sábado, 25 de janeiro de 2020

Passos Atuais 131a Parte . A sintonia - o ato de receber.


Colocai vossa sintonia no mais sublime estado de Graça e esta descerá até vos.
Figueira.

Pois bem, vamos nos ater ao aspecto da sintonia.
Sintonizar, para este enfoque, é o ato em que espontaneamente você se pré-dispõe a receber.

O cérebro, nos padrões atuais, trabalha com 90% da sua capacidade focado basicamente nos movimentos, nos sons, enfim nas impressões do mundo material que chama sua atenção.
Se considerarmos que utilizamos somente 10% do seu potencial, isto significa que utilizamos 9% para as atividades externas e 1% da capacidade total do cérebro para as atividades internas (intuição, coligação, oração, fé etc.).
Muito pouco do potencial cerebral é dedicado para a contraparte espiritual.
Podemos dizer que sem estimulações a contraparte espiritual passará desapercebida da vida inteira do ser humano que se encontra nesta estatística. Eventualmente terá insights que o alertará de alguns impulsos, os quais a maioria ele não dará a menor importância.
Ficará exclusivamente nas mãos do destino previsto, sem variações possíveis, por não estar atento na sua parte espiritual. É como se para ele a vida fosse um joguinho de dados, onde a sorte e o azar passam a fazer sentido. Tem sido assim com a maioria, independente do grau de inteligência, intelectualidade, currículo e outras formas grosseiras de se classificar um indivíduo constituído aos “olhos de Deus”.

Aquele que desperta, acorda, sai da sonolência, pode “abrir os olhos” e quem sabe começar a questionar algo mais além da vida cotidiana. Se der vazão a este impulso, terá de sintonizar, pois determinadas respostas só as encontrará fora do plano material.
Tais indivíduos ao darem vazão a estes questionamentos percebem que a intelectualidade, os estudos tradicionais não tem a menor importância para determinadas questões, pois no universo físico não se encontra estas respostas.

A sintonia passa a ser uma meta e um complemento da vida do indivíduo. Precisa ser buscada, precisa acontecer e para isto ele contará com a insatisfação: do que é, do que tem e do que buscou no plano material.
Este estará no caminho para ser sintonizado e dai em diante começara a perceber a vida de um outro ângulo, sob um outro ponto de vista que incluirá novos horizontes, caminhos e possibilidades.

A sintonia é essencial na vida do ser humano ou de qualquer ser em qualquer reino, em qualquer lugar.

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Passos Atuais - 130a Parte - A paz em si mesmo.


O que em verdade um homem busca enxergar quando olha o céu estrelado é sua própria imensidão; busca ver as infinitas luzes que guarda em seu interior. Ali reencontra seu destino e sua origem, pois o que é infinito não pode permanecer circunscrito à forma que o acolhe.
O que em verdade o homem busca quando bate à porta de um lugar de paz é encontrar a paz em si mesmo. 
Aquele que necessita de apoios poderá um dia caminhar sozinho; portanto, a ajuda a eles é ensiná-los a caminhar.
Figueira

Pois bem, o texto revela que na realidade o que buscamos já está em nosso interior. Então por que não temos acesso direto?
Pela simples razão de que, naquele momento, não estamos preparados para receber o que precisa ser recebido.
A mente é complexa, mas de certa forma lerda para processar. Então o que num momento anterior é indescritível, no momento seguinte passa a ser óbvio.
Desta forma, temos de processar um conjunto de Informações que passam a estimular o que é indescritível naquele momento.
O que recebemos como informação, precisa ser assimilada, processada e experimentada, para ser compreendida. Em seguida passa a ser óbvio.
Digamos que foi uma forma interessante de compreendermos os mistérios da alma, do universo, da vida.

Poderíamos fazer isto sozinho?
Nesta fase da nossa evolução, na 3ª dimensão, num planeta cármico, cremos que não. Cremos que precisamos de mestres, tutores e instrutores que possam adequar o conhecimento necessário para este ser adquirido e processado pela mente.
Da mesma forma ocorre a evolução no plano material, onde aos poucos vamos conquistando passos importantes: voamos, pisamos na Lua, desenvolvemos veículos com velocidade, dominamos o fogo, enfim o que temos ou fazemos hoje, a 100 anos atrás era impensável.
Desta forma, mediante certas capacidades mentais conquistadas, nossos Instrutores lançam ideias para a humanidade onde alguns humanos conseguem captá-las, desenvolvê-las e torná-las viáveis.
Claro que predomina o livre arbítrio, ou seja, o bom uso ou o mau uso que fazemos sobre as ideias lançadas, mas aí é uma questão de conquistas e responsabilidades.

