sábado, 21 de março de 2020

Passos Atuais 153a Parte. Os bem aventurados.


Quanto mais brilhante a luz interna de alguém, maior seu potencial para inspirar os outros nas tarefas universais.
Figueira.

Pois bem, como sabemos, ajudar alguém é extremamente difícil por não sabermos inúmeras características da pessoa, tais como carma, destino, experiencias a realizar, tarefas a cumprir, prazo de vida material, entre outras

Desta forma, quando irradiamos luz, esta deverá ser absorvida no coração daqueles que buscam uma saída para seus problemas.

Na maioria das vezes a luz irradiada não terá efeito, pois duras capas de egoísmo, ganância, individualismo e preguiça, encapsularam o coração das pessoas que voltaram-se totalmente para os interesses ilusórios e passageiros, mas outra parte irá absorver, e este impulso poderá desencadear as mudanças necessárias.

De certa forma, a atual pandemia irá trazer luz para aqueles que resolveram assumir seu papel de guardiões do mundo, e estes irradiarão luz para os necessitados e aflitos por mudanças em suas vidas confusas e monótonas.

Uma cadeia energética se forma do Alto para os bem aventurados, que suprirá os aflitos.

Podemos dizer que ao longo da vida, seremos em alguns momentos, os bem aventurados e outros momentos os aflitos. Mas em todos os momentos haverá bem aventurados para irradiar a luz necessária.

Os bem aventurados precisam exercer uma postura de fidelidade aos seus mais elevados princípios, anulando ilusões e desejos que os coloque em posição de soberania.

Os bem aventurados devem exercer o auto esquecimento, mas não na displicência e sim com foco na disposição e na oferta para a luz, que irá moldá-lo e conduzi-lo para os Serviços do momento.

Os bem aventurados precisam instruir-se continuamente, atualizar-se a cada instante, pois na transição em curso o ritmo das mudanças são intensos.

Os bem aventurados devem focar-se no que é estritamente necessário, segundo seus critérios do coração, pois a luz precisa manter-se forte e perene para que aqueles com os olhos abertos, a vejam.

Os bem aventurados não podem se deixar levar por apelos e discursos, a princípio bonitos e aparentemente elevados, mas com a finalidade de criar ou acentuar as dúvidas, pois as dúvidas existem e são alimentadas pelas forças involutivas como forma de nos calar e nos cegar. Podemos ter dúvidas sobre partes de um assunto, mas jamais sobre o assunto em si.

Os bem aventurados precisam estar firmes sobre sua própria estrutura de fé, senão irá irradiar luz difusa e obscurecida por preconceitos e parâmetros ultrapassados.

Os bem aventurados precisam confiar. Confiar na assistência que os mantem, na estrutura divina que os protege, na intuição que os alimenta, nas coligações com Seres e Hierarquias que canalizam suas intenções para o Planeta, e nas atividades que exerce.

Ser um bem aventurado é também ser um aflito, mas o primeiro precisa superar o segundo.



quinta-feira, 19 de março de 2020

Passos Atuais 152a Parte. O sofrimento foi uma conquista que precisa ser abandonada.

O medo deve estar ausente, sobretudo o do desconhecido e o de abandonar as coisas do passado.
Figueira.

Pois bem, o medo é um estigma antigo, primordial na raça humana em face do mundo cármico que vivemos.

Se ele existe, existe para ser superado. O ser humano, no seu atual nível evolutivo, tem entre suas metas de superação, seus medos. Podemos dizer que estamos vivendo uma situação em que os medos afunilaram-se para uma situação generalizada, abrangente e decorrente da descrença pelo não reconhecimento de que temos uma origem e um destino.

Poucos se dão conta do potencial intrínseco que temos em nossa estrutura física-espiritual, justamente por não reconhecermos esta estrutura espiritual e por contarmos somente com a estrutura física, que é por sua natureza passageira, excessivamente limitada.

A atual sensação de impotência, hoje claramente difundida em âmbito geral, vinha ocorrendo da mesma forma no âmbito individual. Somos prisioneiros dos nosso próprios preconceitos e da ignorância sobre nossa estrutura interna como “ser divino”.
Como não reconhecemos esta divindade latente em nosso ser, ficamos joguetes das ilusões e das enormes restrições e limites que o corpo físico possui.

Ora, o corpo físico é o mais denso e o mais limitado, em relação aos corpos que possuímos (físico, alma, espirito, mônada, divino). No conjunto corpo e alma, poderíamos ter expandido e compreendido melhor o potencial latente, com a espiritualidade que compõem o conjunto, todos provenientes da origem que pertencemos, mas parece que pensar assim nos enfraquece.

Pretendíamos ser fortes, soberanos, dominadores no plano material e aí nos deparamos com um inimigo invisível, muito pequeno, astuto, que se infiltra em nossas defesas sem que o percebamos. Isto serve para mostrar a pequenez dos nosso atributos materiais, dos apoios que conquistamos e das defesas infantis perante um inimigo tão astuto como este.

