetos, terras, imóveis, bem como ligações afetivas intensas que irá nos acorrentar a estados do passado sombrio, retendo-nos para alçar voos magníficos, livres para sentir a intensa liberdade que um indivíduo livre sente.

Para refletirmos.


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Fim ou reinicio?

Pensamento do dia18 de fevereiro de 2016

"Certas transformações correspondem a momentos cíclicos grupais. "
Trigueirinho.

Pois bem, ciclos ocorrem com tudo e com todos.
Temos ciclos individuais, grupais , inclusive nos diversos reinos da natureza. Extrapolando, temos ciclos planetários, solares, sistêmicos, galácticos e universais.
Esta relação tempo-espaço que usamos para medirmos presente, passado e futuro, não corresponde a ciclos mais sim períodos dentro dos ciclos, assim colocando para que possamos raciocinar.
As transformações ocorrem nos ciclos. Podem ser parciais ou globais, ou seja, um único ciclo pode envolver inúmeras transformações parciais ou uma global quando este ciclo se encerra.
Estamos vivendo inúmeras transformações.
Cada um em seu ciclo está vivendo transformações no seu ciclo individual.
Cada um em seu ciclo está vivendo transformações no seu ciclo individual e no ciclo coletivo.
Cada um em seu ciclo está vivendo transformações no seu ciclo individual, no ciclo coletivo e no ciclo planetário.
E assim segue transformações cíclicas, até os ciclos universais, ou especificamente, do nosso universo.
Vejam então que vivemos transformações individuais e coletivas, concomitantes .
Por exemplo, uma epidemia envolve uma transformação coletiva, e ao mesmo tempo transformações individuais acontecem em cada um, ao serem ou não serem contaminados.
Uma pessoa que busca uma harmonia e um equilíbrio, precisa ter uma boa estrutura e firmeza de propósito para não se abalar, seja por uma transformação cíclica coletiva ou individual
Esta harmonia e este equilíbrio se alcança e alavanca na medida em que ao sermos informados, confiarmos nestas informações. Parte-se da premissa que esta fonte é confiável e aí entra o bom senso de cada um.

Podemos dizer que estamos no fim dos tempos, mas precisamos entender que estes tempos são os tempos que precisam ser trocados por novos tempos, ou podemos entender que o fim dos tempos é o fim de tudo.
Estas duas interpretações são absolutamente antagônicas e uma produz e a outra reduz. Uma traz esperança a outra traz medo. Uma anuncia algo melhor e a outra encerra.
Portanto, a forma como compreendemos uma informação fará toda a diferença entre um conceito de fim contra o conceito do reinicio. O desespero para a esperança, a morte pelo renascimento.

Estamos vivendo e isto será muito acentuado quanto às transformações cíclicas coletivas, pois precisamos de uma nova base para que a nova civilização deste planeta se apoie e erga uma nova estrutura vivencial em que a convivência pacifica, uniforme, igualitária e elevada possa se manifestar.
Podemos dizer que estamos às portas de um reinicio e não de um fim.

A esperança, o otimismo, a fé são sinônimos deste reinicio e são estes sentimentos que precisam aflorar em nosso coração.
Para que isto se dê é preciso acompanharmos continuamente, participarmos ativamente, nos engajarmos profundamente neste momento cíclico coletivo e individual de transformações intensas.


Para refletirmos.
Hilton

Zika II

Uma pergunta interessante.

Como faço para proteger meu filho pequeno, pois não sei seu padrão vibratório?

