És observado
do Alto. Se irradias luz, és por ela marcado e será conduzido a um lugar
seguro.
Figueira.
Pois bem, como nos comportamos é o
que gera a sistemática da assistência divina.
Será no centro das crises, sejam
estas individuais ou coletivas, que o comportamento de cada um será observado por
“quem” nos assiste.
O medo e a cobiça retraem e o indivíduo
começa a se manifestar com certas doses de egoísmo no coração. Na medida que o
medo e a cobiça se acentuam, acentuam-se as manifestações radicais, o
isolamento, a insegurança e obviamente a luz interior ficará obscurecida por
estas grossas vestes que cobrirão nossa espiritualidade.
Ao contrário, o individuo que
acolhe de coração aberto, que supera o medo e confia(!) irradia luz e esta luz servirá
para que ações divinas possam manifestar-se.
Não podemos ser imprudentes, distraídos,
arredios aos conceitos de segurança, nem tão pouco indiferentes, pois o risco
da displicência e da indiferença trará etapas duras para nos conscientizarmos
de que num mundo cármico a vigilância e a oração são Leis (orai e vigiai! - Lei).
O individuo sintonizado e coligado
com suas mais elevadas aspirações, irá trabalhar. Este trabalho é imperceptível,
mas ele sentirá no coração que algo está sendo feito. Não se fala de comodismo, de entrega
irresponsável, de oferta sem esforços, mas de um trabalho intenso de fé e
harmonia que o manterá com o equilíbrio necessário para que, num porto
seguro, este possa irradiar o que para ele for dirigido pelo milagre de
Deus.
O planeta está vivendo estes
momentos, não só pela pandemia, mas por inúmeras situações irreversíveis do seu
processo na transição em curso.
É preciso se posicionar quanto a
isto. Envolver-se no desespero e na sensação de impotência ou no medo e na
cobiça, irão afastá-lo do milagre de Deus.
Um dilema cada vez mais intenso se
fará presente. Escutar as vozes humanas ou do coração.
É preciso decidir!

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