quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Fim ou reinicio?

Pensamento do dia18 de fevereiro de 2016

"Certas transformações correspondem a momentos cíclicos grupais. "
Trigueirinho.

Pois bem, ciclos ocorrem com tudo e com todos.
Temos ciclos individuais, grupais , inclusive nos diversos reinos da natureza. Extrapolando, temos ciclos planetários, solares, sistêmicos, galácticos e universais.
Esta relação tempo-espaço que usamos para medirmos presente, passado e futuro, não corresponde a ciclos mais sim períodos dentro dos ciclos, assim colocando para que possamos raciocinar.
As transformações ocorrem nos ciclos. Podem ser parciais ou globais, ou seja, um único ciclo pode envolver inúmeras transformações parciais ou uma global quando este ciclo se encerra.
Estamos vivendo inúmeras transformações.
Cada um em seu ciclo está vivendo transformações no seu ciclo individual.
Cada um em seu ciclo está vivendo transformações no seu ciclo individual e no ciclo coletivo.
Cada um em seu ciclo está vivendo transformações no seu ciclo individual, no ciclo coletivo e no ciclo planetário.
E assim segue transformações cíclicas, até os ciclos universais, ou especificamente, do nosso universo.
Vejam então que vivemos transformações individuais e coletivas, concomitantes .
Por exemplo, uma epidemia envolve uma transformação coletiva, e ao mesmo tempo transformações individuais acontecem em cada um, ao serem ou não serem contaminados.
Uma pessoa que busca uma harmonia e um equilíbrio, precisa ter uma boa estrutura e firmeza de propósito para não se abalar, seja por uma transformação cíclica coletiva ou individual
Esta harmonia e este equilíbrio se alcança e alavanca na medida em que ao sermos informados, confiarmos nestas informações. Parte-se da premissa que esta fonte é confiável e aí entra o bom senso de cada um.

Podemos dizer que estamos no fim dos tempos, mas precisamos entender que estes tempos são os tempos que precisam ser trocados por novos tempos, ou podemos entender que o fim dos tempos é o fim de tudo.
Estas duas interpretações são absolutamente antagônicas e uma produz e a outra reduz. Uma traz esperança a outra traz medo. Uma anuncia algo melhor e a outra encerra.
Portanto, a forma como compreendemos uma informação fará toda a diferença entre um conceito de fim contra o conceito do reinicio. O desespero para a esperança, a morte pelo renascimento.

Estamos vivendo e isto será muito acentuado quanto às transformações cíclicas coletivas, pois precisamos de uma nova base para que a nova civilização deste planeta se apoie e erga uma nova estrutura vivencial em que a convivência pacifica, uniforme, igualitária e elevada possa se manifestar.
Podemos dizer que estamos às portas de um reinicio e não de um fim.

A esperança, o otimismo, a fé são sinônimos deste reinicio e são estes sentimentos que precisam aflorar em nosso coração.
Para que isto se dê é preciso acompanharmos continuamente, participarmos ativamente, nos engajarmos profundamente neste momento cíclico coletivo e individual de transformações intensas.


Para refletirmos.
Hilton

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