No plano espiritual procede-se da mesma forma, ou seja, informações são captadas, inseridas para a humanidade e são processadas conforme o nível mental e espiritual de cada um. Mas no “frigir dos ovos” a informação tende a ser processada, experimentada e depois conhecida, tornando-se objeto de várias experiencias a respeito, até virar um conhecimento definitivo.

A paz em si mesmo é uma busca pelo conhecimento. Ela não está em nenhum lugar externo, em nenhuma posição externa, em nenhuma condição externa,  pois é uma sensação, um sentimento de "la´de dentro".
A paz não pode ser constante, ou seja, não há paz eterna, pois não seríamos estimulados a procurá-la. Se bem que há pessoas que convivem com a intranquilidade, a indiferença e a dor com incrível elasticidade – tipo homem borracha.
Com sabedoria, podemos viver bem no mar da intranquilidade. Funciona como “combustível” para irmos buscar a meta básica da vida: a paz.

Temos grandes responsabilidades, pois ao tomarmos conhecimento de uma informação passada, ao ser assimilada esta precisa ser compartilhada, por isso da frase final do texto: a ajuda a eles é ensiná-los a caminhar.
 

Passos Atuais 129a Parte . Um encontro com Alberto. Desdobramentos.


Assunto: Um encontro com Alberto.

Pois bem, transmito a todos um encontro que tive com nosso grande amigo Alberto.
Se houver dúvidas, tentarei esclarecer.
Hilton

Desdobramentos:

Pois bem, após este retrato sobre o Lorde, podemos nos aprofundar um pouco mais neste assunto sobre o que acontece após a morte. Para isso, precisamos saber um pouco mais sobre os motivos da nossa existência terrena.

Já morremos inúmeras vezes, mas a morte continua sendo um tabu pois achamos que a vida é só aqui e não lá.
Este é um engano comum, pois fomos educados, erroneamente, a acreditar que esta hipótese é verdadeira.
No aspecto político-comercial, só interessa para a sociedade um indivíduo vivo, pois o morto não consume e não produz. Obviamente, sob um ponto de vista egoísta está correto, mas percebe-se que este ponto de vista tem nos mantido sob um estado emocional depressivo e aterrorizante ao imaginarmos passar do lado de cá para o de lá. Este estado de ignorância é útil para esta sociedade consumista, competitiva e dominadora, pois na medida que ressalta nossos medos, nos aprisiona a pensar numa única chance.
Porém, considerando que a vida é infinita, contínua e evolutiva, os parâmetros precisam ser outros.
Com certeza em algum momento todos irão despertar para este estado de continuidade, e assim sermos pessoas mais ponderadas e conscientes dos atos que praticamos.

Podemos dividir, de forma bem sintética, bem resumida, bem por cima, para nosso nível de compreensão, 4 estágios sobre a morte:

2º estágio: aquele estágio em que o indivíduo desencarna, passa por um período de recuperação e após, começa a tomar conhecimento da sua nova condição em outro plano.  Finalmente aceita esta nova condição, colabora e entra novamente em estado de preparação para uma nova reencarnação. Podemos dizer que este foi um indivíduo que conseguiu cumprir com boa parte do seu destino na vida material e que contrariou poucas Leis que regem a Vida na fase atual da 3ª dimensão.

3º estágio: Este estágio, podemos chamar do estágio do arrependimento, ou seja, trata-se de indivíduos que devem frequentar o que na literatura espírita é conceituado como umbral. Neste estágio tais indivíduos cumpriram uma parte menor do destino a eles reservados e contrariam várias Leis da Vida. Viverão estados de arrependimento sobre as ações praticadas em vários graus de intensidade. Com certeza não será uma posição confortável, mas importante para que fique impregnado no seu arquivo, o conceito sobre as regras das Leis em curso. Terminada esta etapa, volta-se para o 2º estágio para sua recuperação e preparo da reencarnação.

