Pois bem, Homem é um estado de consciência onde a individualidade predomina. As etapas anteriores como a passagem do ser pelos reino mineral, vegetal e animal, são preparatórias para o hominal. Este compasso progressivo segue seu curso, após a hominal, para as etapas chamadas divinas.
O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição
– página 191– Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico.
Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. As palavras grifadas foram
acrescidas ao texto original.
Homem: Representa
a etapa da evolução universal em que se unem espirito e matéria, polos da
realidade única. Por possuir autoconsciência é que pode ser esse elo.
Obs. O homem, em essência, diferencia-se do animal pela manifestação da autoconsciência. Isto
trouxe individualidade e, obviamente, responsabilidade. A autoconsciência suplanta
os instintos e determina a manifestação da vontade própria. O livre arbítrio
foi uma das opções das quais parte da humanidade universal, optou por aderir.
Portanto, há mundos em que humanos autoconscientes seguem suas etapas
evolutivas sem o livre arbítrio.
O termo “humano” define esta característica da autoconsciência e se aplica em indivíduos de alma individualizada por todo o universo, sem este equívoco como sendo uma exclusividade dos terráqueos.
A autoconsciência leva-o a tornar-se um Deus-manifestado, depois de transpor os obstáculos inerentes ao início da etapa de experiência da Vida na condição humana. Se dessa experiência faz parte o livre arbítrio, ao transcende-lo tem a oportunidade de conduzir-se pelos caminhos que interna e profundamente elegeu. Antes de divinizar-se, o homem é campo de batalha entre forças da matéria; na verdade, cada um deve superá-las em si, para então penetrar no reino espiritual. Todas as mônadas devem passar por esta etapa evolutiva. O homem pode ter inúmeras formas; habita vários pontos do cosmos, e não só a esfera terrestre.
Obs. Perante os demais reinos, como o vegetal e o animal, onde
sensações e opções ocorrem, o comportamento humano tem sido deplorável. Nos
tornamos deuses destruidores e consumidores onde a necessidade tem sido
suplantada pelo prazer da destruição. Estas atitudes contrárias à preservação
da vida, pelo prazer de destruir, foram sendo sendo incorporadas ao DNA ao
longo do tempo tornando-se uma barreira instransponível ao continuísmo evolutivo.
Por isso que na transição planetária em curso os indivíduos aptos terão,
necessariamente, a troca do DNA pelo GNA onde o processo da hereditariedade termina.
Esta característica alinhará o novo homem, na nova Terra, com as
demais características evolutivas universais.
O novo homem usará sua autoconsciência com sabedoria e será
amplamente ajudado, deixando de exercer o livre arbítrio por ser desnecessário.
É importante, na presente fase, que a autodisciplina seja
praticada, a autoconsciência seja exercida e o bom senso no equilíbrio mantenha-se
em evidencia. Só assim provaremos que temos a devida aptidão para receber o
novo código genético, abdicar do livre arbítrio e entrar no continuísmo da
evolução.