Na realidade é um inimigo invencível, pois produz mutações que o adapta para qualquer circunstancia, portanto, pode-se vencer pequenas batalhas com grandes perdas, mas perderemos a guerra se não mudarmos de nível de consciência.  A história da humanidade é recheada destas batalhas com grandes perdas.  

O destino ao longo de seu curso tenta mostrar que continuamos no caminho errado ao desprezar nossos reais atributos, aqueles que crescem ao longo das encarnações, aqueles que acrescem no ser quando no processo evolutivo, aquele que trata das coisas eternas.

Estamos diante de nova “oportunidade” para implementar mudanças radicais de postura, pensamentos, ações, crenças, comportamentos e conceitos.

Vivemos tempos de mudanças, vivemos tempos de oportunidades, vivemos tempos de
re-união do corpo com a alma.

O isolamento deve ser aproveitado. Deve ser usado para momentos de reflexões, de reformas íntimas, do despertamento da coragem e na busca por instruções e equilíbrio.

A prudência é necessária pois o mundo é cármico, mas os medos precisam ser superados.
Temos de abandonar as coisas do passado. Isto está sendo compulsório e irá se acentuar, portanto, aquele que se coloca à disposição, saberá administrar o conjunto de perdas que irá ter nesta imensa revolução e renovação de valores.

Com certeza o mundo não será mais o mesmo. Este pensamento pode se estender para todos os atuais valores, conceitos e paradigmas. Não se trata do vírus, essencialmente, mas de um plano de mudanças para uma humanidade que não deu certo face ao descaminho conduzido pela ganância e pelo egoísmo.

*     Os planos de Deus ninguém sabe, mas é preciso perceber seus avisos.

*     Não estamos soltos neste Universo sem fim.

*     Tudo e todos tem finalidades especificas e individuais de crescimento e evolução.

      A vida muda quando posturas externas e internas começam a mudar.

*     Uma crise ocorre quando há necessidades de mudanças.

*     A crise termina quando atingimos a meta estabelecida pela alma, caso contrário, pode nos dar uma trégua para repensarmos, mas retorna.

*     A crise coletiva leva em conta a alma coletiva do corpo humanidade e o corpo humanidade considera o carma coletivo.

*     A crise é sempre evolutiva, mas é preciso reconhecer a oportunidade.

*     A crise muda o indivíduo, mas aceitar-se nesta nova mudança depende de cada um.

*     A Terra está em transição, reconhecer esta situação é o princípio das reformas internas.

*     Não existe punição, mas existe evolução e esta pode ser contraria às nossas desatualizadas ideologias.

*     Abrir-se para as mudanças exige o recolhimento dos medos e não sua expansão.

*     Opor-se aos movimentos evolutivos é uma bomba que pode explodir diversas vezes em diversas vidas.

*     O sofrimento foi uma conquista que precisa ser abandonada.


segunda-feira, 16 de março de 2020

Passos Atuais 151a Parte. É preciso decidir!


És observado do Alto. Se irradias luz, és por ela marcado e será conduzido a um lugar seguro.
Figueira.

Pois bem, como nos comportamos é o que gera a sistemática da assistência divina.

Será no centro das crises, sejam estas individuais ou coletivas, que o comportamento de cada um será observado por “quem” nos assiste.

O medo e a cobiça retraem e o indivíduo começa a se manifestar com certas doses de egoísmo no coração. Na medida que o medo e a cobiça se acentuam, acentuam-se as manifestações radicais, o isolamento, a insegurança e obviamente a luz interior ficará obscurecida por estas grossas vestes que cobrirão nossa espiritualidade.

Ao contrário, o individuo que acolhe de coração aberto, que supera o medo e confia(!) irradia luz e esta luz servirá para que ações divinas possam manifestar-se.

Não podemos ser imprudentes, distraídos, arredios aos conceitos de segurança, nem tão pouco indiferentes, pois o risco da displicência e da indiferença trará etapas duras para nos conscientizarmos de que num mundo cármico a vigilância e a oração são Leis (orai e vigiai! - Lei).  

O individuo sintonizado e coligado com suas mais elevadas aspirações, irá trabalhar. Este trabalho é imperceptível, mas ele sentirá no coração que algo está sendo feito.  Não se fala de comodismo, de entrega irresponsável, de oferta sem esforços, mas de um trabalho intenso de fé e harmonia que o manterá com o equilíbrio necessário para que, num porto seguro, este possa irradiar o que para ele for dirigido pelo milagre de Deus.

O planeta está vivendo estes momentos, não só pela pandemia, mas por inúmeras situações irreversíveis do seu processo na transição em curso.

É preciso se posicionar quanto a isto. Envolver-se no desespero e na sensação de impotência ou no medo e na cobiça, irão afastá-lo do milagre de Deus.

Um dilema cada vez mais intenso se fará presente. Escutar as vozes humanas ou do coração.
É preciso decidir!