terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

A vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.

Pensamento do dia 15.02.2016

Nada haveis de temer, pois tudo está escrito no livro da vida.
Trigueirinho.

Pois bem, fomos ensinados nas escolas que, essencialmente, dependemos das nossas atividades e providencias para vivermos e vencermos na vida.
Na realidade, nossos esforços se concentram única e exclusivamente para vencermos as experiências cármicas, dos carmas contraídos nas vidas passadas e na atual.
Todo processo evolutivo se dá através de oportunidades que a vida, sutilmente, repito, sutilmente cria em nosso caminho.
Tais oportunidades aparecem sob a forma de incentivos, situações e sugestões que podemos o não aceitar, incluir ou não incluir e realizar ou não realizar.

Muitas vezes recebo um convite diferente para conhecer algo novo, algo que talvez até tenha tido a curiosidade algum dia, mas como me encontro “ocupado”, “sem tempo”, ou “disperso”, ou “alienado” com tantas outras “atividades cármicas” que, ou isto passa desapercebido, ou recuso.
Na maioria das vezes é isto que tem acontecido com as pessoas que restringem-se a realizar ou atender somente suas “obrigações”.
Um dos aspectos principais que nos tira as oportundiades, são nossas falsas sensações de medo, cansaço, desanimo e a preocupação de assumir “novas obrigações”, quando na realidade não são “obrigações” mas oportundiades de aprendermos algo novo e quem sabe inusitado.
Porque sinto esta preguiça ou este cansaço?
São novas energias que começam a circular em torno de você e como são “novas”, preciso interagir com elas para que possa me acostumar com estas “novidades”.
Tenho conversado com tanta gente sob  “assuntos espirituais”, a princípio movidos por certo interesse, mas vejo que imediatamente isto “esfria”, pois as preocupações quanto a metas e objetivos da vida material podem ser “atrapalhados” quando “desviamos” o foco, sem saber que muitas vezes precisamos adquirir certa maturidade espiritual para assumirmos novas responsabilidades (dentro das novas metas e dos novos objetivos desejados) que poderão envolver pessoas e situações que precisam evoluir com a minha direção no cargo atual ou em um novo cargo, ou em um novo emprego, ou com um novo filho, enfim com quaisquer situações que sejam novas.

Esta grosseira confusão, limita, pois impõe certas condições cuja maturidade de conceitos e pensamentos serão exigidos nas novas situações que desejo alcançar, pois por princípio universal Trabalhamos e devemos Servir sempre para a comunidade, para os filhos, para a população, para os reinos, para o planeta a qual pertenço.
Isto estória de que luto por mim, trabalho pra mim, realizo pra mim, não existe, é ficção, é pura ilusão.
O que faço e sempre farei será para todos.
Se erro, erro com todos, se acerto, acerto com todos.

Uma empresa, um escritório, uma oficina, uma multinacional, em que trabalho, representa minha forma de Servir a todos. Fica mais claro quando trabalho numa empresa pública, numa prefeitura, num estado, na federação, mas no geral, seja no setor público ou privado, estarei sempre Servindo, ou melhor dizendo, aprendendo a Servir.
Quando acho que trabalho pra mim, para meu sustento, para minha família, estou cometendo erros grosseiros e tais erros me impede de evoluir e de aprender novos e fundamentais instrumentos para Servir a todos, Servir meu planeta, Servir a raça humana e os reinos.
Não existe este individualismo que tantos apregoam. Isto é pura ilusão e este aspecto foi  habilmente conduzido pelas forças involutivas que doutrinaram nossas escolas e criaram estes preconceitos, imputando este isolamento, este individualismo, esta separação de algo que por princípio é absolutamente unido e universal.

Porque tanta ajuda externa, extraterrestre, interna, pois somos Um e por princípio qualquer coisa que afeta um afeta a todos.

Mas, isto está longe de ser compreendido e sem dúvida continuaremos a Trabalhar de forma isolada, improdutiva e nefasta a todos, até que o ciclo terreno termine, pois nesta etapa é impossível expandirmos estes conceitos.
Esta divisão a qual fomos submetidos, de raças, credos, cores, situações geográficas, ideologias, deveriam ser superadas se tivéssemos feito corretamente as “lições de casa”, compreendido o caráter comunitario evolutivo que a vida nos imputou, mas nos distraímos tanto com tantas quinquilharias e sentimentos mesquinhos que hoje não rola mais.

Nós que estamos tendo acesso a tais informações, precisamos agir diferente, não podemos, simplesmente, desconhecer estes assuntos e tocar nossa vida da forma que temos feito.
Por isso, quem não se sente confortável com tais informações ou com as responsabilidades que dela derivam, afastam-se, saiam deste contexto, pois a ignorância sobre certos assuntos e certos esclarecimentos lhe protege nos tempos do armagedon.

Por outro lado, aqueles que resolverem continuar, não podem mais ter a pretensão de viverem uma vida “normal”, dentro da “normalidade”  que nossa sociedade concebe, pois quando aprendemos algo é para ser usado e não tornar-se mais uma tralha para guardar.
Os tempos atuais e o que está sendo pedido para aqueles que querem se esclarecer e acompanha-lo, não é para fracos, para temerosos, para medrosos, para preconceituosos, para vacilantes, mas para indivíduos que sabem que no máximo irão perder a vida, mas com certeza irão ganhar o conhecimento.
A vida é uma rotina, o conhecimento é evolução.

 Hilton

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