sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Um novo chamado de Maria.

Pensamento do dia 30 de dezembro de 2016.
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Caros amigos.

Conforme orientação de Maria, transmito a mensagem recebida:

“Queridos filhos, como vocês bem sabem, são a extensão dos Trabalhos de meu amado Filho.
Peço-lhes uma Tarefa muito simples, mas de primordial importância nestes tempos atribulados.
Quando estiverem fora da sua cidade natal, procurem uma igrejinha, uma igreja, uma catedral, um marco da cidade ou um local que sintam o impulso para a realização da Tarefa que lhes peço.
Escolhido o local, aquietem-se por algum tempo, até sentirem-se equilibrados, calmos, descontraídos e centrados na minha imagem.
Iniciem orações ao meu imaculado coração.
Mentalizem, no transcurso das orações, meu manto protetor sobre toda a cidade, vila, vilarejo, marco, que envolva todo o local, seus habitantes e os demais reinos. Aprofundem-se nas orações e mantenham absoluta concentração no meu imaculado coração.
Quando sentirem que a Tarefa foi cumprida, encerrem as orações, mas mantenham-se por alguns minutos na posição, antes de voltarem para a condição normal da vida terrena.

Nestes tempos de emergência, isto irá liberar muitas almas aprisionadas na ilusão e no astral, que ainda sucumbem sob as influências negativas e seus carmas. Irá libertar e muitos terão a chance de atenderem meus chamados e de meu Filho.

Agradeço por atenderem meu chamado.
Maria Rosa da Paz e do Coração Imaculado de Jesus.”

Como vocês podem perceber trata-se de uma Tarefa de fundamental importância para que muitas pessoas que sentem-se prisioneiros de seus medos, de suas ilusões, possam ficar aptas a seguirem os “chamados”.
Como sempre é um Trabalho silencioso, oculto, que poderá ser libertador.
Os que se sentirem aptos, atendam a este solicitação.  

Como isto fez parte da última reunião do Grupo em 2016, retransmito somente agora pois estava aguardando a conclusão dos Trabalhos  e das Aparições de Maria, nos EU, em especial no Monte Shasta – Califórnia, que ocorreram nos dias 25 e 26 deste mês. Este Trabalho aos pés do Monte Shasta, desencadeou os impulsos necessários para esta Tarefa que Maria nos pede.

Assim como aconteceu em nossa última reunião, o Cálice Sagrado nas mãos de Maria, em Monte Shasta, desperta os códigos de Luz que irão incidir sobre a Terra a partir deste próximo ciclo anual em 2017.

Hilton

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Atitudes.

Pensamento do dia 29 de dezembro de 2016.

Não apenas em tua concentração interior, mas em teus atos exteriores, deves tomar a atitude certa.
Sri Aurobindo.

Pois bem, tomar a atitude certa, na época atual, tem sido bem difícil.
Como somos muito mentais, insistimos no raciocínio, na lógica, na comparação e na projeção para o futuro.
No passado, a postura foi correta, mas nos tempos atuais não é mais.

A lógica, o raciocínio e as projeções futuras sempre nos deram algumas chances de acerto, agora tais chances diminuíram sensivelmente  pois tudo está em profunda transformação.
Não são tempos normais, ou tempos em que podíamos idealizar um caminho ao longo do qual parte das nossas projeções aconteceriam.
Em geral, o conceito da evolução sempre se referiu  ao crescimento das posses e propriedades materiais.
Raramente as pessoas consideraram que evoluir é crescer espiritualmente, pois tudo se atinha a bens materiais. Isto ao longo das eras consolidou-se no reino humano e nossa educação manteve-se preso a estes conceitos, anulando o verdadeiro propósito da evolução.
Nada mudou e nada mais mudará pela vontade humana, pois o sistema atual está tão enraizado e solidificado que não há como alterá-lo.

Outro detalhe importante, que Sri ressalta, é a manifestação dos nossos atos externos que tem sido controversos em relação aos impulsos internos.
Muitas pessoas tem pensado de uma forma e agido de outra forma, pois recuam quando sentem que estes impulsos internos não satisfazem desejos, sonhos, vontades, enfim ilusões.

Mas, são tempos anormais, são tempos de mudanças, de movimentos, de significativas alterações em que o modelo atual não servirá mais como referência.