4º estágio: Este estágio é para aqueles indivíduos que transgrediram a maioria das Leis em curso. Extremados em todos os sentimentos negativos, usaram e abusaram do livre arbítrio extrapolando os limites máximos. Contrariam seu destino e foram considerados, segundo critérios divinos, irrecuperáveis. Tais indivíduos terão de renascer, constituindo uma nova alma, pois a atual não suportará novas agressões. Estes irão para mundos, estrelas, ou corpos celestes em colapso. Ou sejam estarão à mercê das super explosões, onde suas almas serão desfeitas. No entanto, a sua centelha divina criará condições para que uma nova alma possa ser constituída e todo o caminho possa ser refeito.

Os 2º e 3º estágios são estados de consciência do plano material, portanto, vive-se estados de consciência que produzem estes efeitos importantes.

Nos conceitos abordados para estes estágios o tempo precisa ser desconsiderado, assim como o tempo que ocorre no plano astral em relação ao tempo no plano da matéria. Um não tem relação com o outro, os tempos são diferentes e seguem leis distintas.
Um dia, um ano, um século são diferentes em planos distintos.

O que nos faz mudar de um estágio para o outro?
Informação, a prática da informação, conhecimento, esforços, boa vontade, determinação, convicção e fé. Enfim quando decidirmos utilizar o potencial que temos para fins evolutivos, vamos mudando de estágios na desencarnação.
Cada estágio aqui sintetizado divide-se em inúmeros sub-estagios e estes são progressivos, ou seja, provavelmente o limite do 2º estagio seja para um indivíduo que controla o próprio ato da sua desencarnação, realizou seu destino, produziu e colaborou intensamente com a  Vida Criativa, enfim foi um emérito colaborador com os níveis de evolução destinados à população do plano ou do planeta a que pertence. Este com certeza conseguiu viver dentro de um processo de auto esquecimento louvável e não se limitou a fazer que a maioria faz, buscar intensamente os prazeres e as delícias da vida material. A desencarnação deste indivíduo ocorre num ato rápido de passagem do plano material para o astral, tendo consciência e lucidez de todo o processo. Em seguida passa imediatamente a produzir e colaborar com as forças evolutivas do plano que se encontra, agora no astral.

O 4º estágio e o 3º estágio encerram suas atividades na Nova Terra, após o período da transição em curso, pois não haverá indivíduos malignos (ignorância profunda) e arrependidos.

O 2º estágio mantem-se, mas nos subníveis mais elevados, uma vez que os novos terráqueos estarão libertos do livre arbítrio e entraram em processos de evolução contínua e constante.

O 1º estágio é bem diferenciado, pois trata-se de indivíduos bem evoluídos, muito conscientes da sua condição e plenamente afetos ao Serviço para a Vida Criativa. São indivíduos que, não necessariamente, precisariam estar em mundos de expiação. Estes abriram mão do seu livre arbítrio, mas ainda o possui pelo fato de que todos precisam se submeter às Leis em curso. De tempos em tempos a Terra recebeu indivíduos desta natureza que abriram mão da sua condição para sacrificarem-se nos mundos que necessitam dos ensinamentos sobre a Vida Eterna. São “indivíduos” iluminados que lutam para que a ignorância possa ser superada por todos que assim desejarem. Poucos os compreendem e a maioria só os considera pelos milagres na preservação da vida material, deixando de lado o verdadeiro objetivo que é a transmissão do conhecimento universal e sua criação.
Tais indivíduos serão compreendidos na Nova Terra, pois será descoberto os verdadeiros valores da vida material e da espiritual.
Atualmente tem sido bem raro tais indivíduos aparecerem a público, pois recolheram-se e prestam um Serviço silencioso, oculto, pois as manifestações que tinham de acontecer, já aconteceram.
Da mesma forma, estamos numa fase da transição em que líderes verdadeiros tem se se recolhido, pois a fase atual exige que decisões sejam tomadas sem grandes influências externas.
Os ditos, líderes atuais, são pessoas muito bem enfronhadas com forças involutivas que não tem compromisso com a verdade e com a libertação. O objetivo básico é a confusão.

A Terra tem sido um planeta muito assistido por forças divinas. Sua população foi muito explorada em diversas fases por seres de outros mundos que ajudaram a constituir o caos atual, mas a maioria continua fervorosamente focada na busca pelos prazeres e delícias da vida material. Poucos conseguem perceber a necessidade primeira da sua própria existência e assim mantem-se em estados intermediários, vivendo sempre em troca de algo. É um toma lá dá cá que tem se mantido pelo fato de que até agora não temos nos observado corretamente.

