quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Seja útil.

A Virgem Maria retorna para nos guiar à verdadeira paz.

 Neste novo ciclo de Aparições da Virgem Maria, que vem ocorrendo em várias cidades da América do Sul, inclusive no Brasil, ouvimos por diversas vezes a Virgem se referir em Suas mensagens sobre uma situação bem real e concreta do planeta. Uma situação grave. Mas, ao mesmo tempo, Nossa Senhora manifesta-Se sobre a situação das pessoas, das almas com as quais Ela trata diretamente. As duas situações estão pedindo muito cuidado, muita oração. Tanto a situação do planeta e da humanidade em si, como a das almas.
A vida de oração é fundamental para essas situações. Se nós simplesmente oramos, isso produz uma ação nos planos internos, sutis, e também nos planos externos. Todas as situações do planeta, da vida das pessoas, das almas, podem ser resolvidas ou encaminhadas em uma vida de oração.
Esse é um pedido recorrente da Virgem, mas parece que nos dedicamos muito pouco a essa grande necessidade das almas, das pessoas. Algumas precisam despertar, outras, se reencontrar. Já outras, quando se reencontram e veem uma luz, necessitam ter um caminho indicado. Nós, individualmente, como seres humanos, não temos capacidade para fazer esse tipo de trabalho. Podemos orar. A oração faz esse trabalho.
Quando oramos somos um instrumento para que alguma coisa se crie. Quando a oração é feita, criada, ela sai e vai agir. A oração pode ser usada por seres que estão em outras dimensões, em outras concepções de vida, e pode ser usada como instrumento de trabalho em outros planos. Um trabalho que as consciências de luz, os anjos e arcanjos encarregam-se de fazer.
 Há orações de todos os níveis. Há oração em que pedimos coisas, há oração em que colaboramos conscientemente com alguma situação. Há também aquela oração que todos podemos fazer, que é orar por orar. Entregar essa oração, orar por orar e ofertá-la. Na fé vamos saber que essa oferta de oração será usada pelas forças inteligentes, por correntes superiores de energia, para o que for mais necessário neste momento, seja neste planeta ou em outro ponto do Universo; seja para uma alma ou para toda a humanidade, São situações que nós desconhecemos. Segundo o que estamos entendendo, nosso papel é orar, orar realmente, Orar com o coração, orar entregando aquela oração para que o Universo faça dela o que for melhor.
Se respondermos a esse importante chamado de Maria, provavelmente iremos compreender melhor a situação planetária e a da humanidade. Assim ajudaremos muito mais. Na verdade, não temos ideia de  qual é realmente a situação planetária ou a sua gravidade. Não temos possibilidade de saber claramente sobre a situação dos nossos irmãos humanos, mas podemos decidir ajudar. Podemos decidir atender ao chamado de uma consciência, de uma Entidade Universal, a Mãe Divina, que vem cuidando disso como prioridade aqui na Terra.
Durante uma Aparição podemos, como seres ali presentes, aprender a nos voltar para o lado sutil, imaterial da vida. A Virgem transmite Sua mensagem e ouvimos Sua voz por um intermediário, um vidente. Nossa Senhora não se materializa para todos, mas videntes a descrevem, e suas visões coincidem entre si.  Como não há projeção física, isso produz uma abertura interna que nos permite sermos transportados a outras dimensões com nossa consciência, onde as coisas  acontecem de outra forma. Isso vem transformando profundamente as pessoas.
Trigueirinho.