Precisamos ser mais autênticos, mais fiéis aos nossos conceitos internos e intuitivos para diminuirmos as decepções, pois muitas poderão nos  machucar.

Enfim vamos rever nossas atitudes, ser mais internos do que externos, ser mais autênticos com as coisas do nosso coração, pois os apoios no plano material estão em acentuado processo de queda. 

Hilton

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Renuncia

Pensamento do dia 28.12.2016

Devemos sempre ir além, sempre renunciar ao menor pelo maior, ao finito pelo infinito.
Sri Aurobindo.

Pois bem, decisões desta natureza temos evitado.
Vacilamos em decisões que nos tiram do que chamamos, “zona de conforto”.
Por que mudar se pode ficar como está?
De forma geral o ser humano é avesso às mudanças. Mesmo que se sinta incomodado, desconfortável, angustiado, pressionado, evita o quanto puder as mudanças. Por isso que forças involutivas agem livremente, pois conhecem como ninguém as fraquezas humanas e as explora em todos os níveis.
Somos manipulados para mais ou para menos, segundo nossos medos, nossa insegurança, para que mudanças não aconteçam.

Normalmente a renúncia ocorre quando nos encontramos no limite do limite, ou seja, não há a menor possibilidade de continuarmos como está.
Renunciar significa para nós perdas, pois ainda não percebemos que para evoluir renuncia-se ao que é para o que virá.

A morte age para que renunciemos, compulsoriamente, à vida, portanto um novo ser surge pela morte do antigo ser.  Desta renuncia ninguém escapa.

Da mesma forma o carma age para corrigir o que somos, pois não renunciamos ao que não serve mais. Se assim não fosse poderíamos ser o mesmo por vidas, ficando estagnado num único patamar da consciência.
Nesta ciranda de vidas, passamos várias vezes por situações semelhantes, numa variação intensa entre a polaridade masculina e a feminina, ativando por exigência da alma a oportunidade de renunciarmos ao que somos.
Mesmo assim, lutas intensas ocorrem na tentativa de manter o que somos, num intenso processo de repetição, vida após vida, face ao exercício do livre arbítrio.
A hereditariedade que foi concedida para que mudanças ocorressem, na realidade é desprezada pelo ser humano que acaba cometendo os mesmos erros e mantendo os mesmos vícios das vidas passadas.

Como foi dito na mensagem de ontem, perdas são inexoráveis no continuísmo evolutivo, pois perde-se para ganhar, mas como temos o livre arbítrio, adiamos sempre que podemos essas perdas, retendo ao máximo conquistas efêmeras, descartáveis, ultrapassadas, como se tudo o que virá será ser pior que é.
É exatamente o contrário, tudo o que virá, proveniente da nossa fé, será evolutivo.
Não adianta o ser humano da Terra imaginar que poderá reter suas conquistas materiais, seu patrimônio, sua fortuna ou pobreza, sua saúde ou doença, pois neste gigantesco processo cíclico tudo, inexoravelmente, muda.

Deveríamos estar, na fase cíclica atual do planeta, num turbilhão de mudanças internas e externas para que as oportunidades que vão surgir não fossem perdidas, como irá acontecer, pois a maioria só consegue levar em consideração o que é palpável, material, “valioso” segundo os critérios terrenos, desprezando um ciclo planetário que leva milênios, ou centenas de vidas para se repetirem.

Estamos num momento atroz, pois na sequencia dos acontecimentos estas oportunidades cessam e grandes movimentos ocorrem, transformando o que era opcional em compulsório, onde as perdas serão foco de muita dor e sofrimento.

A nova era, em comparação à era atual, pode-se dizer que será uma passagem do finito para o infinito dentro de uma escala infinita de mudanças, pois serão tantas e tão intensas que nada se compara ao atual.
Poucos perceberam e se tocaram, mesmo assim o que perceberam ainda vacilam constantemente, mantem-se inseguros, temerosos pois abandonar o que conhecem ou suportar as perdas tem sido difícil.
Nossa sistemática na forma de viver valorizou demais os objetos em detrimento da vida.


Enfim, aquele que percebeu este momento terá de renunciar do menor para o maior.
Hilton

Obs. Caso não se sinta apto a renunciar ao que precisa ser renunciado ou aceitar o que compulsoriamente terá de renunciar, deixe de acompanhar estes textos para não ficar com o que chamamos de "dor na consciência". 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Não se distraiam, pois não há tempo para antigas ou novas ilusões.

