terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Passos Atuais - 27a Parte. Ascenção.


É necessário estar atento para a qualidade do contato entre os seres, pois muito do que poderia ser dedicado à realização da obra divina sobre a Terra é perdido nas dispersões do mundo tridimensional e no relacionamento comum, puramente convencional.
A vida nas dimensões materiais em tempos futuros será reconhecida como um mero reflexo dos contatos efetuados em níveis acima do plano causal, o nível da alma. O que ocorre atualmente na superfície da Terra, em termos de relacionamentos humanos, desaparecerá deste Ser (Terra) planetário .
Figueira.

Pois bem, nos relacionamos de forma precária, assustadoramente superficial e com extrema falsidade.
Podemos dizer que vivemos num grande palco, onde em cada cena assumimos um personagem diferente, que segundo os conceitos de cada um, se adapta a certas conveniências, desejos egoístas e interesses puramente sociais ou espúrios.
É forte falar assim, mas é a realidade. Não devemos generalizar, mas raramente alguém expressa os sentimentos da alma, a sinceridade e uma postura honesta que alinha-se com seus atributos elevados.
Mascarar ainda tem sido a forma de nos posicionarmos perante os demais, com medo de sermos considerados fracos. Esta situação tem origem desde os primórdios da civilização terrena, a mais de 400 000 anos, onde fomos por diversas vezes explorados por civilizações extraterrestres que viam neste planeta de expiação uma forma de realizar inúmeras ambições. Por outro lado, no livre arbítrio, ganhamos a chance de reverter esta situação da qual fomos causadores em outros mundos.
Bem, não conseguimos superar, perdemos autenticidade e hoje vivemos no teatro da vida assumindo inúmeros personagens das quais, com alguns nos identificamos mais e com outros menos.
Esta falta de autenticidade nos levou a uma perda de identidade do que, evidentemente, somos nos plano anímico (da alma).
Hoje temos dificuldade de expressar o que o nosso coração deseja, o que nossa alma clama, pela disposição em mantermos as aparências dos personagens que melhor se adapta aos nossos conceitos desvirtuados da realidade maior e para dar um tom de soberania neste ambiente altamente desclassificado.

É preciso retomar esta identidade original, atender os anseios do coração, sermos o mesmo em todas as situações para nos alinharmos com as ajudas, com os Seres, enfim com as oportunidades  evolutivas.
Quando você se torna o que você é, aproxima-se de você o que sua alma atraiu. Esta atração positiva identifica um personagem único e manifesta-se na sua originalidade.
Temos sido pessoas de inúmeras personalidades, mascaradas, desalinhadas e obviamente atraindo forças negativas quando nos manifestamos negativamente.
Como vivemos num ambiente totalmente mascarado e desalinhado da igualdade elevada, o caos se instalou e mantem-se dominante.

Como cita o texto:  O que ocorre atualmente na superfície da Terra, em termos de relacionamentos humanos, desaparecerá deste Ser (Terra) planetário. Ou seja, voltaremos ao estado original do ato da nossa origem terrena . Teremos mais duas raças, neste processo de recuperação, a 6ª e a 7ª, para que este círculo (de 7 raças) retorne ao ponto de origem, na sua autenticidade.

Como cita o texto: A vida nas dimensões materiais em tempos futuros será reconhecida como um mero reflexo dos contatos efetuados em níveis acima do plano causal, o nível da alma. Retomaremos o “estado de ser” como reflexos dos anseios da alma, do coração, expressando o que temos de melhor como criaturas de Deus. Portanto, dizer que o Paraiso existe, com certeza é uma verdade, então nos resta alcança-lo.

No entanto, na fase atual, procurar ser mais autêntico, mais disciplinado com as verdades que cada um já as reconheceu dentro de si, é uma forma de se trabalhar com esta autenticidade.
Neste final deste ciclo planetário, expressar o que sente no coração, eliminar os personagens desalinhados deste sentimento que temos representado por conveniências, manter uma postura firme com as ideologias mais elevadas que concebemos, é uma disciplina muito salutar, muito atrativa que nos coligará com estruturas divinas e autenticas.
É disto que precisamos, nada mais.
Hilton

domingo, 2 de dezembro de 2018

Passos Atuais - 26a Parte. Libertação.