Resp. Uma criança se ajusta rapidamente ao padrão vibratório de seus pais ou responsáveis que cuidam e mantem contato com esta criança, portanto, você mantendo seu padrão vibratório elevado, seu filho irá acompanhar.
Poderá inclusive elevar ainda mais este padrão de referência, pois a criança tem incrível facilidade de superar vibrações uma vez que ainda não estão cristalizadas como os adultos.
De certa forma o ambiente todo se beneficia desta elevação, criando-se estados harmônicos, equilibrados, onde a Luz terá maior facilidade de penetrar e ”iluminar” os que ali estão.
O mosquito infectado ou não, poderá entrar no ambiente, mas o vírus precisa de baixos padrões vibratórios para atuar na contaminação.
Nós temos muitas possibilidades de controle quando tornamos nossos ambientes sadios, elevados e iluminados, diminuindo sensivelmente todos os tipos de riscos que corremos em ambientes ruins e negativos.
Posso estar numa guerra, numa região perigosa, numa área infestada, pois tudo irá depender da forma que me comporto em relação ao meu “estado de espírito”.
Harmonia, equilíbrio e fé: trio que aumenta nossas atuais capacidades e nos protege.
Uma oração bem feita cria um som, uma vibração potencialmente poderosa que inibe estados de consciência desequilibrados, energias desencontradas, confusões, sentimentos negativos que acabam por diminuir a vibração do ambiente.
Somos, a princípio, senhores do nosso destino e das nossas metas, portanto basta tê-los em estado elevado de vibração.
Hilton


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Zika

Pensamento do dia 17.02.2016

O silêncio abençoa o despertar, e a vibração celestial expressa o plano eleito para o encontro com a alma.
Trigueirinho.

Pois bem, antes de entrarmos no mérito do tema, ontem em nossa reunião, um dos assuntos abordados foi sobre a epidemia do zika vírus.
A presença deste e de outros vírus se deve em função da baixa vibração que nos encontramos neste planeta.
Ontem foi colocado o seguinte texto:

“Sem a intuição, sem a adesão dos nosso Colaboradores e sem a diminuição dos graves e complexos compromissos cármicos planetários, estas situações continuam e continuaram a se proliferar entre nós, pois todas elas tem funções disciplinares de ajustes de conduta, de realinhamento, de novos movimentos, o que arbitrariamente e voluntariamente não temos feito.”

Desta forma, uma das maneiras de vivermos com menor possibilidade de sermos contaminados ou se picados, o vírus não se manifestar, será o de elevarmos o padrão vibratório dos nossos corpos (físico, mental e emocional), pois estaremos criando um meio ambiente interno, em nós mesmos, que não estimula esta manifestação.
A disciplina e a atenção para as coisas elevadas, a harmonia, o equilíbrio, uma alimentação condizente com padrões elevados, responsabilidades, ausência de angustias, positivismo e  uma grande fé de que estamos sendo conduzidos, eleva substancialmente o padrão vibratório do indivíduo dificultando ou eliminado esta probabilidade.
Isto precisa ser trabalhado em todos, pois novos desdobramentos devem ocorrer com vírus e bactérias, seja pelo mosquito ou outras formas de contaminação, que irão abalar as frágeis estruturas de proteção física em que nos apoiamos.

A AIDS manifestou-se entre nós, nos mesmos critérios, onde a promiscuidade levou e tem levado muitos indivíduos, em evidencia os  jovens, que são  incentivados pela sociedade para um grau de liberdade que os coloca em sério risco, pois diminuem seus padrões vibratórios, expondo-os a uma série de desajustes físicos, morais e comportamentais que os coloca na zona máxima dos riscos.

Precisamos ter ciência de que nos encontramos numa zona de baixa vibração perigosíssima, que estimula fatores cada vez mais difíceis de serem controlados, nos expondo a doenças consideradas erradicadas, além de outras que estão em transformação neste péssimo ambiente (físico e mental) que vivemos, ou melhor dizendo sobrevivemos.
Muitas e gravíssimas dificuldades nos espera neste futuro bem próximo, pois tem sido cada vez mais baixo nosso padrão vibratório.
Não se descuidam, não se apoiam em coisas físicas, (repelentes, pulseirinhas, etc.), cuidam de elevar-se, de manterem uma postura digna e saudável com estados elevados de consciência, pois nada mais irá nos proteger.

