quinta-feira, 12 de maio de 2016

Liberte-se dos medos.

Pensamento do dia 12 de maio de 2016.

A libertação de todo medo só pode vir por um esforço e disciplina constantes.
A Mãe.

Pois bem, nossos medos tem sido nossa ruina.
O medo acontece pela falta de entendimento, compreensão e clareza sobre as Leis da Vida, sobre as Leis de Deus.
O medo, de certa forma, retrata o estado de inconsciência que nos encontramos, onde as bases da vida que conhecemos e nos apoiamos, não serve mais para o “status quo” que a alma vem exigindo.
Desta forma, o medo é uma manifestação anímica, da alma, que não concorda mais com a estrutura mental que nos apoiamos e acreditamos.
Podemos dizer que é um impulso forte e poderoso para que você se manifeste na busca e na ampliação do que você conhece, vive, viveu mas que não serve mais.
Sua recusa acentua os medos, acentua seu “encolhimento”, o que fatalmente irá provocar dor.
O ser humano tem tido ao longo do tempo, reações às ações que manifestam-se do seu interior, exatamente contrárias às que deveria ter.
Isto ocorre, pois este tem sido o formato que escolhemos para nos manifestar, ou seja, nossas reações sobre as ações, são acovardadas, resguardadas, equivocadas, pois deixamos de nos instruir, de nos atualizar, de acompanhar as mudanças que ao longo do tempo são impostas pelo destino, face seu caráter evolutivo e continuo nas atualizações.
No prendemos a fatos e acontecimentos, a maioria ilusórios, além de cair em inúmeras armadilhas do emocional e das influencias nefastas que assediam as pessoas fracas, pelas forças involutivas.
Usamos a mentira nos argumentos, temos sido falsos e teatrais em quase tudo que temos nos manifestado, mantendo a ilusão como regra.

Este sistema de vida que foi escolhido por estas forças negras, que adotamos por medo, nos manteve num estado de ignorância fecundo e cruel, podando nosso desenvolvimento espiritual, pois souberam nos dar algumas migalhas que foi o desenvolvimento material.
Historicamente, fomos sempre manipulados ao longo das eras, com assombrações de deuses bravos, cruéis vingativos e comodamente temos no mantido nestas estruturas milenares de posse e de domínio, onde sempre temos lutado uns contra os outros, criando esta desarmonia eterna aqui na face da Terra.

Mas, isto está para terminar, graças a Deus.
As preces de muitas almas foram ouvidas e neste final de ciclo terreno, tais forças serão expulsas, pois cumpriram seu papel.
Infelizmente, com elas, irão muitos de nós, pois não souberam desatrelar-se do estado de medo, de inconsciência e de ignorância que vem se mantendo, desprezando todas as oportunidades que foram oferecidas, todas as benção enviadas, toda a assistência disponível, pois no livre arbítrio cada um define seu caminho.

Sendo assim a luta contra o medo precisa ser acirrada, continua, imperativa, determinante, pois na medida que o medo vai sendo controlado, nossa consciência se expande, aprenderemos mais, compreendermos melhor e os antigos medos desaparecerão como se nunca houvessem nos importunado.

É preciso determinação, convicção e fé nesta postura essencial de crescimento evolutivo.
Precisamos deixar de ser infantis mentalmente, para assimilarmos o que para nós foi disponibilizado.
Estamos super atrasados.
Ficamos estacionados e iludidos por centenas de vidas, lutando para termos migalhas perecíveis que sempre desapareciam depois da morte.

Toda esta imensa estrutura de ajuda precisa da nossa compreensão, da nossa tolerância, da nossa boa vontade, da nossa disposição e permissão, pois sem isto nada será feito.

Vamos refletir, o tempo é curto demais para qualquer discussão.
Os tempos são tempos de ações positivas, evolutivas, de  muita dinâmica, de muita boa vontade para assimilarmos o que por eras não fizemos.


Que Deus nos ajude.
Hilton

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Ser sempre o mesmo. Não cansa?

Pensamento do dia 11 de maio de 2016.

Quando você se volta para o Divino, deve abandonar todas as concepções mentais.
A Mãe.

