Renuncia a
forjar teu destino e aprenderás a ver com os olhos da alma.
Figueira.
Pois bem, o pensamento aborda um tema
controverso mas importante de ser ponderado para se refletir a respeito.
O destino de cada um é inexorável,
ou seja, quer queira ou não, iremos percorrê-lo em todas as suas etapas. É a
forma como olhamos e a disposição como administramos os acontecimentos que nos
envolvem, que iremos classificá-lo como bom ou ruim.
O destino mescla acontecimentos
bons ou ruins, ou seja, é cíclico e se comporta como um gráfico com curvas
ascendentes e descendentes. Na fase ascendente considera-se que estamos
ganhando recursos, informações, possibilidades. Em seguida, após atingirmos o
pico da curva inicia-se a fase descendente. Nesta fase o que foi colhido como
recursos, informações e possibilidades, precisará ser utilizado. Trata-se, nesta
fase, de experiencias que nos forçara a empregar o que foi aprendido na fase de
ascenção.
Geralmente na fase ascendente a
maioria prefere, somente, usufruir dos momentos de ascenção, dando pouca
atenção para a obtenção das informações, recursos, possibilidades, que deverá
utilizar na fase seguinte. Na ascenção nos sentimos fortalecidos, dominantes,
poderosos sem considerar, no entanto, que é uma das fases.
Este ciclo de altos e baixos tem
um caráter evolutivo e ascensional, com a seguinte diretriz de uma das Leis: quanto
mais utiliza mais se ganha; quanto menos se utiliza, mais se perde.
A raça humana, em geral, tem
perdido o que ganhou pois deixou e tem deixado de utilizar vários recursos,
possibilidades e informações neste processo ascensional. Perdemos inúmeras ferramentas,
como a clarividência, compartilhamento com outros planos, diminuição gradativa
da intuição, escolhas, enfim nos tornamos uma raça dominada pela personalidade,
pelos desvios de caráter e por forças involutivas que tem minado as possibilidades
nestes contextos.
Ficamos isolados como mundo, sem
poder receber ou compartilhar experiencias de outras raças em outros planetas,
constelações etc.
Certas civilizações da Terra que
conseguiram evoluir neste contexto, recolheram-se para habitats intraterrenos ou intraoceânicos, em dimensões diferentes, pois não há como compartilhar com a raça
de superfície.
Esta defasagem está e será muito
ruim nos próximos momentos da transição planetária, pois ficaremos sem saber o
que fazer mediante a revolução de acontecimentos extraordinários que acontecerá
na superfície terrestre.
No entanto, não seremos
desassistidos. A compaixão divina está em ato, apesar de não termos cumprido
nossa parte, mas definitivamente serão momentos muito difíceis para todos.
É importante repensarmos sobre o
que estamos fazendo com nosso destino. Dar muita atenção para o plano espiritual,
para nossa contraparte imaterial, pois só ela poderá acolher a demanda por ações
intuitivas. Nada do que é conhecido será suficiente para suportarmos o que virá.
Estamos enfraquecidos, desgastados por lutas e conquistas fúteis, passageiras,
desperdiçando tempo precioso em lutar pelo que será refeito, modificado,
inovado.
O destino é traçado por ações do
presente. Se tivermos um pouco de lucidez, podemos torná-lo mais útil e
alinhado com os desígnios da alma, gerando uma próxima vida em processo ascensional
e sem grandes quedas.
A nova raça humana contará com
outras possibilidades, pois sem livre arbítrio terá ciclos como se fosse uma
espiral ascendente, sem processos de quedas como a atual.
Enfim, é preciso ver o destino como
oportunidades. Se a vida está ruim, ou seja, na fase descendente, busque ajuda,
conforme-se, lute para aprender, acolha, concentre-se no essencial. Esta
demonstração de lucidez atrairá “ajudas” importantes. É como dar permissão para
que tais ajudas se manifestem (temos o livre arbítrio, portanto não há interferências
sem consentimento). Se a vida está numa fase boa, aprenda ao máximo, liberte-se
do supérfluo, saia das ilusões, do ser, do ter do poder, dando assim chances
para que novas ferramentas possam agrupar-se em teu eu interno.
Manifeste em
ti a esperança, dela sentirás a Chama da transformação e a Luz do apoio. (mensagem
de um Apóstolo para este texto)

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