Pensamento do dia 23 de
janeiro de 2015.
Ao emitirmos sons,
fazemos vibrar os éteres do planeta, ativando energias de vibração
correspondente.
Frei Luciano.
Pois bem, o pensamento vem
confirmar como somos integrados com a vida da Terra.
O éter é para o espirito,
como é a água para a vida material. Do éter flui a vida espiritual.
O éter é uma substancia
presente em todo o universo, sutil, volátil e conduz com sua sutileza energias
extremamente delicadas, mas poderosíssimas.
O éter aqui citado é bem
diferente do éter que conhecemos, como uma das substancias químicas empregada
na indústria, este que conhecemos é denso, cheio de impurezas, mas no geral
possui qualidades também essenciais para a vida material.
Os sons que produzimos
fazem vibrar este éter e esta vibração alinha ou desalinha as energias
correspondentes.
No desalinhamento
quebramos as regras das Leis, no alinhamento colaboramos e nos enquadramos nas
regras das Leis.
Como estamos atrasados no
nosso processo evolutivo, pouco conhecemos e consequentemente, pouco
colaboramos com estes alinhamentos. No geral somos extremamente barulhentos em
todos os aspectos.
Não respeitamos estas
considerações e vivemos assim completamente desalinhados com a Mãe Natureza,
seja dentro ou fora do planeta.
Em certos mundos
adiantados, nossa presença seria “ensurdecedora” para seus habitantes, onde a
telepatia e o coração são tão ativos como são nossos sons e nossos movimentos.
Quando certos seres destes
mundos aqui aportam, precisam controlar sua mente, pois nossos pensamentos são
incrivelmente barulhentos. Normalmente ficam acima da nossa atmosfera, onde a
vibração etérica – do éter, é menor e razoavelmente suportável, mesmo assim a
vinda aqui para a Terra tem sido um enorme sacrifico para tais Seres. Fazem
isto por amor, pois sabem que estamos sofrendo muito pela nossa ignorância e
pela nossa incompetência em nos adaptarmos à vida universal.
Portanto, na nova Terra,
na nova era, teremos de reaprender a viver, se comunicar, se deslocar, pensar,
se alimentar, pois hoje vivemos numa imensa balburdia e confusão.
Nossos pensamentos são
muito barulhentos, confusos, descontínuos e sempre acompanhados de sentimentos
negativos, mágoas e medos, tornando-os impróprios para o éter planetário.
Desta forma, criamos uma
“nevoa” psíquica muito negativa, mas presa ao planeta, que tem influenciado a
todos num grande pessimismo.
Felizmente para o resto do
nosso sistema solar, esta “névoa” se mantem orbitando ao redor da Terra para
não influenciar os outros mundos.
Fiquem atentos!
Hilton