Pois bem, voltar-se para o Divino tem sido o tema dos últimos pensamentos.
Mas, quando nos deparamos com esta instrução, podemos perceber como temos sido escravos da grande ilusão que paira sobre o planeta.
Já falamos inúmeras vezes que somos um passageiro de um trem espacial que percorre uma jornada incrível pelo universo.
Deveríamos colher as boas impressões, o aprendizado, focarmos na beleza de tudo o que foi criado, enfim interagirmos de fato com a estrutura de Deus em cada momento e em cada mundo.
O grande problema é que a maioria está muito distante desta concepção.
Para muitos somos estanques, estamos parados, paralisados e acorrentados pelos nossos sentimentos e pelas ilusões que nossos olhos e nossa mente consegue perceber nas manifestações que ocorre na vida.
Raciocinamos somente para a vida útil do nosso corpo físico, como se somente ela que acontece.
Este raciocínio ilógico, irreal e absurdamente desfocado da realidade do que somos e o que viemos fazer, nos aprisionou num espaço-tempo que basicamente não muda.
Por isso do marasmo, das repetições das mesmas coisas, tornando nossa sucessão de vidas, incrivelmente semelhantes.
Creio que as maiores mudanças ocorrem quando saímos de uma encarnação no sexo masculino para o feminino e vice versa.
O que tem mudado é somente o formato das mesmas coisas, pois a essência não conseguimos captar e conhece-la, para podermos ampliar nosso raciocínio para fora da Terra, para fora de uma das “estações” deste trem espacial.
No entanto, poucos percebem que tais regras e limites podem ser quebrados por nós mesmos, na medida que formos usando nossa capacidade intrínseca de expandirmos nossa consciência.
Ai vem outro grande entrave: os preconceitos.
Parece que pensar diferentemente do que a maioria pensa é pecado.
Nos sentimos incomodados e isolados, sem percebermos que com tais atitudes vamos nos amarrando a ideias comuns, conjuntas, preconceituosas e extraordinariamente ultrapassadas.
Temos vivido na guerra e na paz, ciclicamente, desde os primórdios da civilização atual, num eterno repeteco de movimentos semelhantes, sem nenhuma novidade a não ser no aperfeiçoamento da forma de matar e quem sabe de morrer também.
Entre o nascer e o morrer nada tem mudado e tem sido assim que temos educado nossas crianças, onde o marasmo, a hipocrisia e o continuísmo do nada com coisa nenhuma permanece “ad eterno”.
Isto até parece normal e ainda por cima, temos nos dado por satisfeitos como pais, educadores, como cidadãos eternos de uma das infinitas “estações” a percorrer.

Enquanto o universo mantem seu ritmo evolutivo no eterno vir a ser, temos ficado no eterno “ser sempre o mesmo”.

Vamos refletir, ter a coragem de mudar, de pensar e agir diferente, aprender a se relacionar, por enquanto com o invisível, pois para ser visível teremos de nos aproximar dos níveis evolutivos que tem tornado estes seres elevados que nos cercam, invisíveis. Portanto, é uma questão de chegar lá.

Vamos reeducar nossas crianças com o que interessa, instruindo-a para que aproveite cada minuto da sua vida com os argumentos da fé, dos incríveis movimentos da espiritualidade, pois será isto que irá tirá-la deste imenso marasmo que vivemos.

Enfim vamos refletir e tomar as providencias do que entendermos como certo.

Quero ressaltar um aspecto muito importante.
De nada adianta eu aceitar um argumento e não mudar minha postura, meus pensamentos e minhas ações a respeito.
Preciso realizar o que acredito, incorporá-lo na minha vida cotidiana, pois temos uma mania horrível de mascararmos tudo que somos e fazemos pelo medo de sermos classificados.
Isto não produz as mudanças desejadas. Isto faz com que as ilusões sejam mantidas, as mudanças internas não acontecem e nada muda.
Os tempos são tempos das grandes e monumentais mudanças.
Para todos será compulsório, sendo que para muitos será um sacrifício e para poucos será uma benção.


Hilton

terça-feira, 10 de maio de 2016

Viagem espacial.

Pensamento do dia 09 de maio de 2016.