Pensamento:

Pois bem, a vibração celestial expressa o plano eleito para o encontro com a alma. Sim, pois cada alma tem um destino próprio e muito bem definido e temos de segui-lo.
No nível da alma, falamos de destinos evolutivos e não cármicos, portanto temos um caminho traçado e iremos percorre-lo nos ciclos que se seguem.
Quando mantemos uma quietude e quando elevamos nosso campo vibracional, barreiras podem ser retiradas do nosso caminho, pois para  a alma é muito melhor o caminho reto, o mais curto e o direto.
O que temos feito, no plano físico e mental é justamente o contrário, quebrando regras, disciplinas e convivendo com o ódio, o egoísmo e a ganancia.
Vejam que elevar o padrão vibratório é a regra da vida universal, pois quando mais elevado consigo me manter, mais próximo de estados elevados de consciência terei acesso, aprendendo coisas que levaria vidas e vidas no aprendizado braçal.
O aprendizado braçal nos expõe a toda sorte de infortúnios e movimentos retrógrados, contrários aos desejos da alma. Não existe escala de tempo, no aprendizado braçal, pois terei todo o tempo do universo que poderei gastar para dar meus pequenos e restritos passos.

No entanto, quando você entra nas vibrações elevadas, elevar-se sem grande barreiras é o impulso que a alma nos dá. Não precisarei ter vidas interrompidas por doenças, por restrições, por limitações, pois vibro em consonância com o ritmo das almas.
No aprendizado braçal preciso sempre conhecer o ruim para distinguir o bom e assim, neste vai e vem, vou percorrendo uma infinidade de vidas, vencendo lentamente as grandes barreiras que me são impostas.
A inteligência e a convicção nos leva ao aumento da vibração, que por sua vez nos alinha com alma, que por sua vez define o caminho reto.

Hilton


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Vivemos um presente no passado.

Pensamento do dia 16.02.2016

A mente analítica pode aprisionar o homem no que ele já conhece.
Trigueirinho.

Pois bem, somos todos reféns da mente analítica, aquela que analisa, deduz e age em decorrência de referências passadas, já vividas.
O novo, o inusitado, o não vivenciado não se alinha com a mente analítica.
O que geralmente ocorre é a mente analítica nos remeter a parâmetros e indicadores que não são ou serão suficientes, ou são errados para estes novos fatos que a vida originou.
Um exemplo é a grave situação que estamos vivendo no Brasil e agora no mundo com o zika vírus.
Estudos, amostras, estatísticas, pesquisas, onde compara-se, não conclui e não define os caminhos necessários para sanear esta nova epidemia. Claro estamos vivendo uma situação nova, inusitada, onde os parâmetros atuais não se aplicam.
Desta forma, por tentativa e erro, onde muitos problemas e muitas mortes irão ocorrer, ao longo dos próximos 3, 4 ou 5 anos, teremos de administrar um problema basicamente insolúvel.
Mais uma vez o ser humano analisa, observa analiticamente o que dispôs no passado para suprir o que é presente e futuro, mesmo que tais procedimentos não surtam os efeitos ou máximo criam algumas soluções paliativas ou alternativas que caem por terra rapidamente.

Sem a intuição, sem a adesão dos nosso Colaboradores e sem a diminuição dos graves e complexos compromissos cármicos planetários, estas situações continuam e continuaram a se proliferar entre nós, pois todas elas tem funções disciplinares de ajustes de conduta, de realinhamento, de novos movimentos, o que arbitrariamente e voluntariamente não temos feito.

Somos, literalmente, prisioneiros do passado, num tempo em que o futuro já vem se mesclando com o presente.
Como sabemos que o futuro terá mudanças radicais e extremas em relação a este passado que trouxemos para o presente, os choques de energias, os desalinhamentos, as incongruências são descomunais.
Sendo assim, podemos dizer que vivemos um presente no passado que já colocou um pé no futuro. Não há desarmonia pior do que esta. Não há vida mais confusa e conturbada do que a nossa, nesta situação absurdamente desalinhada.
Esta mescla de passado, com presente e com futuro, onde a raça humana não consegue se encontrar em nenhuma das posições, criou um ambiente terrivelmente confuso, espiritualmente, psiquicamente, fisicamente, energeticamente, dando origens a fatores imponderáveis cujos efeitos em nossa vida está sendo e será incrivelmente perturbadores e devastador.