Pois bem, como foi dito estamos numa outra fase.
Em fases anteriores as Aparições eram raras, muito especiais e ocorriam em intervalos bem distantes. Isto acontecia porque estávamos mais soltos para a pratica do discernimento e do livre arbítrio, uma vez que sucessivas experiências precisavam ocorrer em indivíduos, grupos, países, dependendo das origens de cada um, que aqui são chamadas de raças.
Este espaçamento entre as Aparições tinha um caráter de menor interferência e maior liberdade nos indivíduos, entre os povos e entre as nações.
Na medida que o progresso material foi se sofisticando e a pratica da violência foi aumentando, envolvendo cada vez mais e mais pessoas, as Aparições foram se intensificando para que novas Instruções fossem passadas.
Hoje as Aparições tem sido continuas, semanais face a urgência dos tempos.
Não se trata mais de disciplinar ou alertar sobre determinadas regras ou procedimentos, pois estamos no final de um ciclo planetário, mas trata-se de adotar premissas e alinhamentos intuitivos para passarmos por estes momentos tão confusos e perturbadores.
Regras, modelos de disciplina, condutas, foi o tempo em que estas instruções e aprendizados tinham este foco.
Vivemos hoje algo mais intenso, mais profundo, muito mais desconhecido, desta forma, as Aparições, as orações e a intuição tornam-se as poucas coisas que restam para nos apoiarmos, uma vez que parâmetros e paradigmas conhecidos estão se desmoronando.
Podemos dizer que as Aparições e as orações são as únicas coisas que restam para que certo equilíbrio ainda permaneça em nossa vida.
Poucos se dedicam a estas instruções ou creem nelas, mas estes poucos tem sido a chave do ponto do equilíbrio que ainda resta para a humanidade.
Um trabalho que as consciências de luz, os anjos e arcanjos encarregam-se de fazer. Na realidade este “Trabalho” ocorre em níveis que desconhecemos, pois quando fala-se em ciclo planetário, fala-se de todos os reinos que aqui habitam, sejam os conhecidos ou desconhecidos.
O homem é muito pretensioso e quando fala-se em Divindades, Mundos Internos, Plano Maior, Deus, parece que a raça humana é a única a ser atendida. As demais ficam num segundo plano. Isto não é verdade, pois a premissa básica é a irmandade entre todos.
A ausência da vidência foi uma das perdas que sofremos pela ausência da prática deste atributo, ao longo do tempo. Assim como na evolução das espécies tudo foi se adaptando.
Um peixe ganhou pernas, mas perdeu as nadadeiras; perdemos a vidência pela falta de uso, pela falta de atenção e contato com os mundos internos, uma vez que o foco fixou-se somente no plano da matéria.
No futuro haverá uma reconquista destes atributos perdidos, pois o novo homem viverá em contato com vários planos, mundos e dimensões. Imagine o grau de conhecimento que poderá adquirir.

Portanto, é recomendável que se volte para a oração, para as Aparições, onde instruções são fornecidas, Leis são reveladas e podem ser compreendidas e assim sermos, no mínimo, mais úteis do que temos sido.
Hilton

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Seja ousado.

A oração verdadeira é um instrumento de serviço ao mundo.