Você não deve pensar que as coisas que tem pertencem-lhe - elas pertencem ao Divino.
A Mãe.

Pois bem, nossa ilusão nos leva a conceber posições incrivelmente erradas e absurdamente distantes da realidade.
Uma delas e talvez a mais cruel, pois é a que tem gerado mais sofrimento é o sentimento da posse e do domínio.
Aplicamos este sentimento para tudo, inclusive para o corpo que sustenta minha vida, como se este corpo fosse meu e dele posso fazer o que quiser.
Este erro grosseiro e por demais ignorante tem levado pessoas a cometerem verdadeiras loucuras com seu corpo, com seu destino, com seu continuísmo, envolvendo além do mais, terceiros nesta escalada de doidice e burrice.
Esta ilusória sensação de posse, extrapola os valores máximos do bom senso e com isto comprometem sucessões infindáveis de vidas acorrentadas ao mesmo estilo e definições das anteriores, parando completamente num único patamar na escada da evolução.
Parece que a “ficha não cai”, pois mesmo com certos acessos mais elevados, certas instruções acolhidas, certos preconceitos quebrados, insistimos enfaticamente a nos mantermos no lugar comum.

Nada do que temos, do que somos, do que nos foi concedido, nos pertence. Sejam objetos, sejam sentimentos, sejam pensamentos, sejam terceiros que assumimos a guarda, não nos pertence.
Somos, no máximo tutores de coisas e pessoas para que sejam estimuladas a evoluírem, quebrarem as ilusões que aprisiona a todos, para descobrirem as maravilhas do Universo livre, que poderemos usufruir em nossa incrível jornada pela criação de Deus.

Somos passageiros de um trem espacial em continuo movimento, fazendo pequenas paradas para apreciarmos a natureza do universo e das coisas do Divino.

Mas frequentemente, descemos nestas escalas por tempo demais, nos iludimos como sendo nossas coisas e o que foi belo e precioso num primeiro momento, nos aprisiona, nos retém no caminho que, compulsoriamente, deveríamos seguir sempre.
Como temos de prosseguir, esperaremos a nova composição e assim continuaremos a assistir e completar os níveis de conhecimento e instrução que vão acontecendo ao longo deste trajeto infinito.
Continuamente, mudamos de roupa (corpos), além de contatarmos e trocarmos impressões com outros passageiros (seres de outros mundos) que circulam pela nossa composição. Estes, assim como nós, seguem as mesmas diretrizes e com isto poderemos compartilhar uma série de impressões e sugestões dos lugares percorridos.

Numa estação, parados e desalinhados, perdemos estes contatos e esta troca tão necessária de informações. Estamos isolados.

Cada parada tem seu tempo exato de espera e este tempo é o suficiente para assimilarmos o que temos de conhecer.
Nós terráqueos paramos além da conta, perdemos outras composições, pois nos encantamos inicialmente e hoje sofremos pelo excesso de tempo e desgaste das mesmas coisas, das rotinas, dos vícios, vivendo estágios de vida em processo de decomposição e mudanças, pois estas paradas (mundos) também seguem seu ritmo e seu processo evolutivo, estando tudo e todos em continuo processo de transformação.
Na natureza divina tudo muda, tudo se transforma, tudo se aperfeiçoa, nada fica estanque, imóvel, estagnado, por isso que transformações suaves ou radicais ocorrem em mundos. As mais radicais ocorrem em mundos pouco amadurecidos como a Terra, pois a busca pela perfeição é continua em tudo aquilo que foi criado por Deus.

Viveremos um final de ciclo radical, pois perdemos a sequência, perdemos a última composição que passou por esta estação Terra a alguns milênios.
Está mais do que na hora de voltarmos a ser aqueles passageiros tranquilos, apreciadores das belezas universais, ávidos  pelo conhecimento, pelo aprendizado, pelas constantes mudanças de temas, paisagens, geografias dos mundos percorridos e a percorrer. De sermos mais sensíveis aos relacionamentos com toda esta estrutura gigantesca de seres, indivíduos, reinos que, assim como nós, embarcam continuamente neste trem espacial que nos conduz pela vida espiritual.