Outros aspectos, onde mudanças genéticas estão sendo praticadas em laboratórios, como forma de conter a proliferação do mosquito, poderá trazer novas e perturbadoras anomalias que desconhecemos, pois não se brinca de Deus.
Nosso meio ambiente é por demais insalubre psiquicamente, onde o ódio, a indiferença, a ganancia e o egoísmo dominam, para se combater o que hoje nos apavora, incomoda, perturba. Este meio ambiente insalubre psiquicamente, mantem e aumenta as chances de mudanças naturais que os vírus e bactérias podem sofrer em pequenas mutações que os tornaram cada vez mais fortes e mais produtivos, em detrimento da raça humana.
Vivemos uma situação horrível sob todos os aspectos, que tem vem aumentando os estados de sofrimento e de restrições.

Por termos trocado a mente intuitiva pela analítica, estamos a pé num caminho descontrolado, inseguro, cheios de armadilhas, quando deveríamos estar elevados, sendo conduzidos e acompanhados por quem conhece e já viveu situações semelhantes, mas nosso orgulho e nossos preconceitos não admite esta possibilidade.

Cabe ressaltar que um Grupo quando não se expressa em usar o que veio buscar, cai nas mesmas circunstâncias, pois as informações são esquecidas ou ficam adormecidas, ou se esvaem como água entre os dedos, pois a ausência de movimentos das novas conquistas, nos tornam pessoas de muitas posses mas com baixo aproveitamento do que veio buscar e não usou.

Estamos vivendo uma vida sem sossego. Cada vez mais as condições ambientais do nosso meio se complicam e será assim, num crescendo sem limites e sem cessar.
Infelizmente a maioria ainda não consegue perceber que temos de buscar novas referências e novos parâmetros. Isto decorre do novo alinhamento da Terra em relação ao Sol. Pequenas e imperceptíveis mudanças vem ocorrendo, onde creio que muitos cientistas e órgãos governamentais já conseguem avaliar, tem mudado certos parâmetros que originam a vida aqui na Terra. Viver como sempre vivemos não mais condiz com os novos movimentos do nosso planeta.

Para refletir.
Hilton

Refletir, neste contexto significa estudar, buscar, completar, contribuir, participar ativamente das informações do que foi anunciado. Temos de compartilhar.

De nada adianta ir buscar e não usar.

A vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.

Pensamento do dia 15.02.2016

Nada haveis de temer, pois tudo está escrito no livro da vida.
Trigueirinho.

Pois bem, fomos ensinados nas escolas que, essencialmente, dependemos das nossas atividades e providencias para vivermos e vencermos na vida.
Na realidade, nossos esforços se concentram única e exclusivamente para vencermos as experiências cármicas, dos carmas contraídos nas vidas passadas e na atual.
Todo processo evolutivo se dá através de oportunidades que a vida, sutilmente, repito, sutilmente cria em nosso caminho.
Tais oportunidades aparecem sob a forma de incentivos, situações e sugestões que podemos o não aceitar, incluir ou não incluir e realizar ou não realizar.

