É
necessário estar atento para a qualidade do contato entre os seres, pois muito
do que poderia ser dedicado à realização da obra divina sobre a Terra é perdido
nas dispersões do mundo tridimensional e no relacionamento comum, puramente
convencional.
A
vida nas dimensões materiais em tempos futuros será reconhecida como um mero
reflexo dos contatos efetuados em níveis acima do plano causal, o nível da alma.
O que ocorre atualmente na superfície da Terra, em termos de relacionamentos
humanos, desaparecerá deste Ser (Terra) planetário .
Figueira.
Pois bem, nos relacionamos de forma precária, assustadoramente
superficial e com extrema falsidade.
Podemos dizer que vivemos num grande palco, onde em cada cena assumimos
um personagem diferente, que segundo os conceitos de cada um, se adapta a certas
conveniências, desejos egoístas e interesses puramente sociais ou espúrios.
É forte falar assim, mas é a realidade. Não devemos generalizar,
mas raramente alguém expressa os sentimentos da alma, a sinceridade e uma
postura honesta que alinha-se com seus atributos elevados.
Mascarar ainda tem sido a forma de nos posicionarmos perante os
demais, com medo de sermos considerados fracos. Esta situação tem origem desde
os primórdios da civilização terrena, a mais de 400 000 anos, onde fomos por diversas
vezes explorados por civilizações extraterrestres que viam neste planeta de
expiação uma forma de realizar inúmeras ambições. Por outro lado, no livre
arbítrio, ganhamos a chance de reverter esta situação da qual fomos causadores
em outros mundos.
Bem, não conseguimos superar, perdemos autenticidade e hoje
vivemos no teatro da vida assumindo inúmeros personagens das quais, com alguns
nos identificamos mais e com outros menos.
Esta falta de autenticidade nos levou a uma perda de identidade do
que, evidentemente, somos nos plano anímico (da alma).
Hoje temos dificuldade de expressar o que o nosso coração deseja,
o que nossa alma clama, pela disposição em mantermos as aparências dos
personagens que melhor se adapta aos nossos conceitos desvirtuados da realidade
maior e para dar um tom de soberania neste ambiente altamente desclassificado.
É preciso retomar esta identidade original, atender os anseios do
coração, sermos o mesmo em todas as situações para nos alinharmos com as
ajudas, com os Seres, enfim com as oportunidades evolutivas.
Quando você se torna o que você é, aproxima-se de você o que sua
alma atraiu. Esta atração positiva identifica um personagem único e manifesta-se
na sua originalidade.
Temos sido pessoas de inúmeras personalidades, mascaradas,
desalinhadas e obviamente atraindo forças negativas quando nos manifestamos
negativamente.
Como vivemos num ambiente totalmente mascarado e desalinhado da
igualdade elevada, o caos se instalou e mantem-se dominante.
Como cita o texto: O que
ocorre atualmente na superfície da Terra, em termos de relacionamentos humanos,
desaparecerá deste Ser (Terra) planetário. Ou seja, voltaremos ao estado original do ato da nossa origem terrena .
Teremos mais duas raças, neste processo de recuperação, a 6ª e a 7ª, para que
este círculo (de 7 raças) retorne ao ponto de origem, na sua autenticidade.
Como cita o texto: A vida nas dimensões materiais em tempos
futuros será reconhecida como um mero reflexo dos contatos efetuados em níveis
acima do plano causal, o nível da alma. Retomaremos o “estado de ser” como reflexos
dos anseios da alma, do coração, expressando o que temos de melhor como
criaturas de Deus. Portanto, dizer que o Paraiso existe, com certeza é uma
verdade, então nos resta alcança-lo.
No entanto, na fase atual, procurar ser mais autêntico, mais
disciplinado com as verdades que cada um já as reconheceu dentro de si, é uma
forma de se trabalhar com esta autenticidade.
Neste final deste ciclo planetário, expressar o que sente no
coração, eliminar os personagens desalinhados deste sentimento que temos
representado por conveniências,
manter uma postura firme com as ideologias mais elevadas que concebemos, é uma
disciplina muito salutar, muito atrativa que nos coligará com estruturas
divinas e autenticas.
É disto que precisamos, nada mais.
Hilton