Esta condição, a pressão negativa extraterrestre, deu à Terra a oportunidade para que sua população não tivesse se autodestruído. Chegamos bem perto. Tivemos assim, uma segunda chance de sairmos de um estado de ignorância profunda, mediante a presença de indivíduos muito especiais.
Um em especial tem uma história incrível – Jesus de Nazaré.

Estamos numa fase crítica, pois entramos no final do ciclo planetário e com isto todos os seres humanos terão de tomar a sua principal decisão, neste momento da vida: continuar ou não com o livre arbítrio.
Se considerarmos a população da Terra em algo próximo de 30 bilhões de pessoas, podemos estimar que 23 bilhões estão no plano astral e 7 bilhões encarnados.
Prevê-se que 10% de toda a população (30 bi), se encontra mais consciente para tomar esta decisão sobre o livre arbítrio. Temos, portanto, em ordem de grandeza, 3 bilhões de indivíduos que possuem alguma possibilidade de optar. Os demais estão muito ocupados em sobreviver uma vida miserável, independente das condições financeiras ótimas ou ruins, considerando o universo de cosas que a vida plena nos proporciona.
Número pequeno para uma população de um planeta inteiro.
Como visto, considera-se a população total da Terra, os encarnados e desencarnados.

Pois bem, o que falta então para que a população que pode optar, desperte?
Diminuir as ilusões e conscientizar-se de que não estamos encarnados para ver a vida passar ou só para buscar os prazeres e as delícias da vida material.
Instruir-se, motivar-se, perceber que existimos para várias finalidades, perceber a grandiosidade da vida sobre a Terra, fora da Terra, dentro da Terra. Questionar nossa origem, nossa finalidade existencial, nosso destino, enfim temos de focar em outros objetivos além da sobrevivência.
A sobrevivência no plano material, aliás, que conta um tempo muito curto e de certa forma efêmero se comparado com os tempos universais, é incrivelmente útil em termos revelatórios, portanto ao expressarmos esta necessidade de conhecimento e de questionamentos sobre a vida, muitas ajudas se reúnem e se  manifestam para atender as verdadeiras necessidades da nossa existência.

Portanto, uma mera mudança de foco e de esforços, pode-se ter diante de si, um novo horizonte, bem mais amplo, bem mais consistente e que justificará porque existimos, porque estamos aqui, para aonde temos de ir e o que realmente buscar.

Nunca é tarde, mas estamos sob pressão e temos um tempo limite, nos termos da transição planetária,  que só Deus sabe.
Hilton

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Um diálogo com um desencarnado.


Um diálogo com um desencarnado:


Hoje sonhei com o Alberto.

Ficamos um bom tempo, conversando e andando pelas ruas de uma cidade que nos encontrávamos.
Ele me viu, sabia que me conhecia, mas não sabia de onde. Encontrei um Alberto alegre, feliz, curioso ao ver tantas novidades e eufórico em me contar o que estava acontecendo.
Estávamos numa cidade com construções bem diferentes, cores suaves, sem adensamento, muito horizontal. As ruas e calçadas se confundiam, era uma coisa só. Não vi nenhum veículo ou qualquer meio de transporte.
Super arborizada, havia muitos pássaros, flores e pequenos animais silvestres que circulavam soltos. A água corria por todos os lados em canais ora largos, ora estreitos. Límpida, cristalina, exalava um perfume discreto.
Interessante é que eu não via ninguém, mas o Alberto via todas as outras pessoas, conforme me descrevia.
Caminhávamos numa rua, tranquilamente. Eu com a sensação de que éramos só nos dois e ele como se tudo estivesse bem movimentado.
Ele vestia uma calça escura e uma camisa azul marinho, pra fora da calça com as mangas levantadas. Bem elegante, de óculos, careca, sorria sempre.
Ele procurava me descrever o lugar, pois também estava conhecendo. Segundo ele, estava há pouco tempo ali.
Falava que o local era muito agradável, as pessoas muito carinhosas e ele tinha uma sensação de paz e conforto como há muito não sentia.
Todos se ajudavam e ele tinha muita confiança naquelas pessoas. Falou que antes não era assim, que sentia medos e desconfiava de todos, mas não lembrava aonde foi.

