Quanto mais
brilhante a luz interna de alguém, maior seu potencial para inspirar os outros
nas tarefas universais.
Figueira.
Pois bem, como sabemos, ajudar alguém
é extremamente difícil por não sabermos inúmeras características da pessoa,
tais como carma, destino, experiencias a realizar, tarefas a cumprir, prazo de
vida material, entre outras
Desta forma, quando irradiamos luz,
esta deverá ser absorvida no coração daqueles que buscam uma saída para seus
problemas.
Na maioria das vezes a luz
irradiada não terá efeito, pois duras capas de egoísmo, ganância, individualismo
e preguiça, encapsularam o coração das pessoas que voltaram-se totalmente para
os interesses ilusórios e passageiros, mas outra parte irá absorver, e este
impulso poderá desencadear as mudanças necessárias.
De certa forma, a atual pandemia irá
trazer luz para aqueles que resolveram assumir seu papel de guardiões do mundo,
e estes irradiarão luz para os necessitados e aflitos por mudanças em suas
vidas confusas e monótonas.
Uma cadeia energética se forma do
Alto para os bem aventurados, que suprirá os aflitos.
Podemos dizer que ao longo da
vida, seremos em alguns momentos, os bem aventurados e outros momentos os
aflitos. Mas em todos os momentos haverá bem aventurados para irradiar a luz
necessária.
Os bem aventurados precisam
exercer uma postura de fidelidade aos seus mais elevados princípios, anulando ilusões
e desejos que os coloque em posição de soberania.
Os bem aventurados devem exercer o
auto esquecimento, mas não na displicência e sim com foco na disposição e na
oferta para a luz, que irá moldá-lo e conduzi-lo para os Serviços do momento.
Os bem aventurados precisam
instruir-se continuamente, atualizar-se a cada instante, pois na transição em
curso o ritmo das mudanças são intensos.
Os bem aventurados devem focar-se
no que é estritamente necessário, segundo seus critérios do coração, pois a luz
precisa manter-se forte e perene para que aqueles com os olhos abertos, a vejam.
Os bem aventurados não podem se
deixar levar por apelos e discursos, a princípio bonitos e aparentemente
elevados, mas com a finalidade de criar ou acentuar as dúvidas, pois as dúvidas
existem e são alimentadas pelas forças involutivas como forma de nos calar e
nos cegar. Podemos ter dúvidas sobre partes de um assunto, mas jamais sobre o
assunto em si.
Os bem aventurados precisam estar
firmes sobre sua própria estrutura de fé, senão irá irradiar luz difusa e
obscurecida por preconceitos e parâmetros ultrapassados.
Os bem aventurados precisam
confiar. Confiar na assistência que os mantem, na estrutura divina que os
protege, na intuição que os alimenta, nas coligações com Seres e Hierarquias
que canalizam suas intenções para o Planeta, e nas atividades que exerce.
Ser um bem aventurado é também ser
um aflito, mas o primeiro precisa superar o segundo.


