quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Colaboradores - 4a parte.


Quando o silêncio emerge, é preciso ao silêncio consagrar—se. Quando o silêncio se afasta, é preciso em silêncio aguardar o Seu retorno.

Colaborador, firma tua fortaleza. Do poço ergue-te às proximidades do Sol. Não temas. Não temas. Não temas. A sombra traz a foice, mas nos puros não encontra o que ceifar.
Na quietude dos vales deslizam luzes silenciosas. Trabalham pelo porvir. Constroem o que não podes ver, mas que aí está. Com um estalar de dedos tudo pode nascer. Não temas.
A salinidade das lágrimas limpa feridas. O amor as cauteriza. A cura volta a ser simples; a prolixidade a havia tornado inacessível. Tu, age por meio do coração.
Mira o oceano. Contempla suas ondas. Deixa que a água te banhe os pés. Aguarda a hora de mergulhar nas profundezas, aguarda o silêncio da união que te arrebatará.
Na noite, um chamado desperta os que dormem. Não podem levar as sandálias. Pés nus devem pisar as pedras. O fogo há de tirar deles as camadas de impurezas incrustadas.
Uma criança nasce numa casa sem portas. Conhece a união, o amor e a liberdade. Seu riso é como asas que se movem trazendo frescor. Vem anunciar o novo tempo.
Há necessidade de silêncio. A vida tranquila ainda existe em recônditos isolados. Não cala a ânsia do espírito pela luz. E preciso penetrar a noite. O luar faz divisar a montanha. Sem palavras, muitos iniciam a escalada.
O chamado penetra silenciosamente a tua consciência. É tempo de partir para o serviço.
Figueira.

Pois bem, durante vidas e durante as últimas décadas, fomos instruídos para o momento que se aproxima velozmente. Como colaboradores devemos servir e ser úteis.
Para isto bastaria a fé, mas sabendo das nossas inseguranças, fomos instruídos.
Há uma incrível junção de forças oriundas dos mais diversos planos para nos ajudar, mas temos de permitir.
Poucos sabem deste segredo (permitir), pois iludidos não percebem a necessidade de atrairmos estas ajudas, mas muito trabalho e inúmeras providencias já aconteceram.
Está tudo pronto, nos aguardando para os momentos conturbados e confusos.
Nossos próprios desatinos farão parte do grande saneamento porque iremos passar. É preciso limpar toda a sujeira que acumulamos ao longo de muitas vidas, presos essencialmente nas ilusões.
“Uma criança nasce numa casa sem portas.” : a nova humanidade está nascendo e com ela a liberdade, a união e o amor. As ilusões caem pois não haverá mais espaço para suas mentiras.
Na descrição do texto de Figueira temos as diretrizes do processo em andamento. Como colaboradores chegou nossa vez de darmos, efetivamente, nossa contribuição. Mais do que nunca precisamos estar alinhados e atentos para as Tarefas anunciadas. Não são explicitas, pois estão numa vibração acima, portanto os  colaboradores bem intencionados tem de ir buscar.
É tempo de partir para o Serviço.
Hilton

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Colaboradores - 3a Parte.


Uma vontade sábia pode criar os degraus do caminho. Seu poder revela—se por estar voltada para a luz.

A Lei se aproxima velozmente. As portas se abrem. O manto da noite é espesso. Só a força de corações imaculados pode rasgá-lo. Os inocentes estão marcados.
A radiação mortífera se espalha. Penetra o âmago das células, tudo degenera e degrada. A Voz brada dos céus e da terra. E nada pode esconder o sinal.
Terras e águas se movem. Há os que verão no seu movimento a radiância da vida que pulsa no interior do planeta. Dínamos de energia cósmica produzem a mudança. Na destruição, emerge a transparência e os limites se desfazem, ao menos por instantes.
A aproximação da Irmandade é um hino de glória, elo construído com o sumo da sublimidade dos seres. Todavia, é também mãos estendidas para sustentar o equilíbrio das esferas.
E, no final, o Senhor dos Dias tomará forma. Aos que devem reconhecê-lo, sua face indicará ter chegado o momento do regresso. Um ciclo se encerra.
Dos mundos vizinhos afluem correntes de auxílio. O poder de sua focalização vem reconstruir. Faz espargir as névoas que ofuscam a luz. Um cântico se faz ouvir. E o júbilo da vida que, antes prisioneira, foi por fim libertada.
Mas a obra ainda não está terminada. A fera foi expulsa, mas a porta permanece aberta. Tem-se de refazer a proteção.
Figueira.

Pois bem, as instruções são precisas, mas a indiferença e as ilusões nos mantem na obscuridade. É preciso forçar para assimilar o recado, pois estamos tão iludidos e focados no curtíssimo prazo que o dia de amanhã está muito distante.
É preciso certa inocência e pureza para decodificar estes recados. Muitos os tem, mas lutam arduamente para encobrirem pois a vergonha e o medo de sentirem-se diferentes, os fazem recuar.
Vivemos num mundo altamente preconceituoso e ritualista, onde a sociedade, não sei porque, obriga-se a cumprir o que lhe foi mandado. Perdemos muitas percepções e uma delas é saber a origem e a coerência físico-espiritual do que nos mandam fazer. Sem este mínimo de bom senso, perdeu-se a visão e a sensibilidade do futuro.
Sabe-se que o alimento, a água, o ar, enfim as condições básicas da sobrevivência humana já estão em alerta vermelho, mas para a maioria isto não vem ao caso.
Ater-se ao recado exige mudanças de postura e caminho, mas poucos estão dispostos e estes postergam o quanto podem, pois sair do lugar comum ainda tem sido algo impensável.
Estamos no limiar das ações pela Mãe Natureza, que não precisa da nossa concordância, expressará com toda a força condizente com as necessidades.

Temos, definitivamente, de ser uma nova pessoa e aprender a viver nos tempos de emergência.
Hilton