No Universo em permanente transformação, pouco a pouco a consciência humana vai expandindo-se e descobrindo novas formas de expressar-se. Com o poder inerente ao impulso que lhe chega do Alto, ela rompe as estruturas que a inércia perpetua na vida material. E assim é com todas as coisas, com todos os seres e em todos os reinos: cada qual, em seu ritmo e  à sua maneira, vai renovando e adquirindo horizontes de percepção mais amplos.
A oração também não está isenta dessa expansão. A oração, sob diferentes enfoques, tem acompanhado o crescimento espiritual do ser humano por meio do tempo: pede-lhe redimensionamento e revitalização, como linguagem viva entre nós e Deus.
A certa altura, chega o momento de liberar a oração das tendências emocionais e mentais com que se encontra revestida; chega o momento de clareá-la, de retirar dela todo o conteúdo utilitarista, de calar os pedidos e súplicas ditados pela vontade humana de ajudar a si e a outrem sem saber qual é o verdadeiro bem para cada pessoa.
E, muitos são os que precisam transcender essa longa etapa baseada em reivindicações e em boas intenções que, mesmo quando aparentemente positivas terminam interferindo de modo indevido na vida de outrem, a quem se quer beneficiar com a oração.
Segundo o ensinamento esotérico, a oração suplicante é um tipo de controle individualista com finalidades impulsionadas pelo livre-arbítrio, sempre condicionado pela limitação mental. Diferente é o movimento da consciência que busca deslocar-se para áreas sutis — de aspiração pura — e quer encontrar seu ponto de referência além da própria alma. Nesse mundo interior o livre-arbítrio não vigora, pois reina a vontade do espírito.
Na realidade, a oração projeta-se no mundo como pacificação de desejos e de pensamentos, e também como cessação de ações supérfluas. Mesmo sem o saber e sem nada direcionar, a pessoa em oração abnegada estimula transformações nos demais, irradia clareza e lucidez para a aura planetária. A oração é, pois, instrumento de serviço ao mundo e, para ser eficaz, deve nascer da humildade.
Aderindo a um impulso ascensional, muitos almejam compreensão menos teórica de realidades sutis e profundas de si mesmo. Essa transferência da atenção para os níveis sutis e internos amplia sobremaneira a consciência e reflete-se, por exemplo, na natureza da oração, transformando-a, elevando-a. A oração, então, se transforma na incumbência de codificar a nova comunicação entre Criador e criatura. A oração torna-se um diálogo entre a pessoa e o Silêncio Absoluto, alicerçada na Fé e sem objetivos outros que a união, como uma gota d'água a cair no mar.
O despojamento das características humanas e a  focalização em um estado interior de crescente esvaziamento, onde se possa encontrar repouso n'Aquele que tudo vê, tudo pode e tudo conhece, é o passo que para muitos hoje se anuncia na vida de oração. A única aspiração que neles permanecerá é a de o poder do espírito prevalecer sobre a matéria, agir sobre a alma despertada para que sirva cada vez mais altruísta  incondicionalmente em prol da Evolução.
A oração leva a pessoa a descobrir e a compreender melhor o que de fato sustém a vida.
Trigueirinho.

Pois bem, fala-se no texto de um outro expoente da oração: a oração da entrega.
De certa forma é uma mudança tão radical do que se vem praticando a milênios, que num primeiro momento pode ser inaceitável.
O ser humano está completamente desatualizado em relação às Leis e em relação às circunstancias da Terra.
A Terra está, praticamente, entrando no auge da sua transformação, enquanto que a raça humana segue  modelos muito anteriores a esta etapa atual do Planeta.
Podemos dizer que estamos absolutamente despreparados para nossa maior e a mais magnifica “aventura” de todas as vidas vividas até agora. Poucos tem alguma noção, poucos tem algum conhecimento e mesmo assim são incrédulos, pois não conseguem expressar os imensos impulsos que do Alto vem para a Terra.
A oração, nesta forma desprendida, nesta forma ousada, em que nada se pede e nada se deseja é essencial para tentarmos compreender um pouco mais do que se passa na Planeta.
A nova humanidade, na nova era, da nova Terra, como diz o texto, “tem a incumbência de codificar a nova comunicação entre Criador e criatura”. Será algo tão inusitado que o que se pratica hoje, será como se nunca tivesse existido.
O despojamento de certas características humanas, como a personalidade, o ego, a emoção, o livre arbítrio e todas as confusões que são por estes gerados, desaparece. Por isso que se fala da nova era, da nova humanidade.
Estamos numa época de escolhas, escolhas que jamais fizemos em toda a nossa existência como alma. Pode ser assustador, mas será mágico, belo, riquíssimo e irá aflorar detalhes que sequer imaginamos que tínhamos.
Coragem, ousadia, atenção, muita convicção será preciso, assim como teremos de largar tudo que nos retém, que nos detém, que nos remete ao passado, ao arcaico.
Viver o presente em ativa transformação é essencial.
Mudar os valores, os costumes, os parâmetros e focar no DESCONHECIDO é supreendemente essencial.

Revigore-se e ouse.
Hilton