sábado, 3 de julho de 2021

Passos Atuais 285a Parte. Sacrifício.

 Pois bem, continuando aspectos da Instrução, o tema escolhido foi “Sacrifício”. O texto demanda explicações importantes sobre este impulso, bem como ressalta sua presença eterna.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 419 – Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs.

 SACRIFÍCIO  — Do ponto de vista humano, é esforço, privação e renúncia. Do ponto de vista interior, é consagração . Pelo sacrifício doa-se a própria energia para a essência manifestar-se, para a existência tomar-se sagrada. O sacrifício é impulso natural da mônada . Leva a consciência externa a superar limites, a irradiar energias superiores. É devido à permanente doação do seu Logos que todo o sistema solar subsiste. Pelo sacrifício o ser humano colabora na trajetória ascensional da vida em escalões menos evoluídos que o dele .

 Definições:

       -- Mônada: Podemos dizer que é a alma da alma. Núcleo fundamental da evolução do ser. Dentre os corpos das quais somos compostos, podemos caracterizar os seguintes: físico(mais denso), etérico(corpo que abriga as reencarnações), anímico (corpo da alma) e monádico (corpo da mônada)

 --Logos: Núcleo de pura energia e consciência para a criação e sustentação de um universo. A Terra possui seu Logos. Podemos dizer que é a expressão da mônada terráquea.

 Pois  bem, o sacrifício  é  um aspecto  que acompanha todo ser vivo por toda a sua existência, pelo infinito.

O sacrifico num planeta cármico como a Terra, precisa ser provido da dor. Sem a dor não saberíamos distingui-lo dos demais sentimentos e consequentemente ele não seria exercido. Sendo assim, ele se tornou doloroso e compulsório para  os seres humanos.

Em mundo adiantados podemos dizer que o sacrifício se identifica como uma entrega espontânea, sem dor, mas com amor.  A diferença entre uma sensação e outra é gigantesca.

 Jesus Cristo na fase da crucificação, veio mostrar a necessidade do sacrifício pela dor, no processo da purificação, e logo após, a ressureição, o renascimento em que um novo estágio evolutivo se faz presente sob o  domínio de novas Leis.

Assim será com toda a Terra e seus reinos, na etapa mais intensa da transição planetária em curso.

Como cita o texto: O sacrifício é impulso natural da mônada . Leva a consciência externa a superar limites, a irradiar energias superiores. Assim vem ocorrendo por toda a existência humana.

Os rituais religiosos, por todos os tempos, sempre se ateve ao processo do sacrifício. Chegou aos extremos e hoje demanda movimentos corporais, além da entrega e da fé, durante os cultos religiosos.

O sacrifício tem sido a base de todas as estruturas existentes, sejam as familiares, as sociedades, as raças, onde o exercício do sacrifício tem formado a base do processo evolutivo.

O sacrifício abraça todos os reinos. Uma floresta se renova nos incêndios, nas inundações, os animais ao se tornam alimentos na cadeia natural e os seres humanos mediante as provas no destino da existência. O sacrifício é a base da evolução, mas muda de conceito em cada nível de consciência.

 Teremos na Nova Terra, após a transição planetária,  o mesmo conceito do sacrifício, mas ausente da dor, será prazeroso e despertara sentimentos elevados e relevantes para o caminho evolutivo.

 A atual defasagem do ponto de evolução da raça humana em relação ao ponto que já deveria ter alcançado, tornou o “estado de sacrifício” acrescido de dores mais intensas. Estamos sendo cobrados do ponto que já deveríamos ter alcançado.

Nada irá resistir ao processo da transição, em destaque a estrutura familiar que hoje é formada a partir dos vínculos cármicos entre seus elementos. Mudando o código genético como está designado, a hereditariedade se desfaz, o sacrifício se altera, indo das compensações cármicas para as acomodações evolutivas.

 

Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém chega ao Pai a não ser por Mim.  (frase que demanda os conceitos básicos da Lei do Sacrifício)


 









terça-feira, 29 de junho de 2021

Passos Atuais 284a Parte. BUDA.

 

Pois bem, continuando aspectos da Instrução, o tema escolhido foi “BUDA”. O texto mostra um estado de ser, um estado de consciência, um estado espiritual elevado cuja característica principal e velar pelos Reinos que assiste.

 O texto a seguir foi extraído do Glossário Esotérico – 9ª edição – página 45 – Editora Irdin. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs.

 BUDA (BODHISATTVA ) — Grau evolutivo avançado, no qual a consciência se liberta das ilusões inerentes ao mundo das formas, dos sentidos e do pensamento, e comunga da essencialidade da vida cósmica.

 Obs. Buda é um estado de ser em que as ilusões do mundo das formas foi superado. Os sentidos de buda o coliga diretamente com as fontes da evolução dos reinos (mineral, vegetal, animal e humano), abrindo o caminho da evolução material para a espiritual.

O buda é intuitivo, liga-se à sabedoria universal sem ter de passar pela cultura. O que dele provem, vem do alto, das Fontes mais puras e sábias disponíveis no Universo. O buda expressa o que virá, o que será no processo transformador de um ser.

O buda é regido por leis superiores da evolução, esse nível não recebe ordens mentais; no entanto projeta-se nos níveis concretos da vida que poderá ser absorvido por quem está no caminho.

Quando os corpos mental, emocional e etérico-físico estão em alinhamento, sob controle voluntário e não sob tensão, as energias búdicas revelam-se livremente. Não se submetem ao querer humano, por mais puro que seja.

Em um dos filmes que retrata a vida do príncipe de Kapilavastu, percebe-se o nível de autocontrole exercido por ele em suas meditações, onde as funções básicas do organismo físico são supridas por energias universais para que ele atinja o estado de Buda.

  O termo buda (buddha, em sânscrito) significa "o iluminado"; não se restringe à denominação de um ser, embora o príncipe de Kapilavastu (século VI a.C.) tenha sido chamado Buda, Gautama Buda ou Buda Sidharta, por ter atingido esse elevado estado espiritual. Há consciências que, embora tenham alcançado o mais alto nível de perfeição na evolução humana atual, permanecem em níveis supramentais velando pelo desenvolvimento da humanidade; tais consciências são denominadas Budas de Compaixão. A Hierarquia espiritual da Terra contém em sua estrutura um grupo de budas que assiste diretamente o regente do planeta em suas diversas tarefas evolutivas.

 Obs. Gautama Buda não deve ser confundido com Jesus. Ambos tiveram Tarefas essenciais para o desenvolvimento da humanidade terrestre, e foram complementares.

Com a Compaixão de Buda, por Sidharta, a essência foi espalhada e a possibilidade da libertação do homem perante as forças involutivas tornou-se viável.  Jesus completa a Tarefa e indica ao homem como chegar a este estado de libertação. O homem, no livre arbítrio decidirá a que estado irá querer chegar. Esta libertação será, em essência, a saída das ilusões do mundo material. Enquanto perdurar o atual estado de ignorância gerando confusão, egoísmo e indiferença a personalidade o manterá prisioneiro de seus próprios preconceitos.  

 

Estais amparados em todos os sentidos da vida. No entanto deves decidir. (mensagem de Samana para este texto)