Em um  autêntico processo de busca não há compulsão, nem excesso de indulgencias. É por devoção à energia que o ser penetra na harmonia e no silencio. A cada ser cabe uma atarefa, e somente a entrega ao seu eu superior pode dinamizar o potencial que permitirá cada um cumpri-la adequadamente, segundo o que é indicado pelo Plano Evolutivo. Portanto, o relacionamento comum e o modo de vida normal dos homens não deveriam permanecer quando se entra neste processo, sob pena de retardar ou mesmo paralisar todo o seu caminho sutil.
Figueira.

Pois bem, a vida por si só é um tremendo desafio e de tempos em tempos  passamos por provas mais intensas ou menos intensas, que precisam mexer e questionar a etapa que nos encontramos.
Nestes momentos de provas, a solidão é a primeira expressão.
A solidão é necessária e faz com que nos afastemos dos demais, instintivamente, para que possamos decidir e agir sem grandes interferências externas. Neste ato a decisão passa por retrospectos de vidas anteriores onde fatos semelhantes já ocorreram, o que nos leva a ter sensações repetitivas. Isto reforça ou muda as decisões anteriores. Eis a questão no processo evolutivo, reforçar ou mudar.
Não é algo perceptível como a descrição que se faz agora, mas é real e leva em conta os erros e acertos do passado. Reforçar ou mudar virá de acordo com o novo nível alcançado para que erros possam se consertar
Neste vai e vem, vamos nos libertando dos processos inconvenientes que podem estar impedindo o processo evolutivo.
Na busca não há compulsão ou indulgencias, ou seja, uma neutralidade precisa ocorrer. Digamos que uma certa indiferença deve ocorrer para que as emoções não desviem as decisões.
No geral as pessoas temem este processo, pelo desconforto que ocorre, sem considerar o processo do aprimoramento.
A indiferença pode ressaltar, erroneamente, um afastamento. É uma simples ilusão.

Cada vez mais temos de ser neutros, cada vez mais temos de focar nas tarefas definidas.  Uma tarefa bem cumprida liberta, eleva, desapega, mantem a neutralidade e não interfere, ou seja, não há manifestações emocionais.

“A cada ser cabe uma tarefa” : isto é fato, e para que isto ocorra há necessidade da pratica do discernimento e do sacrifício.
Tarefas grupais, mais fáceis e simples de serem realizadas, serve para nortear tarefas individuais, que podem ser consideradas mais complexas devido à nossa insegurança.
Numa tarefa grupal a união de todos em cima de um objetivo comum abarca e canaliza intenções sagradas que cada um poderá manifestar de forma mais intensa e potencializada. A união de um grupo, física e espiritualmente, em cima de um objetivo comum, permeia padrões de energias, Seres e Estruturas de Trabalho que individualmente poucos conseguiriam atrair.

O que estamos para realizar com a Mãe de Todas as Almas, será um amplo resgate de pessoas desencarnadas que estacionaram em um determinado nível de consciência, mantendo estados de sofrimento por longos períodos por não terem conseguido acatar impulsos internos que os tirasse deste processo.
Infelizmente isto ocorre no plano astral e no plano que nos encontramos.  Aqui também há pessoas totalmente estacionadas em um dos estágios da vida, submetendo-se aos mesmos padrões de sofrimento, dor e desilusões.
Nesta tarefa grupal estamos seguindo instruções especificas e determinadas, somando-se no grupo o potencial de cada um, para que no dia 16 de dezembro um único conjunto de intenções manifeste-se.
Será com a soma destas intenções que a explosão do acolhimento irá acontecer e vencerá o desapego daqueles indivíduos  desencarnados que viram na Luz (emanada pela Mãe de Todas as Almas), sua libertação.

Esforcem-se, concentrem-se, entreguem-se, procedam com ampla dignidade, força, fé, confiança e sacrifício. Em algum momento da nossa jornada terrena, alguém já fez isto por nós.
Hilton