Perguntou de onde eu era, mas sabia que já nos conhecíamos a muito tempo.
Falou: - você é um amigo que me ajudou bastante, mas não sei aonde estávamos.
Falei: que não me recordava, também, mas que no momento oportuno saberíamos.
Perguntou se eu estava ali também. Disse que ainda não, só estava de passagem, mas que algum dia estaríamos juntos.
Falou: estou vivendo novos momentos na minha vida, tenho poucas recordações, você sabe se eu sofri algum acidente e perdi a memória?
Falei: Alberto, creio que sim, mas pode crer que tudo é passageiro e daqui a algum tempo você se recordará de momentos do passado, agora o importante é você interagir com este local, estas pessoas, esta situação, pois como você disse é muito agradável.
Falou: é verdade, sei que estou me adaptando a uma nova situação. Não sei bem o que é, mas me sinto bem e aqui recebo muita atenção e carinho. Estão me colocando em um novo projeto de ampliação da cidade. Percebo que algumas coisas, do nada, vem na minha cabeça e vou orientando a decoração das novas construções. São materiais incríveis, de grande versatilidade, de fácil manuseio e até converso com estes materiais. Tenho a sensação de que estes materiais respondem e aceitam minhas ideias. É incrível. Me sinto útil e feliz.

Falou: Por que você me chama de Alberto?
Falei: creio que quando nos conhecemos você era o Alberto. Por que, aqui não te chamam assim?
Falou: Aqui não se usa nomes, todos se conhecem e se identificam, não sei como, mas a gente simplesmente sente quando é chamado ou necessário. Eu sei sempre para aonde preciso ir, quando devo voltar, quando sou chamado e quando preciso de alguém esta pessoa aparece.
Falei: eu ainda não tenho esta sensação, posso continuar chamá-lo de Alberto?
Falou: Pode sim, este nome não é estranho, mas parece que faz parte de algo que passou. Até gosto dele.

Falou: recentemente senti uma nova ligação dentro de mim. Procurei esta pessoa, mas não a encontrei. É estranho, pois aqui sempre sabemos quem é.
Falei: quem sabe esta pessoa está em outro lugar, mas já tem uma forte ligação com você. Não se preocupe, pois, no momento oportuno você a encontrará.
Falou: depois desse dia, vieram outras sensações. Apertou o coração.
Falei: Alberto temos muitas ligações em muitos outros lugares que já estivemos, também, fazendo amizades com muita gente. Veja eu estou aqui com você mas não sou daqui por enquanto, então tivemos ligações em outro lugar. O bom disto tudo é que sempre, em algum momento, iremos nos encontrar.
Falou: É verdade, é uma sensação muito boa, mas às vezes vem um certo aperto no coração. Tenho escutado muitas palestras a este respeito. Há pessoas muito sábias aqui que estão sempre nos ensinando. Quando nos reunimos para estas palestras posso dizer que o momento é mágico, somos envolvidos por estes ensinamentos de uma forma que nunca havia sentido. Enquanto vão falando, parece que já sabia de tudo o que estava sendo dito.
Falei: É verdade, parece que a gente só precisa se recordar.
Falou: você tem ligações com estas pessoas que conheci em outros lugares?
Falei: creio que sim, pois devem ser muitas, mas as que conheço estão bem e sentem grande carinho por você. Este mundo de Deus é muito grande. O bom é que a gente não se esquece e quando nos encontramos ficamos muito felizes.
Falou: é verdade, aqui já encontrei pessoas que me conheciam. Não me recordei delas, acho que foi este acidente, mexeu com minha memória.
Falei: sim tudo ao seu tempo, às vezes precisamos estar preparados para saber o que aconteceu. Tenho certeza  que você irá se lembrar de tudo no momento oportuno.
Falou: aqui as pessoas são muito simples e sinceras. É tão fácil lidar com elas. Isto me parece algo novo, pois não lembro de ter tido esta sensação.
Falei: que ótimo, aproveite bem estes momentos, pois como estamos sempre aprendendo, entendo que este é um bom momento para você ver a vida de um outro ângulo.

Falei: Alberto tenho de ir. Preciso voltar para meu lugar, pois cada um precisa seguir o seu caminho.
Falou: claro, temos de ir sempre em frente, aliás estou com vários compromissos e logo mais teremos uma palestra com uma pessoa muito importante que vem de um lugar magnifico. É uma senhora que todos a admiram. Desta vez vou conhecê-la.
Nos abraçamos e ele desejou bom retorno.
Falei que iria levar este abraço a todos que tenho contato. Sim, acenou com a cabeça e pôs as duas mão no coração.
Fiquei parado vendo-o se afastar, ou eu estava me afastando daquele lugar.

Então, fica aqui, em nome do Alberto, um abraço apertado a todos.
Hilton