sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Passos Atuais 206a Parte. Ponto de vista.


As bases para prosseguires não podem estar em luz alguma que brilhe fora de ti.
Figueira.

Pois bem, quando uma frase expressa uma Lei nada poderá ir contra ou se tornar contornável.
No entanto temos vivido na tentativa de contorna-Las.
É interessante como as pessoas se dizem crédulas de Deus, quando na verdade buscam contornar as Leis que comandam a vida material e espiritual.
O egoísmo, o egocentrismo são leis que vieram para contrapor as Leis do criador com o intuito de dar condições para que o livre arbítrio possa ser exercido,
Temos nos identificado muito mais com o egoísmo do que com o altruísmo, ou seja, temos utilizado com mais frequência uma lei contrária à Lei da vida.

Recusamo-nos a evoluir espiritualmente quando só nos concentramos na vida material e passageira, por torna-la incompleta. Assim nos tornamos passageiros das tribulações, incompletos e dificilmente compreenderemos a situação atual que nos encontramos.
É preciso dar a mesma atenção, que damos para o mundo externo, ao mundo interno. Sem compreende-lo nos tornamos joguetes da ignorância, escravos dos desejos e seremos alvos fáceis dos desafios da vida.
Um dos grandes mal da humanidade é a inercia. Não sair de um estado conquistado, manter um conhecimento que se desatualiza na mesma velocidade do ponteiro do relógio é parar no tempo e no espaço. Este estado de ignorância nos priva do saber sobre o motivo da existência.
Assimilar que estamos numa jornada de aprendizado nos dois planos, o material e o espiritual, é o que nos tornará uma pessoa completa. Tudo o que ocorre na matéria, no plano dos sentimentos, das emoções, dos pensamentos, provem da contraparte espiritual, portanto quando não estamos bem com esta contraparte espiritual é impossível que a material possa estar em harmonia.
Fatores externos que consideramos negativos são decorrentes de um olhar impreciso que provem da incompreensão do plano espiritual. Se compreendêssemos a contraparte espiritual, com abrangência, vigor mental e busca constante, fatores externos desajustados se tornariam compreensíveis, lícitos e através deles veríamos com clareza falhas a serem corrigidas.
Quando fazemos o inverso, ou seja, nos apoiamos nas ilusões da vida material, nas dificuldades aparentes, nos percalços da própria ignorância, nosso mundo desaba, nossas defesas caem e os problemas aparentam ser incontornáveis.
Vejam, é uma questão de ponto de vista, de foco, de como olhar e raciocinar a respeito dos problemas da vida cotidiana.
Quando falta os complementos do espirito a vida fica insuportável mas, basta completa-los para que boa parte dos problemas desapareçam ou se tornem administráveis. A vida recomeça, a fase ruim passa, o ciclo da vida entra na fase ascendente.

Tudo provem de como nos posicionamos perante os fatos da vida material, com inteligência ou ignorância sobre a contraparte espiritual. As duas são antagônicas. Uma faz sofrer a outra faz compreender. Escolheremos sempre o que queremos.

Alguns chegam a se desesperar de tal forma, com certas situações, que voltam-se para o suicídio. Este ato confirma o elevado grau de ignorância sobre o conjunto corpo-espirito, provocando uma caminho de retorno bem intenso e desagradável.
A vida é magnifica, é um ato divino que deve ser exercido com profundo respeito e grande sabedoria. O respeito pode até estar implícito mas a sabedoria é uma conquista diária e eterna,

Desperte em ti a luz interior e a sabedoria divina te conduzirá. (mensagem de São Jorge para este texto)

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Passos Atuais 205a Parte. Destino.


Renuncia a forjar teu destino e aprenderás a ver com os olhos da alma.
Figueira.

Pois bem, o pensamento aborda um tema controverso mas importante de ser ponderado para se refletir a respeito.

