sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

Passos Atuais 141a Parte. Acordai!


Preparai-vos com decisão para mudanças. Tereis o novo conhecimento que transformará a Terra.
Figueira.

Pois bem, estamos caminhando para as grandes transformações. A maior delas será no plano mental do ser humano que habitará a nova Terra.

No entanto, é agora que temos de trabalhar este crescimento mental. A informação é fundamental para que possamos ter o insight e em seguida a coragem de mudar o que somos.

O que somos não serve mais. Foi útil por um bom tempo, onde pensar, desenvolver e agir ainda era para poucos. Hoje todos precisam estar neste patamar. Pensar, refletir, desenvolver e agir.

A reflexão passa a ser uma postura em que adaptamos nossas intenções e nossos reflexos de acordo com o nível mental dos tempos atuais. No passado seguíamos, simplesmente, as intenções coletivas.

Bem, muitos ainda seguem as intenções coletivas e muitos aproveitam-se desta imensa defasagem, usando a falta de vontade do indivíduo, para reter seu desenvolvimento e continuar a conduzi-los para situações de conflito, confronto e agonia.

Podemos dizer que o que prevalece nesta etapa da vida é o desenvolvimento individual. Cada um precisa cuidar do seu progresso, atualizar-se continuamente e alinhar-se com a sua parte espiritual. 
Fora disto são somente distrações que nos atrasam com um propósito antigo, o de nos reter em níveis limitados e arredios às necessidade atuais, em especial desta intensa transição planetária.

Acordai!


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Passos Atuais 140a Parte. Viemos para fazer o que só nós podemos fazer.


Não viemos ao mundo para fazer o que os outros fazem. Não viemos ao mundo para fazer um pouco melhor o que os outros fazem. Viemos para fazer o que só nós podemos fazer.
Figueira.

Pois bem, o pensamento nos leva a reflexões profundas.

Se somos um Corpo humanidade, comparativamente ao nosso corpo humano, cada parte (ou cada um) deste corpo tem uma função específica.

Por menor que seja, cada parte  (ou cada um)  tem uma atividade que complementa o todo, que harmoniza o todo, que faz com que o corpo funcione com exatidão.

Um corpo sadio é um corpo em que todas as partes funcionam com exatidão, cumpram as necessidades para qual foi concebido naquele conjunto.

O Corpo humanidade está doente. Podemos dizer que agonizante, com várias de suas partes em fase de colapso. Muitas partes (muitos de nós) deste Corpo deixaram de cumprir as finalidades para a qual foram constituídos e isto está dilacerando este grande Corpo. 
Os reflexos são nítidos. A sociedade não condiz com os anseios das pessoas, a política não condiz com as necessidades dos povos. A religião se atropela pela busca desenfreada de poder e fidelização de fiéis em torno de argumentos mesquinhos e egoístas. A relação entre as pessoas tem como um dos seus alicerces principais o egoísmo. Enfim estamos vivendo uma situação de desarmonia e desordem a muito tempo, que vem se repetindo fase após fase da evolução material da humanidade.

Por consequência, o planeta sofre com esta desordem e desorganização, já não tendo mais a capacidade de repor a destruição que o vem delapidando.

Mas, vamos refletir.

O que tenho feito para melhorar esta situação?
Pensar numa solução ampla e global é algo inalcançável, até porque isto requer um ajuste em todo o Corpo humanidade. Mas posso dar a minha contribuição no momento que foco na minha cura, ou seja, na minha harmonização, no meu equilíbrio, no conhecimento adquirido, na minha fé, na minha busca, na minha vida baseada nos padrões mais elevados que consigo conceber, na compreensão das Leis que regem a vida do Corpo humanidade, enfim a muito que eu posso fazer sem, necessariamente, depender de ninguém para isto.

Agora, eu faço?
Esta resposta cada um tem de dar para si próprio e isto deverá proporcionar uma auto avaliação do seu empenho e da sua real intenção neste contexto.
A resposta nunca poderá ser de que faço o suficiente, faço o que posso, me esforço ao máximo, estou no meu limite, não tenho mais forças, pois quando admitimos que estamos no limite, ou exauridos, poderemos colocar uma barreira que poderá ser difícil de superar.

A resposta precisa gerar uma certa insatisfação, pois tudo que fazemos pode melhorar e pode ser mais completo.

O ser humano considerando corpo e alma, não tem limites na sua capacidade de superação. É preciso estar convicto desta condição. Talvez num determinado momento, não consigamos atingir certas metas estabelecidas, quando na realidade é uma falta de preparo para que a meta estabelecida pudesse ser atingida, portanto, novos esforços devem se empreendidos para a superação.

