domingo, 2 de dezembro de 2018

Passos Atuais - 26a Parte. Libertação.


Em um  autêntico processo de busca não há compulsão, nem excesso de indulgencias. É por devoção à energia que o ser penetra na harmonia e no silencio. A cada ser cabe uma atarefa, e somente a entrega ao seu eu superior pode dinamizar o potencial que permitirá cada um cumpri-la adequadamente, segundo o que é indicado pelo Plano Evolutivo. Portanto, o relacionamento comum e o modo de vida normal dos homens não deveriam permanecer quando se entra neste processo, sob pena de retardar ou mesmo paralisar todo o seu caminho sutil.
Figueira.

Pois bem, a vida por si só é um tremendo desafio e de tempos em tempos  passamos por provas mais intensas ou menos intensas, que precisam mexer e questionar a etapa que nos encontramos.
Nestes momentos de provas, a solidão é a primeira expressão.
A solidão é necessária e faz com que nos afastemos dos demais, instintivamente, para que possamos decidir e agir sem grandes interferências externas. Neste ato a decisão passa por retrospectos de vidas anteriores onde fatos semelhantes já ocorreram, o que nos leva a ter sensações repetitivas. Isto reforça ou muda as decisões anteriores. Eis a questão no processo evolutivo, reforçar ou mudar.
Não é algo perceptível como a descrição que se faz agora, mas é real e leva em conta os erros e acertos do passado. Reforçar ou mudar virá de acordo com o novo nível alcançado para que erros possam se consertar
Neste vai e vem, vamos nos libertando dos processos inconvenientes que podem estar impedindo o processo evolutivo.
Na busca não há compulsão ou indulgencias, ou seja, uma neutralidade precisa ocorrer. Digamos que uma certa indiferença deve ocorrer para que as emoções não desviem as decisões.
No geral as pessoas temem este processo, pelo desconforto que ocorre, sem considerar o processo do aprimoramento.
A indiferença pode ressaltar, erroneamente, um afastamento. É uma simples ilusão.

Cada vez mais temos de ser neutros, cada vez mais temos de focar nas tarefas definidas.  Uma tarefa bem cumprida liberta, eleva, desapega, mantem a neutralidade e não interfere, ou seja, não há manifestações emocionais.

“A cada ser cabe uma tarefa” : isto é fato, e para que isto ocorra há necessidade da pratica do discernimento e do sacrifício.
Tarefas grupais, mais fáceis e simples de serem realizadas, serve para nortear tarefas individuais, que podem ser consideradas mais complexas devido à nossa insegurança.
Numa tarefa grupal a união de todos em cima de um objetivo comum abarca e canaliza intenções sagradas que cada um poderá manifestar de forma mais intensa e potencializada. A união de um grupo, física e espiritualmente, em cima de um objetivo comum, permeia padrões de energias, Seres e Estruturas de Trabalho que individualmente poucos conseguiriam atrair.

O que estamos para realizar com a Mãe de Todas as Almas, será um amplo resgate de pessoas desencarnadas que estacionaram em um determinado nível de consciência, mantendo estados de sofrimento por longos períodos por não terem conseguido acatar impulsos internos que os tirasse deste processo.
Infelizmente isto ocorre no plano astral e no plano que nos encontramos.  Aqui também há pessoas totalmente estacionadas em um dos estágios da vida, submetendo-se aos mesmos padrões de sofrimento, dor e desilusões.
Nesta tarefa grupal estamos seguindo instruções especificas e determinadas, somando-se no grupo o potencial de cada um, para que no dia 16 de dezembro um único conjunto de intenções manifeste-se.
Será com a soma destas intenções que a explosão do acolhimento irá acontecer e vencerá o desapego daqueles indivíduos  desencarnados que viram na Luz (emanada pela Mãe de Todas as Almas), sua libertação.

Esforcem-se, concentrem-se, entreguem-se, procedam com ampla dignidade, força, fé, confiança e sacrifício. Em algum momento da nossa jornada terrena, alguém já fez isto por nós.
Hilton

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