O destino de cada um é inexorável, ou seja, quer queira ou não, iremos percorrê-lo em todas as suas etapas. É a forma como olhamos e a disposição como administramos os acontecimentos que nos envolvem, que iremos classificá-lo como bom ou ruim.

O destino mescla acontecimentos bons ou ruins, ou seja, é cíclico e se comporta como um gráfico com curvas ascendentes e descendentes. Na fase ascendente considera-se que estamos ganhando recursos, informações, possibilidades. Em seguida, após atingirmos o pico da curva inicia-se a fase descendente. Nesta fase o que foi colhido como recursos, informações e possibilidades, precisará ser utilizado. Trata-se, nesta fase, de experiencias que nos forçara a empregar o que foi aprendido na fase de ascenção.

Geralmente na fase ascendente a maioria prefere, somente, usufruir dos momentos de ascenção, dando pouca atenção para a obtenção das informações, recursos, possibilidades, que deverá utilizar na fase seguinte. Na ascenção nos sentimos fortalecidos, dominantes, poderosos sem considerar, no entanto, que é uma das fases.
Este ciclo de altos e baixos tem um caráter evolutivo e ascensional, com a seguinte diretriz de uma das Leis: quanto mais utiliza mais se ganha; quanto menos se utiliza, mais se perde.

A raça humana, em geral, tem perdido o que ganhou pois deixou e tem deixado de utilizar vários recursos, possibilidades e informações neste processo ascensional. Perdemos inúmeras ferramentas, como a clarividência, compartilhamento com outros planos, diminuição gradativa da intuição, escolhas, enfim nos tornamos uma raça dominada pela personalidade, pelos desvios de caráter e por forças involutivas que tem minado as possibilidades nestes contextos.

Ficamos isolados como mundo, sem poder receber ou compartilhar experiencias de outras raças em outros planetas, constelações etc.
Certas civilizações da Terra que conseguiram evoluir neste contexto, recolheram-se para habitats intraterrenos ou intraoceânicos, em dimensões diferentes, pois não há como compartilhar com a raça de superfície.

Esta defasagem está e será muito ruim nos próximos momentos da transição planetária, pois ficaremos sem saber o que fazer mediante a revolução de acontecimentos extraordinários que acontecerá na superfície terrestre.

No entanto, não seremos desassistidos. A compaixão divina está em ato, apesar de não termos cumprido nossa parte, mas definitivamente serão momentos muito difíceis para todos.

É importante repensarmos sobre o que estamos fazendo com nosso destino. Dar muita atenção para o plano espiritual, para nossa contraparte imaterial, pois só ela poderá acolher a demanda por ações intuitivas. Nada do que é conhecido será suficiente para suportarmos o que virá. Estamos enfraquecidos, desgastados por lutas e conquistas fúteis, passageiras, desperdiçando tempo precioso em lutar pelo que será refeito, modificado, inovado.

O destino é traçado por ações do presente. Se tivermos um pouco de lucidez, podemos torná-lo mais útil e alinhado com os desígnios da alma, gerando uma próxima vida em processo ascensional e sem grandes quedas.   

A nova raça humana contará com outras possibilidades, pois sem livre arbítrio terá ciclos como se fosse uma espiral ascendente, sem processos de quedas como a atual.

Enfim, é preciso ver o destino como oportunidades. Se a vida está ruim, ou seja, na fase descendente, busque ajuda, conforme-se, lute para aprender, acolha, concentre-se no essencial. Esta demonstração de lucidez atrairá “ajudas” importantes. É como dar permissão para que tais ajudas se manifestem (temos o livre arbítrio, portanto não há interferências sem consentimento). Se a vida está numa fase boa, aprenda ao máximo, liberte-se do supérfluo, saia das ilusões, do ser, do ter do poder, dando assim chances para que novas ferramentas possam agrupar-se em teu eu interno.

Manifeste em ti a esperança, dela sentirás a Chama da transformação e a Luz do apoio. (mensagem de um Apóstolo para este texto)