sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Passos Atuais - 9a Parte.


Tempos difíceis aguardam a humanidade. Porém não existe maior alegria que a do Encontro, e esse  Encontro a justiça, reservou-o àqueles que buscaram a Luz.
Quando se fala de justiça, nesse sentido, trata-se daquela que não se limita à lei dos homens, mas que fundamentada nas leis universais; a justiça que reserva a cada ser o seu lugar no grande cosmos, e que oferece a oportunidade setenta vezes sete para que se consume a reintegração do homem no caminho superior.
Não há escuridão que não seja traspassada pela Luz.
Figueira.

Pois bem, estamos cientes de que tempos difíceis estão em ato. Em um momento haverá um ápice e um fim do processo de transformação.
Toda transformação é um ato de melhoria, de crescimento, de novidades, mas passa inexoravelmente por rupturas.
Tais rupturas, em nosso ambiente agressivo, serão espetaculares e imensas, mas é necessário vive-las e desta vez será em definitivo para os indivíduos que se autoconvocaram para a libertação do livre arbítrio.
A Luz está presente em tudo, inclusive no livre arbítrio, mas necessários se faz encontrá-la.
Não a encontramos pois escolhemos o caminho do egoísmo e atingimos uma fase sem retorno. Todas as oportunidades foram dadas, pois no caminho traçado por Deus tivemos, em todos os momentos, a opção da escolha.
A justiça se fará, mas não em atos de vingança. Serão ajustes enormes e a solução das condicionantes cármicas pendentes.

O conceito do setenta vezes sete é uma Lei em que o homem sempre terá nova oportunidade e caberá a ele decidir-se pelo seu alinhamento com as Leis vigentes.
Como cita o texto, “Não há escuridão que não seja traspassada pela Luz.”, desta forma nos resta enxergar a Luz e persegui-la, pois no momento que nos encontrarmos “vazios”, a Luz preencherá.

É um momento de grandes reflexões, mudanças de posturas, alinhamento com a verdade que vem do coração, elevação e desligamento dos processos materiais que envolve  enormes estruturas corrompidas, gastas, deturpadas das Leis e da Luz, que criamos e a temos sustentada. Estas estruturas parecem sólidas, consolidadas, robustas, mas se desmancharão como geleia numa plataforma lisa e inclinada, assim que a pressão atingir certos níveis mais elevados. Isto está próximo.
Veremos que tudo irá se desmoronar e o que restar serão os verdadeiros valores, aqueles que são eternos e universais, aqueles que usaremos em qualquer parte do universo, que ampliará os contatos, o relacionamento, o bem estar, a paz.
No futuro a paz será instalada e o bom senso comum será atuante em todos os seres da Terra, gerando absoluta harmonia.
O momento é derradeiro, por isso que esta instabilidade vem se avolumando, tomando conta do nosso ser e gerando tanta insegurança, pois a sensação de perda é real. Ainda não aprendemos a “perder para ganhar”.

Assim será.
Hilton

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Passos Atuais - 8a Parte.


A atitude de abertura ao Supremo, mesmo partindo de um pequenino ser, tem mais valor do que a arrogância daquele voltado si próprio. Ainda que de forma restrita, mesmo por uma mínima abertura a Luz pode penetrar.
A meta atual é estar entregue e aberto ao que pode descer dos níveis sublimes até a humanidade. Não são palavras vazias de Vida que constroem a Terra futura; é necessário que o servidor evite o falar desnecessário,  sem uma verdadeira coligação com a Lei, para que o Supremo possa falar por intermédio dele.
Figueira.

Pois bem, terminada a fase de silencio em respeito e em memória a José Trigueirinho, voltamos a comentar seus incríveis e maravilhosos ensinamentos.

Como sabemos não estamos aqui comentado suas palavras, e sim a energia transformadora que provem desta imensa abertura por que passa o planeta Terra e seus reinos.
Falamos algumas vezes dos  “espelhos”, onde certos elementos refletem uma poderosa energia transformadora, mensurando-a e redimensionando-a para a absorção de muitos, da sua intensa capacidade de transformação.
Da mesma forma que não podemos absorver diretamente a energia solar e para isto a atmosfera terrestre nos protege, estes espelhos regulam a intensidade da energia transformadora que vinda da Fonte, se irradiada diretamente, de tão intensa,  nos prejudicaria, mas devidamente mensurada na capacidade da qual temos capacidade de suportar, evoluímos.
De certa forma, cada um que optou no seu livre arbítrio ao serviço, ao ato de servir um propósito maior, transforma-se num espelho que reflete de forma mensurada a energia que recebe. Somos portanto, desde que abnegados ao Serviço, espelhos que refletem.
Há, portanto, grande responsabilidade nesta atitude simples, mas de alto poder transformador.
A estrutura familiar que conhecemos, procede da mesma forma, onde a matriarca e o patriarca assumem o ato de administrar a energia da transformação naquele pequeno ser que surgiu no milagre da vida.
Portanto, Seres de elevada magnitude espiritual e divina, refletem a energia da Vida proveniente da Fonte que as cria.

Sendo assim, nos compete como ser-espelho sermos cada vez mais eficientes e completos, onde a informação, os estudos, a busca pela Verdade, irá “polindo” e dando maior poder de reflexão à Luz que recebemos.
Sim, para refletir Luz temo de receber Luz, portanto este é o maior mérito da adesão ao Serviço incondicional de refletir o que vem da Fonte.
É preciso muita vontade, mas mais do que isto, o equilíbrio e a neutralidade são essenciais, pois ainda nos falta a capacidade de conduzir. O equilíbrio e a neutralidade associada à entrega nos torna reflexos da Luz.
O equilíbrio, a neutralidade e a entrega é por origem um ato de fé, onde o amor sintetiza todo este processo da reflexão da Luz.

Ser-espelho exige silencio, silencio de palpites, de opiniões, de preferencias e desejos. É preciso sentir no coração quando deve ou não se manifestar e a condição essencial é a absoluta, absoluta isenção de interesses, sejam eles quais forem.
A neutralidade é algo que precisa ser praticado, pois a vida material se baseia na troca e na competitividade, atitudes incoerentes neste processo de ser-espelho.

Como cita o texto “A meta atual é estar entregue e aberto ao que pode descer dos níveis sublimes até a humanidade. Não são palavras vazias de Vida que constroem a Terra futura; é necessário que o servidor evite o falar desnecessário,  sem uma verdadeira coligação com a Lei, para que o Supremo possa falar por intermédio dele.”
Iremos sentir quando o Supremo necessita falar. Manter o silencio é algo intrínseco para que certos ‘impulsos”, aflorem.

Fiquem atentos.
Hilton