Para isto, temos de assimilar com todas as letras que nada nos pertence, pois somos somente apreciadores das belezas da criação, sem julgamentos, sem interferências, sem opiniões, mas ávidos para aprender o que num futuro ainda distantes iremos fazer também, CRIAR.

Portanto, embarquem de fato neste continuísmo da vida. Isto não é um sonho, não é uma ilusão de um sonhador, mas a realidade e aqueles que conseguirem enxergar desta forma, sentirão em seu coração a verdade destas palavras.
Aqueles que ainda não estão prontos precisarão ver com os próprios olhos a destruição causada pelo continuísmo do vir a ser, onde tudo o que existe hoje não existirá amanhã, pois imponderavelmente a evolução domina todos os confins do universo.
Podemos dizer que também é uma forma de aprender. Não é das mais tranquilas e não é das mais agradáveis, mas como temos a opção de escolher, assim será.

Assimilar o pensamento de hoje é sempre o primeiro e o mais importante passo a ser dado, pois para os demais passos uma imensa conjuntura de ajuda se manifesta e nos acolhe em nossas duvidas, em nosso medos , em nossos vacilos, em nossas incertezas, mas a convicção precisa estar muito bem estabelecida em nosso coração.

Vamos tomar o trem da liberdade, do conhecimento, da evolução e comodamente seguir um caminho que mesmo que não saibamos qual é, foi definido e escolhido por Quem nos criou e sabe muito bem o que necessitamos aprender.
Vamos deixar de nos preocupar com nossas malas, com suas etiquetas, seus controles, nossas posses, pois aonde iremos seremos sempre providos de tudo que precisamos e será no momento exato.
Liberte-se do que te amarra, do que te retém, das distrações de um único mundo, pois um universo inteiro te aguarda para você conhece-lo.

Enfim são estas novas concepções que te enquadra no som, no tom, nas cores, nas energias,  no contato que você precisa.
Neste momento ou você crê e a ilusão se dissipa, ou você acrescenta um pouco mais de ilusão às existentes.


Decida-se!
Hilton

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Nosso livre arbítrio.

Pensamento do dia 08 de maio de 2016.

A Consciência Suprema sabe de tudo antecipadamente, porque tudo é realizado lá na sua eternidade.
A Mãe.

Pois bem, então podemos perguntar: E como fica o livre arbítrio?
Na realidade não vivemos aleatoriamente e não temos a liberdade plena e absoluta como alguns imaginam, mas uma liberdade ponderada e limitada ao nível de consciência alcançado por cada um.
Se nossa liberdade fosse ilimitada, com certeza a Terra já estaria destruída, nosso sistema solar comprometido e nós humanos com carmas quase impagáveis.
Desta forma, a Consciência Suprema impôs certas regras e certos limites no livre arbítrio existente, através das Leis vigentes que regem este orbe planetário, seja no plano astral como no material.
Portanto, podemos ir até um certo limite no desregramento ou na quebra destas Leis, independente de respondermos por todos os abusos e excessos cometidos à revelia destas mesmas Leis, ficando assim protegidos de ultrapassarmos tais limites tendo em vista a ignorância reinante.

O objetivo desta estrutura é a conquista individual e coletiva de etapas evolutivas que esta Consciência definiu para alcançarmos.
Por exemplo, temos feito uso de celulares, computadores, sistemas de comunicação via satélite e uma série de parafernálias eletrônicas, como sendo um “mal necessário”.
Muitos ficam orgulhosos desta “alta tecnologia”, mesmo que isto crie inúmeros problemas para toda a humanidade, tanto no corpo físico como no mental e no emocional, além da intensa e perigosíssima poluição no planeta, seja na sua superfície como no seu entorno no espaço.

Aliás, abrindo aspas, fiquei impressionado com o que a Europa e o EU estão fazendo na África, colocando milhares de toneladas de lixo, entre estes o lixo eletrônico, a céu aberto, sem qualquer tipo de controle, embalagem, proteção, detonando ainda mais a população paupérrima daquele continente, como se a África não fosse a Terra também. O ser humano já extrapolou todos os limites do mínimo bom senso nas suas atitudes nefastas.