Muitas vezes recebo um convite diferente para conhecer algo novo, algo que talvez até tenha tido a curiosidade algum dia, mas como me encontro “ocupado”, “sem tempo”, ou “disperso”, ou “alienado” com tantas outras “atividades cármicas” que, ou isto passa desapercebido, ou recuso.
Na maioria das vezes é isto que tem acontecido com as pessoas que restringem-se a realizar ou atender somente suas “obrigações”.
Um dos aspectos principais que nos tira as oportundiades, são nossas falsas sensações de medo, cansaço, desanimo e a preocupação de assumir “novas obrigações”, quando na realidade não são “obrigações” mas oportundiades de aprendermos algo novo e quem sabe inusitado.
Porque sinto esta preguiça ou este cansaço?
São novas energias que começam a circular em torno de você e como são “novas”, preciso interagir com elas para que possa me acostumar com estas “novidades”.
Tenho conversado com tanta gente sob  “assuntos espirituais”, a princípio movidos por certo interesse, mas vejo que imediatamente isto “esfria”, pois as preocupações quanto a metas e objetivos da vida material podem ser “atrapalhados” quando “desviamos” o foco, sem saber que muitas vezes precisamos adquirir certa maturidade espiritual para assumirmos novas responsabilidades (dentro das novas metas e dos novos objetivos desejados) que poderão envolver pessoas e situações que precisam evoluir com a minha direção no cargo atual ou em um novo cargo, ou em um novo emprego, ou com um novo filho, enfim com quaisquer situações que sejam novas.

Esta grosseira confusão, limita, pois impõe certas condições cuja maturidade de conceitos e pensamentos serão exigidos nas novas situações que desejo alcançar, pois por princípio universal Trabalhamos e devemos Servir sempre para a comunidade, para os filhos, para a população, para os reinos, para o planeta a qual pertenço.
Isto estória de que luto por mim, trabalho pra mim, realizo pra mim, não existe, é ficção, é pura ilusão.
O que faço e sempre farei será para todos.
Se erro, erro com todos, se acerto, acerto com todos.

Uma empresa, um escritório, uma oficina, uma multinacional, em que trabalho, representa minha forma de Servir a todos. Fica mais claro quando trabalho numa empresa pública, numa prefeitura, num estado, na federação, mas no geral, seja no setor público ou privado, estarei sempre Servindo, ou melhor dizendo, aprendendo a Servir.
Quando acho que trabalho pra mim, para meu sustento, para minha família, estou cometendo erros grosseiros e tais erros me impede de evoluir e de aprender novos e fundamentais instrumentos para Servir a todos, Servir meu planeta, Servir a raça humana e os reinos.
Não existe este individualismo que tantos apregoam. Isto é pura ilusão e este aspecto foi  habilmente conduzido pelas forças involutivas que doutrinaram nossas escolas e criaram estes preconceitos, imputando este isolamento, este individualismo, esta separação de algo que por princípio é absolutamente unido e universal.

Porque tanta ajuda externa, extraterrestre, interna, pois somos Um e por princípio qualquer coisa que afeta um afeta a todos.

Mas, isto está longe de ser compreendido e sem dúvida continuaremos a Trabalhar de forma isolada, improdutiva e nefasta a todos, até que o ciclo terreno termine, pois nesta etapa é impossível expandirmos estes conceitos.
Esta divisão a qual fomos submetidos, de raças, credos, cores, situações geográficas, ideologias, deveriam ser superadas se tivéssemos feito corretamente as “lições de casa”, compreendido o caráter comunitario evolutivo que a vida nos imputou, mas nos distraímos tanto com tantas quinquilharias e sentimentos mesquinhos que hoje não rola mais.

Nós que estamos tendo acesso a tais informações, precisamos agir diferente, não podemos, simplesmente, desconhecer estes assuntos e tocar nossa vida da forma que temos feito.
Por isso, quem não se sente confortável com tais informações ou com as responsabilidades que dela derivam, afastam-se, saiam deste contexto, pois a ignorância sobre certos assuntos e certos esclarecimentos lhe protege nos tempos do armagedon.

Por outro lado, aqueles que resolverem continuar, não podem mais ter a pretensão de viverem uma vida “normal”, dentro da “normalidade”  que nossa sociedade concebe, pois quando aprendemos algo é para ser usado e não tornar-se mais uma tralha para guardar.
Os tempos atuais e o que está sendo pedido para aqueles que querem se esclarecer e acompanha-lo, não é para fracos, para temerosos, para medrosos, para preconceituosos, para vacilantes, mas para indivíduos que sabem que no máximo irão perder a vida, mas com certeza irão ganhar o conhecimento.
A vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.

 Hilton