Pensamento do dia 25.12.2016  - Mensagem de 27.12.2016

Se viveres sob a lei do amor, mudarás tuas formas de convivência.
Trigueirinho.

Pois bem, o que podemos colocar de pratico neste tema são algumas atitudes que para muitos será difícil, mas ao realiza-las estaremos mais próximos de uma convivência pacifica e neutra, primeiros passos para começarmos a assimilar a Lei do Amor.

Tolerância, consequentemente, paciência, são posturas que precisam ser  espontâneas em nossas manifestações. Temos perdido rapidamente a paciência. Isto decorre do fato que não temos tolerância.
Não temos tolerância e paciência conosco e com os outros, pois a vida se tornou “pratica” e “veloz”, segundo critérios que adotamos por influencia da competitividade imposta, portanto é algo para se mudar.
Controle dos medos. Eis outro aspecto primordial, pois o medo é um estado mental que foi ardilosamente imposto e assimilamos, pois com medo somos controláveis e dirigidos.
Não é a toa que a punição com a morte foi imposta aqui na Terra, pois ao temermos a morte nos tornamos manipuláveis e facilmente conduzidos. Esta condição generalizou-se e hoje a maioria teme a morte, porque a transformamos em algo completamente indesejável. Refere-se aqui a um sentimento acima do instinto de sobrevivência, pois o homem sendo mental raciocina e diferencia tais instintos.
Competição. Nos tornamos escravos da concorrência  e da necessidade de vencer. Sequer imaginamos que “vencer” é a mais pura e monumental ilusão dos fracassados.
Egoísmo, pai dos sentimentos negativos, impulsiona a grande maioria das nossas piores expressões.
Expectativas, quando expressamos este sentimento, aumentamos a ansiedade, fazemos as coisas no atropelo e erramos em 90% das atitudes assumidas. Os outros 10% “machucamos” alguém.
Ansiedade, diretamente ligado às expectativas e aos erros mencionados, cria além do que foi citado, uma convulsão metabólica que desarmoniza todo nosso organismo físico e astral, sendo responsável pela manifestação de doenças muito graves.
Ausência de . Esta condição impõe barreiras intransponíveis para os aspectos evolutivos, retendo o individuo em níveis de consciência deploráveis e completamente ultrapassados para o que lhe aguarda na escada da evolução.

Viver sob a Lei do Amor, na realidade exige entregas e mais entregas, pois temos de aceitar que não sabemos nada acerca do grande manancial da vida universal.
A entrega nos expõe, mas é uma exposição evolutiva, pois aqui refere-se a entregas internas, onde literalmente nos submetemos aos desígnios divinos, sem saber quais são.
Podemos dizer que entrar na lei do amor, é significativamente, uma mudança de postura, conceitos, procedimentos, manifestações que vão se aclarando na medida que formos assimilando novos padrões de energias que virão através de “contatos” que passam a nos acompanhar na medida que formos nos aprimorando nestes aspectos.
Rigorosamente, ninguém entra nesta seara SEM PERDAS, pois as PERDAS transformam-se em novos ganhos na medida que formos assimilando os novos padrões de energias e de vibrações. Por isso que tanta gente desiste da própria evolução, pois não suporta AS PERDAS.

Na virada cíclica em ato, as PERDAS serão compulsórias e isto será um grande milagre divino, pois nos ajudará a priorizar o que importa e com certeza não será nada do hoje temos praticado, guardado, colecionado ou nos apoiamos.

Fiquem atentos.
Está havendo inúmeras oportunidades de colaborarmos com o Governo Celeste Central, fonte geradora das intensas energias transformadoras, neste gigantesco evento cíclico no planeta Terra.
Esqueçam-se de si.
Pensem prioritariamente na conjuntura terrestre, na desorganização mundial que temos vivido, onde finalmente chegou a etapa da sua reconciliação com as metas celestiais.

Não se distraiam, pois não há tempo para antigas ou novas ilusões.

Os tempos são tempos pra lá de bíblicos, como se fala em eventos de grande magnitude. Não estamos citando somente os movimentos telúricos, mas citamos os movimentos preparatórios e progressivos, já em ato, para a Nova Terra na Nova Era.


Fiquem atentos.

Hilton