Voltando, podemos dizer que este “mal necessário” aconteceu pelo fato de não termos conseguido evoluir como estava previsto, a telepatia para todos os meios de comunicação que necessitamos, além da expansão da inteligência e da consciência para níveis que nos tiraria da atual necessidade do uso de tais equipamentos.
Imagine como ficaria o Sr Steve Jobs, Bill Gates, Paul Allen, suas empresas e todos os conglomerados do Vale do Silício se usássemos, simplesmente, a mente.
Este “mal necessário” já nos aprisionou nos limites da mente atual e não permitirá que possamos expandi-la para os limites previstos, por esta Consciencia, para esta etapa da humanidade.
Hoje, para se fotografar um planeta como marte, júpiter, saturno, gastamos bilhões de dólares, recursos estes que alimentariam toda a população carente do planeta, onde pela simples telepatia e suas decorrências positivas, gravaríamos na mente, em que questão de segundos todas as impressões colhidas “in loco”, em seus mínimos detalhes, sem levar 10, 15, 20 anos para que equipamentos fossem até lá.
Além do mais, com estas comunicações mentais, ingressaríamos no contato com inúmeras civilizações de outros mundos, cuja troca de informações e experiências nos enriqueceria em níveis que jamais iremos alcançar com nossas merrequinhas.
Hoje, no máximo, o cidadão almeja trocar a sua merrequinha pela mais nova, orgulhando-se de possuir o que chama de “alta tecnologia”, aprisionando-se ainda mais nos limites impostos pelo consumo desenfreado, egoístico, poluidor e assustadoramente cármico.

Em nossas reuniões, ao chegarmos, inicia-se o ritual de colocar no modo silencioso as merrequinhas, que continuam vibrando à procura de seus donos e estes provavelmente, afoitos em saber quem é!, enquanto rola na reunião padrões de energias, de seres, de movimentos enviados pela Consciência Suprema, Esta, de certa forma precisa competir com nossas merrequinhas para nos chamar a atenção. Às vezes alguém esquece de colocar no “modo silencioso” e as ondas sonoras detonam os padrões de energias que vem sutilmente nos envolver.

O “mal necessário” nos envolve e cada vez mais no aprisionamos destes equipamentos, criando síndromes e padrões psicológicos que afetam e detonam nossa química interna, nossa energia elétrica sutil, nossas ondas – pensamento, enfim estamos ficando cada vez mais manetas das reais possibilidades que possuímos intrinsicamente, como seres perfeitos e completos.

É preciso parcimônia ao usar o “mal necessário”, pois é questão de tempo para que todos estes equipamentos e merrequinhas parem de funcionar.
Já imaginaram? Creio que muitos irão se suicidar.

Aqueles que optaram por se envolverem um pouco mais que os outros na seara do conhecimento e da informação elevada, precisam ser mais disciplinados, mais reflexivos, mais pensantes, mais sensíveis ao seus impulsos internos e não deixar que estes equipamentos decidam por você.
Creio ser absolutamente desnecessário usar uma merrequinha ao vir para uma reunião do Grupo, para este nível que temos procurado “conquistar”.
Hoje tem APP para tudo, até para orar por você.
Pensem bem sobre quais usos fazemos e o quanto nos aprisionamos nisto tudo. Isto pode ser uma via de mão única, em que o retorno seja quase impossível.

Desta forma, temos de nos coligar com a Consciência Suprema e para isto não necessitamos de nada que não seja interno.
Ao fazermos isto iremos criar condições de obedece-La, inicialmente, para depois deixar que Ela seja nossa guia e nos conduza para aquilo que realmente precisamos, sabendo de antemão que não será nada externo, nada material, nada eletrônico.
Jamais a Consciência se utilizaria de algo criado pela mão dos homens e sua irracionalidade e com certeza o que Ela nos ceder será exatamente com o intuito de superarmos a ignorância presente.
Para decepção de alguns, não será via WhatsApp e nem pelo Facebook.

Aliás, ontem detonamos nossa mãe e pessoas que amamos que se encontram no astral com nosso posicionamento emotivo e irracional, mais uma vez.


Vamos refletir.
Hilton