O que cada um tem, ninguém tem.
Cada individuo está num nível de consciência, numa etapa da evolução universal, numa condição cármica especifica, possui um nível de vivencia único (em mundos, sistemas, planos, dimensões), veio com capacidades especificas para o meio em questão, traz “ferramentas” especificas para seu destino pessoal, que irá colaborar para o cumprimento do destino coletivo, enfim cada um é um ser único e especifico em todo o universo. Portanto a colaboração de cada um, no todo, colocará o Corpo humanidade na reta evolutiva.

Não se compare, faça sua parte, cumpra com suas metas elevadas, aspire a ascenção espiritual, faça sempre o certo, independente do meio errado em que vive, colabore sem reciprocidade, não se intimide por medo ou preguiça, aceite o que tem de ser aceito, mantenha o equilíbrio, reflita sempre antes de se manifestar e ame.

Assim tem sido e assim tem funcionado em mundos evolutivos.

Assim será a nova humanidade na Terra, no próximo ciclo.  Que está muito mais próximo do que imaginamos.




segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

Passos Atuais - 139a Parte. É preciso ajudar. Disponibilize-se, mas aprenda antes de buscar o Serviço.


Só damos passos realmente quando nos dispomos a ir um pouco além do que estaria ao nosso alcance.
Figueira.

Pois bem, temos uma tendência muito forte em impor limites a nós mesmos. No entanto, quando uma dificuldade aparece e nos incomoda bastante, reagimos para superar os limites que havíamos concebido a alguns momentos atrás. Esta tendência tem sido inerente a todos os seres humanos.

Nossa educação sempre nos condicionou a acatar limites que impõem regras sobre nossa criatividade. A ignorância dos educadores, pela pobreza das informações que tem acesso, contribui para a má formação intelectual infantil. Tem sido imposto regras absurdas de comportamento com objetivos óbvios de controle e domínio, mantendo a título da “boa educação”, limites desnecessários sobre as crianças. Isto limita a criatividade sadia e colaboradora que poderia desabrochar, naturalmente, de cada uma. Há de se considerar também, que temos sido péssimos exemplos para elas, que veem em nossas ações muito contrassenso entre o que se fala e o que se faz.

O egoísmo presente é outro fator que prepondera sobre todos. É alimentado pela competitividade que rapidamente se transforma nos diversos modelos de violência e segregações.

Nossa educação já pressupõe que um tem de ser melhor que o outro, aprofundando a desigualdade para os extremos. Em seguida vem as leis que tentam disciplinar estes mesmos extremos que foram intensamente trabalhados na educação. Fica assim um contrassenso como “moto contínuo” da desigualdade x igualdade.

Atingimos um estágio em que a reversão é impossível, pois cada vez mais haverá mais competitividade e animosidade entre todos.

O aumento da população do planeta, contribui radicalmente para os extremos, numa humanidade despreparada para conviver harmonicamente. A competitividade e o egoísmo não permite a possibilidade da harmonia.

No entanto, vê-se que a nova geração que vem chegando tem adotado outros patamares de comparações, abdicando, inclusive de luxos considerados essenciais até a pouco tempo.

Esta transformação da nova geração é interna, intuitiva e a capacita para a nova era planetária. No entanto, tem sido comum ver crianças desajustadas em seu meio ambiente familiar, escolar e de convivências, pois a transição no meio ambiente e na sociedade é muito lento de ocorrer,  face as grandes resistências dos mais velhos que ainda não perceberam a troca do modelo de “como se viver”.

Isto tem seus efeitos nefastos sobre a nova geração, que vive conflitos internos enormes, pois já nasceram com estas características bem diferentes dos modelos que conhecemos.

O período da transição planetária é extremamente conflituoso e arriscado. Muitos não aguentarão a pressão da transição, pois não encontram explicações plausíveis para diversos sentimentos internos que deveriam manifestar, além de serem tolhidos por pais, educadores, familiares que não aceitam modelos diferentes dos que foram criados. Por ouro lado as mudanças são intensas, muito rápidas, acentuando os conflitos internos que vem para fora sob a forma de revolta ou de submissão.

Educar, hoje, é uma tarefa muito mais complexa do que fora outrora, devido a transição em curso. Sem informações adequadas, pais e educadores seguem modelos desatualizados que não serve e confundem esta nova leva de crianças que estão vindo com outra base de sentimentos, princípios e regras de convivência.

É preciso ajudar.

É preciso dispor-se a aprender, rever conceitos, quebrar preconceitos, ser audacioso, estudar muito e dedicar-se, de coração e alma, para ajudar com sabedoria.

A disposição de ajudar, sem a sabedoria necessária, simplesmente confunde o que já está confuso.

Disponibilize-se, mas aprenda antes de buscar o Serviço.